Sangue Frio
2 Capítulo 1
Notas iniciais
O que posso adiantar a vocês é que esse capítulo é explicativo e se passa no passado de Renesmee, onde a estória se inicia e o que fora uma one um dia, mas como eu disse anteriormente, melhorada! Sem mais, uma ótima leitura!
[N/C] Olá meus amores, como vai?
Não vou prolongar aqui, mas o que posso adiantar é que o primeiro capítulo está bastante esclarecedor, então prestem a atenção e boa leitura
- Tenho que ir. – Renesmee disse sorrindo e abraçando sua amiga Claire.
— Renesmee... – Claire já pedia com a voz doce – Dorme aqui garota, sabe que é perigoso, já anoiteceu e sua mãe ainda não deve ter chegado do trabalho. Tenho um mau pressentimento, meu coração está apertado. – a amiga alertou.
— Isso é bobagem, sua boba! – Renesmee brincou apesar de um pequeno calafrio passar por sua espinha — Não, eu vou. Já sai daqui antes de noite, lembra-se? – Renesmee sorriu e a amiga sorriu também, mas ainda assim com a preocupação nos olhos – Não se preocupe, assim que eu chegar em casa te ligarei. – e então Renesmee saiu sem nem ao menos esperar a resposta da amiga.
Fazia frio e algumas nuvens carregadas encobriam o céu com rajadas de ventos e relâmpagos, a ruiva apressou o passo, observando tudo ao seu redor deserto, a casa em que mora fica a dois quarteirões da casa da amiga e se apressasse mais um pouco chegaria lá antes da chuva começar. Renesmee sentiu um frio na espinha e uma intuição de que alguém a olhava, olhou para os lados não encontrando ninguém, continuou andando e então o local que desde pequena teve medo estava a sua frente, um pequeno beco que dava passagem rápida para casa, era longo e escuro até em dias ensolarados. Renesmee piscou os olhos adaptando-se um pouco à escuridão quando adentrou o beco mal iluminado, os relâmpagos ajudavam na direção cada vez que clareavam o local, a ruiva sentiu a presença de alguém e logo o som de passos quase que correndo em sua direção, o coração da ruiva disparou como nunca havia feito, a ruiva acelerou o passo ao ponto de quase correr, mas já era tarde para Renesmee, o monstro a pegou pelo pulso fortemente fazendo com que ela se virasse dando de cara com aqueles olhos, um relâmpago clareio mostrando a face daquele ser abominável.
Ela sabia quais eram as intenções do homem a sua frente, assim que viu seu olhar passando por todo o seu corpo como se fosse algo comestível que ele necessitava experimentar e não mediria forças para ter. O olhar de luxúria era visível até mesmo de longe.
— Não... – Renesmee sentia o bolo travando em sua garganta e uma fraqueza possuir seu corpo – SOCORRO! SOCORRO! – gritou tentando se soltar das mãos do seu abusador
— Xiiu... Vamos belezinha, vai ser muito gostoso... – ele disse enquanto tentava beijá-la, não se importando se alguém chegaria, mas ele sabia muito bem o que fazia e sabia também que não teria ninguém para salvar a menina em seus braços.
“Não... Por favor, não.”
(...)
Renesmee está molhada, sentindo-se imunda tanto no corpo quanto na alma, sentindo nojo de si mesma.
A ruiva fraca demais vê seu violentador partir sem conseguir fazer nada, ela continha as lágrimas que deveria derramar. Doía tudo na garota, mas o que mais doía era saber que Dalí em diante ela nunca iria se esquecer desse dia ou do rosto dele.
Em um ato de desespero a ruiva começou a jogar e a esfregar terra molhada em si mesma, como se fosse a purificar. Tudo parecia mais limpo do que aquele monstro, do que ela própria.
Renesmee se levantou com dificuldade, sentindo cada parte do seu corpo doer e ranger, suas pernas tremiam e cambaleavam até a saída daquele maldito lugar. Sentiu a claridade atingir seus olhos, mas sua mente não processou nada do tempo. A dor era maior e a vergonha andava junto com ela.
“COMO DOI!” – Renesmee queria gritar, mas não conseguia, só uma lágrima rolou pelo rosto imundo da ruiva pálida no meio da cidade que estava em seu amanhecer.
