Salvetion
1 Prólogo
1834, Zurique. Itália.
Haviam se passado apenas três anos deste a reforma liberal. Burguesia protestante estava fora do poder. A família Gallizi ganhou muito poder com a perda da burguesia protestante. O tempo no país estava estranho. Deste que os protestantes perderam seu poder, não só a cidade como o país, caiu em doenças e angustia. Era final de julho. A forte tempestade atormentava os cidadãos. Uma tempestade de três dias seguidos. As nuvens pareciam grossas muralhas que destruíam os sonhos de algum dia rever o sol. O grande rei não brilhava mais para eles. Talvez o fim dos tempos estivesse próximo.
Nilla Gallizi era uma mulher extremamente fútil e vaidosa, não reparara nem um pouco no que acontecia no país afora. Sua vida era seu filho, Enzo Gallizi e sua mansão de quinze quartos. Sra. Gallizi estava separada de seu marido Franco há três anos. Deste a separação se agarrou ao que lhe dava felicidade, para os que acreditam que essa palavra existe no vocabulário da Sra. Gallize. Felicidade conhecida como Enzo. O garotinho de dezessete anos era adorado por todos e amado. Só se ouviam elogios no colégio e mais elogios. Mas deste o dia em que seu pai deixara a mãe, Enzo se tornou outra pessoa. Anti social, suas notas começaram a cair. Trancou-se emotivamente, fisicamente e mentalmente em seu quarto.
Nilla era uma mulher que não possuía amor e alegria, mas fazia suas doze empregadas transmitirem esses sentimentos na limpeza diária da casa. A sua melhor empregada era uma mulher nobre que morava na mansão por caridade, Francesca.
Aos poucos Nilla começou a se preocupar com seu único filho. Nas poucas vezes ao dia que ele descia para comer, podiam-se ver marcas arroxeadas em seu rosto. Seus olhos eram fundos e brancos. O garoto apresentava uma aparência anoréxica e anêmica.
27 de julho de 1834...
As coisas sempre acontecem rápido, seria tão mais fácil se tivéssemos um aviso prévio de que algo vai acontecer para nos prepararmos.
Foi naquele dia que os acontecimentos que atormentavam Enzo começaram a atormentar a mansão. Nilla ouviu os primeiros barulhos do ocorrido. Apurou os ouvidos, os barulhos de batidas surdas vinham do quarto de seu filho. Estava de madrugada, três horas da manha. A mãe preocupada caminhou em direção ao quarto do filho e abriu a porta.
Seu coração disparou ao que via, suas pernas ficaram bambas, talvez o medo fizesse isso. Enzo estava completamente nu, suas mãos estavam à frente da parede e o rapaz batia violentamente sua cabeça contra a parede fazendo o sangue espirrar pros lados. Sua mãe desesperada tentava puxar o filho que continuava imóvel e batendo sua cabeça. Nilla gritava desesperada pedindo para parar, palavras que entravam e saiam do ouvido do rapaz.
— ENZO! PELO AMOR DE DEUS!
O rapaz parou e virou para sua mãe. O sangue escorria por toda sua cabeça, era uma mascara sangrenta. Seus olhos fitavam a mulher e seus lábios se abriam em um sorriso de deboche.
— Deus? – sua mão acertou violentamente o rosto da mãe que fora jogada para trás. O rapaz caminhou em direção a cama e subiu encima da mesma. – O que você sabe sobre Deus?
Seus olhos se fecharam e seu corpo desmaiara encima da cama. Sua mãe estava apavorada, completamente apavorada. Nilla, logo após se levantar, tocou levemente o ombro do filho a procura de resposta. E o próprio começou a se debater violentamente. Seu corpo todo parecia sofrer uma descarga elétrica; o rosto virado em direção da mãe se contorcia e da sua boca escapava um grosso líquido amarelado. Seu corpo parou rapidamente e seus olhos se abriram, estavam desfocados. Sua boca pronunciava palavras rápidas e que Nilla não compreendia. Palavras tão rápidas que parecia que ele morreria por falta de ar. Varias vozes saiam de sua boca, era como um ritual para algo poder acontecer.
- Filho
O rapaz agora gritava, Enzo cravou as unhas no próprio rosto e puxou os dedos para baixo com força, rasgando a pele e fazendo o sangue surgir em abundancia pela face. Nilla desesperada tentava segurar as mãos do filho que com uma força descomunal a empurrou. As empregadas entraram no quarto, completamente assustadas com o barulho, não tinham a mínima idéia do que havia acontecido. Francesca correu ate Nilla e tentou ajudá-la.
As vezes sacrifícios devem ser feitos para todos serem salvos.
...
24 de dezembro de 2012
O dia da mudança do mundo. Seres revelaram a sua existência. Seres que vieram de baixo da crosta – Demônios — e acima das nuvens – Vampiros. Uma guerra entre as três raças destruiu metade da população mundial. Vampiros sofriam com o preconceito humano, demônios eram cruelmente mortos pela igreja. Depois de anos criaram o sangue sintético para os vampiros o que diminuiu os roubos de sangue nos hospitais e junto com os roubos, o preconceito também diminuiu. Mas os demônios continuavam sendo mortos.
Maio de 2083
Acho que é aqui que nossa historia começa. Segunda, 3 de Maio de 2083. A vinte anos fora criado o Instituto Fromreu na cidade de Syed. Um instituto criado por Anakin Fromreu, que morrera em uma batalha com um ser desconhecido, que segundo ele, era todo o mal e não os vampiros e demônios. A direção do instituto passou para os seus alunos de ouro. Sath Anic e Diah Abba.
Ah e para o que o instituto serve? Digamos que com o passar dos anos e a revelação dos seres da crosta e dos seres da nuvem, os humanos adquiriram habilidades especiais.
Notas finais
Essa historia na verdade era um RPG q eu fiz com uma amiga, so q o rpg ñ deu muito certo entao vo fazer uma historia dele XD
vou usar personagens que tinham no nosso rpg tipow
A filha do proprio cão Amity Black, a ninfomaniaca da Diah, o seriuh do Sath, o maluco do Skater padre e etc XD
Se vcs digitarem Instituto Fromreu no google, acho q o 1° link é o do nosso forum XD
PS²: o o começo do texto sobre posseçao (2 primeiros paragrafos) ñ é 100% minha autoria, meu amigo Lino fez o texto, ai ele permitiu eu fazer um baseado no dele
Depois se quiserem pego com o link o site onde ele posto o original dele o/
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