[Pilar do Atlântico Norte]

— Vamos Kanon, eu preciso que você me responda uma coisa…

— Eu não vou responder nada… — Disse o Marina finalmente se levantando. — Eu vou acabar com você!

Kanon partiu pra cima de Ikki com uma sequência de socos, mas desta vez os socos estavam mais rápidos e fortes.

— O que foi Fênix!? Eu lhe disse que você havia perdido a sua chance de me derrotar! — Disse Kanon socando a cara de Ikki e o derrubando. — Meu corpo está voltando ao normal!

— Urgh… a força dele está voltando ao normal… quanto poder… — Pensou Ikki se levantando.

— Agora que todos os meus planos fracassaram, Poseidon irá despertar de verdade e a terra será destruída. Todos serão engolidos pelas águas! Exceto aqueles que foram escolhidos por Poseidon!

Kanon partiu pra cima de Ikki e começou a golpeá-lo não dando brechas para o bronzeado se defender.

— Minhas ambições morreram aqui! Jamais perdoarei vocês por terem arruinado meus planos! Mas pelo menos vou ter o prazer de eliminar você, seu maldito! — Gritou Kanon conseguindo derrubar Ikki novamente.


[Pilar do Atlântico Sul]

— Meu corpo ainda está pesado… será que ainda estou sofrendo os efeitos da Sinfonia Final da Morte? É realmente uma técnica terrível.

Hyoga ficou pacientemente esperando os outros chegarem com a urna de Libra.

— Hyoga? Então era você que estava lutando aqui. — Disse Kiki surpreso.

— Kiki, por favor, me empreste a urna de Libra.

Hyoga abriu a urna e foi envolvido pelo cosmo dourado, então a Barra Tripla se desprendeu da armadura e foi na direção do bronzeado, entretanto nesse momento o gelo que prendia Sorento começou a rachar e o Marina se libertou, ele posou com os dois joelhos no chão, ofegante.

— Mas isso é impossível!

Sorento tentou se levantar mas estava com dificuldade, então mesmo de joelhos levou a sua flauta novamente a boca.

— Já chega! Essa batalha já terminou! Deixe-me destruir o último pilar! — Bradou Hyoga.

— Escute, essa batalha não foi desejo de Poseidon, ela não precisa continuar… — apelou Mii.

— Isso mesmo, foi tudo culpa do tal Dragão Marinho! Ele planejou tudo isso! — Gritou Kiki.

— Dragão… Marinho? — Falou Sorento.

— Isso mesmo, nós descobrimos toda a verdade! — Disse Mii, que em seguida contou o que Ikki descobriu.

— Então essa é a verdade? Mas agora pouco importa… o culpado partiu sem pagar pelos seus pecados… e mesmo assim Poseidon está desperto e eu seguirei servindo ao meu senhor…

— Do que está falando, ele tá vivinho da silva! — Disse Kiki.

— Co-como é? — Disse Sorento abaixando a sua flauta.

— Isso mesmo, Ikki o derrotou, mas ele continua vivo. — Explicou Mii. — Você não precisa morrer nessa guerra.

— É melhor sair da frente! Não vou mais me segurar! — Gritou Hyoga, mas Sorento permaneceu imóvel.

Hyoga lançou seu golpe contra o pilar, mas Sorento não se moveu, o Marina estava sem forças pra rebater o ataque ou pra fazer qualquer coisa. O golpe acertou o pilar em cheio, ele rachou e se despedaçou. Hyoga cambaleou e caiu de joelhos.

O estrondo foi tão alto que pareceu ecoar por todo o templo submarino, começou a chover forte em todos os pilares e nas áreas próximas.

— Hyoga! Conseguimos! — Gritou Kiki sorrindo, ele correu pra perto do bronzeado e o ajudou a se levantar.

— General, o que você vai fazer agora? — Perguntou Mii.

— Meus companheiros morreram em vão… o mínimo que posso fazer é levar o culpado até Poseidon. — Disse ele se levantando e virando as costas. — Isso é apenas uma trégua. Se for da vontade do meu senhor nós enfrentaremos novamente.


[Templo de Poseidon]

Seiya havia chegado no templo principal, ao andar pelo local ele viu alguns soldados caídos pelos corredores.

— O que houve aqui? Será que alguém chegou primeiro do que eu?

Seiya continua andando até que escuta um grande estrondo.

— Is-isso foi o pilar do Atlântico Sul! O Hyoga conseguiu! Agora mais do que nunca preciso me apressar.

