Sanctuary
14 The Whole Truth

Na manhã seguinte Rhoda acordou mais cedo do que o costume, onde ainda a Selina continuava a dormir profundamente, sentada á beira da cama ficou a olhar o chão pensativa, até á hora de sair, nesse espaço de tempo esteve a reflectir sobre o que aconteceu ontem á noite, mas ainda não tinha formado uma decisão definitiva.
Ao chegar à tenda de Iorveth, estiveram a discutir algumas táticas para treinar de modo a pôr em prática na grande missão. Rhoda não perdeu o profissionalismo, onde participou dando algumas sugestões de modo a melhorar a algumas execução, onde durante a discussão Iorveth foi buscar uma espada nova, para ela, em que aceitou.
Ao acabarem, Iorveth pediu aos presentes para formarem grupos onde Rhoda quis ficar com Cedric, o que ele achou estranho, onde Anhaern aproveitou a oportunidade para ficar no grupo dele.
Deslocaram-se até ao local, onde a execução da prática foi boa mas faltava corrigir alguns pormenores. Cedric não pode deixar de reparar que Rhoda estava mais distante do que o habitual.
Cedric: – Rhoda, está tudo bem? Pareces hoje um pouco distante que o habitual.
Rhoda: – Não é nada, apenas estou a pensar em fazer um treino extra. – Forçando um pouco o sorriso.
Cedric: – Oh!!! Então tivemos os dois a mesma ideia. – Rindo-se. – Podíamos treinar os dois se quiseres.
Rhoda: – Cedric, agradeço o convite, mas eu preferia treinar sozinha, se não levares mal. – Cedric mostrou alguma surpresa com o pedido dela.
Cedric: – Claro que não, sem problemas.
Ao regressarem à tenda, Rhoda ficou na última fila perto da saída, a ouvir Iorveth, onde agora Anhaern ocupava o lugar dela junto à mesa de operações. Assim que Iorveth deu a ordem para dispersarem Rhoda juntamente com os outros esquilos saiu da tenda deixando ele e Anhaern sozinhos.
Rhoda foi até às ruínas onde meditou um pouco antes de iniciar o treino, o som da floresta por algum motivo relaxava. Assim que acabou ficou de tronco nu, olhou para a tatuagem que tinha onde passou com a mão ao de leve ficando pensativa, onde a mente dela mostrou-lhe as feições de Iorveth, fazendo com que o batimento cardíaco dela ficasse acelerado, mas ao mesmo tempo triste.
Abanou a cabeça para dissipar os pensamentos dela. Iniciou o treino praticando combate corpo a corpo durante algum tempo, alterando para espada, praticando movimentos de ataque e defensivos, acabando com o treino com sua agilidade, onde desvia-se de objectos a alta velocidade. Quando deu pelas horas já era noite. Pegou na camisola sem vesti-la e entrou no acampamento onde alguns olhares curiosos observaram-na, Rhoda não deu muita importância, no caminho para tenda dela viu que Iorveth estava de braços cruzados a falar com Anhaern, mas rapidamente desviou o olhar e continuou o caminho.
Selina já se encontrava na tenda no qual estava arrumar alguns objetos, quando voltou-se para Rhoda.
Selina: – Rhoda, estás bem? – Num tom calmo. – Cedric contou-me que recusas-te treinar com ele.
Rhoda pousou a espada na mesa, vestiu a camisola e deitou-se na cama voltada de costa para Selina.
Rhoda: – Sim é verdade eu recusei. Eu queria estar sozinha para testar as minhas habilidades para a grande missão. Nada mais.
Selina não adiantou mais para não aborrece-lá, mas ela sabia que algo tinha se passado na noite anterior, porque viu Rhoda a sair à pressa do acampamento depois de ter ido até a tenda do Iorveth.
