Secret love
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Por Christian...
—Bom dia meu filho lindo, vejo que acordou cedo. – misericórdia... – Ana solta desesperada — ela esta vindo mais perto Christian, completa com os olhos arregalados.
— Oh vejo que você tem companhia. e que bela companhia. – Minha mãe diz com um grande sorriso nos lábios analisando Anastásia, com certeza esta gritando de alegria por dentro por ver o filho acompanhado.
—Bom dia mamãe.
—Bom dia Senhora. – Ana diz tímida.
—Bom dia minha jovem pode me chamar de Grace.
—Sim senhora – minha mãe arqueia uma sobrancelha – quer dizer Grace – Ana se retrata.
—Espera um pouquinho me deixa chegar mais perto pra dar um beijo em vocês.
—Não mãe pode ficar ai. – Ana remexe se escondendo atrás do balcão olho para baixo e seguro o riso, devido o fato de ela estar sem calcinha.
Minha mãe chega mais perto e mede a gente com seu olhar, da um sorrisinho de lado, e percebe algo mais, mas não se faz de intrometida, simplesmente volta para o outro lado do balcão de frente conosco, mas mesmo sem não nos constranger começa suas especulações sobre Ana que parece estar suando frio com a situação.
—Qual é o seu nome minha jovem?
—È Anastásia, Anastásia Steele. – Ana fala estendendo sua mão.
Minha mãe faz um “oooo” imenso com a boca quase despregando o maxilar, ela sabe que todos esses anos cultivei um amor por Ana, na festa de meu casamento com Elena, quer dizer uma recepção que mais parecia um velório, eu só posei pra algumas fotos para ela satisfazer os seus caprichos, e fazer bonito para sua família, a deixei sozinha no momento em que começaram a tocar Who's Loving You do Jackson Five, e naquele momento até a banda estava conspirando contra mim, parecendo querer enfiar uma faca no meu peito
Quem está te amando...
Quando eu tive você (tive você)
Eu te tratei mal
E errado, minha querida
E garota desde
Desde que você se foi
Você não sabe?
Eu sento por aí
Com minha cabeça abaixada
E eu me pergunto
Quem está te amando
Eu, eu, eu, eu não deveria jamais
ter feito você chorar
E garota desde
desde que você se foi
Você não sabe?
Eu sento por aí
Com minha cabeça abaixada
E eu me pergunto
Quem está te amando
A vida sem amor
É tão solitária
Eu acho que não
Eu acho que não
Que eu conseguirei
A minha vida toda
A minha vida toda, yeah
Pertence apenas a você
Venha e me pegue garota
Venha e me pegue!
Porque
Ahh
tudo o que posso fazer
tudo o que posso fazer
de que você se foi é chorar
E você, ooh
Você não sabe?
Eu sento por aí
Com minha cabeça abaixada
E eu me pergunto
Quem está te amando
Sai em busca de alguma bebida forte que ardesse até minha alma, que fizesse eu esquecer por um minuto de Anastásia que eu a queria ali, lembro-me de um garçom me dar uma dose de absinto, fiquei meio zonzo por não estar acostumado com aquele tipo de bebida, mas logo quando outro garçom passou quase o fiz cair com a bandeja que estava carregando, tirei umas das garrafas de whisky que ele levava e caminhei para fora do salão, só me lembro de um gramado e eu encostado me fartando daquele liquido amargo, lamentando por ser um homem extremamente fraco, por não ter ido atrás de Ana e tentar acertar o rumo da coisas, aquele dia era pra ser comemorado na vida de algumas pessoas, mas na minha não! Eu não tinha o que comemorar já que estaria com uma mulher somente por pressão, a única coisa que me fazia sentir um pouco bem com Elena era o fato de ela carregar um filho meu dentro dela, mas nem isso fazia querer ou tentar ama-la, o sentimento por Anastásia não tinha como ser abafado, era grande imenso, acho que naquela época eu até me assustei com tudo, sem ser clichê, mas o garoto que pegava todas novamente se apaixonou pela nerd, não era só em filmes que acontecia, eu era a prova mais viva que não era fantasia. Já deitado na grama e totalmente embriagado eu chamava por Ana, quer dizer quase gritava, fechei meus olhos e senti minha cabeça girar, imagens de Ana viam em minha cabeça, ela sorrindo timidamente, acho que estava em um estado tão dramático que chegar a tocar o ar pensado que estava colocando as mãos na face de Anastásia, e nesse dia minha soube de todo meu drama, ela notou minha ausência na festa, e saiu a minha procura, um dos garçons lhe disse onde eu estava ela como protetora já presumia que algo de ruim estava acontecendo, então me procurou pelo gramado, e quando achou, não gritou, nem se desesperou, ou me julgou, apenas se sentou na grama colocou minha cabeça em seu colo e me segurou, e com suas delicadas mãos fez um chamego, um chamego de mãe, percebendo seu toque ali eu chorei e lhe confidencie tudo o que eu sentia.
—Mãe eu sou um fraco, eu não amo Elena, e estou me prendendo a ela, mas eu não a quero, eu sou um maldito frustrado.
