Say - na Sua Sombra Eu Posso Brilhar.
16 Capítulo 16- Tomando uma posição.
Notas iniciais
Mas isso somente se, se interessarem pela fanfic!
O link: https://www.fanfiction.com.br/historia/235902/Srta._Kaulitz
“— A comida está maravilhosa — Jamie elogiou, recebendo um sorriso simples de Bill.
O homem sentou-se ao lado e provou de sua própria comida. Jamie tinha razão, estava maravilhosa; dessa vez ele havia se superado. Sorriu.”
—Minha casa é aquela ali— Nandy falou, e apontou para uma casa amarela e branca enorme.
Bill estacionou o carro bem frente a casa e logo foi buscar a garota no colo, levando-a a porta enorme, juntamente a mim.
Toquei a campainha e logo em seguida uma mulher idosa atendeu.
—Até que fim, pensei que iria ter que perder meu tempo indo buscar você! — exclamou uma mulher, fazendo sinal para que Nandy entrasse.
A garotinha havia fechado a cara desde que saiu do carro, e agora fazia menção de descer do colo de Bill, fazendo com que o mesmo a deixasse no chão segundos depois.
—Anna, esses dois são Bill e Jamie, meus amigos— falou Nandy, encarando a mulher a sua frente-Pretendo sair com eles daqui a adiante, portanto, não ligue se eu não estiver em casa...
—Como seu eu precisasse desse aviso para não ligar— a mulher falou seca, em seguida dando um bocejo— Vamos, entre logo menina. Não tenho o dia todo.
Nandy acenou com a mão para mim e para Bill, fazendo-nos sorrir, e entrou na casa.
Logo recebemos a mulher fechando a porta em nossa cara.
(...)
Bill desligou seu carro, e colocou as mãos sobre o volante, abaixando sua cabeça.
—Não quero que brigue com ele.
Estávamos exatamente em frente à opulenta casa que me hospedaria durante “não sei quanto tempo”, olhei para a porta e logo vi do que ele estava falando.
Pela porta da casa, agora saía o belo rapaz de tranças negras, acompanhado por uma mulher morena, de seios enormes e cintura fina, aonde ele descansava o braço direito. Tom parecia com raiva.
Então, –devagar – as lágrimas caíram por meu rosto.
Os dois caminharam até um carro a nossa frente, entraram cada um por um lado. Logo o vi partir.
Bill levantou a cabeça e me viu aos prantos. Ele sabia que eu gostava dele, do seu irmão. Sabia que por mais que eu houvesse o beijado, eu gostava de Tom.
— Por que as pessoas acham que tem esse direito absurdo de machucar o coração alheio? — indaguei exasperada, desejando impetuosamente que um piano caísse em cima do culpado pelas minhas lágrimas, que aos poucos, manchavam meu rosto – que devia estar vermelho -, caindo em sincronia pelo meu queixo e se desmanchando em meu colo.
— Ele gosta de você- me olhou, e enxugou uma lágrima com seu polegar.
—Não, ele não gosta. Ele sente pena de mim, ele foi tão legal comigo aquele dia porque sentia pena, ou no máximo, queria ser meu amigo- e a magoa e tristeza continuavam a transbordar por meus olhos — Eu não queria acreditar em tamanha sacanagem que falavam do Tom, porque eu acreditava nele!
—Esse tipo de comportamento é normal dele, Jamie.
—Eu deveria ter ligado para tudo que lia sobre ele. Todos estavam certos, a mídia estava certa— Enxuguei meu rosto com as duas mãos— Eu não quero gostar dele, Bill— Me joguei em seu pescoço, enterrando minha cabeça lá.
Eu sentia seu perfume natural, enquanto seus dedos tamborilavam em minha costa, me acalmando.
—Tudo vai melhorar. Você vai ver.
(...)
P.O.V Joy (Narrador)
—Jamie, venha jantar!
Bill gritou na beira da escada, chamando a garota loira que, provavelmente, deveria estar tomando um banho. Coisa, que, aliás, ele precisava fazer antes de dormir.