Nos dias que se seguiram, Rhoda continuava a fazer a rotina dela, praticava as várias táticas dando novas sugestões para pôr em prática na grande missão e treinava até ao anoitecer. Apesar do distanciamento que ela criou entre ela e Iorveth, parecia não ser o suficiente, cada dia que passava ela sentia cada vez mais o seu coração a ficar fragmentado.
Após terminar mais um dia de praticar as novas táticas, Rhoda olhou para o céu atentamente que ameaçava em chover, mas não a parou de ir fazer os treinos. Seguiu para as ruínas seguindo a rotina que estipulou para o treino. Numa das pausas ela observou a estátua durante algum tempo, pensativa tocando ligeiramente nela.
Rhoda: – Talvez seja o melhor…. voltar…. – Fechando os olhos.
O som do vento nas folhas das árvores preencheram os ouvidos de Rhoda durante algum tempo, onde não deu conta de alguém aproximar-se.
Iorveth: – Rhoda.
Rhoda: – Iorveth!!! – Voltando-se para trás surpreendida.
Iorveth: – O que fazes aqui a treinar? Porque não estás a treinar no acampamento? – Num tom sério, à espera de uma resposta de Rhoda que nunca veio. – Eu fiz te uma pergunta Rhoda. – Cruzando os braços
Rhoda: – Eu…. – Formulando uma resposta que veio incompleta.
Iorveth: – Ultimamente tens andado distante, e eu não percebo bem o porquê.
Rhoda: – Deve ser impressão tua, eu simplesmente tenho andado mais focada nos treinos, só isso. – Desviando o olhar.
Iorveth: – Porquê que eu acho que não estás a ser sincera comigo? – Fazendo uma pausa.
Rhoda: – Eu acho que estás a ver coisas onde elas não existem. Como eu já disse-te que ando focada mais nos treinos, para a grande missão. O que queres que diga mais? – Olhando para ele nos olhos com um tom pouco sério.
Iorveth: – Muito bem, então suponho que não tenhas problemas em contar-me o que irias dizer-me antes da missão da caverna.
Rhoda foi apanhada de surpresa com o pedido dele.
Rhoda: – Não era nada de importante. Já não tem importância, nesta altura do campeonato. Espero que sejas feliz. – Rhoda vê alguma confusão no olhar de Iorveth. – Porque eu irei fazer o mesmo.
No momento em que Iorveth ia falar, um vulto aparece diante deles, chamando a atenção dos dois. Ficando Rhoda no meio entre ele e Iorveth.
Rhoda: – Ilthuryn!!!!
A troca de olhares entre Ilthuryn e Iorveth era de certo modo intimidador.
Iorveth: – Então tu é que és o Ilthuryn.
Ilthuryn: – E tu deves ser Iorveth.
O silêncio que invade os três era sem dúvida pesado, a qualquer momento podia a ver uma batalha entre Ilthuryn e Iorveth.
Iorveth: – Porque estás aqui?
Ilthuryn: – Eu não estou aqui por ti, mas pela Rhoda. – Olhando para ela.
Iorveth: – O que ele quer dizer com isto, Rhoda?
Rhoda permaneceu em silêncio abaixando a cabeça onde o cabelo dela tapava os olhos.
Iorveth: – Era isto que tinhas planeado? – Não acreditando, no que estava a passar-se naquele momento. – Após termos passado por tanta coisa, – Andando de um lado para o outro. – é mesmo isto o que tu queres, Rhoda?
Rhoda continuava imovel sem dizer nada, onde as primeiras gotas de chuva começaram a cair espaçadamente.
Iorveth: – Após este tempo todo…. – Abanando a cabeça. – Pensei que estávamos próximos, mas parece que me enganei. – Desviando o olhar para o lado, suspirando. – Faz o que achares melhor Rhoda. – Num tom desapontado.
Nesse momento, Rhoda leva as mãos ao rosto onde começou a soluçar, o que chamou a atenção de Iorveth e Ilthuryn que a olhava atentamente.
Rhoda: – Porque magoa tanto ver a pessoa que se gosta, nos braços de outra pessoa? – Olhando para Iorveth.
