Sangue, Amor e Poder

4 Início de um confronto!


Notas iniciais
Eu sumi mesmo, confesso envergonhada, mas tenho motivos bons para isso. Se os links não abrirem, copiem e confiram. Feriadão aí, vamos curtir, hein! rs Beijos e abraços!

Sakura estava furiosa!

Ela se apressava em se arrumar, decidida a salvar o destino da irmã, e talvez matar o vampiro que ousou tocá-la.

–Desgraçado!

Falou com mais raiva ainda, apertando os punhos ao lembrar-se da ousadia dele em persuadi-la daquela forma vulgar. Sim, vulgar; um beijo escondido, mas que algumas pessoas deveriam ter visto pelo rabo do olho. Sua cintura sendo abraçada daquela forma, tão íntima... e ela ali, vulnerável aos seus cuidados sensuais.

–Desgraçado!

E o beijo?Ficara tão encantada com a beleza física dele que não notou a frieza em seus lábios. Foi uma mistura diferente de sensação; seus lábios quentes e os dele frios. Como ela pôde ser tão submissa?Como pôde deixar um vampiro balançar sua estrutura rígida daquela forma?Será que ela tinha esquecido sua posição de protetora?Sim, não negava para si mesmo, mas ele, o homem sem coração, era o único culpado. Ela iria atrás dele, mas para matá-lo! Eram três crimes no mesmo dia, uma quebra de contrato sem volta!Ele foi até seus domínios, beijou-a, e levou sua irmã como prêmio da noite. O Lorde Sasuke tinha lhe provocado como ninguém antes, e ela iria lhe tirar a vida como punição. Sabia da força dele, e da ira capaz de amedrontar muitos homens. Mas ela era mulher, e fora capaz de tirar o raciocínio traçoeiro dele, deixando-o vulnerável, sabia. Usaria suas habilidades femininas como a única arma a princípio, e seria vulgar, mesmo sentindo nojo com a ideia, se fosse preciso. Ora, ela não estava em posição de ser uma ninfa agora, estava prestes a macular o trono que sucedeu dos pais. Magoaria a todos com sua decisão, mas depois eles iriam perdoá-la por se arriscar tanto.

Concentrou-se na sua imagem no espelho, e fez os últimos reparo.

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Sakura jogou a capa vermelha nos ombros, deixando o emblema do clã Haruno visível. Fez um simples laço para prendê-la, e jogou o capuz na cabeça. Seu corpo ficou coberto com a capa; ninguém viria suas roupas coladas e chamativas, pensou.

Quando chegou nos portões da mansão, os carros já estavam com seus motores potentes aquecendo. Todos estavam de capa vermelha, com o emblema Haruno visível, e capuz na cabeça. Haviam dez carros ali, e quatro pessoas tomariam seus postos em cada um deles. Ela parou diante deles, e disse em voz alta:

–Neji, Tenten e Hideki irão comigo no primeiro carro. Ao meu lado, quero o carro onde irão Naruto, Hinata, Ino e Hikaro. Um carro do lado direito e esquerdo. Vigília total no fundo, armas em punho, qualquer ameaça atirem. Não quero ninguém saindo do plano. Lembrem-se que Sasuke Uchiha espera por mim, e nada farão se formos obedientes.

Todos concordaram, mas não imaginavam que ela tinha um plano particular; de ser a moeda de escambo naquela noite.