Com um grande alivio em seu coração avistou sua casinha, sua proteção estava ali, a espera da ruiva. E então antes que ela pensasse mais em algo sentiu uma mão em sua cintura.
“Não, novamente não.” – implorou e pulou alguns passos para trás como uma gata arisca.
— Sua mãe está preocupada. Onde você esta... – Nahuel disse e então ao olhar o estado da amiga, a frase morreu – Meu Deus! Renesmee o que aconteceu com você? – Renesmee se jogou em um abraço fazendo com que os dois caíssem sentados e a ruiva finalmente deixou com que as lágrimas viessem mais fortes – Seus braços estão roxos... S-suas coxas – ele passou a mão e a ruiva se levantou em um pulo. O rosto de Nahuel foi ficando pálido cada vez mais – Quem lhe fez isso?
Renesmee virou o rosto para que ela não visse o olhar que ele faria. De piedade.
— Q-q-quero ir pa-para casa. – a ruiva disse com alguma dificuldade. Nahuel se aproximou com cuidado e com o olhar pedinte a garota deixou que ele a carregasse, ela sentia que iria cair a qualquer momento. Então a ruiva começou a libertar todo o choro que até ali havia engolido, sentia muito frio, muita dor e um nada ao mesmo tempo.
— Renesmee! – escutou a mãe gritar preocupada. – O que aconteceu? – Bella perguntou ao menino que carregava sua filha visivelmente nervosa. Renesmee não tinha coragem de encarar a mãe, não queria ver a dor nos olhos da que mais ama.
Ouve-se silêncio, Bella analisava a filha com cuidado e se viu horrorizada. Não queria acreditar nos pensamentos certos que martelavam em sua mente.
— O que houve com ela Nahuel? O que houve com minha filha Nahuel? O que fizeram com minha menininha? – disse Bela em desespero nítido com tom de choro misturando a dor.
— E-eu... Acho que... – Nahuel começou a dizer.
— Não diga nada do que está pensando! – Bella gritou desesperada – Me dê meu bebê. Dê-me ela. – Nahuel passou para a mãe e ela a pegou sem nenhuma dificuldade, mas logo colocou a ruiva no sofá. Renesmee não abria os olhos, já era difícil imaginar como a mãe estava, olhar para a mãe naquele momento era como se colocasse uma arma em sua própria cabeça. – Renesmee Carlie olhe para mim! – Renesmee abriu os olhos instantaneamente com a voz de comando que Bella usava quando queria algo ou dava bronca na ruiva, mas quando abriu se arrependeu de imediato. Os olhos de Bella eram pura dor e estes estavam banhados de lágrimas. – Querida estou contigo, sou sua mãe, mas vou ter que ligar para a policia...
A ruiva assentiu sentindo certo torpor mesmo que ainda doesse tudo e a recordação ainda insistisse.
-
— Positivo. – foi a sentença que a médica deu sem rodeios – Quando quer marcar o...
— Eu posso pensar? – Renesmee perguntou antes que a doutora pudesse pronunciar aborto.
— Pensar? – Bella e a médica perguntaram ao mesmo tempo.
— Meu amor... Você não precisa disso. Você sabe, não sabe? É só tirar. – Bella sorriu docilmente.
— Eu vou pensar, esse ser não teve culpa de nada e... Estou confusa, aconteceu tudo tão rápido que eu... – Renesmee pôs a mão na cabeça em desespero.
— Você vai sobreviver. – Bella disse com um tom forte passando confiança para a filha que lhe deu um sorriso mínimo.
— Obrigada mãe, eu decidi, vou ter o bebê, só não sei se vou criá-lo. – Renesmee decidiu, não iria matar um ser que não tem culpa alguma do que havia acontecido a ela.
— Renesmee posso lhe dar alguns dias para pensar, é muito nova e tem uma vida toda pela frente, não precisa. – a médica disse, mesmo que fosse contra o aborto, nesses casos o preferia.
— Tudo bem, mas eu já sei minha resposta. – e a ruiva sabia e ela o teria.
(...)
— Nahuel não precisa disso... Seus pais vão ficar loucos e eu não quero isso para sua vida e...
O moreno calou a boca da ruiva com o dedo.