Iorveth: – O que estás a falar, Rhoda? – Um pouco confuso.
Rhoda: – No dia da missão da caverna eu fui até à tua tenda para falar contigo sobre os sentimentos que tenho por ti, mas eu vi Anhaern a beijar-te, onde ela disse que estavam noivos. – Soluçando. – Eu tentei ao máximo esquecer este sentimento, mas é demasiado difícil. – Fazendo uma pausa. – Eu acho que o melhor para mim é eu ir embora, apesar de que o acampamento será sempre a minha casa e a amizade que nós desenvolvemos eu nunca a esquecerei. – Limpando o rosto.
Iorveth aproxima-se de Rhoda agarrando na mão dela pousando no peito dele. Ilthuryn franziu o sobrolho mostrando alguma irritabilidade.
Iorveth: – Sentes este batimento? – Rhoda sentiu o batimento cardíaco de Iorveth acelerado. – É como tu me deixas quando estou ao pé de ti.
Rhoda: – Iorveth, não…. – Tentando retirar a mão dela do peito dele.
Iorveth: – Eu não sei o que Anhaern inventou desta vez, mas o que ela contou-te não é verdade. – Rhoda olhou surpreendida, porque sabia que as palavras dele eram sinceras, sempre o foram.
Ilthuryn: – Rhoda, não ouças as mentiras dele. – Aproximando-se de Iorveth de modo afastá-lo de Rhoda. – Tu sabes como eles utilizam as palavras de modo a ocultar as verdadeiras intenções deles.
Iorveth: – Eu nunca dei motivos a Rhoda para desconfiar das minhas intenções. – Recuando para trás com a espada na mão tomando uma posição mais defensiva. – Eu sempre fui verdadeiro para com ela.
Ilthuryn: – Vocês dizem sempre a mesma coisa. – Rindo-se. – Eu não sei se deste conta mas nós podemos acabar com vocês, num piscar de olhos é só nós queremos. – Fazendo uma pausa. – Como agora. – Sorrindo-se com alguma malícia, preparado para atacar Iorveth.
Nesse momento, a mente de Rhoda relembra o porquê de ter defrontado Ilthuryn no passado antes de seguir o próprio caminho dela. Ao perceber-se do que Ilthuryn ia fazer, ela saca da espada e intercepta o ataque dele que o apanhou de surpresa.
Ilthuryn: – Rhoda!!!
Rhoda: – Queres sabes mesmo o motivo porque defrontei-te naquele dia? – Tomando uma posição firme com olhar sério. – Tu naquela altura escolhes-te um caminho no qual eu não podia acompanhar-te e ao que parece, ainda hoje persegue esse mesmo caminho…. o caminho da destruição.
Ilthuryn: – Estou a ver. – Rindo-se desapontado. – Preferes uma vida de sofrimento, do que vida tranquila ao meu lado.
Rhoda: – Tu nunca quiseste compreendê-los. Tu sempre gostaste de tomar o caminho mais fácil. – Fazendo uma pausa. – Mesmo que sejas diferente dos outros demônios, por sentes sentimento à algo que nos diferencia de nós os dois, falta-te humanidade. – Ilthuryn começa-se a rir onde a chuva começa a cair com mais frequência.
Ilthuryn: – Tens razão. – Guardando a adega. – Vejo que fizeste a tua escolha. – Voltando-se de costas. – Mas Rhoda, – Olhando pelo ombro. – aproxima vez que nos encontramos será como inimigos. – Num tom sério, desaparecendo pelo meio da vegetação.
Rhoda ficou a olhar durante algum tempo o sítio em que Ilthuryn tinha desaparecido antes voltar-se para Iorveth, pensando o que ele estaria a pensar neste momento. Deslocou-se para buscar a camisola dela agora ensopada com a chuva. O que ela não contou foi que o chão por baixo dela cedesse, caindo de costas no chão sentindo uma dor no tornozelo.
