Por Anastásia...

Eu esperei por esse momento, eu esperei... agora olhando para penteadeira consigo enxergar aquela garota, aquela que foi humilhada, mas não dou espaço para a tristeza que vivi, na minha frente a o reflexo de uma mulher cheia de esperanças com um coração que deseja se permitir viver o que ficou preso todo este tempo, os meus olhos só enxergam o que eu tenho pela frente, estou quase roendo as unhas de ansiedade, quero que tudo saia perfeito, nos precisamos que seja , nos merecemos!
Resolvi sair mais cedo do escritório para ter uma tarde de compras, e também ir ao cabelereiro, fui até a loja da minha amiga Taina, comprei uma lingerie preta maravilhosa, ela já havia me enviado algumas fotos do catalogo novo, as peças são exclusivas, parecem verdadeiras joias em tecido, se bem que para o que eu estava em mente só precisava de uma calcinha diferente, pois para minha opção de roupa um sutiã não combinaria, mas mesmo assim não pensei duas vezes em correr para lá afinal esperaria fechar aquela noite com chave de ouro, queria que Christian me achasse bonita e com certeza a roupa de baixo o faria despertar mais desejo, eu tinha um vestido branco guardado em meu closet há um tempo, em uma viagem a paris o comprei, ele era de alças largas cobria meus joelhos, sem decote na frente, mas atrás é onde estava a verdadeira beleza, era todo aberto mostrando as minhas costas, quando o olhei lembrei-me da primeira vez que eu e Christian fizemos amor, lembro que ele beijou cada pedacinho da minha costa nua, beijou cada arranhão que Elena fez nela naquele dia, mas não vou lembrar dessa parte ruim, Elena não cabe na minha historia, hoje e daqui pra frente é só pra mim e Christian, mas nada só nos. Depois das compras feitas fui até o espaço sinta-se Bela da minha querida amiga Day, coloquei a depilação em dia, fiz as unhas com a minha manicure Gise, passei um vermelho intenso bem provocativo indicação dela, deixei bem liso meu cabelo, fazia tempo que eu só o cacheava, hoje queria parecer diferente de certa forma, queria que Christian visse o quanto eu me dediquei para essa noite ser maravilhosa.

Por Christian...

Ansiedade, hoje é o que me define! Paro e me olho no espelho, coloquei meu melhor terno minha gravata preferida, passei o mesmo perfume de sempre, não iria troca-lo hoje, não mesmo reparei em todos os poucos momentos que estivemos juntos que Anastásia aspirava aquele cheiro como se quisesse eterniza-lo em sua mente, então não era nessa dia tão importante que iria muda-lo. Passei-o nos lugares certos do meu corpo, um pouco na nuca, atrás das orelhas e no pulso, esperando que o cheiro encostasse e assim pudesse agrada-la. Depois de tudo arrumado olhei para meu relógio e vi que já estava na hora de ir para o apartamento de Ana, ainda ansioso, fui até meu quarto e peguei uma caixa grande com um laço que eu mesmo havia embrulhado, era uma surpresa para minha amada, iria deixa-la dentro do carro, no momento certo iria entrega-la para ela, sei que quando ver o que a dentro, ela vai ficar perplexa, mal posso esperar para ver sua reação, com certeza meu pequeno presente vai amolecer um pouco seu coração. Peguei meu carro e parti rumo ao seu endereço chegando lá me anunciei ao porteiro, o mesmo me indicou o numero de apartamento, assim fui para o elevador e subi, eu mal conseguia me sustentar em meus pés, estava quase a me beliscar para crer que tudo não passava de um sonho, as portas do elevador se abrem eu estava a poucos minutos de finalmente vela da maneira que eu sempre sonhei, sem esconder nada, sem raiva, somente para uma saída como duas pessoas normais, sem brigas só por prazer, por amor. Já de frente a sua porta, se passava nossa historia inteira em minha memoria, nossos pequenos momentos doces, todo prazer que eles me proporcionaram, então em fração de segundos tudo o que eu mais sonhei há tempos se realiza, vejo minha amada perfeitamente linda, parecendo um anjo, minha joia minha Ana, somente minha.