—Calma meu amor, aquiete seu coração, eu estou aqui pra te ouvir, tire tudo de ruim que tem guardado, desabafe comigo, sabe que sou sua melhor amiga e que sempre pode contar comigo.
—Eu quero Anastásia mãe, eu a amo eu quero Ana!
Contei para minha mãe toda a historia, ela me ouviu atentamente, acho que ficamos ali por uma hora, esquecemos a festa minha família os convidados tudo, ali era nosso momento, um momento magico, onde a mãe deixava de ser só a matriarca de uma família, pra se tornar uma amiga, ela me disse varias coisas, uma hora juntou seu corpo ao meu me prendendo como se eu voltasse a ser um garotinho, me abraçou firmemente e me disse baixinho.
—Filho, se essa moça for para ser sua, vão passar dias meses e anos, mas um dia vocês irão de se encontrar e viver essa historia, Deus sabe o que faz meu amor, às vezes agora não era pra essa historia continuar, pense que é só o primeiro livro de uma serie terminado, que você esta esperando o próximo volume ser lançado, que quando ele tiver em suas mãos vai devora-lo com olhos com a alma e o coração, se esse amor for verdadeiro, ele vai passar por tudo e vai vir átona novamente, em algum lugar essa moça deve estar com o coração partido como você, um dia vocês vão se encontrar para juntar os cacos que só vocês dois podem colar.
—Obrigado mãe, obrigado.
—Não tem de que meu amor, eu sempre estarei aqui, agora vamos antes que me apreça alguém aqui, ou sua agora “mulher” fazendo cena por você ter se ausentado da festa.
—Sim vamos, mas antes preciso passar em um banheiro pra dar um jeito na minha aparência.
—Com certeza filho, bem você esta levemente bêbado, mas o pior nem é isso e sim esses olhos inchados de tanto chorar, precisa urgente lavar esse rosto, e se reestabelecer irei pedir algo doce para você comer, e muita agua, vãos curar essa bebedeira quer dizer esse porre de Anastásia. – minha mãe me ajuda a levantar aos risos.
E agora Anastásia esta de frente com a minha mãe e não sei porque mais sinto que dona Grace não vai segurar a língua dentro da boca e vai fazer merd.
Por Anastásia...
A minha cota de passar vergonha nunca acaba, da pra imaginar uma situação pior que essa a mãe de Christian chegar e me encontrar somente com sua blusa sem calcinha com restos de mel e porra na boca, tem coisa pior não bem, não é bolinho pode ter certeza. Eu não sabia se corria se me escondia no armário do balcão ou se batia na cara de Christian, cada hora tinha um para atrapalhar, quantas pessoas tem a chave desse apartamento senhor, não quero nem pensar em Izabel nos pegando fazendo algo depravado, Christian deveria ter mais cuidado, se isso for a frente, coisa que quero muito vamos ter que repensar a respeito de fechaduras alarmes deixo-me rir por um momento em pensamentos. A senhora Grey, quer dizer Grace. é uma mulher linda e muito educada, ela quis se aproximar da gente para dar um beijo, confesso que não estou acostumada com tanto apresso e carinho, ainda mais de uma pessoa que eu mal conheço. Me escondi mais atrás do balcão, tinha medo que ela visse que estou só com a camisa de Christian, ela ia pensar que eu puta, isso não é o tipo de imagem que quero passar pra ela, eu parecia estar anestesiada, não sei se Cristian disse algo a ela, mas por Deus Grace se distanciou, perguntou o meu nome e quando eu falei ela quase me derruba com a sua expressão.
—Anastásia Steele – Grace repetiu o meu nome.
—Sim mãe é a Anastásia. – Christian diz tentando tirar a mãe do transe.
—Eu não acredito filho, me belisca pra eu ver se não é um sonho.
—Menos mãe, por favor. – Christian a reprende.
—Hum... agora fiquei curiosa, me diga Grace porque se assustou quando disse meu nome.
Christian tenta impedir a mãe gesticulando com as mãos em sinal com as mãos mas ela não se cala.
—Vou falar Christian.
—Mãe! _Christian tenta novamente breca-la.
—Mas mãe nada, me deixa falar.
—Filha sabe quanto eu escutei que você era linda todos esses anos? quanto tempo venho te desenhando em minha memoria?
—Mãe, por favor! – Christian pede envergonhado.
—Me deixa Christian. Eu imaginei todos esses anos como você seria, e hoje pude concretizar a imagem que estava em minha cabeça, você é muito melhor querida.
—Grace, eu não sei nem o que dizer. – digo envergonhada.
—Não precisa minha filha só o faça feliz.
Sorrio para Grace, as palavras nem precisaram sair de minha boca, ela já sabia a minha resposta. Simmmm um imenso simmm eu faria Christian feliz, era o que eu mais queria. Grace continua a conversa, e eu me enfio mais no balcão Christian percebe minha inquietação e logo da uma desculpa para acabar com esse momento digamos “constrangedor”, diz que precisa resolver uns assuntos pendentes, e assim Grace se despede e sai, mas antes me faz um convite que não tenho como não aceitar, mas me faço um pouco de difícil, não posso passar que estou desesperada, afinal faz uma noite que estou que Christian e nem sei o rumo que isso vai tomar.