Depois de andar mais um pouco, Seiya encontrou alguém conversando com um grupo de soldados.

— Ei, você, cavaleiro de bronze! O que pensa que está fazendo aqui!?

— Eu estou procurando por Poseidon. Onde ele está!?

— Outro verme ousa perturbar o meu Senhor? Não permitirei! Soldados!

— Então realmente alguém chegou primeiro do que eu… — Pensou Seiya.

— Sim, senhor Plínio! — Disseram em coro.

— Acabem com esse verme! — Bradou Plínio.

— Vão tentar a sorte? Eu não estou pra brincadeiras! — Alertou o bronzeado.

O grupo de soldados avançou contra Seiya, que num rápido movimento derrubou todos de uma só vez. Ele foi em direção a Plínio e o agarrou pelo colarinho.

— Me diga onde está Poseidon? Onde fica o Suporte Principal? Preciso salvar Atena!

— Não vou falar! A morte de Atena é inevitável, a vitória já é do meu senhor.

— Não fale bobagens, todos os pilares foram derrubados, só falta o Suporte Principal! Nós vamos conseguir salvá-la.

— Não lhe direi nada! Nesse momento devem lhe restar poucos instantes de vida. Apenas aceita a derrota!

— Maldito! Jamais desistirei da Saori! — Disse Seiya irritado jogando o Sacerdote no chão. — Vou procurar sozinho!

Seiya saiu procurando, ele então sentiu a mesma presença que Shina havia sentido. Seiya então chega na sala do trono e abre suas grandes portas.

— Então é você que é Poseidon? — Perguntou o bronzeado, mas rapidamente ele ficou assombrado com o cosmo que emanava dele, mas então ele se dá conta de alguém caído no chão. — Oh… Shina!?

Seiya correu para acudir a amazona. — Ela ainda está viva, que bom. Então foi você que invadiu o templo… por favor Shina… aguente firme…

— Essa insolente teve a audácia de invadir o templo, mas o meu senhor foi piedoso. Mas duvido que você receba tal graça. Você receberá a punição divina que merece! — Falou Apolodoro.

— Vocês cavaleiros conseguiram algo incrível, destruíram todos os meus pilares e venceram todos os meus Generais. — A voz de Julian ecoou pela sala. — Deixe-me mostrar uma coisa como recompensa.

A parede que ficava atrás do trono começou a subir, revelando ao fundo o Grande Suporte Principal.

— Este é o caminho mais rápido para o Grande Suporte Principal e Atena está confinada nele. Mas já é tarde, o interior dele já está completamente inundado. Você perdeu o que jurou tanto proteger. Darei uma chance, retire-se e leve a amazona com você.

— Só pode estar brincando! A Saori sobreviveu ao desespero de ficar à beira da morte durante a batalha das Doze Casas, e mesmo assim ela voltou à vida! Ela não é tão fraca assim pra se entregar tão facilmente! Eu sei que ela está viva e eu vou salvá-la! Então é você que deveria se retirar Poseidon! Ou vou fazer isso à força!

— Tolo, você é incapaz de encostar um dedo sequer em mim! Eu sou um Deus!

— Deus? Até parece! Tome isso! Meteoros de Pegasus!

Os olhos de Julian brilham e todos os meteoros se voltam contra Seiya que é derrubado pelo próprio golpe.

— Urgh… não é possível… os meus meteoros se voltaram contra mim…

— Eu já não lhe disse? Eu sou um deus! Se ousar cuspir para cima os céus cairão sobre ti! Da mesma forma que se ousar erguer seu punho contra um deus, seus golpes se voltaram contra você!

— Já não há nada que você possa fazer! Aproveite a chance que meu senhor lhe deu e suma daqui! — Disse Apolodoro.

— Urgh… Grr… — Gemeu Seiya se levantando.

— Você ainda pretende me enfrentar?

— Isso é loucura! O que você pode fazer diante de um Deus? — Questionou Apolodoro.

— Eu não posso desistir! Todos se sacrificaram pra eu conseguir chegar até aqui! Até os cavaleiros de ouro confiaram em nós! Essa armadura é a prova disso! Enquanto eu viver não posso desistir! — Bradou Seiya elevando o cosmo e sua armadura tornou a brilhar como uma armadura de ouro.

— Então vou destruir essa sua armadura! — Os olhos de Julian brilharam novamente e uma poderosa onda de choque foi lançada contra Seiya, que foi atingido diretamente, sua armadura começou a se despedaçar.