— Sei que pensa que isso é um sacrifício para mim, mas a verdade é que não é. Tenho que lhe pedir desculpas, eu fiquei assustado quando disse que iria ter o bebê e, por favor, não me interrompa agora, mas... Eu sempre fui apaixonado por você desde que éramos criança, nunca tive coragem de lhe dizer e sei que agora não é o momento certo para você, mas eu lhe peço, me dê uma chance, serei o que você quiser e serei o pai dessa criança. É tudo que peço.
— Nahu... – a ruiva choramingou abraçando o amigo – Eu não sei o que lhe dizer, realmente não é o momento de ter me dito, meu coração arde com as feridas e eu me sinto ridícula, mas eu preciso de você aqui comigo e preciso que alguém seja um pai para essa criança e eu confio em você. Sei que será o melhor pai que eu poderia encontrar para essa criança, mesmo que eu não sinta amor por ela, eu quero que ela tenha uma família completa. Obrigado mesmo.
Nahuel abraçou mais forte a ruiva aconchegando-a em seus braços e lhe deu um terno beijo na testa da até então amiga.
Os meses passaram-se rápidos, Renesmee já estava em seu nono mês e os vizinhos ainda faziam comentários de mau gosto, os “sogros” de Renesmee não queriam ouvir falar do filho e muito menos do suposto neto, ficaram decepcionados pelo filho ter engravidado uma moça sendo tão jovem, Nahuel não ligou, ele prometera a Renesmee que ficaria com ela até o dia que a relação que os dois mantinham não pendurasse mais. A verdade é que os dois não haviam evoluído tanto durante os meses que passaram, se beijavam, mas se o moreno tentasse um beijo mais apaixonado a ruiva travava, ele entendia, como não entender? Renesmee havia perdido sua pureza quando não queria e de forma brutal, era de se esperar que por um bom tempo ela se fechasse para relacionamentos e ele sabia desde o principio que isso aconteceria e ele teria paciência, ele a ama e aguentaria o tempo que ela tivesse que aguentar e a teria por completo na hora certa.
O nascimento da criança não demorou, não foi uma felicidade para Renesmee, ela temia esse dia e para a ruiva não sentir tanto os efeitos por ser tão jovem. Com muito suor do trabalho de Bella foi pago o parto cesariano mesmo tendo passagem para o bebê, nasceu um menino forte e branquinho com o cabelo preto, os olhos eram mel esverdeados, saudável como deveria ser. Renesmee não pôde evitar sentir nojo à primeira vista do menino, olha-lo ainda mostrava que ele era filho daquele monstro e olha-lo era como estar de novo sendo abusada, entretanto, mal sabia ela que este bebê seria seu maior amor.
— Qual nome dará ao meu neto?
— E ao meu filho? – Nahuel disse sorrindo.
Ambos estavam no quarto e Bella estava com seu neto em seu colo enquanto o mesmo dormia.
— Podem escolher. – Renesmee disse olhando para a janela de vidro que ia do teto ao chão do quarto dando-lhe a vista da cidade de Nova York.
Bella e Nahuel se olharam, sabiam bem que seria assim. Renesmee se sentira incomodada quando eles faziam carinho na barriga dela e quando o bebê chutou pela primeira vez em sua barriga ela destruiu alguns objetos pela raiva. Foi uma gestação difícil, às vezes a ruiva ficava furiosa, mas jamais voltou atrás na decisão.
Os meses foram passando, Renesmee aos poucos foi pegando no bebê, dando o leite materno necessário, para os que não sabiam da verdade, a ruiva estava com depressão pós-parto, agora não era mais vadia e sim a coitada que não aceitava o próprio filho. Mas o amor que Petter necessitava, este era impossível dar ou assim pensava Renesmee durante alguns anos.
Era notável o crescimento de Petter ao longo dos anos, notavelmente branco e com os olhos meio verdes, meio mel, o sorriso que dava orgulho ao Nahuel e a notável esperteza.
— Queria ter a mesma força que você tem. – Nahuel disse beijando a ruiva ao longo da nuca.
— Não sou tão forte como você me diz, sei que só estuda psicologia para me entender.
— Só acho que já se passaram cinco anos e superaria, eu só quero entender.
