Scream! Welcome To The Game.

25 Capítulo 24 - POV Hayato.


Notas iniciais
Olá. Faz tanto tempo que devo até ter perdido a prática. Me desculpem por toda essa demora, explicarei nas notas finais. Dedico esse capítulo para a leitora Jenny, que recomendou lindamente a fanfic ♥ E dedico também para uma pessoa muito importante na minha vida ( em todas as minhas vidas, no caso, háhá ), Armylock, meu companheiro, fã, melhor amigo e namorado. Obrigada pelo apoio! Estou sem beta, infelizmente. Espero não ter cometido erros grotescos. Boa leitura!

Capítulo 24 – POV Hayato.

O barulho do acelerador era alto. Eu corria. Corria, mas o assunto não era meu. Pelo menos parte dele não era. Eu corria. Corria o máximo que o carro permitia, até os pneus cantarem. Mas não corria por mim.

— Mais rápido! Ei! Você está me ouvindo?!

Beyond gritava, e sua voz, por mais alta que soasse, estava em segundo plano. Eu só pensava em acelerar o maldito carro até explodir antes de chegar naquele lugar. Ele não estava apavorado, só estava com raiva por não ter percebido.

— Estou indo o mais rápido que esse lixo consegue ir, não ‘tá vendo?!

Ele deu um soco no painel. A porta do porta-luvas abriu. Alguns CDs de bandas caíram, junto com algumas amostras de geleias. Sempre ficavam lá. Beyond abriu um potinho e começou a comer. Eu voltei a me concentrar em memórias antigas, enquanto ouvia o vento forte pela fresta da janela aberta.

***

Sentia falta do barulho do rio. O frio ainda me incomodava. Não tinha ninguém antes e também não tinha ninguém naquele orfanato. E se eu não fosse aquilo que esperavam? Não estaria aqui. Não seria digno nem mesmo de saber que aquele lugar existia. As crianças eram gratas, mas pouco importava para mim. Estava em uma fila de espera para substituir alguém importante. Mas eu não queria ser substituto de ninguém. Não queria ser importante. As crianças tinham histórias parecidas, como era de se esperar para um orfanato. A diferença estava por dentro. As habilidades, a capacidade de fazer coisas que outras não conseguiam. E era só isso que dava a elas o privilégio de estar aqui, e não em um orfanato comum. Muitas tinham hábitos estranhos e nenhuma figura superior se importava. Os costumes eram respeitados e somente uma coisa era cobrada de todos: organização dos quartos. Como era de se esperar, Watari também tinha suas preferências. Ele não suportava quartos sujos ou bagunçados e isso ia além de um simples TOC.

Sobre mim, nem eu mesmo sei. Só tenho certeza de que tive um pai e uma mãe porque seria impossível eu ter brotado do nada. Sei isso por questões biológicas, mas nunca cheguei a conhecer ninguém. É provável que tenham me largado para adoção no meu primeiro suspiro de vida. Sem nenhum afeto, amor ou piedade. Há quem diga que aborto deveria ser crime. Eu não concordo, mas a questão é muito polêmica para expressar opinião própria.

Da janela do quarto via as crianças brincando no pátio. Era sábado. Ninguém recebia visitas. Estava sentado no parapeito. Meu queixo estava apoiado no braço, e este estava apoiado em um dos meus joelhos dobrados, enquanto a outra perna esticada ia para frente e para trás. Muitas das crianças dali não se importavam se fariam amigos ou não. Se tinham amor ou não. Eram indiferentes, mas sempre acabavam fazendo um colega. A diferença é que lá você tinha um propósito. Você podia ter um futuro garantido. Te davam opções. E querendo ou não, tinham pessoas que realmente se importavam com você. Brinquedos, roupas, comida boa, necessidades atendidas... Fácil. Porque éramos diferentes. Seus direitos eram baseados no tamanho do seu Q.I. O que não era diferente do mundo lá fora: se você tem dinheiro, tem mais opções de se dar bem. Se você é branco, te tratam de um jeito. Se está bem vestido, pode frequentar restaurantes de fachada bonita.

