Notas iniciais
[Destiny] Olá girls, saudades? Eu também! Muitas, aliás... Então, esse capítulo dei uma guinada no final, pois tinha grande dificuldade com ela, pois tive que incluir mais alguns personagens de modo que como o anterior ficou picado. Mas tem Jake e Nessie de um modo que nunca viram! Preparados?

Renesmee esticou suas pernas por debaixo da mesa, o sol esquentava seu cabelo, porém não atrapalhava em nada. Ela suspirou, olhando ao redor, estava em uma cafeteria que tinha um grande jardim rodeado por flores e gramas, além de várias mesas brancas estilo vintage. Ela sorri ao ver Claire se aproximando com uma barriga já notável.

– Pesa tanto. – foi a primeira coisa que Claire disse e Renesmee não pôde deixar de rir.

– Olá para você também Clair. – diz Renesmee.

– Ah... Só agora minha melhor amiga e madrinha do meu filho conversa comigo? – pergunta.

– Sabe que estava muito ocupada... – se desculpa.

– Fiquei sabendo.

– Nahuel te contou? – Renesmee força as palavras a saírem de sua boca.

– Nahuel? O que ele tem a ver com is... – Claire compreende rapidamente – Então você o procurou como psicólogo? – pergunta.

Renesmee bufa – Não exatamente, alguém cujo nome não quero dizer pagou a consulta e desabafei sem querer – ela dá de ombros.

– Ou será que foi subconsciente lhe dizendo que ele é a pessoa apropriada a escutá-la? – Claire pergunta e uma garçonete chega.

– O que vão querer senhoras? – pergunta.

– Vou querer um café gelado com barra de chocolate meio amargo e cobertura de chantilly. Ah, duplo. – Claire diz lambendo os lábios – E você Nessie? – Renesmee aponta o café dela ainda de boca aberta com a amiga.

– E-então você acha que Nahuel é a pessoa certa? – pergunta ela ainda se recuperando do choque de ver a amiga comer tanto. Claire comia que nem formiga, bem pouco.

– Por um tempo, sim. E você e Jacob? – Claire levanta a sobrancelha ao ver a amiga se mexer inquieta na cadeira – O que houve?

– Nos terminamos.

– Como? – pergunta perplexa.

– Isso, eu basicamente estava colocando-nos em risco e me metendo no caso até demais. – ela pega o copo e sorve um pouco da cafeína – E durante esses dias estou meio que fugindo do trabalho por causa dele e também quero colocar todos os meus pensamentos em ordem. – suspira – Nahuel me ajudou bastante no primeiro dia, ele me buscou assim que aconteceu já que eu estava e estou sem carro e meu motorista sumiu... Foi uma discussão dramática e pelo que entendi se voltarmos será só quando o caso estiver fechado.

– Ele deve ter tomado essa medida drástica, pois deve ter sido necessária, não foi? – pergunta.

– Sim, eu praticamente disse ao Volturi que eu sabia que era ele, na verdade ele deixou transparecer bem que ele era e a mulher dele também.

– A mulher dele sabe? – Claire disse com um tom horrorizado.

– Sim, mas não posso contar mais que isso. É confidencial. – Claire assente em concordância. – Vamos parar de falar sobre isso ok? E qual é o sexo?

Claire começa a rir.

– Esse ou essa danada não quer mostrar de jeito nenhum!

– Sério? Pois acho que é uma princesinha, geralmente são tímidas e garotas respeitosas. – Renesmee comenta e Claire ri.

– Ou pode ser um menino bem tímido. – dá de ombros.

– Bom, meninos geralmente querem mostrar pra Deus e o mundo seu sexo, mostrar que é homem. Sabe como eles são, então acho que não seja um.

– Vamos ver. – Claire massageia a barriga – Sinta! – grita entusiasmada. Renesmee ri e coloca a mão sentindo o pezinho do bebê em sua mão, seus olhos lacrimejam – O bebê gostou de você. – sussurra para Renesmee. – Mas como não iria gostar de uma madrinha tão linda como essa não é bebê?

