Notas iniciais
[N/A] Hey Babys, como estão?
Desculpe pela demora, mas espero que gostem do capítulo.
Ah e antes que me esqueça. A música principal da trilha de SF:
http://www.vagalume.com.br/libra/sangue-frio.html

Sem mais...

[N/C] chegamos fubazada linda *------*
Espero que vocês gostem desse cap, pois estou aqui amando hahahaha
Bom, não vou enrolar aqui não beleza? Aproveitem

– Fique quieta! – os olhos do monstro fitavam Renesmee, ele riu e então amassou a boca da menina com um beijo violento. Renesmee o mordeu, sentindo cada parte do seu corpo repelindo o homem que estava em cima de si e então sentiu-se sendo sufocada pelas mãos dele. Arfou em desespero em procura de ar, ele foi afrouxando o aperto aos poucos, mas ainda segurava a garganta da ruiva indefesa.

– Você nunca irá se esquecer...



O alarme do despertador soou e o coração de Renesmee quase saltou pela boca em um ritmo frenético, nenhuma lágrima caiu, a ruiva já estava acostumada, os pesadelos já faziam parte do seu ser há muito tempo.



Havia se passado doze anos desde que fora violentada e sete desde que aceitara o filho, tudo ficou melhor depois do que tudo aconteceu. Conseguiu um estágio, ajudou Bella em casa, terminou a faculdade e conseguiu virar uma policial e com uma “simples” prova passou a ser delegada tendo gabaritado a mesma, o que era quase impossível, mas não para a ruiva, ela tem um objetivo a cumprir.

– Meu pai já está lá na sala mãe. – Petter apareceu na porta com seu habitual sorriso. Renesmee o olhou com carinho os olhos do filho que transbordavam a mesma inocência de sete anos atrás, apesar de saber que o menino sabia de muitas coisas que aconteciam no mundo.

A ruiva saiu com o filho abraçado em sua cintura, os dois riam de algo dito pelo menor e foi assim que Nahuel os viu. O moreno estava mudado, o cabelo que antes era grande foi cortado, usava terno, mas o rosto não havia mudado nada, nenhuma marca de expressão surgia em sua face.

– Pensei que só viesse amanhã. – disse a ruiva abraçando o amigo.

– Sim e seria mesmo, mas o que não faço por meu filhão? – disse o moreno bagunçando o cabelo do filho.

– Ei! – o menino reclamou e os dois riram.

– Vai leva-lo aonde? – perguntou Renesmee preocupada, e não era para tanto, já que é considerada uma mãe coruja.

– Estava pensando em levá-lo ao jogo dos Lakers.

– Sério pai? – o menino gritou extasiado e se virou para a mãe com o olhar pidão – Mãe, por favor, diz que sim?

– Tudo bem.

– Eba! – começou a gritar e a pular.

– Pegou seu boné e o protetor solar? – a ruiva lembrou o menininho branco com os cabelos preto.

– Já vou pegar! – e saiu correndo em direção aos quartos.

– Ele está crescendo rápido. – disse Nahuel olhando em direção aonde o filho havia ido.

– Sim. Bom, mas me diga onde anda a vagabunda da minha amiga? – perguntou a ruiva – Ela não vem aqui faz um bom tempo.

– Desde que noivamos ela tem trabalhado o triplo para me empurrar para o altar. – os dois riram, com o tempo ambos perceberam que o amor que sentiam um pelo outro não passava só de amizade.

Nahuel e Claire acabaram se apaixonando um pelo o outro depois de um ano que ele e Renesme haviam se separado definitivamente, ambos ficaram com medo do que a ruiva pensaria, mas Renesmee ficou feliz pelos dois.

– Mas ela sabe que não é preciso nada disso. – disse Nahuel com o brilho do amor nos olhos.

– O sonho de Claire sempre foi se casar, e fico feliz que seja com você. – a ruiva disse com sinceridade e sorrindo para o amigo – Aceita café? Acho que Bella deve ter feito e...

– Pai já podemos ir! – apareceu um Petter eufórico ajustando um boné escrito Lakers imenso para a pequena cabeça do garoto.

– Pegou tudo? – perguntou Nahuel desconfiado, já que o menino foi muito rápido.

– Sim. – o menino respondeu e Renesmee sorriu sabendo que Nahuel teria que comprar algo que Petter esquecera.

Os três dirigiram-se para a frente da casa enquanto Renesmee e Nahuel conversavam.

– Passa lá em casa. Aposto que Claire está com saudades tanto quanto você.

