O dia amanheceu e Alejandro que não consegue ficar deitado pega as muletas e anda até o quarto da mãe e quando entra tem uma surpresa quando olha a cama da mãe e fala baixinho pra que eles não escutem:

— com eles assim eu sinto que a familia ta completa e que só falta um irmão — fica parado observando hipnotizado pela bonita cena.

Victor se mexe ainda dormindo e acaba acordando Inês, que ao ver o filho se assusta senta na cama e balança Victor pra acordar ele.

— mais cinco minutos meu anjo — fala manhoso.

— o Alejandro está no quarto.

— quem amor? — senta na cama tentando se situar — pensei que era sonho — da um sorriso bobo e um beijo na boca de Inês — bom dia meu amor.

— bom dia Victor — vai até a cama e senta — que horas você chegou?

— Alejandro?! — olha pra os machucados do garoto — Não era pra você tá na cama rapaz?

— e eu estou — joga as muletas no chão e deita na cama — pronto papai — fala brincando.

Victor fica olhando sem jeito Alejandro, mas Inês resolvi falar:

— não liga pro meu filho — sorri — esse moleque gosta De uma piada.

— da pra vocês deitarem aqui junto de mim — fala Alejandro bem acomodado — ainda temos alguns minutos de sono.

— ta bem garoto abusado — ele troca de lugar com Inês, deixando ela no meio.

Já era nove da manhã quando Alejandro desce pra mesa do café da manhã e encontra o tio e Ana.

— pelo que eu sei você deveria estar de repouso rapazinho — fala Máximo lendo o jornal — o que faz aqui?

— eu vim comer tio — senta na mesa — Ana por favor coloca mais um lugar a mesa.

— quem vai vim sobrinho?

— quem já está — da um sorriso pícaro — o Victor dormiu aqui em casa.

— e que horas ele chegou Ale? — pergunta Ana curiosa.

— pelo que vejo — Máximo dobra o jornal e coloca sobre a mesa — você vai ganhar um padrasto Alejandro — da uma gargalhada acompanhado do sobrinho — eu vou trabalhar.

— no domingo senhor Máximo?

— não tenho nada melhor pra fazer então vamos trabalhar — levanta da mesa e quando saía esbarra em Victor.

— desculpe Máximo — fala educadamente.

— isso já ta virando tradicional quando estamos no mesmo lugar — toca o ombro de Victor — e segue para o escritório.

— finalmente o casal resolveu descer — fala debochado — a senhora Huerta tão pontual.

— Alejandro é melhor ficar Caladinho meu filho — fala brincando — o Victor não vai te salvar — senta a mesa junto a Victor.

Máximo vai para o escritório e sua cabeça girava em torno de uma lembrança de quase vinte anos atrás.

Lembrança on

— quero falar com ele — estava sério — o senhor Huerta vai ter que me escuta Loreto.

— sabia que o patrão também quer falar com você? — fala com um sorriso nefasto — ele vai gostar que você veio falar com ele.

— eu tenho que resolver minha situação com ele Loreto.

— você vai Victoriano.

Máximo que estava perto e escuta a conversa segue os dois até uma casa abandonada.

— nunca confie em um Huerta — da uma coronhada em Victoriano — idiota.

— o que está fazendo Loreto? — Máximo Falou saindo do esconderijo — porque fez isso?

— o que faz aqui Junior? — puxa ele até a porta — sai daqui garoto.

— saio, mas levo meu amigo — fala com firmeza — e você não vai me impedir Guzman.

Uma outra pessoa entra na casa e faz a cara de Máximo se transformar em surpresa.

— meu filho fica Loreto — fala autoritário — ele vai ter que aprender o que acontece quando se mexe com um Huerta — olha o filho — vai ficar aqui e ver tudo.

— não faz isso com o meu amigo pai — tenta apelar por Victoriano — ele é o pai do filho da Inês.

— amarre ele e o acorde que eu vou falar com esse sarnento.

Loreto obedece e com a ajuda de Tavares amarra a Victoriano.

— você poderia ter pegado o dinheiro e ter indo embora sem se machucar — estava com um chicote de pequenas esferas metalicas na ponta — você engravidou minha menina seu mau nascido — ele levanta o chicote e desce com toda força em direção às costas, mas um movimento de Victoriano fez cravar no rosto dele algumas esferas que o fazem gritar de dor.

— vai matar ele pai? — tentava esconder o nervosismo.

— meu neto vai nascer longe desse morto de fome — segura no queixo do rapaz com uma das mãos enquanto a outra dava um tapa forte por cima das feridas — você vai esquecer de tudo o que viveu com minha filha pelo bem dela e do seu filho que ela carrega no ventre.

Victoriano olhava sem pronunciar uma palavra e muito ferido não conseguia se levantar ou tentar algo para fugir daquele lugar.

