Scream! Welcome To The Game.
26 Capítulo 25 - Olhos.
Notas iniciais
Capítulo 25 — Olhos.
“Ele estava diante de mim e tudo parecia irreal. Meu melhor amigo estava morto, e eu não podia fazer nada, não só devido àquelas correntes malditas, até porque nem se eu estivesse sem elas teria coragem para reagir. Era mais uma coisa que ele tirou de mim. O olhar estava diferente, sem aquela confusão e imprudência de quem acaba de entrar para uma vida assim. O sangue que escorria para perto dos meus pés me levava de volta àquela noite... Os respingos do líquido vermelho e viscoso no meu corpo me traziam as lembranças dos meus dedos ensanguentados... Não sabia dizer se os meus olhos transmitiam medo ou choque, já que meu corpo parecia mergulhar em um abismo. Eu acabara de ver a luz, mas logo em seguida fui jogado na escuridão. De novo.
A casa estava com a iluminação cortada. Os móveis revirados. Não precisei olhar para os corpos para saber o que tinha acontecido, já que os rastros e respingos de sangue por todos os cantos me permitiam concluir. Indo em direção à cozinha meu coração acelerava a cada passo. Perto da bancada estavam papai e mamãe jogados, com seus corpos emaranhados um no outro. O taco que papai guardava em caso de invasão estava enfiado na cabeça de mamãe. Na janela da cozinha, prestes a pular, uma sombra fez minha espinha arrepiar. “Seu idiota!” – disse uma voz do lado de fora – ‘Quê ‘tá fazendo aí? Essa não é a casa!”. Não sei se aquilo foi remorso ou decepção que consegui identificar em seu semblante. O homem pulou, praguejando ao cair. Não tive coragem de sair do lugar.
Não sei nem ao menos dizer como tudo procedeu em seguida. Só me lembrava do olhar do homem e do brilho de sua pistola prateada, tão semelhante com aquela que agora era apontada para mim
— Largue isso. — parecia uma ironia mórbida, mas era aquilo... Era aquele carmesim que iria me salvar...”
Yonosuke.
Near estava amarrado, do jeito que deixei. Aos seus pés estava o corpo do ruivo, caído, com o sangue se aglomerando em uma poça. Yonosuke apontava uma arma para Near e eu retribuía apontando para suas costas. Mikami, que estava ao lado, tentou ser rápido para alcançar sua arma no coldre, mas Hayato foi mais ágil, obrigando-o a levantar as mãos.
— Ora, ora... – disse Yonosuke, fazendo movimentos lentos ao levar as mãos à cabeça e virar-se de lado.
— Disse para largar a porra da arma – meu tom saiu gelado.
Ódio. Consumindo cada célula do meu corpo como um veneno delicioso. Nada seria mais prazeroso do que puxar o pescoço dele até quebrá-lo, e em seguida arrancar a cabeça dele com os meus próprios dentes. Sentir aquela carne podre se desfazendo em minha boca.
— Eu poderia atirar na cabeça dele de qualquer jeito, B... – ele disse, mantendo as mãos levantadas, porém sem largar a pistola.
Hayato riu anasalado.
— Barganhar, Yonosuke? Você não presta nem ‘pra isso... – com um movimento rápido mirei em Mikami, atirando em sua coxa esquerda, ouvindo-o gritar e cair no chão, desesperado para pressionar o tiro. Hayato se prontificou de pegar a arma de Mikami e colocá-la no coldre, e logo em seguida me acompanhou, mirando em Yonosuke. Sua expressão endureceu.
— Arriscar sua vida de bosta, levar um tiro e morrer apenas para matar esse pirralho? – perguntei – Já eu... Não tenho nada a perder estourando os miolos desse verme e te espancando até a morte!
Houve silêncio, tirando os murmúrios de dor de Mikami.
Teru Mikami... Sangraria até morrer por Yonosuke... Estava disposto a dar sua vida por alguém tão insignificante. Cheguei a me perguntar inúmeras vezes o porquê, mas desisti ao me dar conta de que eu tinha o Hayato, e ele faria o mesmo, ou até mesmo mais, por mim e somente por mim...