— Então é verdade não é? Foi por mim? Você sempre quis ser engenheiro e mudou de ideia de uma hora para outra. Eu não acredito. – Renesmee fechou os olhos sentindo as lágrimas rolarem.
O moreno não respondeu, o que Renesmee disse era a pura verdade.
— Eu quero que admita, eu peço, ou melhor, eu exijo!
— Sim, é verdade, ele nem é meu filho e eu já o amo.
— Eu gosto dele, isso não é o suficiente para você? – Renesmee sentou tirando as mãos do moreno de sua cintura. Demorou, mas finalmente os dois eram um casal.
— Não, não é. Ele tem o seu sangue, ele é seu filho, você o escolheu.
— Um erro. – Renesmee disse chorando – O problema é que toda vez que olho para ele, lembro-me de cada detalhe daquele dia e quando ele se machuca eu lembro que o sangue dele, do monstro, está misturada com o meu em Petter, como se fosse um ciclo vicioso. Você acha que eu não tentei amar Petter? Tentei inúmeras vezes, se ele fosse uma menina, tudo seria mais fácil... Tenho medo que ele se torne como aquele monstro.
— Ele não é assim e não será assim. Petter tem a melhor criação que já vi em toda minha vida, você é uma completa ditadora e sua mãe dá o amor necessário para ele. Só acho que você deveria passar mais tempo com ele e não se preocupando em vingança, pois me acusa estar seguindo a carreira de psicólogo, mas está atrás dele querendo se tornar uma advogada, ou seja, o que for. – acusou Nahuel e ele estava totalmente certo, exceto por algo, a palavra vingança, não convinha com o psicológico de Renesmee.
— Não está totalmente certo, eu não quero vingança, eu quero justiça, não só por mim, por toda vitima que ele pode ter feito e por cada caso que tem por aí. – Renesmee disse com o coração fervorosamente o que fez com que o moreno de calasse diante de tais palavras.
-
Renesmee pegou seu canivete de dentro da enorme bolsa e andou até sua casa, a universidade era cansativa, entretanto, gratificante, sabia bem que tinha escolhido a profissão certa, se sente bem com o que aprende e já faz curso para aprender a atirar e sendo uma das melhores da turma é de orgulhar qualquer treinador, mas o que fazia Renesmee ter tudo isso eram seus objetivos, um deles, é morar em outro lugar e levar consigo sua mãe.
— Boa noite mãe. – a ruiva disse fechando a porta, até sabia o que a mãe fazia àquela hora da noite, assistindo os noticiários e no tapete da pequena sala Petter estaria acompanhando a avó. Mas algo estava errado naquele dia ou talvez certo demais, o noticiário que passava era sobre mulheres abusadas sexualmente, Renesmee ao ouvir arregalou os olhos e se sentiu enfraquecida de repente, pega de surpresa.
— MAMÃE. – Petter gritou e abraçou as longas pernas da mãe que só passou a mão de leve pela costa do filho.
Renesmee repreendeu a mãe, mas olhou para a televisão ficando presa ali durante minutos, o menino percebendo que a mãe tinha a atenção totalmente na televisão e nem ao menos tinha dito seu habitual tom seco dizendo um “Oi Petter.”, puxou a barra da calça da mãe, entretanto, não surtiu efeito algum na ruiva, ele olhou para a televisão novamente e depois para a avó que piscou para ele e assentiu. Bella conhecia a maturidade do neto e sabia o que ele faria a seguir.
— Vovó disse que esses homens são maus, que eles forçam as garotas a namorarem. É muito mau o que eles fazem mamãe. Eu nunca vou forçar ninguém a namorar comigo. – Petter disse olhando fixamente a mãe que o olhava e abria e fechava a boca várias vezes sem conseguir pronunciar alguma palavra, uma pequena gota se formou nos olhos de Renesmee e logo várias lágrimas de alegria rolavam pela pele alva da ruiva.
— Porque tá chorando mamãe? Eu fiz uma coisa? Tá triste? – o menino perguntou aflito.
No sofá Bella sorria e derramava algumas lágrimas que não conseguia conter, nunca pensou que o tão sonhado dia chegasse tão rápido para ela, finalmente Renesmee enxergara que Petter não era como o pai biológico, ele tem personalidade própria e seria incapaz de tal brutalidade.