Por Anastásia...

Christian esta para do a minha frente com uma cara indecifrável, não sei se esta contente com o que esta vendo ou se esta abismado, penso em chamar a sua atenção para ver se acorda do seu estado meio abobalhado, mas confesso que essa situação esta me dando motivos para dar gargalhadas, sim! Acho que consegui agrada-lo, pois para combinar com sua gravata só falto um babador da mesma cor no pescoço, encostei-me ao batente da porta coloquei uma perna a minha frente a cruzando de um modo sedutor. Christian percorreu com seu olhar da ponta de meu pé até chegar a meus olhos, minha pele queimava em resposta seus lábios pareciam estar trêmulos, quase não deixou o pronunciar o elogio, mas, vi que esforçou em abri-los assim daquela boca extremamente gostosa saiu um... “como você esta maravilhosa”... Aproximei meu corpo do dele, de proposito me encaixei suavemente, lhe dei um beijo na bochecha um pouco demorado, me afastei um pouco, mas ainda mantinha contato com seu corpo, olhei dentro de seus olhos, e disse quase sussurradamente...”Você também não esta nada mal Sr. Grey”...Christian pareceu achar graça, um pequeno sorriso brotou no canto de seus lábios, ele em um movimento provocativo passou umas das suas mãos em minhas costas, bem aonde não havia nenhum tecido do vestido, senti um gostoso calafrio que percorreu toda a extensão de minha espinha, agora estávamos parados frente a frente nos olhando libidinosamente, naquele momento não havia espaço para mais nada, além daquela conexão extremamente prazerosa, minhas narinas estavam tomadas pele aquele cheiro másculo forte que só ele tinha, aquele que sempre me lembrava, o que acompanhava meus sonhos, era visível a luxuria, a fome o desejo que ambos sentíamos. Em meio a onde de desejo que estávamos, tive um pensamento sensato, e cortei o clima, disse que só pegaria minha bolsa, e já iriamos até o local para jantarmos, Christian assentiu, quando me virei senti um ar quente por toda minha costas não sei se estava focando louca, se era muita emoção junta, acreditei naquele momento que fiz o certo em me desgrudar de seu corpo e dar a desculpa de que já estávamos indo, se não realmente não responderia por mim, a minha vontade era tanta de sentir seu corpo junto ao meu, que tiraria cada peça de roupa de seu corpo aqui mesmo, faria ele me amar loucamente, bem aqui em pé nessa porta, correndo o risco de sermos flagrados, mas s fosse não ligaria, a saudade era muita, se o mundo viesse a se acabar hoje, morreria com prazer, pois sei que o mais quis na minha vida, tenho finalmente em minha frente.
_Vamos! – digo a Christian que estava ainda de pé em minha porta.
_Sim, claro, más primeiro você tem que me dizer aonde vamos – Christian diz com uma cara engraçada.
_Bem. Fiz uma reserva para gente no Voltolini´s, um restaurante de um amigo meu.
_Hum... Seria o restaurante do renomado chefe Enzo Voltolini?
_Sim você o conhece?
_Ha vários anos, quer dizer desde criança.
_Nossa vejo que começamos com conhecidencias.
_ Enzo é amigo da família.
_Ele é uma ótima pessoa, sou advogada dele,mas confesso que sou sua fã, ele é um maravilhoso chefe.
_Isso com certeza,
_Hum...então vejo que acertei na escolha.
_Na mosca! Adoro comida italiana, e sei que lá tem uma ótima carta de vinhos, bebida que eu aprecio muito, bom... acho que teremos uma noite perfeita.
