Notas iniciais
OOOOOOOI, GENTE!!!! Tudo bem com vcs??? Como passaram a semana?? Espero que bem! Enfim, cá estou eu, com um novo capítulo, uma semana depois!!! Queria avisar que não vou postar num dia certinho, ok?? É no decorrer da semana, só pra ficar claro. Whatever, curtam a leitura ;)

*Sam*

— A gente tem que ir atrás deles. – Rose disse nervosa. – Talvez eles estejam aqui perto, ainda.

— Crowley! – Virei-me para o demônio. – O que sabe sobre isso?

— Alce, a única coisa que eu sei é que ou Lúcifer ou Miguel está com um exército e com seus amiguinhos aí. E sei também que eles não vão parar até se destruírem, e em consequência destruir o mundo! Então é melhor agirmos rápido, e juntos.

— Está bem. – Rose posicionou-se. – Castiel, consiga o máximo de anjos que conseguir, vamos precisar de qualquer ajuda. – Castiel assentiu com a cabeça, e no instante seguinte sumiu. – Mas é o seguinte, Crowley, se você ou algum dos seus demônios ousarem nos trair, eu aniquilo toda a sua raça. – Ela ameaçou, apontando a faca de matar demônios na garganta dele. – Deu pra entender?

— Não se preocupe, Rosemarie, vou garantir que nada aconteça a você, ou aos seus amigos. – Ele afastou a faca de seu pescoço, e Rose lançou um olhar mortal pra ele. – Eu vou chamar meus demônios. Tem um hospital que foi abandonado a cinco quarteirões daqui. Nos vemos lá a meia noite. – Então ele sumiu, sobrando apenas eu e Rose. Assim que ele foi embora, vi sua feição e seu corpo relaxarem. Então, ela entrou no quarto e bateu a porta.

Esperei um tempo até ela se acalmar, alguns minutos talvez, até entrar no quarto novamente. Bati de leve na porta, e abri uma pequena fresta. Como ela não disse nada, entrei. Rose estava pegando armas e roupas, o máximo que podia. Ela estava nervosa, e parecia chateada também.

— Quer conversar? – Eu me sentei na cama, e observei enquanto ela caminhava de um lado para o outro recolhendo roupas e armas.

— Não temos tempo para conversar, Winchester. – Ela disse sem parar o que estava fazendo. – Clarisse e Dean estão nas mãos de uma das piores criaturas da Terra, acho que não dá tempo pra conversar. Além disso, a gente tem que... – Antes que ela pudesse continuar, eu me levantei e bloqueei sua passagem. – O que está fazendo? Saia da minha frente.

— Rose. – Eu olhei nos olhos dela. – Vamos conversar. Tem alguma coisa que está te incomodando. Isso tem alguma coisa a ver com Crowley? – Ela me olhou por uns instantes até respirar fundo, e se acalmar um pouco.

— É claro que tem. O que mais seria? – Eu sentei na cama novamente, mas ela continuou de pé. – Eu cresci pensando que meu pai seria alguém normal, como um professor ou um dono de bar. Nunca imaginei que ele comandasse o Inferno. Minha vida toda eu fui perseguida por isso, porque mesmo nos momentos em que eu não estava pensando nisso, eu tinha pessoas me lembrando. Meu único refúgio eram os antidepressivos, que me ajudavam a esquecer que eu fui abandonada e indesejada. Eu já tentei me matar uma vez por causa disso, quando um idiota que ainda tinha os pais falou para eu “sair dessa”. Como se depressão fosse alguma coisa que pudesse ser sarada com algo que se achasse num kit de primeiros socorros! – Eu não podia escutar mais aquelas palavras sem fazer nada. Me levantei e abracei Rose de um jeito que nunca havia abraçado ninguém.

— Não precisa dizer mais nada. – Eu sussurrei em seu ouvido.

— Às vezes, os medicamentos não estão ligados ao vício, mas à sanidade. Eu sofri toda a minha vida, perdi minha infância, pra no final descobrir que tudo não passava de um demônio. E eu, de uma aberração. – Ela puxava minha camiseta, e eu sentia seu coração batendo rápido.

— Tudo isso pode ser esmagado por você, se você escolher quem quer ser. E se não pode ver algo bonito em você mesma, pegue um espelho melhor, olhe mais de perto, porque tem algo dentro de você que fez com que você continuasse lutando apesar de todos terem dito pra você desistir. Você tem que acreditar que eles estavam errados! Eles tinham que estar. Mas algo é certo: nossas vidas vão ter sempre que ser uma balança, que tem menos a ver com dor, e mais a ver com beleza. – Eu olhei dentro de seus olhos em cada palavra, segurando seus ombros para ela não cair. Nunca vi seus olhos tão frágeis e seus sentimentos tão expostos. Mas isso me mostrou que Rose podia ser humana, que ela era humana.