– Ah, quem me dera ela ter saudades de mim, mas quem sabe se ela fizer aqueles cookies gostosos.

– Não sei se ela vai conseguir fazê-los. Ela tem passado mal.

– Como assim? – perguntou a ruiva preocupada.

– Toda vez que faz os cookies ela vomita. Eu já disse para que ela tome cuidado com os pacientes que ela trata. – o moreno deu dê ombros – Mas ela não me escuta, como sempre.

– É, com certeza Claire tem que tomar cuidado com o que pode contrair no hospital. – Ou de você seu lerdo, pensou a ruiva tentando se segurar para não rir.


(...)



Renesmee entrou no departamento de polícia em que trabalhava com seu habitual salto alto (que só desapareciam quando tinha uma missão a fazer), os passos da mulher ecoavam, enquanto telefones tocavam, som de teclados sendo digitados eram escutados em sincronias diferenciadas e pessoas se movimentavam apressadamente pelo local. Onde a ruiva passava, todos a cumprimentavam educadamente e naquela manhã a ruiva estava com ótimo humor e feliz pela amiga finalmente ser mãe e por Petter ter um irmão ou uma irmã futuramente. A ruiva sabia que não teria filhos tão cedo e nem sabia se teria mais do que Petter, além do mais estava na casa dos trinta e o tempo corria e não era a seu favor.


– Prepare-se delegada que hoje as ocorrências estão vindo uma atrás da outra. Está uma loucura. – disse Leah, uma amiga policial e sua assistente,

– Me diga uma novidade... – Renesme debochou – Ao menos não ficamos com tédio.

– Diga por você, estou contando minha férias. – Leah jogou as mãos ao alto teatralmente.

A ruiva riu.

– Bom, mas enquanto não está de férias e agradeço por isso já que não sei o que faria sem você... O que tem para mim hoje?

– Hum... – a morena torceu a boca – Vamos começar pelo mais fácil. Aquela mulher que já foi espancada pelo marido umas dezenas de vez quer retirar a queixa...

– Minha decisão é NÃO. – Renesmee ficou vermelha de raiva pela mulher ser tão baixa – Isso é o mais fácil?

– Sim, posso continuar? – a ruiva assentiu – Aquelas meninas que diziam ter sido pegas por um cara e que descobrimos que na verdade estavam em uma daquelas festas já estão sendo punidas, mas precisamos de um laudo do psiquiatra e de um doutor, sendo que preciso de uma autorização sua para isso... – bufou Leah – E tem uma menina que foi violentada ontem à noite e ela vem hoje para cá. O laudo já está pronto, só precisamos do depoimento e do retrato falado.

– Ok, sabe que horas ela estará por aqui? – perguntou a ruiva.

– Não, ela pode chegar a qualquer momento, por agora é só isso, mas algo me diz que ainda terá mais.

– Sempre tem. – Renesmee disse digitando a autorização do seu primeiro compromisso – Só o depoimento da menina leva algum tempo, sabe que gosto de coisas minuciosas. Mas bem, lembra de Claire?

– Claro, o que tem ela?

– Ela está gravida e o lerdo do Nahuel ainda não percebeu ou não caiu a ficha.

– Sério? – Leah sorriu contente – Ela que lhe disse?

– Aquela gorda nem tem ido lá em casa e nem me convidou para ir na dela, quem dera me informar isso, foi o próprio futuro papai.

– Como? – perguntou a amiga confusa.

– Ele contou que toda vez que ela faz cookies, ela vomita... Então, o que mais seria?

Leah levantou as mãos em rendição.

– Você é mãe, então tudo do que dizer é verdade, mas até eu sei disso.

– Homens são tão lerdos. – as duas disseram ao mesmo tempo e riram.

O dia passou com a agitação de Nova York em seu auge, os telefones não paravam de tocar e ao decorrer do dia a presença do cheiro de café já era o habitual.

Renesmee beliscava o seu enquanto alternava entre digitar e bebe-lo.

– Eu quero que liberte meu marido! – uma senhora com o olho roxo entrou gritando na sala de Renesmee, a ruiva não se abalou, só a olhou divertida e com olhos cínicos.

– O que está pensando de nossa delegacia senhora Campbell? Que brincamos ao serviço? Por favor, retire-se de minha sala. – e então começou a digitar novamente.

Antes que a senhora Campbell pudesse pronunciar algo, foi retirada por dois policiais da sala enquanto gritava.

Renesmee olhou a cena que se tornava habitual, porém dessa vez não liberaria o senhor Campbell.