O silêncio se rompeu com uma gargalhada estridente de Yonosuke, o que me irritou profundamente.
— Ah, B... Esse mundo é tão pequeno – ele disse, olhando para Near – Seus pais estão bem, garoto? Não, né? Soube que foram assassinados – fez uma expressão triste teatral, sorrindo ironicamente em seguida.
Near parecia em choque. Olhava para tudo e todos ao redor, e mesmo assim parecia não olhar para nada. Com os olhos negros vazios, sem vida ou o mínimo de esperança. Deliciosa e irritantemente submisso. Perdido. Indefeso.
— Uma pena... Foi um erro tão cruel. Você acredita em Deus? – sua voz falsamente compreensiva me enojava.
Era irônico. Chegava até mesmo a ser cômico, com um certo humor negro apreciativo. Yonosuke assassinou os pais de Near e agora, novamente, ele está diante dele impotente. É lamentável saber que Near não tem nada além de medo. Nenhuma raiva ou rancor. Apenas esse medo maldito que o impede de agir. Quanto mais medo você deixa acumular, menos sua vida vale a pena. É a pior das prisões. Antes, pessoas fracas morriam, hoje continuam vivendo, o que em minha opinião é muito pior.
Todas as minhas vítimas tinham medo, mas o ápice do desespero era meu divertimento. Quando tentavam lutar por suas vidas... Imploravam... Debatiam-se... Cuspiam pragas... Tentavam correr... Nenhuma nunca de entregou. Eram como ratos cujos rabos estavam presos na ratoeira. Um bom sorriso e propostas sujas de prazer equivaliam a um enorme e fedorento pedaço de queijo. Cada um se agarrava no que lhe era carecido em suas vidas. Ah... Mas era prazeroso...
Nate River... Conseguia ser mais fraco que qualquer uma das minhas vítimas, e o prazer absurdo que sentia nisso queimava quase na mesma intensidade que meu ódio por Yonosuke naquele momento. Dor e Prazer... Matar e Foder... São coisas tênues que sempre andarão lado a lado para mim.
— Jogue essa arma para mim, Yonosuke. Mesmo adorando a ideia de atirar em sua mão prefiro sentir quando seus ossos forem esmagados por mim, um por um... – disse sentindo um arrepio de prazer percorrer minha espinha ao pronunciar as últimas palavras.
— Beyond Birthday... – Yonosuke pronunciou claramente meu nome.
Ao olhar para Near pude perceber como seu corpo reagiu ao ouvir meu nome pela primeira vez.
— Beyond, – prosseguiu – acabou.
Não... Ainda não. Acaba quando alguém morre. Nem sempre quando eu quero, mas sempre acaba em morte. Essas são as minhas regras. Esse é o meu...
— Jogo.
Yonosuke não entendeu, arqueando a sobrancelha.
— Acabou para você, Yonosuke. Eu jamais fui uma peça sua, mas é claro que você não seria esperto o suficiente para perceber isso. Assim como não foi esperto o suficiente para perceber que aquela mulher não passava de uma espiã – ele esboçou surpresa, e eu apenas sorri ironicamente – Seu negócio era grande, mas era tudo mérito do seu irmão. Você mesmo se afundou. Destruiu um império porque é incapaz. E seu fim era tão óbvio que nem mesmo o resto dos seus homens está aqui para te ajudar.
Yonosuke mudou sua expressão, dando um sorriso presunçoso.
— Beyond Birthday, cuja mãe era uma prostituta e o pai um alcóolatra fodido. Wammy’s House, Inglaterra. Foi para lá junto com o irmão. Não consegui muita coisa sobre ele, mas imagino que enquanto você é a escória, ele é algo muito melhor, não é? Talvez não sejamos assim tão diferentes quando se trata de família. Te surpreendi?- perguntou.
