Secret love
20 20
Por Christian...
"Maldita Elena"...
Era o que eu pensava enquanto decidia se servia um chá para Anastásia ou se pegava um vinho na adega. Tantas coisas estavam se passando em minha cabeça, primeiramente estava aliviado em encontrar minha filha em um bom estado, mas ainda sim estava com ódio pelo fato de Elena ser tão leviana e ter deixado Izabel sozinha, quando eu encontra-la irei ter um conversa muito seria, já faz tempo que venho pesando em cuidar de Izabel, e tela comigo morando definitivamente em minha casa, sei que trabalho, mas posso contratar uma boa baba, e meus horários são bem flexíveis, e também posso contar com minha mãe e minha irmã.
Depois de pensar um pouco no caso da minha filha, e no que vou falar para Elena, decido voltar para sala, pois Ana com certeza já deve estar por lá, deve estar se sentindo um pouco perdida com a situação, nos nem nos falávamos agora ela já esta na minha casa, decido então esquecer o chá e pego um Vin de Constance, vou em direção à sala e lá esta ela, ainda descalça parecendo uma menina amedrontada olhando tudo a sua volta, paro me encostando na soleira da porta, e fico um pouco a admirando, mesmo com toda a casca grossa de mulher desapegada e insensível, eu sei que debaixo de alguma camada esta minha joia, ela pode querer enganar o mundo mais a mim não, dentro dela ainda há aquela menina sensível, existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada aquela por quem me apaixonei, aquela que não esqueci todos esses anos.
_Anastásia – chamo por ela e a mesma se vira arregalados.
_Christian, é euu.
_o que? — digo me aproximando e entregando uma taça de vinho, mas ela se nega.
_Izabel dormiu e eu já estou indo.
_Não vá! Por favor, trouxe este vinho pra gente vamos conversar um pouco.
Ela então pega a taça e se senta no sofá, mas de repente se levanta novamente e aponta o dedo em meu rosto.
_Quer saber na verdade preciso falar com você mesmo!
_Pode falar sou todo ouvidos.
_E sobre Izabel Christian!
_O que tem Izabel?
_Bem não sei como lhe explicar é um assunto muito delicado
_Ana. Fale! Você esta me deixando preocupado, ela te falou alguma coisa, fizeram algo com ela?
_Não Christian, quer dizer, não sei ao certo.
_Ana você esta me deixando confuso.
_Desculpe-me Christian, vou te falar, é que é muito complicado, eu conversei com a vizinha que estava com Izabel.
_Como conversou, não deu tempo, quer dizer eu não vi.
_Foi quando estávamos saindo, foi um pouco rápido, ela puxou meu braço e me disse
O que ela te disse
_Bem Christian lá vai, ela disse que era pra eu abrir seus olhos, que ela e todo mundo do prédio sabia que Elena tratava mal Izabel, disse pra eu não deixar nada de ruim acontecer com a sua filha.
_Como assim ruim? O que? Elena não seria capaz mal a sua própria filha.
_Mas Christian, preste atenção, porque a vizinha falaria isso se não tivesse alguma prova concreta, acho que ela não colocaria o caráter de Elena em duvida se não tivesse certeza.
_Não! – olhei pra ela. – Elena não seria capaz disso.
_Christian ela deixou sua filha sozinha, a menina estava com febre, acho que você tem que olhar de perto, prestar mais atenção.
_Sim Ana. Desculpe-me eu sei, é que às vezes é difícil acreditar, o que a vizinha disse eu já sabia, só não queria admitir, Elena não liga pra menina, liga só para o que vem junto com ela, eu vou prestar mais atenção, já estava cogitando de pedir a guarda da menina, eu sinto que Bebel esta correndo perigo com ela, estava pensando nisso enquanto estava na cozinha, preciso resolver logo esse assunto pelo bem estar da minha filha.
Eu abaixei a cabeça, e tenho certeza que Ana viu a expressão de preocupação que estava em meu rosto, Ana chegou mais perto e num gesto delicado colocou sua mão que estava livre da taça de vinho em meu rosto e o levantou.