Iorveth:– RHODA!!!!!! – Correndo até ao buraco. – Estás bem? – Descendo até ela.
Rhoda: – Acho que aleijei o meu tornozelo. – Pondo-se de pé com alguma dificuldade, testando o tornozelo.
Ela olhou em volta e viu uma espécie de banheiro com uma bonita arquitetura élfica. Os azulejos e os detalhes nas várias paredes também eram lindos. No momento em que ia começar a caminhar o tornozelo dela sede, desequilibrando-a, indo ao encontro dos braços de Iorveth.
Eles os dois olharam-se, durante algum tempo em silêncio. Rhoda pousa a mão dela no rosto de Iorveth em que ele fechou os olhos apreciando o toque dela, antes de voltar abrir.
Rhoda: – Iorveth…
Iorveth: – Eu não sei quando aconteceu mas… tu foste quem que me prendeu, Rhoda. – Olhando para os lábios dela passando ao de leve com dedo, onde num movimento sutil apanha os lábios dela, surpreendendo-a.
Nesse momento Rhoda ficou sem saber se o que estava acontecer era real ou se era apenas um sonho. Ela pousou as mãos nos ombros dele e viu que não era nenhum sonho, o que estava acontecer naquele momento era real o que encheu-a de felicidade. Envolveu os braços à volta do pescoço dele, onde Iorveth sentiu os seios dela que estavam envoltos com uma ligadura ao peito dele, percorreu a mão dele ao longo das costas nuas de Rhoda sentindo a pele macia dela. Após o beijo Iorveth seguiu para o pescoço de Rhoda onde tinha a tatuagem beijando com cuidado, até ela queixar-se.
Rhoda: – AH!!!!! O meu tornozelo…
Iorveth afasta-se um pouco de Rhoda que a vê um pouco ofegante e ligeiramente corada.
Iorveth: – Desculpa. Eu devia ter-me controlado. – Levando-a até a um local para ela sentar-se com cuidado.
Após sentar-se, Iorveth agachou-se até ela para examinar o tornozelo, onde disse que não é nada de grave. Rasgou um pouco de tecido da roupa dele, para ligar o pé. Lá fora ouviram a chuva com mais intensidade.
Iorveth: – Parece que não vamos a lado nenhum, por agora. – Levantando-se.
Rhoda: – Assim parece. – Encolhendo-se com algum frio.
Iorveth: – Toma. – Retirando o casaco dele, pondo pelos ombros de Rhoda.
Rhoda: – Tens a certeza? Não vais ter frio? – Um pouco preocupada.
Iorveth: – Não tanto como tu.
Rhoda: – Obrigada. – Com um pequeno sorriso.
Iorveth agachou-se novamente, afastando o cabelo dos olhos de Rhoda onde sorriu para ela porque o casaco ficava-lhe grande.
Rhoda: – Melhor que nada.
Pela primeira vez as narinhas de Rhoda são preenchidas pelo cheiro natural de Iorveth que existia no casaco, o que fez a encolher-se ainda mais ao casaco deixando um pouco corada.
Iorveth: – Estás bem Rhoda? Pareces um pouco vermelha que o habitual. – Pondo a mão na testa dela.
Rhoda: – Não é nada. Eu apenas gosto do teu cheiro natural no casaco.
Iorveth sentou-se no chão ao lado de dela apoiando o antebraço na perna, onde os dois permaneceram em silêncio. Rhoda viu a mão de Iorveth próxima da sua, onde a envolveu sentindo o calor dele.
Rhoda: – Desculpa-me pelo que fiz… – Olhando para chão num tom baixo. – Eu devia ter falado contigo.
Iorveth: – Tu não és a única culpada, Rhoda. – Apertando com cuidado a mão dela. – Eu também devia ter falado contigo abertamente, antes desta confusão toda.
Rhoda: – Uma coisa tão simples de falar e nós adultos temos tanta dificuldade em fazê-lo. – Deitando a cabeça no ombro dele.