x*x*x*x*x*

A música alta abalava a estrutura fria daquela muralha de pedra; a bebida desinebia os vampiros, que se aglomeravam no salão. Sasuke observava seus súditos e súditas desfrutarem de sua boa vontade ao permitir reuniões tão agitadas como aquela. Mas seus pensamentos estavam distantes, penetrando barreiras quase inatigíveis. Com um sorriso vitorioso e arrogante, ele lembrava-se de sua ousadia, ao passar por convidado no baile, e tocar o corpo da mulher que sempre sonhara em conhecer. Antigamente, quando sabia que ela era apenas uma menina, queria matá-la, e obter o poder da pedra. Mas os anos se passaram, e os rumores sobre a beleza e a coragem dela começaram a desafiar seus instintos sexuais. Ela era uma perdição, admitiu. Sim, pois aquela donzela na vida dele causaria uma grande revolta em seus domínios. Ela era frágil, apesar de possuir um instinto guerreiro, e não seria problema para ele dobrá-la. Estava decidido a tê-la, e não se importava com o título de 'amante'. Na verdade ele não se importava com mais nada, nem com o plano que colocaria em prática, logo, pensou. Ela faria qualquer coisa por Lain, e viria até ele com esse intuito. Sua deusa guerreira seria a moeda de escambo naquele jogo de troca, e mal via a hora de tê-la como súdita.

–Sasuke?

Karin se aproximou, e ele já previa as palavras seguinte dela.

–Temos companhia.

O sorriso dele se alargou, e a excitação reluziu em seus olhos. Sasuke ficou de pé, e com um simples aceno a música acabou. Joelhos e mais joelhos beijaram o chão frio, na presença radiante do belo Lorde que iria se pronunciar. Ele voou até se afastar de sua cadeira metalizada, e andou em passos curtos.

–Levantem-se. -ordenou e todos ficaram de pé- Como sabem, existe uma humana de grande importância na mansão, e está aqui de boa vontade. O nome dela é Lain, mas podem considerá-la como a mais tola dos domínios Haruno -todos gargalharam. -Vocês também sabem que ela tem uma irmã, e que poucos a viram. Eu a vi, e pude testemunhar seu poder, tanto em espírito como em beleza. Ela virá até mim nesta noite...

Ele não pôde continuar, pois tantas vozes ao mesmo tempo lhe perturbaram.

–Ela virá até eu nesta noite. — ele não gritou, sua voz era calma, mas deixou bem claro seu desagrado ao ser interrompido. -Ela e seus súditos cruzarão nossos portões de aço, e invadirão esse templo. Aquele que ousar atacá-los e interferir meus planos... terá a cabeça cortada e dada como alimento aos cães de experiência -o terror se espalhou. -Ah, e mais uma coisa: se tocarem um só dedo nela, os cães os comerá parte por parte do corpo, até que morrão! -completou.

Karin esperou Sasuke retornar ao seu lugar, com ar de insatisfação. O que ele pretendia fazer?Por que queria ver aquela garota?Não seria mais fácil se livrar de Lain, e acabar com o contato entre vampiros e humanos?Perguntou-se.

–E Lain?

–Ainda inconsciente, Sasuke, como você ordenou. Ela dormirá por mais algumas horas, talvez acorde amanhã.

–Muito bem. Quando eu pedi, quero que Lain seja entregue aos Haruno. Ordene que limpem meu quarto, de modo que ele fique perfumado, como os humanos gostam. Não haverá mais multidão na mansão, somente meus homens de confiança e você, e as poucas escravas que organizam a limpeza. Amanhã você irá para Tókio, e estará encarregada de abastecer a cozinha. Providencie uma mudança na mansão, de modo que ela deixe de ser um pouco sombria.

Karin ficou aturdida com todas aquelas ordens e revelações, e comprovou o que temia.

–Por acaso está pensando em manter a...

–Eu quero aquela garota, Karin, e não tente sondar meus propósitos. Apenas faça o que eu lhe pedir.

–Sim, senhor.

Ela fez uma rápida reverência e se afastou, bufando de raiva. Estava prestes a perder o pouco que havia conquistado em longos e dolorosos anos, e para uma humana que ele conhecera em menos de uma hora. Não iria contrariá-lo, mas ficaria alerta agora em diante.