– Me desculpe ser uma madrinha tão louca. – sussurra Renesmee para o bebê e ele se mexe colocando a mãozinha. Nessie se afasta – Bebê não me fará chorar. – ri segurando as lágrimas.

O celular toca e Renesmee verifica sabendo que é Leah.

– Alguma coisa para mim Leah?

“Dá para você ir ao hospital escutar uma vítima?” pergunta.

– Estou na hora do meu almoço ainda. – reclama – Mas assim que acabar, vou.

“Tudo bem, depois te ligo e passo as informações.” – ela desliga.

– Está fazendo trabalho em campo agora? – questiona Claire.

– Sim, por um tempo já que minha sala é a mesma que a de Jacob.

– Sabe que não poderá fugir para sempre... Vocês terão que ter uma conversa amiga que será decisiva, você sabe.

Renesmee assente – Por isso mesmo estou prolongando minha estadia com trabalho em campo. – comprimi os lábios.

Renesmee avista o quarto 301 e bate levemente não querendo assustar quem ali estava, um senhor abre a porta e Renesmee adentra com uma prancheta.

– Você não parece ser uma médica. – uma garota diz. Seus cabelos eram loiros, seus olhos azuis e seu rosto branco corado, porém com vários hematomas pela extensão de seus olhos e boca.

– Sou a delegada Renesmee Cullen. – sorri para a garota que faz uma careta – Sei que é difícil querida, mas é para seu bem e quem sabe depois seguir em frente. – ela tenta dar um sorriso, mas ele sai como uma careta.

– Seguir em frente? Ele me... – ela começa a chorar.

– Por favor senhora saia, minha filha não pode passar por sentimentos fortes. – o pai diz desesperado.

– Não papai, ela tem razão, apesar de tudo. – intervém a menina – Ficarei bem. – o pai se aproxima e a garota apalpa a mão do mesmo.

– Podemos começar? – pergunta Nessie incerta, sua mente não estava tão conectada o quanto devia, mas mesmo assim devia atenção aquela menina. Renesmee havia analisado a garota antes em uma das fichas, mas soube que ela não teve condições de dizer no primeiro dia sobre os abusos que sofrera, mas na ficha dizia fraturas e lesões graves, além de violação íntima, o que era o pior para Renesmee.

A garota assente e o pai senta ao lado na cama pegando na mão da filha que aperta mais forte.

– Então senhorita quando estava voltando para casa estava sozinha?

– Sim.

– E onde foi exatamente o local? Aqui diz que é... Brooklyn? – Renesmee arfa.

– Sim, no corredor entre a primeira e segunda avenida, muitas pessoas passam por lá como atalho. – Renesmee começa a tremer e então lembra da terapia de contar de 10 a 1 até se acalmar, uma vez calma recomeça.

– Lembra das características do violentador? – pergunta.

– Eu não saberia descrever... – diz comprimindo os lábios querendo chorar.

– Tudo bem, tudo bem... – Renesmee acalma-a — Temos um homem que ataca por essas redondezas, ele, hum, já foi identificado, porém...

– Porém? – o pai da garota pergunta.

– Porém há dois dele, ele tem um irmão gêmeo, já deixou resquícios em algumas vítimas, mas não podemos prender dois de uma vez, precisamos de digitais...

– E ele nunca deixa porque usa luvas. – a garota completa lembrando das luvas geladas de coro em sua pele.

– Se eu lhe mostrasse uma foto, você poderia me dizer se é ele?

– Não acho boa ideia ela sequer vê-lo por uma foto! Você já não tem certeza que seja ele? Hã? – brada o pai com raiva.

– Não apropriadamente, ele não é tão agressivo. – Renesmee responde calmamente para o pai – E quer ou não quer que esse monstro seja preso?

O pai suspira, cai na cadeira e coloca a mão sobre o rosto – Só quero que esse pesadelo passe logo. – murmura.