_Posso apostar que sim! — dou um olhar sedutor. Christian cora, eu nunca havia visto um homem corar em toda minha vida, ele abaixa sua cabeça a balançando e depois a levanta me dando um sorriso e continua falando.
_Bem fui algumas vezes no restaurante de Enzo, mas com meu motorista, não me lembro muito bem o caminho, você me guia senhorita Steele?
_Sim. Com certeza o guiarei Sr. Grey.
Christian desceu com uma de suas mãos pousadas em minha cintura, senti que com esse gesto ele se sentia com certo sentimento de posse sobre mim, algumas pessoas conhecidas do prédio nos deram alguns olhares, uns pareciam desconfiados outros até surpreendidos, também eu devia estar com o sorriso de ponta a ponta, acho que exalava felicidade, o que não era normal, pois eu mal falava com os outros moradores, às vezes até um bom dia passava em seco devido a minha correria, mas essa noite era diferente. Sim! Eu definitivamente era uma adolescente no seu primeiro encontro. Já na calçada ele cavalheiro abriu a porta do seu carro para mim, entrei então no seu Corvette Zr1 branco que minha boca fez quase um oooooooo quando viu, reação normal de uma admiradora de carros como eu, Christian deu a volta no carro e entrou também, passamos o caminho inteiro conversamos sobre assuntos corriqueiros, era visível a ansiedade de nos dois, ambos não acreditávamos no que estávamos vivendo...
(...)
_Não acredito que você fez isso Anastásia. – Christian e diz com uma cara espantada.
_Porque não acredita, saiba que não foi tão difícil conseguir isso.
_Quero muito saber o que propôs para Enzo, para ele ter deixado num dia tão grande de movimento você ter o restaurante só para gente.
_Troca de favores Christian, apenas isso.
O maître nos recebe cumprimentando cordialmente, nos leva até nossa mesa, chama o garçom que vai nos atender essa noite, diz que logo o chefe vira para nos cumprimentar, o garçom muito educado nos mostra a carta de vinhos, e Christian escolhe um Poggio di Sotto, um Brunello de elite, diz que o vinho combinara com a nossa noite, diz que ele tem um gosto marcante, que é um vinho de excelência, que faltam adjetivos para dizer o quanto o seu sabor é bom, que exala luxuria, que se você fechar os olhos enquanto esta o saboreando você faz uma volta ao passado, indo para antiga Toscana, fazendo uma viagem a uma época romântica e sedutora, presto atenção nos seus lábios carnudos quando dizem...
_ Este vinho é uma verdadeira arte Anastásia, em forma liquida. Quase cai da cadeira só prestando atenção em suas palavras, o que poderia querer mais desse homem, ele é perfeito em todos os sentidos, lindo, charmoso, cavalheiro, e um bom conhecedor de vinhos, chego a imaginar eu derramando todo esse vinho no seu corpo, e chupando cada pedacinho, oh céus essa noite começou quente, tenho certeza que terminara explodindo.
Logo Enzo chega Christian se levanta e o cumprimenta depois o chefe vem em minha direção e beija minha mão, diz que estou maravilhosa.
_Tesoro, sono irradia bellezza stasera ! – Enzo me cumprimenta.
(Querida, você esta exalando beleza esta noite!).
_São seus olhos meu querido Enzo, como você esta?
_Bem minha bela, e você?
_Ótima, não poderia estar melhor – nesse momento olho para Christian apaixonadamente, e o vejo se inchar de felicidade.
Enzo conversou conosco, perguntou a Christian sobre sua família, foi totalmente discreto comigo no assunto trabalho, já que essa noite ele sabia que era especial, e eu não queria me lembrar de todo stress que carrego todos os dias. Ele nos indicou alguns pratos, depois de despediu, e nos deixou com o garçom. Pedimos um Antepasto de Berinjela de entrada e depois como prato principal pedi um Tortellini de Bolonha, e Christian um Gnocchi, comemos enquanto conversávamos, parecia um sonho, as luzes das velas nos candelabros dava um ar de romance e sedução, por todo o restaurante flores enfeitavam e traziam o romance, tudo só ficou mais perfeito, quando uma moça se sentou ao piano e começo e a melodia de Fortíssimo de Rita Pavone saio de seus lábios e do dedilhado de seus dedos.