Os dois sorriram-se, onde nada disseram, apenas apreciaram o momento, não importavam-se de ficar assim para sempre apesar de saberem que daqui algumas horas teriam de regressar ao acampamento. O som da chuva gradualmente começava a embalá-los até entrarem num sono profundo.
Iorveth acordou na manhã seguinte com o chapinhar da água. Rhoda olhou pelo ombro de costas para Iorveth ao qual estava nua a tomar banho.
Rhoda: – Oh?! Desculpa, não queria acordar-te.
Iorveth por escassos segundos admirou as curvas do corpo molhado de Rhoda antes de voltar-se de costa para lhe dar privacidade. Rhoda voltou-se para ele tapando os seios com o braço.
Rhoda: – Iorveth… – Chamando-o com tom baixo. – Junta-te a mim.
Ele olhou pelo ombro e reparou que Rhoda o olhava um pouco ofegante e com desejo.
Iorveth: – Tens a certeza?
Rhoda demorou um pouco de tempo a responder afirmativamente. Iorveth voltou-se para ela, e lentamente começou a despir-se mostrando cada centímetro do seu corpo atlético onde apresentava várias cicatrizes. Os olhos de Rhoda viu a tatuagem completa dele admirando. Entrou na água aproximando-se de Rhoda tocando na face dela, olhando-a com olhar profundo.
Rhoda: – Quero ser tua. – Tocando no peito dele.
Iorveth: – Mas tu já és.
Rhoda: – Eu sei, mas.. – Destapando os seios. – quero ser em tudo.
Iorveth: – És linda. – Com uma voz ternurenta, tocando-lhe no rosto.
Iorveth dá-lhe um beijo na face direita de Rhoda, passando para o pescoço, percorrendo o ombro, beijando a cicatriz que a faz estremecer um pouco, parando nos seios, onde ela não consegue esconder a gradual excitação.
Iorveth põe-se atrás dela beijando as costas com cuidado, acariciando os mamilos ao mesmo tempo. Rhoda já mostrava estar molhada o suficiente para aceitar o pénis de Iorveth, com jeito ele introduziu dentro de Rhoda que deixou escapar um gemido. Apesar de Rhoda não ser virgem ela estava bastante apertada.
Com movimentos regulares, Iorveth agarra a anca de Rhoda, puxando-a para ele, enquanto ela mostrava a face mais sensual a Iorveth, o que fez ele aumentar a velocidade, o que fez Rhoda gemer um pouco mais alto.
Iorveth pousou a mão no ombro dela até à boca, tapando-a. Ele reparou que Rhoda ficou ainda mais excitada, os gemidos dela nos ouvidos dele eram hipnóticos, o que fez com que ele parasse para não se vir, já. Envolveu a cintura de Rhoda com o braço levantando-a de modo a beijar as costas.
Rhoda volta-se para ele vendo-a ofegante e corada. Ela abaixa-se pegando no penis de Iorveth envolvendo-o com a boca suavemente, o que o surpreende.
Iorveth viu que ela não era nenhuma amadora. Apesar de não se expressar do prazer que estava a ter, Rhoda sabia que quando ele fechava os olhos era o sinal para tal que a fez sorrir. Iorveth agarra o braço de Rhoda o que a faz parar, onde sai da água.
Iorveth beija Rhoda com alguma intensidade, onde ela envolve o pescoço dele, levando-o a deitar-se no chão ficando por cima dele. Nos escassos segundos que ficaram a olhar um para o outro, Iorveth passou a mão de novo no rosto dela, onde ela fechou os olhos apreciando o calor da mão.
Novamente Iorveth introduz o pénis dentro dela e mais uma vez ela não esconde o prazer. Em movimentos contínuos, Rhoda mostra mais uma vez a face mais sensual dela, o que faz Iorveth aumentar a velocidade. Rhoda põe as mãos no peito dele, onde mais uma vez geme, aumentando gradualmente o volume indicando que tinha atingindo o pico o que a faz vibrar toda, onde Iorveth sentir tudo, dificultando a tarefa de se controlar onde no final não consegui, vindo-se dentro dela.