A menina assente confirmando para a delegada, Nessie retira da bolsa a foto dele e vira para a menina.

– É ele. – ela diz tremula e vira o rosto.

– Não entendo... – diz Renesmee em voz alta sem perceber, lembrando da noite que fora violentada e do depoimento da outra garota.

– Não entende o que? – pergunta a garota.

– Ele não bate nas vítimas, ele as violenta e larga... Mas eu li sua ficha e aqui diz que você esteve em coma por algumas semanas, correto?

– Eu o mordi, eu lutei e gritei com ele enquanto ele me violentava. – a garotava chorava agora – Eu to com tanto nojo! Tanto ódio, eu o queria matar, e-eu quero-o morto! – a garota gritava histérica e se sacudia toda.

O pai apertou o interruptor e logo enfermeiras chegaram com seringas – Já basta! Saia! – disse ele.

Renesmee andou até a porta e olhou uma última vez a menina que agora tinha sido imobilizado e colocavam algo para ela dormir, a garota olhou para a delegada, lágrimas descendo pelo seu rosto, uma onda de dor atingiu a ruiva, aquela menina que ela via era seu espelho... Ela fechou a porta antes que não aguentasse, só percebeu onde estava quando já estava no carro e o motorista lhe perguntou onde iria, ela não respondeu, fitou a janela e arfante sentiu todo seu corpo estremecer revivendo a bizarra noite de terror. Quantas meninas teriam que sofrer até ele ser preso? Mas ele se fosse morto que nem a garota disse que queria? Afinal, ela queria isso também? Não, não... Ela não era assassina. Ele não merecia somente um tiro e muito menos ela o mutilaria e o violentaria como o seu eu mais negro havia imaginado...

Sim, ela havia-o imaginado amarrado e pelado com a parte íntima exposta, ela arrancava aqueles dedos asquerosos um por um enquanto ele gritava de dor e pedia perdão, e quando chegava quando ela queria ele urrava de dor e ia morrendo aos poucos. Porém do que adiantaria tudo isso? Ela se comportaria da mesma forma que ele ou até pior...

A ruiva olhou para o envelope onde continha o arquivo da garota, sua mão roçou o envelope pardo áspero e ela ficou novamente em um impasse, era o caso de Jacob, uma parte vital, mostrando que Aro estava tornando-se mais agressivo, mas também porque logo aquele caso foi direcionado a ela? Será que era um sinal para ela não abandonasse o caso?

– Senhorita Renesmee... – o motorista disse timidamente.

– Para a delegacia.

–♥-

Jacob analisava as provas a sua frente, o café estava morno quase frio e intocado, deixando um aroma na pequena sala aconchegante e familiar.

“Porque não o prende logo com essas provas Black?” – um detetive perguntava por telefone.

– Wischester, ele merece ser preso por tudo que ele fez, não seja impaciente.

“Contrabando Black! Pior, de drogas, ele ficaria toda a vida preso.”

– Eu sei o que estou fazendo, Wischester, só continue. – Jake disse e desligou.

Jacob olhou para a foto mais nova de Renesmee ali aberta, fazia dias que ele não a via e só tinha informações que ela estava bem por causa de Leah. Ele escutou duas batidas tímidas na porta e suspirou achando que era Leah.

– Entre. – ele disse com uma voz normal, porém desanimada, mas assim que viu a cabeleira ruiva e os olhos lhe olharam afeiçoados para ele, seu coração perdeu um compasso.

– Oi... – Renesmee disse timidamente – Pensei que estivesse na nossa sala, mas Leah disse que você se mudou para o antigo armazém de arquivos, não precisava aqui é apertado e abafado.

– Era necessário, você sabe. – ele disse sem desgrudar seus olhos do dela.

A ruiva olhou para baixo e viu os arquivos e franziu a testa, Jacob fechou a pasta e pigarreou.

– Então... – ele disse, a atenção de Renesmee foi desviada, ela tinha uma pequena luta dentro de si, entregar aquela pasta ou investigar por si própria.