– Como pude ser tão boba ao deixar essa mulher tomar do meu tempo? – se perguntou Renesmee.

– Porque você é uma pessoa boa. – respondeu Leah entrando na sala – Preparada para um depoimento?

– Como sempre. O escrivão?

– Estão todos a sua espera.

Renesmee se dirigiu a sala apressadamente, ao entrar na pequena sala, havia uma senhora com cabelos curtos e corpo miúdo, vestia-se bem e uma menina com os cabelos pretos e grandes que escondiam boa parte do rosto dela, assim que Renesmee pôs os olhos na garota, ela soube.

– Olá, sou Renesmee Cullen, a delegada que cuidará do caso de Mandy Brandon. – disse a ruiva apertando a mão da mãe e em seguida da menina.

– Olá delegada Renesmee, sou Alice Brandon, mãe de Mandy. – o olhar que Renesmee viu em Alice, era o mesmo olhar que viu a doze anos atrás em sua mãe, mas já fazia um bom tempo que via essa dor nas mães e nas vítimas. Ela sabia da dor da vítima, mas jamais iria querer saber como era de uma mãe.

– Bom, está preparada para nós contar Mandy? – perguntou Renesmee cruzando as mãos na mesa. A menina ficou em silêncio – Sei que nunca está, nunca é fácil contar e relembrar os fatos, mas é preciso, temos que ajudar você e outras pessoas que ele possa fazer mal.

– Conte a eles minha filha, assim como contou para mamãe.

– E-eu... – a menina disse trêmula.

– Vamos fazer assim. Vai contar tudo que sabe olhando para sua mãe.

Mandy olhou nos olhos de Alice e começou a narrar o seu sofrimento que começou por um descuido e por desobediência a mãe já que fora a uma festa, mas nada lá aconteceu, foi quando saiu da festa e não tinha nenhum ônibus, táxi ou um amigo para levá-la para casa e teve que ir a pé.

Renesmee se arrepiava com os detalhes que ela contava, o escrivão não parava sequer um minuto, sem pausa nenhuma a menina acabou de relatar e depois chorou.

– Mandy precisamos que se acalme. No seu exame de delito não foi encontrada nenhum vestígio que possamos identificá-lo, então temos o retrato falado... Consegue se lembrar do rosto dele?

– Eu nunca vou esquecê-lo. – Mandy disse com a voz sombria e baixa.

– Então nós veremos daqui há alguns minutos. Tente se lembrar de cada detalhe que conseguir, quanto mais próximo chegarmos, melhor para encontrá-lo.

Renesmee saiu da sala, respirando fundo.

– Renesmee você está bem? – perguntou Leah.

– Estou, claro que estou. – Renesmee disse apressada – Vamos tenho muitas coisas a fazer e um retrato falado demora algumas horas.

As duas entraram na sala e Renesmee se sentou digitando e tentando tirar do pensamento o olhar angustiante da mãe e da filha, mas foi interrompida por Leah.

– Renesmee sabe você já pensou em fazer um retrato falado? – perguntou Leah.

– Como?

– Sabe, de quem te... – Leah não terminou, pois sabia que Renesmee entenderia. Leah era a única a saber da história da ruiva.

– Na época não fizeram, mas eu tenho uma. Está naquele envelope pardo que coloco virado para baixo e em baixo da minha arma.

– Oh. – foi o que a morena conseguiu pronunciar no momento – Posso ver?

– Claro. – a ruiva disse destrancando a gaveta, tirando a arma de cima e entregando o envelope pardo para a amiga.

A morena tirou o retrato falado com cuidado e lá estava o monstro que havia machucado Renesmee, e até mesmo naquele retrato falado os olhos dele eram desejosos, raivosos e escuros. Cabelos pretos e pelo que parecia branco.

– Como Mandy não tenho como saber se os olhos são escuros ou claros ou a cor da pele dele, mas eu acho que é branca como a minha... Por causa de Petter. – sussurrou Renesmee para si mesma a última frase.

– Tem sentido. Tenho impressão que já vi ele em algum lugar, mas acho que é só impressão minha. – foi só o que a morena disse colocando o retrato falado no envelope pardo e entregando para a ruiva.

Leah deixou Renesmee digitando, foi até sua mesa resolver alguns assuntos. Pegou um café na máquina e saiu andando pelos corredores da empresa.


Renesmee havia digitado quase todos os relatórios quando Leah entrou com um envelope em mãos e assim que entrou começou a abrir. Leah sempre era impulsiva e gostava de saber das coisas que aconteciam primeiro, então sempre deixava que ela abrisse esse tipo de coisa. A ruiva esperou enquanto a morena puxava o papel e então Leah começou a ficar branca e sua respiração se acelerou.