Já passava das 20:00 P.M, e o rapaz moreno estava na cozinha, preparando seu famoso espaguete. Estava despejando a comida em dois pratos – ele tinha plena consciência que seu irmão não iria dormir em casa esta noite – quando ouviu os passos na escada e logo Jamie apareceu na entrada da cozinha.
Ambos nunca tinham se visto tão naturais.
Bill estava sem maquiagem, sem camisa. Somente usava uma calça de moletom preto, deixando à mostra metade de sua estrela – aonde Jamie fez questão de parar o olhar, logo depois de passar o olhar pelo peito nu e musculoso do mais novo Kaulitz.
Bill havia percebido, porém não ligou, ele tinha orgulho de depois de anos sendo chamado de anoréxico e magrelo, ter um corpo daquele jeito.
Por um breve momento, Jamie se perguntou se não estava começando a gostar do gêmeo errado.
Ah Jamie. Ela estava com um vestidinho azul de algodão com alcinhas, que batia um pouco acima do seu joelho e marcava logo abaixo de seus seios médios, que para Bill – não que ele já os tivesse visto descobertos- eram perfeitos. Além disso, usava por cima uma espécie de casaco de um pano extremamente fino, tão fino que ele conseguia visualizar sua pele fina cor de salmão.
Nós pés usava uma cablee boot marrom, no pescoço um cordão – visivelmente de prata – com a escrita “Believe” , e em um dos dedos da mão esquerda um anel, onde duas pequenas mãos seguravam um coração.
— Que cheiro bom! — a garota exclamou e logo seguiu até a mesa se sentando, pegando seu prato e se pondo a comer.
Bill ainda estava impressionado com o que havia visto. Ela estava tão linda, tão natural com aquele cabelo louro branco ainda por secar, tão formosa com o vestido que valoriza seu corpo. Que para sair daquilo – e também para espantar o silencio pavoroso que se instalava naquela casa – ele correu até a sala e ligou o rádio em uma estação qualquer, voltando à cozinha rapidamente.
— A comida está maravilhosa — Jamie elogiou, recebendo um sorriso simples de Bill.
O homem sentou-se ao lado e provou de sua própria comida. Jamie tinha razão, estava maravilhosa; dessa vez ele havia se superado. Sorriu.
(...)
Canalha, era isso que seu irmão era. E Bill sabia disso, mas ele jamais acreditou que Tom seria capaz de machucar a garota que – a menos de um dia- havia admitido que estava apaixonado.
Lá fora, o céu ainda estava escuro, mas e as luas e as estrelas estavam afogadas por debaixo das nuvens que por ali passavam.
— Que frio — Bill demandou, falando sozinho. O homem tentou se acomodar melhor com o fino lençol que o cobria no sofá da sala.
Não era nem cinco da madrugada ainda, mas ele estava acordado. Não conseguia dormir. Depois que Jamie havia chegado, ele, seu irmão e os G’s – que estariam na cidade por mais duas semanas – não haviam mais frequentado o estúdio de noite, e ele sentia falta disso. Mas não era por isso que não conseguia dormir, ele sabia bem disso.
Estava esperando por Tom.
Esperando para lhe dar um belo sermão.
Bill havia sonhado que Jamie se casava com Tom. Ele sabia que os dois se gostavam, que o destino os queria juntos, mas ele também sabia que estava gostando da loira.
Não, Bill nunca seria capaz de falar isso a ela, de falar que aquele beijo que havia dado nela havia significado muita coisa para ele e, principalmente, roubar a garota de seu irmão – por mais que ele estivesse merecendo aquilo.
Por um momento desejou ser mais egoísta.
Trinta minutos depois a porta foi aberta, e Bill rapidamente voou os olhos para o rapaz.
—Seu merda, como pode fazer isso com ela?
Bill gritou com seu irmão, mas este pareceu não ligar, teimando em subir as escadas. É. le Tom jamais o escutaria.
“Muitas vezes o destino te propõe algo porque sabe que você não aceitará e procurará o certo.”
Notas finais
Shanndra_483 obrigada por ter dito se pudesse, me dava um modem :P
Obrigada também a todas que me desejaram boa viagem.
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