Isso não era possível. Respirei fundo, apertando a arma entre meus dedos. Olhei rápido para Hayato, que mantinha uma expressão contida, mas consegui identificar resquícios de surpresa.
— Te seguir é um risco enorme, Beyond. Juro que não foram mais que três vezes. Ninguém queria se arriscar por vontade própria, por isso meus homens tiravam na sorte... – ele ajeitou a gravata e relaxou um pouco os braços que até então estavam erguidos – ou azar.
Lancei novamente um olhar para Hayato, que devolveu na mesma intensidade. Sabíamos exatamente o que Yonosuke estava fazendo... Ele estava tentando ganhar tempo. Mas para quê? Fechei os olhos, respirando fundo.
— Qual é, não tire a graça da situação, Beyond – ele sorriu derrotado após o meu silêncio – Não é difícil para eu conseguir um distintivo falsificado do Departamento Metropolitano de Polícia de Tóquio...
**
— Senhor Yagami, tem um minuto? – o homem corpulento aproximou-se do balcão, retirando do bolso interno do paletó o distintivo policial.
Raito ergueu a cabeça, encarando-o com tédio. Estava em horário de almoço e a lanchonete estava cheia. Mesmo com uma melhora do desemprenho de Amane Misa, a loira tingida continuava a cometer inúmeros erros.
Percebendo o olhar preocupado para a garçonete desajeitada e esperando uma resposta negativa, o homem insistiu:
— Isso tomará apenas alguns minutos do seu tempo, Senhor Yagami. É importante.
Vendo que não conseguiria uma escapatória, Raito assentiu e pediu para que o homem o seguisse para a despensa do local. Não era apropriado para uma conversa com um oficial da justiça, mas teria que servir como improviso já que o Yagami não queria outros pares de ouvidos curiosos.
— Sou Matsumoto Seiji, do Departamento Metropolitano de Polícia de Tóquio e gostaria de fazer algumas perguntas relacionadas a este homem – Seiji retirou uma fotografia do paletó e mostrou para Raito, que rapidamente reconheceu o rosto do amigo, revirando os olhos e dando uma pequena risada – Vejo que reconhece Beyond Birthday. Ele está sendo investigado pela nossa equipe, se importaria em responder algumas perguntas?
— Investigado sob qual ou quais acusações? – o mais novo perguntou enquanto tomava a foto em mãos e a encarava. B ficara tão parecido com o irmão nos últimos tempos. Pelo menos Raito pressupunha que Lawliet não havia mudado muito. Levantou um pouco a cabeça após alguns instantes sem respostas – Desculpe, meu pai é o chefe do NPA. Acho que puxei certas coisas de sua personalidade. Além disso, B é meu amigo.
— Claramente, Senhor Yagami. Sou da área de narcóticos. Seu amigo está sob acusações de envolvimento com tráfico de substâncias ilícitas.
— Ah, B... Você não toma jeito... – disse balançando a cabeça – O que precisa saber, Senhor Matsumoto?
— Qualquer informação que nos possa oferecer. Sabe os lugares que ele costuma frequentar? Vínculo de mais amizades em comum entre vocês? Algum parente vivo que more pelos arredores?
— Minha mãe era professora do primário, foi por isso que nos conhecemos. Por mais que sejam anos de “amizade” duvido que eu saiba realmente quem ele é. Um tanto contra minha personalidade, mas no fundo ele é bom... Beyond morou aqui com o irmão mais velho e com os pais, mas aconteceram inúmeros problemas. Eles se mudaram para uma instituição na Inglaterra. Beyond voltou para cá faz uns... Não sei ao certo... Três anos? São tantos números... – ele sorriu.
Yagami Raito era inteligente. Isso era um fato inquestionável.
— Agradeceria se você fosse um pouco mais específico, Senhor Yagami.
Ele suspirou.