Além de receber um propósito, você tinha a opção de ser adotado. Caso nada disso ainda fosse suficiente, te ajudariam depois financeiramente. O que só contribuiria com o fato de você ser – muito – inteligente.

Passei meus treze primeiros anos de vida num orfanato comum. Não tínhamos brinquedos novos. Sobrevivíamos de caridade. Era sopa de feijão quase todos os dias. No seu aniversário, você não ganhava um bolo. A maioria nem sabia o dia do aniversário. Muitos só queriam um pai e uma mãe. Amor. Carinho. Porque por mais que as “tias” tentassem, não era a mesma coisa. Não existiam muitas opções. Maioridade? Rua. Com uma mão na frente e outra atrás. Eu não ligava para isso, mas convivi com crianças que sentiam essas coisas constantemente. E aqui... É tudo diferente. Mas o que faz as crianças daqui serem melhores? Habilidades? Inteligência? A maioria aqui é tão indiferente... Como eu já disse, não quero ser substituto. Não quero ser um herói anônimo e nem um herói conhecido. Não quero esse propósito e nem essas opções. Mas também não tenho nenhum outro.

A porta do quarto foi chutada com certa violência, e de lá entrou um ser que devorava potes de geleia que havia chegado há poucos meses. Beyond Birthday. B.

— Como ele pode ser tão idiota? – deitou no chão e continuou comendo a geleia com os dedos – Sério, eu já ‘tô cansado desse lugar.

A hora do almoço já tinha passado, e era mais ou menos nesse horário que B chegava estressado por conta de mais uma discussão com o irmão mais velho. Eu não dizia nada. Apenas o ouvia em silêncio. Beyond era bonito. Muito bonito.

— E você? – perguntou, fixando o olhar em mim – ‘Tá cansado também?

Apenas gesticulei um sim com a cabeça. Ele se levantou e se aproximou de mim.

— Você fala, não fala? – assenti novamente – Ora! Então diga alguma coisa!

— Você cuspiu geleia em mim... – falei, limpando o canto do meu rosto. Ele me encarou por alguns instantes antes de dar uma risada – O que houve dessa vez? – perguntei sem muito interesse. Ele bufou e pediu para que eu me afastasse um pouco para ele se sentar ao meu lado na janela.

— Ele é tão idiota!

Beyond parecia um adolescente mimado que acabara de receber um não dos pais.

— Ele nem ao menos se importa com a minha opinião sobre esse lugar. Toda postura de superioridade dele... Argh! Me irrita tanto.

A verdade é que eu já havia percebido que existia certa tensão entre os dois. Um relacionamento um tanto peculiar. Tinha curiosidade para saber, mas Beyond me assustava às vezes e eu não tinha coragem para perguntar. A atenção dele foi desviada para o pátio. Watari e o irmão dele estavam andando um ao lado do outro, conversando sobre alguma coisa. A expressão no rosto de B ficou sombria. Raiva? Ódio? Ciúmes, talvez?

— A... É A, não é? – assenti – Você parece tão entediado quanto eu. Acho que precisamos fazer alguma coisa.

A frase pairou no ar junto com um sorriso perverso. Aquele sorriso dizia muito, e um frio correu pela minha espinha. Uma sensação ruim, mas ao mesmo tempo... Boa. Na época eu não sabia que acabara de ver o sorriso do diabo, mas tinha uma vaga ideia de que estava prestes a entrar em um caminho sem volta. E pela primeira vez se perder parecia o certo.

***

— Está pronto? – perguntou.

— Sim... – não –

Olhei em volta. Ninguém estava no pátio. Iam fazer um anúncio importante e fora solicitado a presença de todos no salão principal. Beyond encontrara a oportunidade perfeita para dar uma volta pela cidade. O portão ficava trancado somente à noite, porque, cá entre nós, ninguém iria querer fugir daqui.

— Agora!

Corremos em direção ao portão. Meu coração estava acelerado. Beyond empurrou com um pouco de dificuldade o imenso portão de ferro, e depois de alguns instantes – que me pareceram horas – estávamos atrás de um arbusto, fora do orfanato. Adrenalina. Vida. Eu ofegava. Ele ria.