No momento seguinte, ela pareceu confusa por um instante, mas então avançou no meu rosto, e seus lábios tocaram minha bochecha. Se fosse em qualquer outro momento, eu já teria jogado ela na cama e tirado toda a sua roupa. Mas juro que naquele momento eu queria que seus lábios se fixassem apenas em minha bochecha.

— Talvez... – Ela sussurrou em meu ouvido. – Talvez você seja melhor do que eu pensava, Winchester. – Eu enrolei uma mecha de seu cabelo no meu dedo.

— É. Talvez eu seja. – Ela virou-se e me encarou no fundo dos meus olhos.

Eu podia sentir cada suspiro que ela dava e podia ver cada detalhe de seu rosto. Aproximei meus lábios dos dela e toquei a ponta de nossos narizes. Senti como o coração dela começou a bater mais forte e sorri. No momento em que ia me aproximar mais, ela se levantou. Suas bochechas estavam em chamas.

— Temos que fazer alguma coisa. Por onde acha que deveríamos começar? Sabe, você já enfrentou eles antes, e acho que sabe mais que eu sobre isso. – Ela estava nervosa, e olhava para todos os cantos, menos para mim. De repente, me senti envergonhado, mas resolvi continuar agindo normalmente para ela não perceber.

— Rose, esses caras são complicados. Olhe, eu já passei um ano inteiro preso naquela jaula, e você nem consegue imaginar o que eles faziam comigo.

— Sinto muito. – Ela murmurou.

— Não precisa sentir. Eu só não quero deixar meu irmão perto deles. Perto de qualquer um deles. E eu sei que você sente o mesmo em relação à Clarisse. Enfim, eu acho que a melhor maneira de começarmos é procurando a Morte.

*Clarisse*

Não escutamos e nem vimos nada desde o momento em que eles entraram no quarto. A última coisa da qual me lembro era de ver alguns homens, provavelmente demônios, entrando no quarto e levando todos nós.

Agora sei que estamos num carro, com olhos vendados e bocas amarradas. Posso sentir que tem alguém ao meu lado, mas não tenho ideia de onde estão Dean e Adam. Pode ser que estejam neste mesmo carro, ou pode ser que estejam a milhares de quilômetros daqui. Não sei o que seria pior.

O carro parou. Ouvi o barulho de portas batendo, até que senti braços me puxando. Me debati freneticamente, até que deram um soco em minha barriga. A dor era extrema, e fazia eu praticamente ver estrelas.

Andamos um pouco, até que finalmente chegamos em algum lugar. Foi aí que tiraram minha venda e desamarraram minha boca. Olhei para a pessoa que me segurava.

— Adam? Como você... Como você...? – Ele revirou os olhos, e me empurrou para dentro de uma cela.

— Adam não está mais aqui, querida. Ele já se foi. – Estreitei meus olhos.

— Miguel. – Deduzi, finalmente. – Ouvi falar de você. E se você está aqui, provavelmente... provavelmente Lúcifer também está.

— Mais rápido do que eu pensei que seria. – Ele sorriu.

— Onde estou? – Eu sei que foi uma pergunta boba de se fazer, mas não custava nada.

— Ah, minha cara, só posso lhe dizer que você está em um castelo protegido de todas as maneiras que você possa imaginar. Não tem jeito de você ou seu amigo saírem. Contudo, a localização ainda não posso te dar. Há... medidas de segurança que ainda tenho que ter, se é que me entende.

— Por quê? Por que está fazendo isso comigo? O que eu fiz? – Eu praticamente suplicava, ajoelhada, caída diante do arcanjo.

— Você? Nada. Mas deixa eu te contar uma historinha. Há um tempo, um cara chamado Sam Winchester me jogou dentro de uma jaula, junto com meu irmão Lúcifer. Era um lugar horrível, acredite em mim. E sua irmãzinha, a tal da Rosemarie, acho que é esse o nome dela, me ajudou a sair de lá. Não por vontade própria, claro, mas ajudou. E sabe o que eu descobri? Que ela é a joia do meu amiguinho Sam Winchester! – Ele riu. – E você e o outro Winchester são o melhor jeito de atrair nossa Rosemarie e Sam. Eu quero que ele veja seu tesouro sendo torturado até a morte.

— Ela é minha irmã! – Gritei. – Ela não fez nada de errado!

— Oh, eu sei, minha querida. Mas infelizmente, temos que fazer sacrifícios. Você, inclusive, é um, sabia disso? Acha que me agrada ver alguém tão bela e inteligente presa e machucada? Mas é o melhor jeito de conseguir minha vingança.

Notas finais
E ai, galeraaaa?? O que acharam? Legal?? Chato?? Entediante?? Fofo?? Me digam!!!! Faz muiiito tempo que não comentam, estou ficando decepcionada. É sério. Por favor, é importante a participação não só minha, mas dos leitores também. Afinal, senão vou achar que estou escrevendo para fantasmas. Por favor, comentem!! Até semana que vem, Bjs :);)