Do batente da porta do quarto Nahuel observava tudo sorrindo, tinha esperado por esse dia mais do que Bella e finalmente poderia ver Petter com uma mãe ao seu lado, com uma família completa e ele sabia que logo ele e Renesmee estariam separados, foi um erro ter tentado ficar com Renesmee durante esses cinco anos, mas não se arrependia de nada do que fizera se arrependeria mesmo é se não tivesse feito. Suspirou apoiando a cabeça de lado no batente e sentindo as lágrimas que vinham lentamente.
Renesmee quando conseguiu se mover, se ajoelhou ao chão para ficar do tamanho de Petter que ainda a olhava preocupada com a reação da ruiva e começavam a cair lágrimas de pânico do seu pequeno rosto. Renesmee sorriu graciosamente para ele, um sorriso leve que há muito tempo não aparecia em seu rosto, ela limpou as lágrimas do menino inicialmente com as pontas dos dedos e depois começou a beijá-lo onde as lágrimas caiam.
— Eu te fiz mal mamãe? – perguntou inocentemente – Disse algo de errado?
— Não. – Renesmee disse com a voz trêmula ainda fitando o menino a sua frente, via a inocência pura no olhar do menino, se perguntou até que dia aquela inocência estaria ali para que ela visse e então o abraçou fortemente.
— Mãe estou sem ar. – disse o menino em uma puxada de ar.
— Desculpe-me. Desculpe-me por tudo. – Renesmee disse soltando-o.
— Tudo bem mamãe, só me senti sem ar, mas ainda to preocupado com a senhora. Porque tava chorando? – ele insistiu novamente.
— Porque a mamãe é uma boba, ela não ouviu algo que as pessoas tentavam lhe dizer, ela não queria escutar, tinha medo. Filho, por vezes a mamãe errou, mas... Oh meu Deus! Eu o amo tanto Petter. – Renesmee disse puxando novamente o filho e dando o abraço que há muito tempo devia para o pequeno. Petter aceitou de bom agrado o abraço de mãe, era quente, confortável e um abraço que nem mesmo a avó poderia suprir, o menino se sentiu de repente amado, mesmo que não soubesse bem o que acontecia, estranhava o jeito da mãe que era diferente das mães dos colegas dele e ali percebeu que Renesmee era melhor do que qualquer mãe que ele tinha visto, pois era somente sua.
— Eu também te amo mamãe. Sempre te amei. – Petter disse sorrindo abraçado à mãe. – Eu te amo do tamanho do universo assim OOH! – e então se afastou e abriu os bracinhos até onde aguentava.
Renesmee não conseguia conter as lágrimas, nunca pensaria que era verdade, ele tinha mais maturidade do que podia imaginar. Ele realmente é filho dela, isso é incontestável, e o pai é Nahuel e mais ninguém. Foi isso que a ruiva pôs em sua mente.
Preparar, apontar, fogo
Não dá mais pra voltar
Apressar, não deixar nenhum vestígio
História pra contar, razão para voltar
A dor da indecisão
Pior que um sim ou não
O tempo nunca volta
Me parte o coração
Pensar que a decisão
Pode ter sido a errada
Despistar, esconder no meu sorriso
Vontade de chorar
Apagar, aceitar que a minha culpa
Não vai adiantar, não dá pra perdoar
A dor da indecisão
Pior que um sim ou não
O tempo nunca volta
Me parte o coração
Pensar que a decisão
Pode ter sido a errada
Preparar, apontar...
Preparar, apontar...
Notas finais
Ela foi humilhada e abusada, não mostrei nem a metade, não quis expor logo no primeiro capítulo tudo o que aconteceu a ela, mas ao longo da fic terão flashes da dor que ela passou.
Espero que tenham gostado e o próximo capítulo... Uma nova Renesmee com mais atitude e sendo delegada...
Beijos e espero que tenham gostado. ♥
[N/C]
Eiiiiiiiita que a coisa foi séria né?
Mas vejamos, nossa Renesmee sofreu bastante, um trauma muito complicado, ainda mais um filho depois de tudo isso, é muita informação.
Agora é que a vida da nossa querida vai começar, e vamo que vamo o/
Só dizendo que a Destiny ta cheia das ideias e eu nem adoro né ? hahahaha
Então é isso amores, até o próximo ♥
Fale com o autor