— Os pais de Beyond eram pessoas ruins. A mãe uma prostituta e o pai era alcóolatra. Imagina o quanto isso foi difícil para uma criança, Senhor Matsumoto? – o homem assentiu, compreensivo – Os pais morreram, sabe-se Deus os motivos. Ele e o irmão foram levados para uma instituição para crianças inteligentes chamada Wammy’s House. Acredite, Beyond é muito inteligente. Após isso perdemos contato, Senhor. Eu não sabia muito. B frequentava minha casa escondido e eu mantinha uma relação amigável com seu irmão também. Apesar de não saber mais sobre ele há tempos... E é só isso. Nós éramos adolescentes. Tenho minhas responsabilidades agora. Garanto que meus vínculos de amizade são diferentes dos do Beyond.
O homem fazia anotações, empenhado, e suspirou ao terminar. Conseguiu mais do que esperava, mas ainda era pouco. Infelizmente teria que servir.
— Obrigado, Senhor Yagami. Foi de grande ajuda.
— Fico feliz em ter ajudado. – sorriu ao apertar a mão do policial.
Mais uma vez, Yagami Raito era inteligente. Isso não é questionável.
**
Esse é o meu jogo. E ele acaba quando alguém morre.
Beyond... Analise os fatos. Descartar a opção de blefe está fora de cogitação. São informações importantes, mas não deixam de ser a superfície dos pontos, e não a base. Apenas duas pessoas sabem coisas sobre mim. Duas pessoas que estão aqui em Tóquio. Se não foram mais que três vezes, levando em consideração o fato de que passei um tempo apenas... caçando... Isso é um blefe. Ponto um.
Ele descobriu meu galpão, mas duvido que soubesse exatamente o que iria encontrar. Ele precisava apenas me tirar daqui. Mas por outro motivo...
— Você assassinou seu irmão. – Yonosuke não desfez o sorriso, mas ficou atento para o que eu iria falar – Você o precisava fora da jogada. Ponto dois. Hoje... Talvez o único acaso, a única coisa não planejada tenha sido esse infeliz ruivo. Aparecer apenas com aquilo? – apontei para Mikami, que estava desacordado, ou talvez morto – Isso não é um ponto, mas a resposta para isso, sim.
Respirei fundo e fechei os olhos.
O tempo definitivamente corria.
O tempo... Corria.
— Hayato! Quanto tempo faz desde que Yonosuke descobriu que aquela mulher era uma espiã?
— Hm, não tenho certeza dos dias exatos, mas tenho certeza de que faz quase uma semana.
Sorri.
Não tinha todos os pontos, mas tinha o crucial.
— Yonosuke... Como eu já havia dito... Eu não sou uma peça – o encarei, deixando todo o meu ódio transbordar pelos meus olhos – HAYATO!
Ele atirou. A arma de Yonosuke caiu junto aos pedaços de seus dedos. Ele gritou com todas as forças, num provável misto de fúria e dor. Hayato foi em direção as correntes, atirando para que se partissem do suporte, mas mantendo o pequeno Near algemado. Peguei a arma de Yonosuke, mostrando-a a Near:
— Você quer? – perguntei a ele – Você quer atirar, Nate River?
Mas ele permanecia indiferente. Revirei os olhos.
— Está cometendo um erro, Beyond. Eu... Eu posso destruir você! — gaguejou
— Baseado em quais outros fatos? Yagami Raito... – ele arregalou os olhos – Ele não diria muito, seu idiota. Não reconhece esse nome de outros lugares? Ele é o melhor estudante do Japão! Um gênio! Sem mencionar que seu pai é chefe do NPA.
Eu ri. Gargalhei com todas as forças, até sentir meus pulmões arderem. Tudo corria... Hayato pegava o essencial, enquanto Near se mantinha um pouco atrás de mim.
— B! – ouvi meu nome sendo pronunciado por Hayato, despertando completamente ao sentir suas mãos sacudirem meu ombro direito – Vista isso, agora! – ele ordenou, para Near, estendendo um casado e cobertor.
— Não marquei todos os pontos ainda, Yonosuke, mas não vou dormir até saber cada pedaço do seu plano. Nós somos muito diferentes, você não percebeu? — Chutei seu braço, ouvindo-o quebrar – Você tentou superar seu irmão e fracassou. Mas eu... Eu vou superar o meu.