— Loreto e Tavares vão rachar a cabeça do garoto colocar ele em uma camionete e jogar numa barreira qualquer.

— sim senhor patrão — fala Loreto com uma barra de ferro nas mãos.

— Junior fica observando o trabalho desses idiotas — sai da casa sem escutar o pedido do filho de sair de lá.

— agora vai aprender a não mexer com a filha do patrão — levanta a barra de ferro e desce com tudo acertando ao rosto de Victoriano.

— você vai desfigurar ele — estava nervoso— vai matar ele Loreto.

— ele já tá morto — bate bastante no rosto até ficar desfigurado — agora sim.

— quebra os dois joelhos dele cara — fala Tavares rindo — esse aí não vai correr mais.

Lembrança off

— porque quando me aproximo de Victor me sinto culpado? — olha uma foto de Inês e outra de Alejandro — eu não pude salvar seu pai garoto.

Alguém bate a porta e entra.

— a Ana falou que o senhor estava trabalhando aqui e vim ajudar.

— não vai ser preciso Fernando, hoje não é dia de você trabalhar.

— eu já não to trabalhando no haras e queria me ocupar da empresa.

— você tá meio pálido garoto — o olhando preocupado — tenta descansar um pouco.

— mas e você não vai precisar de ajuda?

— puxa uma cadeira e vamos trabalhar garoto — sorri — quero que você seja o melhor do mundo.

Inês e Victor entram no quarto e ela aproveita que ele estava de costa e passa a chave na porta e diz:

— não quero ficar longe de você tanto tempo — ele se vira pra ela que se aproxima dele passando seus braços ao redor do pescoço o enchendo de beijo — uma semana é muito tempo amor- ela baixa uma de suas mãos e coloca por baixo da camisa dele e passa as unhas levemente pelas costas dele com um olhar sedutor — como vou passar as minhas noites meu amor?

— Amor... — ela o faz sentar na cama e ele tentava se controlar — estamos na sua casa meu amor, o Alejandro vive entrando aqui sem bater.

Ela senta no coloco dele e começa a desabotoar sua camisa

— bom, eu passei a chave ninguém vai entrar aqui — rouba um beijo dele terminado por uma mordida em seu lábio- você me deixa louca — tira a camisa dele e beija seu pescoço — vai ficar só me olhando ou vai me dar prazer?

Ela sabia como enlouquecer aquele homem até as últimas consequências... Victor a segurou pela cintura e a beijou com tanta fúria que ela solta um gemido na boca dele, ele desce a mão e sobe por dentro do vestido dela apertando sua coxa

— não sei porque está tão resistente — ela tira seu próprio vestido e em seguida seu sutiã — ta tenso? O que houve?

— você tava sem calcinha?- pergunta quase em um sussurro e ela sorri — não faz assim — sentido seu membro massageado por cima da calça — já me provocou de mais sua bandida — já respirava ofegante.

num movimento rápido ele a deita na cama e a admira e logo passa seus dedos sobre a intimidade dela

— não devia me provocar tanto Inês — se levanta tira a calça e a cueca, ficando completamente nu.

— eu não te provoquei meu amor — rasteja lentamente na cama e o olha com desejo — só que você não me deixou com outra alternativa.

— não me provocou? e ficar andando por ai sem calcinha não é provocar? — a desafiando com o olhar.

ela volta a deitar e o chama com o dedo ele deita sob ela e aperta suas coxas e subindo ate sua intimidade, começa a massagear deixando Inês louca de desejo.

— já te falei que não provoque — intensificava os movimentos — não sabe do que sou capaz quando de verdade te provoca.

Ela o puxa o beijando e ele se encaixa dentro dela a fazendo gemer e cravar as unhas nas costas dele mais pra ela era pouco queria mais da um jeito e fica por cima cavalga desesperada quando mais o tinha mais o queria jogava a cabeça pra trás e ele estava ludibriado pelo fogo que ela transbordava em cada gemido, beijo que ela lhe dava ele a vira puxando uma perna dela colocando sobre sua cintura e intensificando ainda mais os movimentos ele sentia que ela já estava vindo pra ele e intensifica com estocadas precisa a fazendo arranhar seus braços ele geme e os dois atingem o ápice do orgasmo junto se beijam e tentam tranquilizar suas respiração quando ouvem a porta.

— mãe esta ai? — ele tentava abrir a porta — você tá aí com ela Victor?

— eu avisei você.

ela ri e Alejandro continua insistindo em entrar.

— Alejandro sua mãe esta aproveitando o amor da vida dela então por favor vai pro seu quarto.

ouvem a gargalhada dele do lado de fora e Victor tenta levar mais ela não deixa.

— eu preciso viajar meu céu — toma a boca dela com paixão — me deixa ir?

— vou ter que negar esse pedido — empurra ele de novo na cama — vamos nos amar um pouco mais meu bem.