Lentamente
Te digo lentamente
O meu pequeno oi,
Em voz baixa,
Assim ninguém entenderá nada
E tu, somente tu compreendera
Quanto estou apaixonada por você.

Lentamente
Devo dizê-lo lentamente
Este pequeno tchau,
Sinto muito
Deveria te dizer somente oi
Porém no meio das pessoas
Desejava gritar
Fortissimo
Que te amo
Fortissimo
Que te amo demais
De cada coisa
no mundo,meu amor,
Eu te amo ...

Por Christian...

Após a musica acabar aplaudimos a talentosa artista, ela fez uma reverencia para nos o começo a tocar uma musica suave, fazendo um fundo para começamos novamente uma conversa agradável, perguntei para Anastásia o que tinha levado ela me fazer este convite, ela disse que finalmente tinha enxergado que estava perdendo tempo na sua vida, que havia conversado com José e que ele tinha lhe dito coisas que ela realmente precisar escutar para seguir em frente e assim tomar algumas atitudes, meu amigo corrigiu seu erro, preciso agradecê-lo eternamente por isso.
_O que José lhe disse Ana? Fala-me com detalhes, estou curioso.
_Só o que eu realmente já sabia, mas fazia força para não querer enxergar.
_E o que seria?
_Que você nunca mentiu que você não estava naquele dia do ocorrido da faculdade porque seu pai estava com problemas de saúde, que você não compactou com aquele ato que me pôs de frente com todos os alunos, que mostrou escancarada a minha intimidade. – senti ela estremecer acho que neste momento vieram as recordações em sua cabeça daquele dia, por um momento ela ficou parada olhando para o nada.
_Me desculpe por não estar lá Anastásia, por aquele vídeo idiota, eu nunca imaginei que eles fossem capazes de expor você e a mim também daquela maneira, me desculpe por te deixado isso acontecer, me perdoe, por favor, passei todos esses anos remoendo isso, por Deus me desculpe. – digo um pouco desesperado, tento passar no meu pedido de desculpa o tanto que eu sofri todo esse tempo, as pessoas foram injustas com a gente, talvez a vida de certa maneira, mas eu não ria deixar que esse sentimento ruim tomasse o momento que tínhamos agora, não a espaços para amarguras, não cabe mais isso na nossa historia.
_Christian não tem o que te desculpar você não fez nada. – Anastásia diz colocando suas delicadas mãos em cima das minhas.
_Mas eu poderia ter feito ido atrás de você talvez, eu fui fraco, eu poderia ter te achado e explica-la tudo o que aconteceu, mas eu não fiz te deixei remoer por anos tudo isso.
_Éramos adolescentes Christian, Tudo aconteceu como tinha que ser, eu não queria e nem poderia ser achada naquele momento, eu tinha que passar por isso hoje estou melhor e mais amadurecida pra viver esse sentimento.
_Sim. Mas...
_Mas nada! não vamos falar mais sobre esse assunto, quero colocar uma pedra em cima de tudo isso.
_Tudo bem! Então Ana você quer viver isso, quer voltar atrás no tempo? quer ter algo comigo?
_Claro, mas não quero continuar de onde paramos, quero algo novo, vamos esquecer o passado e vivermos o que temos hoje. tudo bem?
_Sim! é tudo o que mais quero.
Comemos e bebemos do melhor, apreciamos a presença um do outro, foi um perfeito encontro, tudo conspirava a favor o clima, o lugar, mas o melhor ainda estava por vir, queria sentir o gosto dos lábios de Anastásia nos meus, ansiava por seu toque.