_Pois bem, observe, eu sei que deve ser difícil pra você acreditar que sua filha possa correr perigo com a própria mãe dela, mas ao que tudo indica estão acontecendo coisas que merecem sua atenção, eu já tenho um imenso por sua filha, e o que você precisar você pode contar comigo.
_Obrigado, obrigado mesmo por isso. – olhei em seus olhos, e pude ver que ela queria me passar tranquilidade, pousei minhas mãos sobre a sua cintura e a trouxe para mais perto de meu corpo.
_Não tem de que Christian é pela Izabel, e também por você. – Ana dizia me olhando serenamente.
_Por mim? — a perguntei quase sussurrando.
Um sim sábio de seus belos lábios, não a dei tempo de pensar e muito menos sair do meu abraço, a envolvi em um beijo fervoroso e apaixonado, nossas línguas se entrelaçavam faziam movimentos frenéticos rápidos tinha volúpia, era prazeroso havia desejo, nos dois estávamos ansiosos pelo o que podia acontecer depois daquele beijo, continuamos então com a nossa dança labial, eu já estava excitado demais com tudo aquilo, passei então a explorar o seu pescoço, puxei seu cabelo de lado quase fazendo um rabo de cavalo, mordiquei sua orelha depois assoprei de leve, senti Ana se arrepiar e estremecer junto ao meu corpo, ela ainda era tão sensível, e por um momento me pus a imaginar o que ela poderia sentir com o toque de minha língua por todos os lados no seu corpo, peguei-a no colo, o que a fez entrelaçar suas pernas na minha cintura. Eu não estava acreditando no que estava acontecendo, depois de tanto tempo enfim eu iria ter uma noite de amor com a minha amada joia, meio com os olhos abertos para ver ao certo onde estávamos virei-a para o sofá, com carinho me desprendi de su corpo sentando-a, a olhei dos pés a cabeça, Anastásia então mordeu os lábios, e levantou suas mãos em minha direção com um aceno pediu que eu viesse sobre ela novamente, lhe dei um sorriso, mas antes de me atirar como um louco, tirei minha camisa lentamente. Vi Ana me devorar com os olhos a cada botão que eu desprendia, confesso que estava adorando o show que eu estava fazendo pra ela, e ver o quanto eu mexia com seus sentidos e o quanto eu podia excita-la, então num ato brusco ela me puxou e cai com força sobre ela, ela não se incomodou, ao invés de nos dar certo espaço ela diferente me prensou mais mordeu meu lábio inferior como fez com o dela há segundos atrás, senti um pouco dor, ela parecia querer me dominar, más a dor era boa de mais, ela poderia me bater agora que eu iria adorar, era uma dor com misto de prazer quando ela apertou a fina pele de sua boca entre meus dentes , então começamos a nos beijar novamente sua língua parecia que estava em guerra com a minha. O beijo ficava cada vez mais quente, com certeza seus lábios estavam vermelhos e inchados, aposto que os meus não estavam diferentes, parei um pouco de dar atenção a sua boca e então delicadamente deixei um rastro de beijos pelo seu pescoço, mordi seu ombro, e fui descendo até chegar em seus seios, por cima do tecido do vestido passei minha boca, Ana então ergueu seus pescoço jogando a cabeça para traz fazendo seus seios se empinarem mais, sem pensar muito abaixei seu vestido o que me deu um pouco de trabalho pois eu estava afobado e nem lembrei do zíper que tinha ao lado, ela então colocou as mãos sobre meu peito e me desencostou ficou um pouco mais ereta e abaixou o zíper, acabando de descer seu vestido, agora eu estava olhando para aquele par de seios maravilhosos, eles eram perfeitamente como eu me lembrava, lindos pareciam uma a pintura do próprio paraiso, Anastásia estava ofegante, seu rosto estava corado, suas pernas já estavam abertas e eu estava enfiado em seu meio, a parte de cima do vestido estava em sua cintura, e a parte de baixo também já não cobria mais as suas pernas. Mordi o bico rosado de seu seio, enquanto ela olhava atentamente o que eu estava fazendo, passei a acarinhar o outro tudo bem lentamente curtindo muito bem o momento, suguei e me deliciei mamando como um bebe faminto, enquanto eu acariciava com a mão o outro sentido o quanto estava quente seu corpo, Ana continuava me olhando e passando a mão sobre os meus cabelos, eu já estava sentido que necessitava mais que aquilo precisava estar dentro dela, me enfiar por inteiro, parei então de dar atenção para os seus montes magníficos, me desprendi um pouco dela a senti suspirar parecia que eu já estava fazendo falta, eu mal podia acreditar era um sonho que estava a minha frente meu amor, minha linda, minha joia tão exposta, tão minha novamente, eu precisava olhá-la fotografa-la ter a imagem guarda em minha mente, tinha medo daquilo não passar de uma noite e eu ficar com esse sentimento guardado sozinho em meu peito.