– Ele é tão ruim assim? – perguntou Renesmee brincando, não obtendo resposta da amiga – Leah... Você está me angustiando...

– Eu... É... ele. – gaguejava Leah.

Renesmee bufou e puxou o fino papel da mão de Leah e então olhou. Os cabelos, os olhos, o nariz, a boca... Apesar de alguns tamanhos diferenciados do nariz já dava a entender que era o violentador de Renesmee, o qual a ruiva toda noite se perguntava se ele não estaria por aí fazendo outras vítimas e agora a ruiva tem certeza, ele estava por aí, destruindo corações jovens e esperançosos.

Renesmee tremia.

– Leah não tem graça pegar o retrato falado que lhe entreguei, eu não gosto que brinque com isso.

– Eu entreguei o seu retrato falado Renesmee... É o retrato falado que Mandy Brandon relatou.

Renesmee ficou por segundos estática ali no meio da sala. Seu rosto eram várias expressões, maioria sentimentos ruins. Ela olhou de novo o retrato falado e então a pergunta que se fazia durante todos esses anos fora respondida. Ele continuava a abusar sexualmente de garotas indefesas e durante a calada da noite.

– Renesme... – chamou Leah.

– Onde Mandy está?

Antes que Leah pudesse responder a ruiva, Alice e Mandy entraram na sala.

– Desculpe pelo o atraso, Mandy e eu estávamos no banheiro.

– Sentem-se. – Renesmee disse em sussurro a apontando para as cadeiras.

– Está se sentindo bem? – Alice perguntou percebendo pequenas gotículas de suor descerem pelo o rosto da delegada.

– Sim, só um pouco nervosa, mas creio eu que já vai passar. Sempre passa. – disse sentando-se.

– Esse homem já é conhecido por aqui, Mandy não é a única vítima dele, houve outras, na verdade só Mandy e mais uma garota o denunciaram, faz anos que ela... – Renesmee pigarreou – E eu não sei como encontra-lo, serei sincera sempre com vocês duas, e mesmo que eu o encontrasse não sei se eu poderia cuidar do caso. – a ruiva balançou a cabeça suavemente tentando analisar os fatos – Mas antes quero que me diga se é o mesmo. – Renesmee destrancou a gaveta e tirou o envelope pardo e então retirou o retrato falado, as batidas do coração da ruiva eram frenéticas.

– É o mesmo? – Renesmee perguntou olhando Mandy nos olhos e soube assim que a menina pôs os olhos no retrato falado.

– É ele sim. Eu disse ao desenhista que o nariz e algumas coisas estavam maior. Foi dessa menina? – Mandy disse pela primeira vez com frases completas.

– Sim. – Renesmee respondeu passando as mãos nervosamente pelo cabelo.

– Mas porque não pode cuidar deste caso? – Alice não deixou passar o detalhe.

– Digamos... Que a menina tem laços comigo.

– Compreendo, apesar de querer que seja você a cuidar do caso mesmo que não leve a lugar algum.

– Tentarei ao máximo para estar neste caso. Mandy se lembrou de tudo? – a menina assentiu ficando muda novamente — Se for se lembrar de algo a mais, pode voltar aqui, cada mínimo detalhe, até a roupa ou o sapato que ele usava são essenciais.

– Podemos ir? – perguntou Alice.

– Claro, vou passar para um dos meus funcionários para digitalizar o retrato falado e mandaremos notícias.

– Obrigada delegada. – agradeceu Alice.

– É meu dever.

A ruiva fechou a porta assim que as duas saíram e encostou a cabeça na mesma sentindo seu mundo dá uma volta de 360° graus.

– Ainda bem que sabe que terei que informar aos demais sobre o caso, sim? – Leah perguntou, apesar de ser assistente e amiga de Renesmee, sabia que era seu dever e de algum modo estaria protegendo a ruiva de perder o emprego que tanto sabia que ela tinha batalhado para tê-lo.

– Eu sei, só me dê um tempo.

– Você viu como ficou abalada ao saber disso? Renesmee você não irá pensar nas consequências dos seus atos. Você definitivamente não está preparada, e se isso você encontra-lo

– Eu fiquei abalada, porque ele continua por ai Leah destruindo a vida dessas adolescentes, e estou de mãos atadas. Sabe como dói ter que dizer que talvez eu não possa ajudá-la? Ter que olhar no fundo dos olhos de Mandy e dizer que as chances de achá-lo é uma em um milhão? Não, você não sabe, nunca esteve na mesma situação, então por favor, não me julgue. – disse Renesmee calma.