— É só seguir por essa estrada. Eu lembro o caminho. Vamos ver se descolamos alguma bebida.

Nós não podíamos ingerir álcool e nenhum outro tipo de droga. Não só por conta da idade, mas era uma das poucas regras. Queriam nos manter longe desse tipo de vício. Eu o encarei confuso.

— Relaxa. É fácil. Vem comigo.

Beyond me puxou pelo braço. Seguimos pela estrada e não demorou muito até encontrarmos a cidade. Não nos privavam do mundo exterior. Às vezes até tinham alguns passeios, mas nunca fui em nenhum. Era a segunda vez que via aquela cidade. As pessoas transitavam de um lado para o outro, algumas falavam ao celular e não prestavam muita atenção no caminho, esbarrando sem querer em outras. Muitas carregavam um olhar cansado mesmo sendo sábado.

— Vocês britânicos são tão estranhos – comentou Beyond, fazendo uma careta de desgosto.

Claro... Estranhos. Falou o cara que devora geleias como se o mundo fosse acabar amanhã.

— Vai demorar um pouco para explorar isso aqui. Numa próxima vez precisamos vir de noite. É quando as coisas legais costumam acontecer – sorriu. Novamente aquele sorriso repleto de malícia e encrenca.

Descrevendo assim, até parece que Beyond é apenas um bad boy procurando por diversão. Um adolescente comum. Mas dava para notar em sua aura o quanto ele estava longe de ser apenas um “cara malvado”. O olhar seguia para todos os lados, como se procurasse uma presa. Ficar ao lado dele me proporcionava uma sensação esquisita.

— Ali! – apontou para uma loja de conveniências do outro lado da rua – O plano é o seguinte: Eu vou entrar primeiro e vou fingir procurar alguma coisa. Você vai contar até sessenta, entrar e pedir alguma informação para o atendente. Mas precisa parecer convincente, se não ele vai perceber, entendeu? Sua parte é importante!

Hesitei.

— Mas o que eu vou perguntar?

— Hum... – ele olhou em volta – Pergunte algo sobre a Catedral de Winchester. Não precisa ser muita coisa, não vou demorar.

Engoli em seco, assentindo em seguida. E logo o plano estava em ação. Beyond entrou. Minhas mãos estavam geladas. Um... Dois... Três... E o tão temido sessenta chegou. Minhas pernas estavam duras, mas eu fui. Como de costume, o atendente era formal e estava com a expressão típica britânica.

— Boa tarde, senhor. Você poderia me dar algumas informações?

Fui bem recebido pelo meu sotaque, já que não ser um estrangeiro facilitou as coisas. Ele assentiu.

— Eu não sou daqui, queria saber os horários da Catedral.

Evitei fazer qualquer tipo de contato com Beyond, mas mesmo sem vê-lo sabia que ele estava calmo.

— A Catedral ficará aberta até às 17 horas – ele olhou para o relógio de pulso – Mas acho que você não aproveitará nada hoje. Já são 16:30.

— Ah... Uma pena – falei, fingindo desapontamento.

— Mas não se preocupe. Aos domingos ela fica aberta das 12:30 às 15 horas – sorriu de leve.

A porta da loja se abriu, e soube que Beyond acabara de sair. Para não levantar suspeitas, decidi fazer uma última pergunta.

— A entrada é gratuita? – eu já sabia a resposta.

— Não. Geralmente custa por volta de seis libras, mas algumas vezes eles não cobram.

— Obrigado, senhor – agradeci, sorrindo amarelo.

— Não há de que.

Saí, tremendo um pouco. Beyond estava encostado em um muro do outro lado da rua, e começou a rir assim que me viu.

— Você se saiu bem! Veja – ele mostrou a garrafa de bebida – É forte. Já bebeu vodca? Vai queimar um pouco no começo, mas você se acostuma. Vem, vamos voltar.

Ele me puxou pelo braço. Seus dedos estavam um pouco grudentos por conta da geleia. Aquilo foi novo. Foi perigoso. Foi divertido. Era errado roubar. Mas e daí? Ninguém ficaria sabendo.

