Notas iniciais
ÚLTIMOS CAPÍTULOS Esse é aquele tipo de capítulo que deixa os leitores de cabelo em pé kkkk ou com ódio do autor. Mas eu já me benzei e estou imune a maldição dos leitores ahauahaua Boa leitura.

Baron di Rutherford, o CEO da Politec, caminhava pela praia paradisíaca. Vestido com um habitual traje havaiano, o empresário e filho da Condessa desfrutava de férias prolongadas... talvez por ter trabalhado muito na Hunter, e depois dos últimos ocorridos desde a morte do presidente Bates.

O céu azul era lindo. As nuvens brancas davam um tom de verão. Os turistas passeavam pela praia com suas famílias. Crianças brincavam de fazer castelos de areia.

Logo viu a presença de Eros. O loiro sentado numa cadeira de praia, bebendo uma boa água de coco. Sua vontade era de ir até ele, mas algo o impedia. A areia tornou-se muito fofa, assemelhando-se a movediça. Observou atrás de si e viu duas pessoas: Abigail, sua mãe e um homem. Tal homem era o atual imperador de Gaia, Lucie. Nesse momento o céu ficou completamente vermelho e as pessoas olhando atentamente para o horizonte do mar.

Uma luz poderosa surgiu, um cogumelo enorme de fogo... era uma explosão nuclear. A onda de choque chegou à praia e transformou as crianças e adultos em caveiras. Baron observou Eros na forma de caveira.

— AAAHHH! — acordou gritando.

Completamente suado, Baron se levantou da cama e foi para o banheiro ainda no quarto. Observou o seu rosto, abatido por causa do pesadelo.

Apesar dos seus 48 anos, o homem era completamente saudável, um atleta com corpo definido. Riu ao se lembrar das muitas investidas que deu em Eros, mas o "doutor" não caía na sua lábia nunca. Pensou em desistir dele, porém o íncubo era bonito demais para ser descartado. Vestiu um roupão e ligou para ele.

— Quero uma noite junto do senhor, doutor Eros. Sinto que vai ser um tipo de despedida, pois acredito que finalmente me recuperei. Desde que ganhei novos olhos, fiquei grandemente agradecido. O senhor não vem aqui há duas semanas. Por favor?

— E o motivo do nosso encontro será?

— Falarmos de negócio.

Eros desligou a ligação. Sentiu que chegaria o momento de transar com outro homem pra arrancar alguma confissão dele.

— O que pensa em fazer? — perguntou Afrodine com o semblante malicioso.

— Há muito tempo eu venho me preparando para isso. Estou certo que farei sexo com Rutherford e arrancarei algum segredo dele.

— Como vai ser isso?

— Obviamente serei o ativo da relação. Em todos os meus 80 e poucos anos de vida, meu traseiro jamais foi violado. Como ele é mais novo do que eu, terá que fazer as minhas vontades.

Afrodine corou. Ela queria ver um sexo selvagem entre dois homens, sobretudo quando um deles era o seu irmão gêmeo. Pena que o fechamento temporário da escola a impedia de sair pra espiar.

— Boa foda pra você e aquele daddy. Muahahaha.

Eros arrepiou dos pés a cabeça. Um hétero convicto será obrigado a fazer aquilo... com um homem. Seu nível de heterossexualidade era tanta... chegava a nível que só pegava mulher em 10 vidas diferentes. Como as coisas chegaram a esse ponto?

MANSÃO RUTHERFORD, BOSTON

Dentro da mansão, os dois se sentaram à mesa de jantar. Os empregados traziam os pratos na ordem: entrada > principal > sobremesa.

— Como está o chianti. Tá bom?

— Sim...

"Puta que me pariu. Se estou aguentando isso é para que o mundo não exploda. O que me resta ir com tudo pra cima desse infeliz com meu pau de ouro".

No blazer do loiro havia um microfone implantado escondido por Afrodine.