Karin ficou a certa distância dele, aguardando o momento que Sakura Haruno faria sua entrada triunfal. Ela podia sentir a excitação nos olhos e no corpo dele; uma virilidade que ela só vira uma vez, quando ele a fez mulher. Talvez fosse isso, o desejo carnal que Sasuke sentia por Sakura Haruno. Ele logo tomaria o corpo dela e a faria mulher, e se cansaria dela como se cansou de muitas. Sim, pensava, Sasuke via em Sakura um objeto novo e etiquetado, que lhe pertencia até ele parar de se atrair. Ele vivia se entregando a muitas paixões, mas nunca, isso ela podia jurar com uma espada ameaçando perfurar seu coração, que ele jamais amaria alguém. Nunca.

Um barulho estrondoso ecoou na porta principal, e um grupo de pessoas encapuzadas andaram até o centro do salão.

–Lain Haruno, apareça agora!

Sasuke sorriu disfarçadamente ao ouvir aquela voz, e preparou-se para entrar no jogo, fingindo surpresa.

–É uma honra receber o reino Haruno em meus domínios.

–Sasuke Uchiha, liberte a garota que está em seu poder!

–Ela está aqui por vontade própria.

–Porque você está manipulando-a!

–É você quem diz- disse ele, observando a mulher que se atrevia lhe acusar, coberta por uma capa vermelha e capuz cobrindo o rosto. -Suponhamos que eu a deixe em paz; o quê os Haruno's me darão em troca?

–Eu, herdeira do trono, fico no lugar dela!

O capuz caíra sobre os ombros dela e olhares de espanto destacaram-se por todo salão.

–Você...

Os olhos dele, vermelhos como sangue, brilhavam. As presas cresceram rapidamente. Suas asas negras se abriram.

–É poder que você quer, não é?

Sakura sentiu seu coração disparar, como se sua vida estivesse por um fio. Ela sentiu alguém tocar seu ombro, um gesto firme e desesperado.

–Sakura, que palhaçada é essa?

–Não interfira, Naruto!

Gritou, observando a raiva nos olhos dele quando Naruto a tocou tão confiante. O loiro continuou cochichando no ouvido dela, mas não a tocava. Tentava convencê-la de algo, que Sakura não conseguia entender; apenas ele, o vampiro impiedoso, era merecedor de sua atenção. Aquilo a irritava, mas não podia ignorar.

–Uma vez que tenha feito isso, jamais poderá voltar.

–Tenho consciência disso, embora eu tenha certeza que minha presença não será de agrado.

Sasuke sorriu, debochando de sua falsa inocência. Era óbvio que ela tentava manipulá-lo com sua submissão.

–Isso eu decido -disse ele, disfarçando a fome animal de tocá-la mais uma vez. E quando fizesse, sabia que seria seu prisioneiro. -Tragam a menina!

Sakura relaxou os ombros, e agradeceu a Deus por Lain ainda está viva. Em instantes ela surgiu no salão, desacordada, sendo carregada por um homem que tinha a aparência de um guerreiro.

Naruto e os outros correram para pegá-la e sairem logo dali, certamente conseguiriam levar Sakura também, mas Sasuke surgiu na frente deles, detendo-os.

–Ela não me pertence mais, podem levá-la, mas eu quero a senhora de vocês em troca!

–Nunca a deixaremos aqui! -berrou Naruto, incapaz de se controlar. -Ela nunca pertencerá a você!

Naruto cuspiu os pés dele, vencendo a vontade de acertar o rosto. Sasuke o empurrou com uma rapidez incrível, fazendo Naruto deslizar pelo salão e derrubar os outros como se fossem pinos de boliche. A multidão gargalhou, e Sakura via, pela expressão séria de Sasuke, que ele mataria seus amigos.

–Chega! -ela gritou, tomando a atenção de todos.

O peito subia e descia de tanto nervoso, mas ela conseguiu dá um passo. Deu outro, depois mais outro, até chegar perto de Sasuke, de maneira que ele fitasse a sinceridade em seus olhos, e falou em voz alta:

–Lain Haruno voltará com meus amigos, e os deixarão ir em paz. Eu... Eu ficarei como prometi, mas não quebrem nosso acordo.

Sasuke se deliciou com as palavras dela, observando a confusão que havia ali, na expressão rebelde e amedrontada dela.

–Entreguem a menina!