_Estou me sentindo tão feliz, há tempos não me sentia assim. – Anastásia diz alegremente passando pela minha frente.
_Não é muito de sair senhorita Steele?
_Não. Minha rotina é massacrante, acordo vou para academia quando da, trabalho, trabalho, e quanto chego em casa trabalho de novo.
_Bom parece que você tem a receita do sucesso nas mãos.
_Depende do seu ponto de vista. Amo meu trabalho, mas ele pesa em quase o tempo inteiro do meu dia, às vezes me sinto sufocada, mas mesmo assim pondero, porque é muito gratificante.
_Bem, algo programado para agora Senhorita?
_Não. Acho que terminamos por aqui.
_Que tal irmos para minha casa, podemos dar uma esticadinha, tomar alguma coisa, relaxar? – Christian sugere com um ar de quem esta querendo aprontar.
_Não sei Christian, da ultima vez que fomos lá... – falo lembrando do episodio com Elena, outra dessa não aguentaria.
_Não se preocupe ninguém vai mais nos incomodar.
_Então esta bem. Vamos! – digo decidida.
Entramos no carro, Anastásia estava com um sorriso imenso, e era tão boa a sensação de saber que era eu que estava fazendo a se sentir assim, pensei comigo que seria o momento certe de lhe entregar seu presente, me virei e me estiquei até o banco de traz, peguei a caixa com o grande laço e a coloquei em seu colo Anastásia me perguntou o que eu era, disse que ela teria que abrir e só assim se revelaria, parecendo uma criança que estava na véspera de natal, ela rasga o embrulho e se atrapalha desfazendo o laço, quando finalmente ela consegue abrir a tampa seus olhos parecem não crer no que veem, as lagrimas começam a cair em seu perfeito rosto.
_Christian. Não acredito! meus converses – Ana diz emocionada – você os guardou todo esse tempo?
_Sim. Era uma forma de ter você por perto.
Sem conseguir falar mais nada. Ana tira a caixa de seu colo a colocando no chão do carro, me puxa em um abraço, sinto ela me apertar, mas com delicadeza querendo me sentir, estava visivelmente emocionada, ela se desgrudou um pouco de mim, ficou me encarando com aquelas duas safiras que ela tem no lugar dos olhos, mordeu seu lábio, e depois partiu devorando minha boca, me beijou intensamente, eu respondi como se estivesse a beijando pela ultima vez na minha vida, nos separamos devido a falta de folego, Ana pegou a caixa do chão e a colocou novamente no colo esperei um pouco nos recuperarmos . Ainda emocionado liguei o carro e partimos para o meu apartamento me atrevi a perguntar a Ana o que seriam aquelas letras, embora eu já soubesse queria saber a ouvir dizer, minha pequena amada disse envergonhada, que o A se tratava do nome dela, e C que era o meu nome, Ana corou estava envergonhada, ficava olhando para caixa que estava em seu colo, pousei uma de minhas mãos nas suas. – Amei saber isso Anastásia! Então ela me deu um sorriso chegou perto de mim, e fazendo um pouco de esforço devido o interior do carro, se inclinou um pouco e encostou sua cabeça em meu ombro, fomos todos o caminho assim, caldos apenas respirando o ar agradável de carinho que nos encontrávamos.

(...)