Ao voltar para a Wammy’s, não tivemos dificuldade para entrar.

— Agora precisamos achar um lugar para beber isso aqui – disse ele.

Eu pensei um pouco e lembrei de uma coisa.

— Eu conheço um! – ele sorriu.

Subimos as escadas de pedra. Era preciso cuidado, pois não havia iluminação pelo caminho. Beyond espirrou por conta do pó. Não demorou até chegarmos à porta que dava acesso ao enorme sino da Wammy’s. B pareceu gostar.

— Ninguém vem aqui? – perguntou, indo para perto da parede. Era fim de tarde. O céu estava rosado. Fiz que não com a cabeça – Legal.

Ele abriu a garrafa e virou alguns goles. Estendeu-a para mim em seguida, encorajando-me a beber. E eu o fiz. O líquido desceu queimando, como ele disse que aconteceria e eu me engasguei. Beyond riu.

Sentamos no chão, um ao lado do outro, com a garrafa hora no meu colo, ora no colo dele. Ficamos quietos por alguns instantes.

— Vai ser um problema se isso aqui tocar – ele disse, apontando para o sino.

— Não toca há anos. Está abandonado. Como todo mundo aqui – comentei.

— Parece que a bebida está fazendo algum efeito em você! E então? Me diz qual é a sua – sorveu mais alguns goles da bebida.

— Qual é a minha? – perguntei.

— É! Quero dizer, eu sou viciado em geleia, o idiota do meu irmão só come doces, vi uma otária fanática por pintura a dedo e uns garotos brincando com cubos mágicos. Todo mundo tem sua esquisitice aqui. Qual é a sua?

A minha? O que eu faço? O que eu tenho? Eu me encaixo aqui, afinal? Pensa... O que eu faço quando estou entediado?

Hesitei por alguns instantes enquanto ele me encarava com expectativa, então eu levantei as mangas da minha camisa, revelando vários e vários cortes. Muitos cicatrizados, e alguns ainda abertos. Beyond não expressou reação. Em um movimento rápido, despejou um pouco da bebida em cima dos machucados abertos. Eu mordi o lábio inferior, absorvendo a dor do álcool em cima dos cortes. Ele sorriu de leve.

— Masoquismo – comentou – Legal.

No fundo senti que eu não o decepcionei. Que jogar a bebida em cima disso foi um teste. Como se lesse meus pensamentos, ele completou:

— É legal saber que você não é idiota. Você faz isso por prazer.

Que bom, eu acho.

A garrafa estava quase acabando quando Beyond me puxou, juntando os lábios dele nos meus. Correspondi de imediato, provando daquele beijo cheio de veneno. Ele me mordeu, tirando um pouco de sangue da minha boca. Beyond interrompeu o beijo, parecendo degustar meu gosto. Eu fiz o mesmo. Seu rosto estava vermelho, e acho que o meu também estava, pois o sentia quente. Num gole rápido, B acabou com os últimos resquícios da bebida.

— É com você que vou contar, A.

Algo naquela frase. Algo naquele beijo. A cena selou meu contrato com o demônio. Eu jamais poderia prever o futuro, mas tinha uma vaga ideia de que o que me esperava era perigoso e excitante. Exatamente como ele. E isso estava estampado em suas pupilas vermelhas e dilatadas.

***

Os meses seguiram cada dia com algo diferente me esperando. Nada monótono. Fugas no meio da noite. Bebidas. Furtos. Sabíamos fazer. Aliás, ele sabia. Procurávamos encrenca, mas nunca nos metíamos de cabeça. De repente, eu o conhecia. Eu sabia até mesmo o que ele teve que fazer com o próprio irmão. O que ele fez e também me ensinou. Chegou uma hora que não era só beijos. Era muito mais que língua e saliva. Era Sangue. Prazer. Luxúria. Hormônios e Porra. Cada dia poderia ser o meu último. Eu não me importava. Era útil para alguém.

Mas as coisas estavam prestes a mudar. Estavam prestes a passar para outro patamar.

— Róger, cadê meu irmão? – Beyond perguntou impaciente.