Rhoda deitou-se ao lado dele, olhando para Iorveth com sorriso, antes de se levantarem para tomarem banho. Iorveth ofereceu a mão dele para ajudar Rhoda a deslocar, uma vez que ainda não estava cem por cento curada do tornozelo.
Iorveth: – Amo-te, Rhoda. – Aproximando-a dele.
Rhoda olhou-o surpreendida sem conseguir reagir às palavras de Iorveth, onde os olhos dela não conseguiram esconder as lágrimas de felicidade. Iorveth abraçou-a e encostou a testa dele na dela sorrindo-se.
Os dois levaram o seu tempo a tomar banho antes de prepararem-se para regressar ao acampamento.
Iorveth: – Como está o teu tornozelo?
Rhoda: – Acho que está melhor. Já consigo andar sobre ele sem doer muito.
Iorveth: – Ainda bem.
Os dois deslocaram-se para a saída, onde Iorveth não teve muita dificuldade em subir, ajudando Rhoda a subir onde cá fora viu que a camisola dela ainda estava toda molhada, suspirando um pouco desapontada.
Iorveth: – Tens frio?
Rhoda: – Não, agora estou bem. Obrigada. Apenas não tenho outra muda de roupa.
Iorveth: – Eu arranjo-te outra assim que regressamos até a tua ficar limpa e seca.
Os dois iniciaram o trajecto de volta ao acampamento sobre o céu azul preenchido com os raios de sol. Apesar do caminho não ser muito longo, Rhoda começou a ficar gradualmente para trás, até que teve de parar porque o tornozelo doía-lhe.
Iorveth: – Anda, – Em posição. – sobe para as minhas costas.
Rhoda sobe num movimento ágil, onde Iorveth começa a andar como se não tivesse nada às costas.
Rhoda: – Se vires que sou pesada de mais….
Iorveth: – Não te preocupes, com isso, eu já trouxe pessoas muito mais pesadas do que tu às minhas costas. – Rindo-se. – Assim que chegamos vou levar-te ao posto para seres vista.
Rhoda: – Ok. Hoje está um lindo dia. – Apreciando o calor do sol na face durante algum tempo. – Iorveth? – Num tom baixo.
Iorveth: – Sim?
Rhoda: – Obrigada por deixar-me fazer parte da tua vida.
Iorveth: – O sentimento é mútuo, Rhoda.
Ao chegarem ao acampamento muitos olhares curiosos observaram Iorveth a levar Rhoda ao posto perguntando o que se tinha passado. Lá dentro Selina corre até eles preocupada.
Selina: – O que aconteceu? – Olhando para Rhoda.
Iorveth: – Ela aleijou-se no tornozelo. – Pousando Rhoda no chão com cuidado.
Rhoda: – Foi um pequeno entorse nada mais. – Rindo-se.
Selina: – Logo veremos se é só um pequeno entorse. – Ajudando Rhoda a sentar-se numa maca para começar a analise.
Anhaern naquele momento entra no posto onde encontra Rhoda e Iorveth com um olhar chateado, que a surpreende.
Iorveth: – Preciso de falar contigo assim que tiveres tempo. – Cruzando os braços.
Anhaern: – Se quiseres pode ser agora. – Engolindo em seco.
Iorveth indica para ela sair do posto indo os dois até à tenda. Rhoda sabia que Iorveth desta vez não ia ser brando com ela.
Selina continuava a analisar com cuidado o tornozelo de Rhoda, indicando a ela que necessitava de ficar em repouso, para recuperar rapidamente.
Selina: – Rhoda, aconteceu alguma coisa que eu não saiba? Hoje pareces mais feliz do que o habitual.
Rhoda: – Sim, aconteceu. Achas que podemos falar num sítio mais privado?
Selina: – Sim claro. Deixa-me trazer aqui umas canadianas para não esforças-te muito no tornozelo.