– Você tinha razão sobre tudo que falou naquela briga. – ela admitiu, mas ainda segurava o envelope fortemente – Realmente não estou no meu estado normal para lidar com esse caso em especial. Você tem razão, me desculpe.

Jacob assentiu e levantou da cadeira e rodeou a mesa ficando frente a frente com ela.

– Também errei, não deveria ter falado aquilo tudo com cabeça cheia, fui agressivo e não compreensível como deveria ter sido. Perdi completamente o juízo e eu também lhe devo desculpas.

Renesmee assentiu, o resultado do duelo para que entregasse aquele envelope duelando dentro de si acabava a cada palavra pronunciada pelos dois.

– Também vi lhe entregar isso, faz parte desse caso também, ironicamente fui eu que peguei esse caso e a garota reconheceu o retrato falado dele. – ela diz e entrega o arquivo – Ele a agrediu com socos e chutes.

Jacob olhou-a confuso.

– Não é do feitio dele fazer isso, ele não agredi, não desta forma. Tem certeza? – Jacob deliberou.

– Tenho, eu mostrei a ela o retrato falado após ela falar do corredor de Blookyn. – ela fecha os olhos – Pelo menos tem um local, ele está atacando nessa área.

– Porque?

– Subúrbio, acredito que ele ache que com isso é mais difícil puni-lo. – diz pensativa.

– Obrigada por entregar, é importante, você sabe.

– Sim, confio em você. – diz e anda até a porta, ela sente as mãos de Jacob tocarem-na na mão suavemente.

– Renesmee... – ele a chamou com a voz rouca. Ela se virou e seu coração perdeu um compasso quando viu os olhos olhando-a intensamente.

– Sim? – perguntou em um sussurro, se virando e ficando frente a frente com ele novamente.

Ele deslizou suas mãos até o rosto dela lhe fazendo carinho enquanto a outra afagava os cabelos macios dela, ela fechou os olhos sentindo o toque o carinho, incapaz de se mexer e não se entregar aos sentimentos que sentia. Sentiu os lábios macios tocarem-na na testa e ela suspirou, decepcionada, porém compreensiva.

Eles não podiam ficar juntos, não agora, não naquele momento e não enquanto o pesadelo não acabasse. Ela olhou para cima e encontrou os olhos dele tão tristes como o dela.

– Eu te amo. – sua voz não saiu, mas ele atendeu e assentiu.

– Assim como eu te amo. – ele também fez o mesmo e ela saiu de repente sentindo a salinha ficar apertada e claustrofóbica demais para os dois juntos.

Ela passou pelos corredores sem perceber o que acontecia ao redor e entrou em sua sala de repente vazia sem Jacob, mas com Leah na antiga mesa que ele ocupava, Renesmee tirou o terno que usava sentindo-se nauseada.

– Tem trabalho? – Renesmee de repente perguntou e Leah sorriu compreendendo que a amiga queria se enfiar no trabalho para esquecer os problemas pessoais.

– Uma papelada deles. – disse Leah e deu alguns papeis para a chefe – Pode começando com esses.

A ruiva assentiu e começou a trabalhar com o folego renovado.

–-

Jacob analisou os papeis depois de ter se acalmado e ter se passado alguma horas e viu que tinha pouca informação, mas compreendeu que Renesmee não tinha aprofundado em sua pesquisa já que decifrou que o caso era dele, ele sorriu com isso, ela estava indo bem. Wischester começou a ligar novamente.

“Ele mudou a rotina.” – diz.

– Como? – Jacob pergunta – Você deixou que ele te visse?

“Ele está em Brooklyn, foi a um corredor pouco iluminado e parecia que procurava algo...”

– E achou? – Jacob perguntou.

“Aparentemente não, ele não pegou nada, mas procurava algo”

– E quanto ao contrabando?

“Chegou carga nova e caixas novas também, ele estava falando com outro cara, talvez você tenha razão, há mais gente por trás disso.”