A troca foi feita. Sakura observou sua irmã ser entregue, e suspirou de alívio por ela está em boas mãos. Ela ficaria e um dia descobrira um jeito de fugir dele, seu dono. Aquela palavra a enojava, e jurou que seria capaz de se matar se passasse a ser seu brinquedo sexual. Ela sentiu a fraqueza lhe dominar, mas controlou as lágrimas. Nunca seria fraca na presença dele, refletiu.

–Vamos tirá-la daqui, Sakura, é uma promessa!

Disse Naruto, enfrentando a ira de Sasuke por está sendo tão ousado.

–Não esperem por ela, nunca mais -disse ele, com o braço circundando possessivamente a cintura de Sakura.

A porta foi fechada, e o grupo seguiu caminho rumo às terras Haruno. Sasuke viu o brilho no olhar daqueles vampiros, e sabia que o sangue de Sakura estava provocando aquela fome arrebatadora. Olhou de relance para ela, e viu o medo tentando ser camuflado. Ele pediu para que todos saíssem, somente os dois preencheriam a mansão de agora em diante. Quando ficaram sozinhos, ele se sentiu mais confortável.

–Eu sabia que você viria.

–Também deve saber que não foi por sua causa.

–Eu não me importo nem um pouco com esse fato. Você está em dívida comigo, e eu sou muito rígido com pessoas que me devem.

–Estou aqui, não é?

–Sim, está, mas preciso ter certeza que você pagará essa dívida.

–O fato de eu está sendo submissa já me faz sua.

–De corpo e alma, nunca esqueça disso -lembrou ele, com um tom arrogante. -Ainda assim é pouco, muito pouco para um homem tão exigente como eu.

–O que você quer?Minha alma por acaso?

–Quem sabe -brincou ele, observando a raiva dela. -Terá minha marca, Sakura, e só assim saberei que nunca tentará fugir de mim.

Suas presas cresceram, e ele se preparou para mordê-la.

–Não!

Sakura gritou bem alto, tentando afastar o corpo dele, mas não tinha força o suficiente para isso. Ela o empurrava forçando as mãos no peitoral forte dele, mas ele se mexeu apenas para erguê-la. A capa caíra ao chão com os movimentos desesperado de Sakura, e Sasuke ficou deslumbrado com a forma sensual de ela ir procurá-lo. Será que aquela garota não tinha juízo?Será que ela fazia ideia do perigo ao se vestir daquela forma ousada para ele? Com essas perguntas ele a colocou no chão, sem parar de fitá-la.

Sakura apanhou a capa e se cobriu, o olhar dele lhe intimidava abertamente. Suas mãos estavam trêmulas, e as lágrimas escorriam sem que ela pudesse detê-las. Não queria ser mordida, pois sabia que seria para sempre um deles. A ideia a fez congelar, e ela abraçou a confusão que se instalava entre eles.

–Não se preocupe, Sakura, não vou mordê-la, na verdade eu não ia fazer isso .

Ele segurou-a pela cintura, e voou com ela nos braços. Sakura segurou-se nos ombros largos dele, apavorada, fechando os olhos para não olhar para baixo. Ela sentiu o vento balançar seus cabelos, e abriu os olhos para certificar-se de que não estavam dentro da mansão. Voavam a uma altura incrível, somente eles dois dividindo o espaço entre as nuvens carregadas.

–Eu só quero provar meu poder, para que você não tente subestimá-lo um dia. Eu a quero, presa à mim dia e noite...

–Como uma escrava? -perguntou- Serei um objeto em sua vida, e quando você se cansar de mim serei cuspida como um bagaço de laranja?É isso?

–Não sei.

–Que tipo de sentimento domina o coração de seu povo?Por que tanta submissão e injustiça dentro dessas muralhadas?Será que um dia existiu um amor, por menor que fosse nesse lugar? -Sasuke não lhe respondeu, estava concentrado demais nela para falar algo. -Saiba, meu senhor, que me encontrará morta um dia depois que meu corpo se tornar impuro.

