Se Puede Amar De Nuevo
19 Descobertas do Passado
ctor já estava na fazenda e o pai percebeu como o filho estava aéreo e desconcentrado enquanto ele falava.
— se continuar assim vou ter que contratar outro veterinário — sorri a ver a cara de assustado do filho.
— eu prometo que vou me concentrar pai — continua a examinar o cavalo.
— essa pessoa que está com sua concentração tem nome? — olha o filho que continuava com o trabalho.
— tem pai — suspira pensativo — nao lembro de ter conhecido ninguém como ela.
— você está apaixonado? — estava surpreso — isso é sério Victor?
— não sabe o quanto ela é incrível pai — fala empolgado — e você conhece o filho dela.
— eu conheço?!
— Alejandro Huerta
— o rapaz que compete pelo haras?
— esse mesmo — falou orgulhoso — é um rapaz que tem tudo pra ser o melhor cavaleiro do país.
— você falou que ele está em treinamento para um campeonato internacional?
— ele está sim — termina de examinar — você vai me permitir da de presente o melodias para ele?
— permito, até porque o cavalo é mais seu do que meu e você também é dono de tudo que é tenho na vida meu filho.
— então ele já é do Ale — com um sorriso no rosto.
Na mansão Fernando não se sentia bem, mas estava esperando Máximo para ir pro seu primeiro dia de trabalho. Ana aparece e vai até ele preocupada.
Ana: você vai trabalhar Fernando? — tocando o rosto dele — ainda está quente — vê uma mancha vermelha atrás da orelha dele — onde você se machucou?
— eu estou bem maninha — beija a bochecha dela e vai em direção a sala ao ver que Máximo já descia as escadas.
— Fernando? Mas, a Ana falou que estava doente — fala se aproximando — se não puder pode ir quando melhorar.
— a Ana é exagerada e eu estou bem senhor — sorri — estou pronto pra ir para meu primeiro dia de trabalho.
— cuida do Fernando Máximo — fala sorrindo timidamente — ele é muito importante na minha vida.
— a Inês é assim com você senhor Huerta? — fala brincando — porque a minha é bem sentimental quando quer.
— Inês é mais ou igual a sua — da uma gargalhada sobre o olhar de Ana — mas vamos ao trabalho porque não gosto de chegar tarde — sai junto a Fernando.
Inês já estava com saudade do seu amor e por isso resolveu ocupar sua semana indo a faculdade de música para rever amigos e estudar piano que era seu instrumento preferido, mas ao sair do prédio e preste a entrar no carro tem uma desagradável surpresa a esperando perto do veículo.
— o que quer comigo Vicente? — fala ríspida — acho que deixamos claro que não quero você perto nem de mim e tão pouco da minha família.
— eu vim falar algo que muito vai lhe interessar senhorita Huerta — fala sério — e acho bom me escutar com atenção.
— fala e vai embora — bufa impaciente — não te suporto e acho que deixei isso claro.
— você quer saber como seu querido Victoriano morreu?
— ele sofreu um acidente de carro.
— certeza Inêsita?
— o que quer dizer com isso?
— que todos esses anos foi enganada pelo próprio irmão e pelo pai — sorri cínico — Junior esconde de você a verdadeira história da morte de Victoriano Santos.
— é melhor contar o que deseja antes que eu vá embora sem te escutar seu grande desgraçado.
— Victoriano cometeu o pior error da sua vida ao se envolver com um Huerta e foi por você que ele acabou assassinado covardemente pelo seu pai e seu irmão que viu tudo o que fizeram com ele.
— eu não acredito em você — fala com a voz embargada.
— Máximo o seu pai matou o meu irmão por que descobriu a sua gravidez e que ele era o pai — fala olhando Inês sério — você vai perguntar ao Junior e ele vai negar porque é um covarde.
— eu não tenho que acredita em um farsante mentiroso como você — entra no carro e arranca com ele.
Pelo caminho Inês pensava em tirar a limpo a história com o irmão e vai o mais rápido que pode para casa porque ela sabia que ele almoçava sempre em casa. Entrou como um furacão em casa e foi direto para o escritório onde Máximo estava.
— te falei que se não me falasse eu ia descobrir — entrando alterada — você foi o culpado pela morte do Victoriano.
— quem te falou isso? — fala em um sussurro surpreso.
— alguém que sabe de tudo seu covarde — vai até ele e lhe dá um tapa forte no rosto — você não fez nada pra salvar ele?
— Inês eu não pude fazer nada — com a mão no rosto vermelho — nosso pai me obrigou a ficar e ver o Loreto massacrar o meu amigo.
— amigo do Victoriano?!
— amigo de tudo — com os olhos marejados — ele era o único que falava com o nerd e ele era mais velho e queria ser meu amigo.
— e porque sempre falou mau dele?
— eu não sei Inês — grita com ela — são vinte anos com a lembrança de Victoriano sendo morto na minha frente e você acha que eu não sou um homem atormentado?
— podia ter me contado porra — grita mais alto que ele — não me falou nada durante esses anos seu desgraçado.
— porque até a morte do nosso pai ele me massacrava com as lembranças daquele dia — começa a chorar — eu fui covarde e ele morreu por minha culpa — vai até ela e se ajoelha nos pés dela e abaixa a cabeça — me perdoa pelo covarde que eu fui.
— a quem você deve perdão -da um passo pra trás e o olha com desprezo — ele tá morto e não vai te escutar.
— é a você que estou pedindo — olha ela chorando — eu não tive coragem de enfrentar meu pai.
— e tirou o direito de um filho viver sem o seu — sai da sala e deixa ele sozinho.
A noite chega e Victor estava sentindo a falta de Inês ao seu lado e como eles se completavam na vida sentimental e principalmente na sexual.
Victor estava no quarto e dormia profundamente e sua mente estava em Inês e seus sonhos também eram com ela.
sonho on:
ele estava deitado na cama e acorda ao escutar a porta fechar e uma mulher de sobretudo surgir na sua frente e na escuridão do quarto avançar sobre ele lhe beijando ferozmente como se necessitasse de seus lábios e quando ela se afasta deixa ser vista e o surpreende.
— o que faz aqui inés? — fala surpreso mas, é calado com um beijo e logo depois empurrado na cama.
— você fala de mais — sorri sensualmente — me faça sua.
E se despindo no calor daquelas caricias ele a levanta e Inês enrosca suas pernas em sua cintura e segura puxando os cabelos enquanto os dois se beijavam com uma paixão avassaladora. Ele a encosta na parede a pressionando e sente que as pernas em sua cintura se afastam e ele aproveita para a penetrar com calma enquanto beija sua boca e vai descendo ate capturar seu seio esquerdo e dando leves chupões que a faziam gemer baixinho, queria aproveitar cada segundo daquele corpo que era dele e de mais ninguém porque ele não ia permitir, a leva para cama e a coloca por cima dele e fica observando enquanto via ela cavalgando forte e com movimentos precisos e sentido o prazer ao extremo. naquele momento nada mais importava alem do desejo e da paixão entre os dois e de pura luxuria.
sonho Victor off.
ele acorda suado e com um grande volume entre as pernas.
— nenhuma outra me despertou tanto desejo como você Inês Huerta — estava incomodado com seu membro latejando de prazer — vou tomar um banho gelado pra acalmar — se levanta e vai ate o banheiro.
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