Apontei a arma para sua testa, ouvindo-o gritar súplicas:
— NÃO ME MATE! EU PRECISO SER PRESO! — Parei por alguns instantes absorvendo a informação valiosa – Não ia me espancar? Sentir meus ossos quebrarem em suas mãos? – ele riu com certo desespero na voz
Chutei seu maxilar, certificando-me de que havia quebrado para que ele calasse a boca.
— Não entendeu? Você já estava morto muito antes de pisar aqui. Você já estava morto ao me contratar pela primeira vez, Yonosuke.
Ruídos saíam de sua garganta, mas não se estenderam por muito mais tempo.
Near se assustou com o barulho, encolhendo o corpo.
— Vamos, Hayato.
**
— B, temos que queimar aquele lugar... – Hayato insistia pela terceira vez.
Eu havia parado o carro no meio da estrada. Precisava organizar tudo. Ainda havia um buraco. Um buraco que me atormentava. Mas o que seria?
Near remexeu-se no banco de trás, despertando meus devaneios. Eu e Hayato viramos para termos a mesma visão que ele. O nada.
Mas... Não era o que podíamos ver. Era o que podíamos ouvir. Sirenes.
Um sentido...
— Hayato... Ele queria ser preso, porque tinha algo em mente. Ele tinha uma carta na manga... Nós, pelo contrário, ficaríamos presos.
— Precisamos ir embora. Eles vão chegar até você.
— Não percebe? L já chegou até mim.
— Beyond, precisamos fugir daqui agora! – ele disse em um tom alto, mas no fundo sabia que o momento de imprudência nunca terminava de uma maneira ruim.
— Não, Hayato... Nós precisamos sumir.
Uma bala e uma satisfação pessoal nunca me renderiam tanto prazer quanto agora. Aquela era a hora de superar o L...
Ah, Nate River... Você me proporcionou muito mais do que eu imaginava...
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Notas finais:
Desculpem se não atendeu as expectativas... Eu realmente queria poder fazer mais. Digo isso não para inflar meu ego com possíveis comentários de incentivo, mas é que realmente me sinto em débito com vocês.
Compartilhando um pouco da minha vida pessoal, nesse ano eu defendo meu TCC e ainda por cima preciso me dedicar para os vestibulares da faculdade. (Me desejem sorte, vou prestar jornalismo!) É um ano muito complicado, então agradeço muito a paciência de vocês.
Leitoras e leitores, muito obrigada por todos os comentários e até mesmo mensagens privadas. Eu me sinto muito feliz e motivada, e vocês nem imaginam o quanto isso foi importante, não só para minha fanfic, mas para a minha vida pessoal. Eu sei que sou uma estranha anonima, e cada um me imagina de um jeito, mas se algum dia vocês se perguntarem se já fizeram algo de significativo para alguém, acreditem, vocês me ajudaram, e muito. Cada comentário, cada mensagem... Cada um foi importante. E eu vou me lembrar disso enquanto eu viver. Sempre soube que era importante uma relação leitor-autor, mas nos últimos tempos eu vi tudo com um significado ainda maior. E é um carinho enorme que se desenvolve.
Mais uma vez digo que me sinto em débito, por isso vou procurar não demorar meses para atualizar. Lendo os primeiros capítulos e os últimos, eu percebi o quanto cresci e aprendi como ficwriter. E isso me traz uma enorme felicidade. Eu cometi erros, escrevi baboseiras, fiquei com vergonha... Mas também fiquei feliz. E escrever isso já me enche de lágrimas nos olhos. Principalmente pela fanfic estar entrando nos capítulos finais. Em média, postarei mais dois capítulos. No máximo, três. E espero que no ano que vem eu consiga escrever outra longfic (não desisti da minha fic de Naruto), ou pelo menos oneshots.
As notas ficaram grandes, mas espero que leiam com carinho. Muito obrigada, mais uma vez!
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