Desirée estranhou que a amiga havia se trancado no quarto. Escutou gemidos.

— Tá tudo bem contigo?

— Cla-claro... — sua expressão era de prazer. Só de ter que ouvir o ranger da cama com aqueles dois nela a fazia ter orgasmos.

— Isso, meu irmão. Transe bastante. Sou conhecida como a mulher mais pervertida dos dois mundos. Sou a rainha do sexo. A súcubo que consegue hipnotizar homens a terem prazeres sexuais comigo. Se eu quiser fazer uma orgia gay com mais de cem homens, eu o farei hipnotizando até mesmo os mais héteros. No entanto, isso não tem graça. O mais prazeroso mesmo é deixar as coisas fluírem naturalmente. Só de imaginar dois corpos masculinos pelados e suados... o cheiro de sexo e o lençol com muito sêmen... EU GOZO SÓ DE PENSAR NISSO — disse enquanto se tocava na genital.

Eros foi servido com uma boa refeição e um bom vinho. Viu Baron se levantar, se aproximar e alisar o seu rosto.

— Você é tão lindo.

— Quer sexo?

Surpreendeu-se com a direta que o loiro deu. Assentiu. Eros suspirou e beijou a mão dele, depois Rutherford começou a beijá-lo no pescoço.

Poucos minutos e ambos estavam no quarto. O filho da condessa não parava de chupar o pescoço branquíssimo de Eros.

— Pode se sentar?

— Claro, doutor.

Eros retirou a camisa social e deixou-o apenas de calça. Pediu para o homem tirar a peça inferior, ficando de cueca. O loiro jogou o blazer e o microfone de lado e desabotoou os botões da sua camisa. Ele também tinha músculos, mas era liso, diferente de Baron que tinha pelo no tórax.

A intenção do íncubo era clara: fazer sexo na condição de ativo. No momento parecia que estava conseguindo até Baron se rebelar e ficar por cima.

— Meu campo de visão mudou... QUE MERDA É ESSA?!

O empresário não parava de chupar cada parte do corpo exposto dele. As marcas ficavam visíveis, porque a pele era muito branca. Eros, porém, irritou-se por ficar naquela posição.

— Agora a melhor parte. A camisinha "Cara Grande".

Ao ver o outro colocando a camisinha, Eros não pensou duas vezes a não ser empurrá-lo forte.

— Isso doeu.

— Seu puto! Eu pensei que eu era o homem da relação!

— E por quê? Eu sou mais velho, portanto devo ser mais experiente.

Eros riu.

— Experiente meu pau! Não percebeu? Eu não sou humano, idiota. Sou um íncubo.

— Fala sério? Prove.

Ele desapareceu numa fumaça e apareceu sentado na cama. Os olhos de Rutherford brilharam, querendo agarrar o loiro.

— Tenho idade pra ser teu pai mesmo com uma aparência biologicamente nova. Isso porque a expectativa dos gênios íncubos, súcubos e djins é de 250 anos.

— Posso te pedir um favor?

— Aff. O quê?

— Senhor Eros, o senhor pode, por gentileza, deixar um simples garoto de 48 anos ser o ativo da relação?

— APENAS MORRA!!! — socou Baron, deixando-o inconsciente.

Saiu imediatamente da mansão antes de ser pego pelos seguranças.

— Caralho, acho que fui nocauteado...

...

SALÉM

Desirée e Afrodine cavalgavam no pasto atrás da casa quando sentiram a presença de Eros. Retornaram para lá a fim de recebê-lo.

— AHAUAHAUAHAUAHAUA você sendo o passivo... não me aguento.

— Cala a boca, Afro! Eu não suportei e bati nele. Aquele cara é um pervertido. Olha o chupão que ele deu no meu pescoço! Aquele sanguessuga.

— Desculpa, mano... bffauaauauahauah.