Sasuke se assustou com aquela revelação, não imaginava que ela tinha tanto nojo dele. Isso inflamou seu orgulho, e a raiva o obrigou a lhe dar um tapa. Sakura já esperava aquela reação, e se ele continuasse a se desagradar com ela, seria obrigado a matá-la ou devolvê-la, pensou.

–Nunca mais... se refira a mim com nojo.

–Pois eu tenho nojo de você, mas não tenho medo.

Para não esganá-la ali mesmo, ele desceu com ela nos braços; antes que tomasse a decisão de soltar aquela atrevida. Dessa vez estavam no quarto, que Sakura olhava com atenção, com certo espanto devido a transferência de lugar. Sasuke arrastou a capa do corpo dela, e a raiva misturada com excitação lhe dominou. Tinha vontade de jogá-la naquela cama e lhe dar uma lição; ruim para ela, mas deliciosa para ele. Mas ele não era um homem rude, talvez por ter qualquer mulher a sua disposição, e saberia conduzi-la a ter seu furacão de desejo.

–Passará essa noite sozinha, mas amanhã terá minha campanhia todas as noites e a hora que eu quiser.

Sakura ergueu a cabeça e o desafiou.

–Que aproveite bem o momento que provar meu corpo, pois na manhã seguinte estarei morta. Ao não ser que você me queira como defunta, e não é uma ideia horrível, já que você é tão frio quanto um cadáver!

–Eu deveria aplicar uma disciplina agora mesmo em você, sua abusada!

Ele deu um passo indo até ela, Sakura andou para trás até suas pernas tocarem a cama. Sentiu a ameaça nos olhos dele, e se amaldiçoou por soltar a língua daquela forma. Controle, Sakura, controle!Quase gritou. Se eu não fôr um anjo de mulher, não conseguirei matá-lo. Ele não vai me procurar até a noite de amanhã, até lá eu terei um plano e fugirei, pensou.

–D-desculpe.

Sasuke não aceitou as desculpas, ainda estava furioso, mas não podia negar que se divertia com ela. Ninguém jamais o enfrentou daquela forma, e, no entanto, ela, frágil e segura de si, fazia isso abertamente. O que ela está planejando?Ele sabia que ela se esforçava para está tão dócil, e se perguntou se ela planejava matá-lo. Ah, mas sua deusa que não tentasse uma idiotice dessa, ele perderia o controle que tentava ter agora.

–Não vou tolerar suas gracinhas comigo, que fique bem claro -ameaçou-a. -Estou desapontado; pensei que por você ter um cargo nobre teria modos de uma rainha. Mas não passa de uma pantera selvagem.

Sakura abriu a boca com a revelação dele, e envergonhou-se um pouco.

Sasuke saiu e trancou a porta, depois sorriu. Estava realmente desapontado com a falta de docilidade dela, mas não era por questão de educação. Cadê a mulher frágil que ele tanto sonhou nela? Realmente ele havia sonhado, pois sabia que não existia, não em Sakura. Mas isso tinha seu lado bom, pois ele gostava de desafios e ela ia se dobrar em duas se estivesse pensando o mesmo que ele.

–Vampiro cabeça dura!Me chamar de pantera selvagem! -andava de um lado a outro, irritada. -Não posso me descontrolar, por mais irritante que ele seja!Controle, tenho que ter isso em mente.

Ela acabou lembrando de suas palavras tentando ofendê-lo ao chamá-lo de cadáver, e essa infantilidade lhe fez rir; como há tempos não fazia.

–Mas isso não o abalou, porém ele sente pavor que eu sinta nojo dele -pensava, com seriedade. -Claro, não poderá me conquistar se eu o detesto. Mas por que?Não seria mais fácil me obrigar a amá-lo? -ela refletiu, e gostou de como tentava entender seu Lorde. -Ele não me forçou a deitar-se com ele, me deu tempo para esse momento, sem dúvida quer que eu o aceite primeiro. Ah, eu não o entendo.

Continua...