E pra quem acha que durou só o momento de carinho se enganou, pois um turbilhão de emoções nos carregou para dentro do meu apartamento quando passamos pela porta, o momento que até então era só de uma nuvem embriagada de emoções do passado se tornou em um sentimento arrebatador, aqui agora era só um homem e uma mulher que necessitavam um do outro, que queriam desesperadamente fazer amor. Peguei Anastásia no colo como uma noiva, via que sua excitação estava aflorada, seu peito subia e descia por debaixo do tecido do seu vestido, empurrei a porta do carro com os pés, caminhei até minha cama ainda com Ana em meus braços , já de frente com a cama desci Anastásia de meu colo, coloquei-a de frente para mim, beijei seu rosto com amor, e depois tomei a sua boca ferozmente, nossas línguas se enroscavam, e nossos corpos estavam tão colados que poderiam ser apenas um, fui descendo lentamente as alças de seu vestido, meu movimentos eram precisos, queria ela nua para venera-la, queria a exposta de uma forma que nunca vi em cima de minha cama, ela estava tão entregue que quando se deu por si, abriu os olhos e viu que estava apenas com uma minúscula calcinha preta em minha frente, eu retribui com um sorriso sacana com a imagem de vela quase nua, pois seus belos seios não se encontravam com nenhum tecido, salivei por poder ter contato tão de perto, não me contive abaixei minha cabeça e chupei um bico de seus mamilo rosado, que parecia brilhar no meio daquela pele tão branca e aveludada que me fascina. _Oh Christian isso é bom...Ana soltava sussurros de prazer quando minha língua passavam por suas auréolas macias. Ela estava afetada, o que só me excitava ainda mais, abocanhei com mais força um de seus seios fartos fazendo dar um estalo com a língua,sabia que aquilo lhe daria uma marca no outro dia, mas eu não estava ligando e muito menos ela, se a vermelhidão passa-se eu o faria de novo, ninguém me tiraria agora de ter o sabor em meus lábios daqueles montes magníficos os bicos estavam duros e quentes, chupei mais uma vez com força e ela agarrou a minha nuca, ela pegou meu rosto entre suas mãos e me beijou delicadamente, fiquei em pé somente com a mão na sua cintura olhando pra ela, vendo como é linda, Ana nos tirou daquele momento se abaixando um pouco dando beijos pelo meu pescoço, mordendo o lóbulo de minha orelha e me provocando.
_você me quer Christian? Me diga quero ouvir.
_Mais que tudo Ana, mais que tudo.
_Posso te sentir? Quero ter o seu sabor em minha boca.
_Claro venha com esses lábios aqui, quero te beijar de novo.
_Não. Quero sentir o gosto daqui.
Ana pegou em meu pau e o massageou por cima da calça, eu quase convencionei com seu toque, poderia gozar facilmente só com ela o movimentando assim, minha pequena continuou sua tortura, mas primeiro me ajudou a me despir, já nu ela trilhava beijos por toda a minha barriga, me pediu para sentar na cama e assim o fiz ela se ajoelhou em minha frente e tomou posse do que sempre foi só dela, passou os dentes brancos por cima do meu pau olhando em meus olhos, eu joguei um pouco o corpo para traz mostrando toda a minha excitação, Ana viu que estava me deixando louco, meu quarto exalava sexo, nos exalávamos sexo, aquela mulher fazendo aquilo comigo era uma perdição, Ela segurou forte em meu membro e começou a masturbá-lo. Fechei meus olhos e deixei me entregar à onda de puro prazer, um leve grunhido saiu de sua boca quando ela começou a beijar e chupar minha glande e em seguida fez o mesmo com toda a extensão de meu membro, parecia que Ana tinha fome, o colocava todo dentro de sua boca, e depois passava seus lábios gostosamente como se tivesse chupando o mais gostoso dos sorvetes _Melhor pararmos, baby. Eu não quero acabar com isso tão rápido. – a puxei para cima e beijei ternamente. – deixe-me sentir o seu sabor, quero tortura-la um pouco.
Coloquei Ana sobre a cama me afastei um pouco para admira-la, a visão de uma deusa estava em minha frente, me ajoelhei beijei peguei suas pernas trilhei beijos desde seus pés até o alto de suas coxas longas e belas, me concentrei no meio de sua entrada que estava exalando um cheiro doce de excitação, a mordi por cima do tecido rendado da pequena calcinha – Oh Christian, por favor – Ana deu um grito se agitando na cama. — Por favor, o que minha doçura?