— Mas Eros, precisamos que o Rutherford diga algum segredo da Condessa ou do novo imperador. Por exemplo, onde fica o local do tratado de Netherland. Você mesmo disse que ele previu uma catástrofe global. Temos que evitar isso.

— Isso à custa do meu cu? Nem fodendo vou dar a minha bunda para aquele bosta!

— Mano, você já viu a sua bunda? Ela é empinada, branca... tenho certeza que quando aquele cara ver, seus olhos vão brilhar. Hehehe.

Desirée sentiu a presença de mais uma pessoa. Dessa vez era realmente alguém importante, alguém que estava quatro meses ausente. Assim que foi para a sala, flocos de neve caíram. Surpresa, viu Joanna esfriar a temperatura ali mesmo.

— Eu sabia que voltaria especialista em um elemento da natureza, mas o gelo era o que eu menos esperava.

— Desirée! Quanto tempo. — Joanna ainda mantinha o mesmo visual de antes.

Os irmãos gênios também deram as boas-vindas à garota. O olhar de Joanna não negava a sua apreensão. A felicidade repentina das duas mudou quando a mais nova perguntou por Luuk.

— Como assim? Ele não estava contigo?

— Si-sim, estava. Acontece que um mês depois que você deixou o Tibete, Luuk resolveu sair.

— Por quê? Com que razão ele fez isso? — Desirée de fato ficou preocupada.

— Eu não sei. Sinto muito, mas todo esse tempo pensei que ele estivesse aqui.

Pela primeira vez desde que conheceu a suprema, Joanna a viu com o rosto como se ficasse com medo. Claro, era o filho dela. Receber a notícia de que Luuk desaparecera três meses atrás foi um choque.

TIBET — MESES ATRÁS

Dai Kaminari era bajulado pelas beldades enquanto observava a garota treinar com todas as forças. Alisou a barba e, com uma vareta, bateu em suas costas. Joanna foi obrigada a fazer duzentas flexões.

— (Em chinês)

— Não entendo nada.

Kaminari pegou uma rosquinha, uma salsicha e ficou enfiando. Depois chamou Joanna.

— VELHO PERVERTIDO — deu na cara dele.

Saiu para uma área externa atrás do templo. Cansada depois de um árduo treinamento, foi se aconchegar nos braços do namorado.

— Ele mexeu contigo mais uma vez?

— Ele é só um velho decrépito. Se ele vier, meto a mão na cara dele.

Sentados perto de uma estátua do Buda, beijaram-se. Um mês e ainda sequer fizeram sexo, porque Dai proibia, e somente ele podia fazer com as suas assistentes voluptuosas.

— Sabe que eu te amo, não sabe?

— Claro. Luuk, parece pálido. O que houve?

— Joanna, escute. Tenho que voltar pra casa. Por favor, não faz essa cara. Uma despedida temporária é temporária, não vou desparecer nem nada.

— Não entendo o porquê disso tão repentinamente. Logo quando oficializamos um namoro...

O rapaz a beijou na testa e depois na boca. Prometeu que logo se veríam.

— Tenho medo.

— Se algo ficar muito difícil de suportar, lembre-se que nem tudo o que seus olhos veem é a realidade.

No final daquele dia, Luuk se despediu mais uma vez de Joanna e foi embora. Ela não entendeu o motivo dele sair tão repentinamente e muito menos daquela frase.

Afrodine foi oferecer suco para as duas...

— Que merda é essa? — viu as duas chorando.

— Meu filho sumiu.

— Meu namorado sumiu.

— LUUK, CADÊ VOCÊ! — gritaram.

A súcubo tentou acalmar os ânimos das duas, mas era impossível. O desaparecimento de Luuk foi um golpe para a mãe e a namorada.

...

— Espera, Spike... — um cachorro se soltou da coleira da dona e cheirou os sapatos de um pedestre.

Lucie tentou passar a mão no animal, mas este fugiu com medo. A dona do bicho pediu desculpas, mas Lucie sorriu e foi compreensivo. Perguntou o exato endereço da casa de Desirée.