Há uns dias não tínhamos notícias dele e nem de Watari. As discussões entre os dois haviam reduzido, mas Beyond sempre fazia questão de importuná-lo vez ou outra.

— Ora, B, em que planeta você esteve? Eles não estão na Wammy’s – disse o que parecia ser o óbvio.

— Por quê?

— Beyond, seu irmão agora é o novo L.

Talvez a cena tenha sido totalmente diferente para o Beyond, como se todo o mundo tivesse ficado em câmera lenta. Sua expressão mudou. Espanto. Surpresa. E... Ódio. Ele não disse mais nada, apenas saiu, empurrando a enorme porta de madeira. Róger hesitou e me lançou um olhar preocupado. Eu não sabia o que me aguardava, mas apenas deixei a sala e o segui até o quarto, mas não o encontrei. Rapidamente soube o lugar em que ele estaria.

Subi até o sino. Era final de tarde. Uma tarde nublada de ventania. Seus cabelos pretos dançavam no ritmo do vento. O ambiente parecia elétrico. Pesado. Cheiro de chuva impregnava o ar. De chuva e de mais alguma coisa que eu não sabia descrever. Me aproximei, logo recebendo um terceiro cheiro do vento, tão familiar e embriagante. Geleia de morango e perfume doce. Seu olhar cheio de ódio era fixo no horizonte. As crianças e adolescentes do pátio pouco a pouco entraram no refúgio da Wammy’s para se protegerem da tempestade. Estava esfriando e aposto que o cardápio do jantar seria caldo de galinha e bolo de chocolate de sobremesa.

Pensei em colocar minha mão em seu ombro. Talvez ele quisesse descontar essa raiva na cama. Mas antes que pudesse concretizar qualquer pensamento, ele se virou para mim. O vermelho dos seus olhos parecia enxergar dentro de mim, me despindo de qualquer armadura. Tinha vontade de me ajoelhar diante dele.

— Arrume suas coisas. Nós vamos embora daqui.

Sua voz era baixa, firme e assustadora.

— O que vai fazer, Beyond? – perguntei.

— Eu vou superá-lo, A – falou, completando com o típico sorriso do diabo – Eu vou superar o L.

E naquele momento eu tinha um objetivo. Eu não precisava substituir ninguém. Eu só precisava segui-lo, para qualquer lugar. E era exatamente o que eu queria. Como já havia dito, poderia morrer nos próximos segundos, não me importaria. Era aquilo. Era ele. Enquanto eu ainda estiver aqui.

***

Seria tarde demais? Parte de mim torcia que sim. Mas a outra parte sabia que muita coisa estava prestes a acontecer. Aquele carro estava lá. Nunca havia visto tamanha raiva vinda dele. Era contagiante e sombria. Era como um leão do coliseu. Um demônio sedento por sangue.

— Hora do show – disse por fim, engatilhando a arma.

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Notas finais longas...

Olá leitores, tudo bem? Sei que muitos vão precisar ler os capítulos anteriores para lembrar da história e peço desculpas por isso. Nesse ano muita coisa aconteceu na minha vida pessoal. Tive problemas de saúde e estou passando por alguns acompanhamentos médicos. Vou poupar vocês dos detalhes, mas espero que entendam. Foi muito gratificante para mim finalmente conseguir escrever de novo e postar aqui me deixa com uma tremenda alegria. Eu me sentia mal todas as vezes em que abria o word e nada saía. Eu ficava muito triste por não conseguir fazer mais nada e ainda mais por decepcionar todos vocês. Eu pretendo sim terminar a fanfic, e com toda essa inspiração pretendo continuar a shortfic de Kuroko no Basket.

Bom, esse foi um capítulo diferente... Eu introduzi mais do que eu pretendia esse personagem e achei que era digno dar a ele uma perspectiva no meio de toda essa bagunça de Beyond.

Perdoem os erros, como eu disse estou sem beta. A Holly me acompanhou por um tempo e me deu dicas maravilhosas, mas ela também se envolveu com a vida pessoal dela, então vou encerrar a fanfic sem beta.

Espero que tenham gostado, e se possível, aguardem os próximos capítulos!

Notas finais
Um feliz 2016 para todos!