– Desculpe Renesmee, mas sei como posso ajuda-la se quer assim. Jacob Black. – a morena saiu deixando Renesmee intrigada, afinal como o Black ajudaria a ruiva.


Leah foi em direção ao digitalizador e pediu para que enviasse para seu computador, pegou mais café, mas desta vez com leite e se sentou, tamborilando os dedos finos na mesa enquanto revisava o que tinha e o que não tinha que passar pelas mãos de Renesmee, um sinal de mensagem apitou no computador da morena, ela cruzou as pernas abrindo o e-mail.


– Puxa, esse garoto é rápido! – disse Leah.

Abriu uma caixa de e-mail para digitar.

“Olá Sr. Black,

Tem tempo para uma velha amiga?

Leah.”

Do outro lado Jacob recebeu a mensagem, estava cuidando de alguns assuntos da reforma do seu departamento, mas atendeu a amiga.

“Olá Srtª Clearwater,

Como sempre tenho, você é que não tem. Tenho saudades da única menina que andava no meio de um monte de machos. Mas por que acho que tem um propósito no meio de tudo isso?”

Leah sorriu.

“Sempre direto, e é porque tem... Fiquei sabendo que seu departamento vai ser reformado e que iria tirar férias, mas te conhecendo bem, vai acabar ficando estressado. Quer trabalhar aqui?”

Jacob fitou o computador ainda sem entender.

“A chefia está querendo tirar férias?”

Leah suspirou percebendo o deboche no e-mail, sabia que não seria tão fácil.

“A chefia não pode representar um caso e eu só confio em você.”

Jacob suspirou e pegou o celular digitando o número da amiga.

– Leah o que está havendo? Porque sua chefe não pode representar? Sei que a senhora Cullen é uma ótima delegada.

– Senhorita Cullen. – corrigiu a morena – E sim, ela é, mas de acordo com nossas leis, ela não poderá representar.

Leah avistou Renesmee saindo apressadamente com a bolsa e mãos, o nervosismo da ruiva era perceptível de longe para a morena.

– Laços afetivos, entendo. Sobre...

– Violência sexual, temos o retrato falado, vou te mandar. – a morena enviou para Jacob que logo recebeu.

– Leah muito engraçado! Pensei que não tivesse tanto humor assim! – o moreno gargalhava pelo celular.

– Você está rindo de que? – a morena disse umas oitavas mais alto do que deveria.

Ouve-se então o silêncio.

– Você não sabe? Claro que não, você era pequena para se lembrar dele, mas...

(...)

Renesmee estacionou o carro perto do meio-fio, seus olhos azuis encontraram Petter brincando de futebol americano com um amigo, a ruiva desceu do carro e com passos largos chegou até o filho abraçando-o.

– Mãe... eu sou muito velho pra isso. – disse o menino com um sorriso brincalhão e afastando a mãe.

– Eu não acho. – disse abraçando-o de novo e aspirando o cheirinho do filho que mesmo suado é o melhor do mundo. Como se Petter soubesse que Renesmee precisava daquele abraço circulou a cintura abraçando-a forte. Renesmee olhou para cima encontrando o olhar de Nahuel sobre eles.

– Eu estou perto de acha-lo. – sussurrou a ruiva e o moreno leu os lábios.

Notas finais
[N/A] O que acharam do Nahuel e da Claire juntos? Quem diria né?
E Petter essa coisinha fofa que vai conquistar nosso coração, haha, ele já conquistou o meu. Petter cresce loogo para eu te bolinar, haha!
E Renesmee uma mulher e delegada decidida, já deu para perceber que ela tem atitude e não vai ser aquela personagem princesinha para ser salva por um príncipe. Ela é muito mais que isso.
E o que o Black descobriu ein? No próximo capítulo >
Até mais babys ♥

[N/C] Não surtar é a palavra que me define neste momento.
Meninas do meu coração, achei muito digno o Nahu continuar amando o Petter do mesmo jeito, mesmo não estando casado com a Nessie né?
E nossa, passou um tempo e nossa delegada mais perfeita apareceu botando para quebrar já! AMO/SOU.
Jacob também me parece carne de pescoço né? Adoro.
Pois é galera, quero agradecer aos reviews, eu e a Destiny estamos mega felizes pelo reconhecimento, obrigada mesmo, e continuem acompanhando porque vem muita coisa por ai.
Beijos L. Lautner