Ajudei-a tirar o resto de seu vestido e contemplei seu corpo lindo que parecia ser esculpido, abri suas pernas e me ajoelhei de frente a ela, passeis então minhas mãos sobre a sua cintura e barriga desenhando suas curvas, voltei para as pernas e depois de aperta-las fui para o meio de suas coxas e lhe dei beijos molhados bem perto de sua buceta, que já estava exalando um cheiro de excitação doce e perfumado, a cena era um inferno quente e devasto de tão sexy, podia ver que Ana estava totalmente entregue, ela apertava seus seios e mordia a boca oprimindo seus gemidos, minha menina timidamente deliciosa tinha se tornado uma mulher maravilhosa, meu pau quase estava estourando a minha calça, gritando para ser libertado e fuder aquela buceta de todos os jeitos. cheguei até sua calcinha de renda passei a língua sobre o fino tecido, depois a mordi demoradamente fazendo Anastásia se contorcer em cima do tecido acetinado do sofá, era a segunda vez que fazíamos aquilo depois de tanto tempo parecia ser a primeira vez, eu parecia um adolescente não estava me aguentando houve um momento que me pus a tremer, coloquei a sua calcinha para o lado e tive a visão do meu paraíso, seu sexo rosado cedendo molhado, que estava implorando para eu meter bem gostoso, seu clitóris estava inchado, passei o dedo por cima e Ana gemeu miando como uma gata, então não aguentando mais cai de boca naquela carne quente e gostosa, chupei seu clitóris e depois o mordi, passei minha língua em toda a sua vagina, comecei a fode — lá com a boca, como fosse meu membro duro em sua buceta.
_Oh Ana que delicia você não imagina o quanto quis estar aqui com você desse jeito.
_Haaa Christian, por favor, não me torture mais, quero você dentro de mim.
_Não linda tenha calma, quero aproveitar cada momento, esperei muito por isso.
_Chrstian eu vouuuu!!!...
_Não se segure minha delicia, rebola pra mim, quero ver você gozar na minha língua, quero sentir o sabor doce de seu mel em minha boca.
_Haaaa Christian...eu vouuuuu...
De repente escuto o barulho da porta sendo aberta, Anastásia me empurra e se afasta de mim, será que é Izabel? Não! não pode ser ela esta no andar e cima e pelo remédio que tomou deve estar no quinto sono, Ana tenta pegar seu vestido que foi parar em baixo do sofá, noto que esta desesperada, com medo de quem pode chegar, tento ajuda-la, mas ela não deixa parece confusa.
_Não Christian! Deixe eu me arrumo sozinha-Ana dizia passando o vestido pelas pernas.
_Mas que porra é essa?, o que você esta fazendo com essa vadia Christian?
Merda...merda...merda.
Elena chega parecendo estar bêbada, Anastásia a olha pasma terminando de colocar sua roupa, fico com ódio essa puta da Elena me paga, primeiro a minha filha agora estraga meu tão sonhado com a mulher que amo, que Deus tenha misericórdia dessa infeliz porque com certeza vai dar merda pro seu lado!
Fale com o autor