—Anastásia. No próximo final de semana vamos para uma casa de campo, todos da família vão estar lá, gostaria muito que você fosse.
—Prometo que irei pensar com carinho Grace.
—Pense querida faço questão da sua presença.
Despedimo-nos, Christian leva sua mãe até a porta e volta com uma cara impagável.
—Que historia é essa de sua mãe imaginar como eu seria?
—Digamos que minha mãe foi minha confidente todos esses anos.
—Hum...interessante, sentiu minha falta Grey.
—Senti Anastásia, senti muita, você não sabe o quanto.
—Eu também senti.
—Me diga aonde vamos Christian, estou curiosa.
—Quero recompensar todo o tempo que nos foi tirado meu amor.
—Mas é muita coisa você não acha, não da pra fazer tudo em um só dia.
—Tudo não, mas quero tornar esse dia único, o dia que enfim vou ter pra mim, e realizar tudo que eu imaginei, quero ir ao cinema, comer pipoca, beijar e dar uns amassos no escurinho, quero fazer tudo! Tudo que eu tenho direito. – Christian me diz com um olhar de carinho.
—Mas isso não é coisa de namorados Senhor Grey? – o pergunto.
—|E o que você acha que é minha Anastásia?
—Não sei. Ainda não conversamos sobre isso.
—Não tem o que conversar como te disse, perdemos muito tempo.
—Christian, não sei! esta tudo tão recente, acho melhor deixarmos as coisas ir de vagar.
—Você me ama? Você tem certeza do que sente por mim Anastásia?
—Sim! É o que mais tenho certeza na vida.
—Então não vamos pensar em mais nada, aceite ser minha. – Christian se abaixa ficando de joelhos em frente a mim.
—Anastásia. Quer ser minha namorada?
—Simmmm... – falo com toda certeza em meu coração.
Por Christian...
Depois de ficar de joelhos em frente minha amada Anastásia, ela pega em meu rosto e me faz levantar, fico na sua frente encostado na sua testa, ela deixa escapar uma lagrima e meu coração se enche de amor, minha amada esta emocionada, mesmo relutante ele quer, e não! Eu não deixaria escapar essa oportunidade de tela em minha vida. Chegamos mais perto um do outro nos abraçamos colamos nossos lábios, aprofundamos o beijo, com paixão amor verdadeiro intenso e indefinível. E aquele momento de amor, num passo de segundos se torna febril de desejo, tentando recuperar o tempo que nos foi tirado com as mãos pressiono seu quadril querendo me fundir a ela, tudo que eu quero agora é que sejamos um, em carne coração e alma, a viro fazendo que ela fique de frente para o balcão peço que ele levante as mãos, tiro a minha camiseta que ela esta vestindo, passo meu olho por seu corpo e vejo o quanto e delicado, mas deliciosamente cheio de curvas contornos, desço um pouco e mordo sua bunda .
—Oh Ana que visão gloriosa, você é fantástica meu amor de todas as formas.
—Amor me abraça forte quero te sentir.
Subo apertando minhas mãos firmemente em suas ancas carnudas Ana solta um suspiro e em um gemido sai as seguintes palavras_ Amor me possua...A aperto em meu abraço fazendo ela sentir o quanto estou duro , mordo a sua orelha e suspiro em seu ouvido.
—Nunca mais meu amor, nunca mais se afaste de mim.
—Eu não vou meu amor, eu lhe juro.
—Oh minha amada, minha doce Anastásia – digo agora dando delicados beijos em seu pescoço.
—Christian amor me tome, me ame novamente.
—Eu já estou lhe mando querida.
Ana joga a cabeça para traz espalmando suas mãos no balcão, vejo que nosso passeio vai se atrasar um pouco mas não ligo, quero fazer amor com minha namorada em todos os cantos desse apartamento, como se fossemos adolescentes como s voltássemos a ter dezoito anos, me afastei um pouco de seu corpo e tirei alguma roupa que ainda vestia, eu já estava duro, sentia dor em meu pau, a vontade de enfia-lo em Anastásia era muita, passei um dedo em sua fenda e pude ver que já estava pronto, deliciosamente molhada sem pensar muito deslizei meu membro todo nela de uma vez fazendo-a soltar um gemido alto, Ana empinou mais a sua bunda ficou na ponta dos pés segurando firme na bancada, ela fazia movimentos gostosos me deixando mais louco a ponto de bala, segurei firme em seus cabelos mas sem machuca-la, à puxando para traz, em resposta ela engolia todo meu pau quase colocando até as bolas para dentro, eu movimentava meu quadril junto com o dela, dando bombadas fortes mais muito prazerosas, a buceta de Anastásia esta sedenta, nossos líquidos se misturavam, eu sentia que meu pau estava totalmente lambuzado dentro dela, e eu não poderia querer mais nada, eu tinha finalmente a mulher que eu queria em minha frente, a amando e fodendo loucamente, nem em meus sonhos eu tive toda essa loucura, nossos corpos suados tão entregues estremecendo de orgasmos , inebriados de desejo.
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