As duas foram até à tenda delas, onde Rhoda senta-se à beira da cama bem como Selina à espera que Rhoda começa-se a falar.
Rhoda: – Lembras-te da missão da caverna que tínhamos de fazer, certo?
Selina: – Sim.
Rhoda: – Então….
Rhoda contou que nesse dia, quando ia falar sobre os sentimentos, tinha apanhado Anhaern a beijar Iorveth, o que a fez correr do acampamento até às ruínas, encontrando Ilthuryn onde propôs a ela em voltar com ele ao que eram antes. Nesse espaço de tempo aparece Anhaern a anunciar que ela e Iorveth estavam noivos e exigiu que ela afaste-se dele.
Selina: – Agora percebo o porquê de teres estado distante.
Rhoda continua a contar, que num dos treinos Iorveth aparece para falar com ela para tentar perceber o que se estava a passar-se, nisto Ilthuryn aparece sem aviso esperando por uma resposta de dela. Iorveth não demorou muito tempo em perceber o que ela ia fazer.
Rhoda: – As palavras dele fez-me chorar, nesse momento. Onde contei-lhe o que Anhaern me tinha dito.
Rhoda avança mais um pouco, contando que Iorveth pegou na mão dela encostando no peito dele mostrando o quanto o batimento cardíaco dele aumentava todas as vezes que ela estava na presença dele. Onde revelou que as coisas que Anhaern disse não eram verdade.
Rhoda: – Nesse momento Ilthuryn, interviu, acusando Iorveth de ter segundas intenções, no qual não corresponde à verdade. – Fazendo uma pausa. – Após estes anos todos, apesar de ele ser um demônio diferente dos outros, o caminho que escolheu é um que eu nunca poderei seguir. Foi por isso que defrontei na altura que quis seguir o meu próprio caminho. – Fazendo de novo uma pausa. – Com isto ele quis atacar Iorveth mas eu intervi a tempo dando a minha resposta final a ele, no qual ficou desapontado.
Selina: – Meu deus!!!! – Surpreendida com a história de Rhoda. – E como fizeste esse entorse?
Rhoda não conseguiu esconder a felicidade no rosto dela, continuando a contar que o chão debaixo dela tinha cedido, onde ela caiu de costa e aleijou o pé. Na tentativa de ver se conseguia andar, desequilibra-se e vai ao encontro dos braços de Iorveth.
Rhoda: – Bem…. e foi ai que nos beijamos.
Selina: – O QUÊ!?!?!?!!? – Super feliz. – E depois o que aconteceu?
Rhoda: – Depois tivemos de passar a noite nas ruínas por causa da chuva. Mas esta manhã…. – Fazendo um longa pausa.
Selina: – O que aconteceu? – Impaciente.
Rhoda: – Bem tu sabes….. – Sorrindo-se para Selina.
Selina: – Oh!!!! – Tapando a boca com a mão surpreendida. – Rhoda!!! – Pegando nas mãos delas. – Tu nem sabes o quanto estou feliz por ti. – Abraçando-a com força por estar felicíssima.
Rhoda: – Selina…. não… consigo…. respirar. – Dando uma palmada de leve no ombro dela.
Selina: – Oh!!! Desculpa. – Soltando-a.
Cá fora da tenda ouviram alguém aproximar-se com passo regular.
Cedric: – Rhoda, estas por ai?
Selina: – Cedric? – Abrindo a entrada da tenda, olhando para o que trazia. – O que tens ai?
Cedric: – Iorveth, pediu para entregar esta muda nova a Rhoda. – Entregando a Selina.
Selina: – Obrigada.
Cedric despede-se das duas, onde as duas tiveram mais um pouco à conversa antes da Selina regressar ao trabalho, deixando Rhoda sozinha na tenda. Ela acaba por adormecer, sonhando um futuro onde ela e Iorveth tinham uma casa de madeira à beira do rio, no qual o tempo tinha parado, onde os dois aproveitavam a companhia um do outro.
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