_Me possua, quero você dentro de mim. – calma meu amor, tudo tem a sua hora, agora vou me deliciar com o seu mel, quero me lambuzar, goze na minha boca pequena, deixe vir para mim toda a sua doçura.
Arranquei a sua calcinha, e vi aquela bucetinha pelada rosada toda exposta para mim, não pensei duas vezes e mordisquei o seu clitóris que estava implorando para ser mamado por meus lábios, em seguida a provoquei ainda mais com a minha língua, penetrei também um de meus dedos na sua intimidade Ana gemia e se contorcia – Você vai ter o melhor orgasmo de sua vida minha bela, nada mais que isso. _Oh Christian pare com essa tortura – Ana dizia quase arrancando os lençóis de minha cama.
Cada um de meus movimentos a deixava mais insana e excitada eram lentos e precisos com o único objetivo de provocá-la até que ela chegasse ao ponto máximo. E assim ela fez após minhas língua dar voltas e oito naquela parte quente e sedenta de Anastásia, ela se deu por vencida soltou um gemido e quase chorou, resultado do seu orgasmo, me levantei fui até minha cômoda peguei um pacotinho de camisinha, rasquei a embalagem laminada me masturbei um pouco com a visão de Ana abrindo suas pernas tocando seu clitóris me olhando devassamente.
_Se abra pra mim delicia, me ofereça esse pedaço que tanto quero seu. – digo a Ana lambendo os lábios e continuo a massagear meu pau, mas agora mais embaixo devido ao plástico da camisinha que já estava o envolvido.
_Venha e me tome você sabe o que precisa fazer. – disse simplesmente.
A penetrei colocando lentamente toda extensão de meu membro dentro de sua buceta macia, Ana gemeu em meus ouvidos, mas não queria que assim fosse queria olha-la, ver ele ter orgasmos a reação quando se contorcer em volta do meu pau, entrar dentro de Ana era como mergulhar no mais profundo oceano, tela em meus braços novamente e por completo era como receber o maior premio do mundo, em meio em tantos desejos surgiram várias palavras de carinho, outras despudoradas mais que tinham pensam de sensualidade, mas as que mais marcaram foram as juras, “Eu te amo Anastásia..”, ela me olhou com amor, mas não respondeu nada, nos viramos na cama, Anastásia ficou de costas para mim, coloquei meu membro novamente em sua entrada, e disse que queria come-la bem devagar, sem pressa , agarrando ela pelos quadris meti vagarosamente mais intensamente, pensando que minha amada e eu estávamos chegando no ápice, comecei com movimentos mais rápidos, assim depois de algumas estocadas Ana arfou de prazer, e eu rosnei de tanta excitação, sai de dentro dela arranquei a camisinha a dei um nó me estiquei e a joguei no cão em um canto qualquer perto da cama , voltei para o lado da minha bela, seu corpo ainda estava quente a abracei e coloquei-a perto de meu peito Ana se virou me olhou, naquele momento eu não deseja mais nada, eu não queria mais nada além de estar ali com ela, tudo só ficou melhor quando de sus labios saíram o que pra mim pareciam mais uma melodia “Eu te amo Christian”...Eu preciso de você”...coloquei minhas mãos em seus cabelos, num ato de carinho e só consegui não deixar de lhe dizer “ Eu prometo nunca deixar de precisar de você”....

Se você for me deixar, querida
Deixe alguma morfina na minha porta
Porque vai ser preciso muita medicação
Pra perceber que o que nós tínhamos
Nós não temos mais

Não há religião que possa me salvar
Não importa quanto tempo meus joelhos estejam no chão
Então mantenha na mente todos os sacrifícios que estou fazendo
Pra te manter ao meu lado
E evitar que você saia pela porta

Porque não haverá luz do sol
Se eu te perder, querida
Não haverá céu claro
Se eu te perder, querida
Assim como as nuvens
Meus olhos farão o mesmo
Se você se afastar, todos os dias irá chover
Chover, chover