– Eu sempre tenho razão detetive, continue cavando. – Jacob disse e desligou.

–-

– Devo dizer que novas cargas chegaram senhor C. vamos lucrar muito com isso. – Aro diz divertido enquanto fuma um charuto e Sulpícia lhe faz massagem nas costas.

“Acredito que sim, senhor Volturi, afinal estou ficando cada vez mais rico... E quanto as investigações contra o senhor?” – C. pergunta.

– Você tem mais gente lá dentro e mais gente ainda mais próxima nessa investigação. – resmunga Volturi.

“Você me deu sua palavra que não estava envolvida nessa porcaria, espero que não esteja mentindo, isso me dá asco.”

Aro revira os olhos e tira as mãos de Sulpícia com brutalidade.

– Porque eu mentiria para o senhor? Aliás, porque eu iria fazer isso contra criancinhas? – delibera Aro com uma voz de vítima, mas com um sorriso de escarnio. Ele escuta “C” suspirar e ele sabia que havia mais uma vez havia despistado seu sócio das suspeitas.

“Tudo bem, tenho que ir, o trabalho me chama” – e desliga.

– Como foi? – Sulpícia pergunta e Aro sorri se deitando novamente para que ela continuasse sua massagem.

–-

Renesmee estava na sala de espera de um consultório psicológico, ela batia os pés nervosamente contra o assoalho de madeira, suas mãos suavam apreensivas. Depois de muito pensar, resolveu ligar para Nahuel para saber onde ficava o escritório dele para que eles pudessem conversar, sua surpresa maior foi quando ele negou que faria o tratamento dela explicando que ela tinha que se libertar com um estranho, foi quando ele passou o número e o endereço do Doutor Finnigan e ela foi lá, mas a cada minuto pensava em desistir.

– Senhorita Cullen. – a assistente chamou, azeda e fria.

Renesmee se levantou e seguiu a assistente até uma porta onde estava um homem de mais ou menos trinta anos com um sorriso encantador e simpático. Ele estendeu a mão em cumprimento e Renesmee tratou de fazer o mesmo gesto.

– Por favor, entre e sinta-se à vontade. – disse Finnigan pedindo com a mão para que ela entrasse e sentasse no divã.

Como se isso fosse possível, pensou Renesmee.

– Sei que a primeira consulta é assustadora, mas espero que tornemos típicos amigos e que possa confidenciar tudo o que desejar. – disse ele e se sentou em uma poltrona – Como profissional é uma promessa que nada sairá da minha boca.

– Sei que sim, Nahuel não teria me mandado para cá se não soubesse que o senhor é justo. – disse.

– Sim, embora tenhamos estudado juntos. – sorri Finnigan e a Nessie se lembra do sorriso de Jacob, sincero e que ilumina tudo e todos ao redor – E por favor, me chame de Denis.

Renesmee sorri sentindo-se mais relaxada.

– Então me chame de Renesmee. – sorrio – Ou Nessie que é mais fácil. – disse ao perceber a careta dele.

– Nessie é bem melhor. – sorriu Denis – O que quer conversar? – pergunta ele.

– Posso conversar sobre tudo? – Renesmee disse levanto a sobrancelha.

– Porque não? E quando quiser podemos chegar ao ponto que te levou aqui. – ela sorri compreendendo o método que ele utiliza.

– Acho que vou acabar achando que você é um amigo e me esquecendo que te pago. – brinca a ruiva.

– Essa é a proposta. – sorri Denis.

Notas finais
[Destiny] Chegou mais personagens! E mais pessoas para que vocês descubram quem está por trás, adoro colocar a bomba do nada! E aí comentem se gostaram, amaram ou até odiaram esse capítulo. Sim, eu queria mais dele, mas tinha que colocar alguns truques e cartas na manga de Aro e preparar Renesmee pelo que está por vim, pois vem chumbo grosso para o lado de nossa ruiva. Até a próxima babys!