— Vai se matricular?

— Digamos que sim.

Uma sensação estranha se espalhou por todo o vilarejo de Salém. Comerciantes e moradores se esconderam em suas casas. Como o vilarejo de Salém ficava na periferia da cidade de Salém e habitada por moradores de Gaia, era estranho o próprio imperador visitá-lo. Os habitantes, formados por majoritariamente bruxos e bruxas, sentiam a força vital de um anjo caído, e Lucie impunha respeito.

— Aqui está — falou para Sônia que o acompanhava. — O quartel general daquela bruxa suprema.

— O senhor vai entrar? — Sônia usava um uniforme militar com muitas medalhas.

As portas da mansão se abriram sozinhas. A Suprema bruxa saiu para ficar cara acara pela.primeira vez com o imperador.

— O que quer?

— As duas vão me acompanhar imediatamente. Desirée, filha de Reno e Renna, seu destino está traçado. Em Wilhelm uma pessoa importante a espera.

— Quem você pensa... — Desirée acalmou Joanna. Tentar lutar contra uma pessoa imortal era em vão.

— Posso saber de quem se trata?

— Não. Apenas me acompanhe. A ministra Sônia ficará aqui em Salém, por enquanto.

Afrodine apareceu para tentar interromper a ida das duas, mas a ministra da defesa impediu que passasse.

— Tente me impedir...

— Posso impedir sim. Se não quer se ferir, volte para a casa e beba leite.

— Que vaca!

Um portal foi aberto no meio da rua. A partida de Desirée e Joanna para Gaia foi garantida.

Agentes do governo federal invadiram Salém agora com a intenção de tirar os moradores de suas casas. A ordem direta da Casa Branca: destruir o vilarejo de Salém.

Tentaram invadir até mesmo a escola, mas Afrodine expulsou os capangas com sua força.

— Eu quero ser chutado mais... mais... mais — dizia um agente apaixonado pelo golpe feromônio da súcubo.

— Sai de perto! — Sônia chutou-o.

As duas ficaram cara a cara.

— Você é uma súcubo? Por acaso consegue ser pervertida o suficiente?

— É claro. Consigo entrar no sonho de qualquer homem e deixá-lo excitado.

— Isso é uma brincadeira? Querida, todos os meus subordinados são meus escravos sexuais.

— Bléh. Escravo sexual é fácil. Já dormi com dezenas e dezenas de caras casados e antes fiéis.

— Hum... pois eu já me casei com 123 homens. Mesmo na minha idade. Em um ano me casei com mais de 50. E todos eram antigamente casados, com filhos, largaram tudo por mim.

— Tsc. Você é boa...

Eros apenas observava a guerra psicológica das pervertidas pela janela.

— Obrigada.

— Mas já vou avisando que que se eu quiser matar todos os homens de prazer, eu o faço. Pra mim os homens são unicamente feitos para me dar prazer. Quer algo mais pervertido que isso?

— Já acabou? Pois saiba que sou a Rainha do Submundo Sexual. Sabe por que eu saí do exército e sumi? Consegui virar a responsável pelo tráfico de mulheres na Europa Oriental. Mais de mil mulheres já foram traficadas sob minhas ordens.

— Quê?!!! Não é possível esse nível de perversidade. Eu estou desatualizada... Mas chega disso. Eu vou te matar aqui e agora. Prepare-se.

A súcubo voou pra cima de Sônia, porém levou um soco na cara. O golpe foi tão forte que ela atravessou toda a mansão e caiu dentro da piscina. Eros foi ajudar a irmã desacordada.

— Como ela foi mais forte que uma gênia? Droga. Ela está nocauteada.

Os braços de Sônia eram duros como aço. Uma técnica que ela manipulava muito bem.

...

Tanto Desiré quanto Joanna foram levadas para Wilhelm. Algemadas, ambas entraram no castelo. A bruxa avisou para a mais nova que aquele castelo pertencia à família Winchester, ou seja, da própria Joanna.

— Por aqui. Vamos ao andar de cima onde estão os aposentos — avisou Lucie.

Um rapaz bebia vinho sentado na poltrona quando elas entraram no quarto. Imediatamente reconheceram Luuk. Na tentativa de abraçá-lo, foram enxotadas por ele. Joanna perguntou o motivo dele ter ido embora, mas a única coisa que ele fazia era rir.

— Você foi possuído, filho? Tá usando lente vermelha?

— Sabe que não. A senhora sabe o verdadeiro motivo.

— Luuk, eles te controlaram? Você tá mais pálido e... — Joanna parou quando Luuk tirou o capuz do casaco e mostrou um cabelo totalmente preto.

A pessoa de costas e preparando um dry martini se revelou. Condessa riu da cara de incrédulas das duas.

— Vo-você... sua aparência mais jovem. Como? — indagou Joanna.

— Eu sabia... Condessa. Aquela sua morte inesperada era tudo fake. O que fez com o Luuk?

— Em primeiro lugar, eu tive que retornar para o inferno visitar meu papai. Consegui perder poder em troca de jovialidade. Consegui. Tive que ficar nos bastidores para evitar quaisquer intromissões sua. Segundo... — ela se aproximou por trás da poltrona e deslizou suas mãos para dentro da camisa de Luuk. — Vou me casar com Luuk.

— NEM LASCANDO!!! O FILHO É MEU E NÃO VOU DEIXAR ESSA MERDA ACONTECER!!!

— Que mãe desalmada. Escondeu por todos esses anos a verdadeira identidade do Luuk. Diga a Joanna, Desi.

— O que ela quer dizer, Desirée?

Luuk se levantou e revelou ser na verdade um vampiro, que Desirée havia colocado um selo nele quando era muito criança. Antes de ser adotado, Luuk era antissocial e não gostava de brincar com as demais crianças. Depois de ser adotado, ele foi selado assim como Joanna.

— Desculpa, Joanna. Um assunto delicado desse não podia ser revelado tão facilmente. Selei o meu filho para o seu próprio bem.

— Exatamente, filha. A inimiga aqui é a Desirée. Quando Luuk descobriu a verdade, resolveu virar o nosso aliado. Venha para a mamãe, vamos deixar essa bruxa nojenta sofrer sozinha.

— Luuk, está certo disso? Vai me trair mesmo eu sendo a sua mãe?

— Você não é a minha mãe. E essa garota jamais será a minha namorada. Só tenho olhos para uma mulher — beijou a Condessa. — Por que logo me casarei e virarei Conde.

Joanna não suportou e chorou. Parecia que alguém havia feito lavagem cerebral nele ou trocou de corpo.

— Luuk agora é meu, filha. Seu novo padrasto.

Lucie deu o sinal. Uma caixinha de ouro foi levada e dela um revólver com seis balas.

— Meu último obstáculo. Quais são as suas últimas palavras, Desirée?

Ela ficou calada. Joanna implorava pra Luuk impedir, mas ele a empurrou e cruzou os braços.

Desirée, ajoelhada, preferiu o silêncio. Levou seis tiros à queima-roupa e caiu ensanguentada aos pés de Abigail. Ao mesmo tempo Salém era incendiada e destruída.

Notas finais
Expectativa de vida: Humano: 80-100 anos Elfo: 110-140 anos Antropomórfico: 80-100 anos Orc: 90 anos Bruxa: 450-500 anos Reptiliano: 150 anos Dragoniano: 150 anos Goblin: 70 anos Fadas: 100 anos Gênio: 250 anos Vampiro: 600 anos Sireno: 120 anos Górgona: 500 anos Anjo ou demônio encarnado: 1000 anos sem morrer por doença ou assassinado.