— Não! Minha armadura… que era praticamente tão poderosa quanto uma armadura de ouro… Se continuar assim eu vou morrer!

Nesse momento duas sombras entram na frente de Seiya e o protegem, mas o ataque era muito poderoso, por isso os três vão ao chão.

— Humm, parece que temos mais convidados. Eles tentaram proteger o Pegasus, mas a que custo?

— Urgh… minha armadura foi completamente despedaçada… e quase que meu corpo foi junto… — Gemeu Jabu.

— Grr… Até mesmo a minha que foi revivida com o sangue dos cavaleiros de ouro foi destruída… — Gemeu Shiryu.

— Ambos estão cobertos de sangue e ferimentos, devem estar no limite, o que dois moribundos acharam que poderiam fazer? — Falou Apolodoro.

— Nós nunca permitiremos que o Seiya morresse sozinho. Se for pra morrer, morreremos juntos! — Disse Shiryu.

— Muito bem, vocês querem morrer juntos? Então para que sua viagem para o outro mundo não seja solitária, matarei os três de uma só vez! Oh… Atena… você está cantando?

Julian se levanta do trono e caminha um pouco e começa a fitar o Grande Suporte Principal.

— Será possível que ela ainda esteja viva? Muito bem, se quer gastar os seus últimos momentos cantando pelo povo da terra que assim seja. E depois você poderá finalmente descansar em paz, minha querida Atena.


[Santuário de Atena]

— Já chega! Não vou continuar aqui de braços cruzados! Vou agora mesmo ajudar os cavaleiros de bronze! — Bradou Aiolia.

— Quantas vezes tenho que repetir? O Mestre Ancião ordenou que ninguém deixasse o Santuário. — Falou Mu.

— Não posso simplesmente obedecer uma ordem que sentencia os cavaleiros de bronze a morte. Mesmo que fosse da própria Atena!

— Se insistir nisso, eu terei que eliminá-lo por traição!

— O que você disse!? Você realmente esta disposto a me matar Mu!?

— Eu não teria outra escolha!

— Isso é loucura! Parem com isso vocês dois! — Disse Aldebaran. — Não devemos lutar uns contra os outros!

— Mas a menos que façamos algo, Atena e os cavaleiros de bronze podem morrer! — Disse Milo.

— Hã!? Essa voz… Atena está… cantando!? — Falou Shaka.

— Tem um cosmo poderoso se concentrando na Casa de Sagitário… — Comentou Mu.

— Olhem! Um meteoro saiu da casa de Sagitário!? — Disse Milo. — Aioria… você acha que aquilo era…

— Sim… sem dúvidas. — Respondeu o dourado emocionado. — Mu, nem mesmo o Mestre Ancião pode conter a determinação do meu irmão!

— Aioros… muito obrigado… como não podemos sair do santuário, por favor, ajude os cavaleiros de bronze. — Pensou Mu aliviado.


[Pilar do Atlântico Norte]

— Urgh… um cosmo muito poderoso chegou no Templo Submarino e está indo em direção do Templo de Poseidon… Ele completamente diferente dos outros cosmo que estavam no templo, ele parece mais com um cosmo de um cavaleiro de ouro!

— Eu também posso sentir! Me parece familiar, mas quem pode ser? — Falou Ikki se levantando.

— Maldito, de onde você tira tanta força!? — Perguntou Kanon partindo pra cima de Ikki, mas parando em seguida. — E essa maldita canção!?

— Você não entende? Mesmo correndo o risco de perder a vida, Atena está rezando pela humanidade… Ela renovou as minhas forças… Mesmo alguém desprezível como você também pode ser envolvido, então abra seu coração para a canção de Atena! — Disse Ikki acertando um soco no rosto de Kanon o derrubando.

— Tsc… Maldito… — Gemeu Kanon ainda no chão, quando ele ia tentar se levantar uma linda melodia começou a tocar.

— De onde vem essa música? — Perguntou Ikki.

— Sirene… ainda está vivo!? — Disse Kanon surpreso ao se levantar.

Mas ele não responde nada, só continua tocando a sua melodia.

— Não me diga que você além de ter perdido para os cavaleiros de bronze, pretende salvar o Fênix!?

— Não tenho nenhum interesse no Fênix… mas pretendo derrotá-lo Dragão Marinho… ou melhor, Kanon.

— Então imagino que você sabe a verdade…

— Eu pretendia levá-lo a julgamento… mas decidi sentenciá-lo à morte! Vou usar todas as forças que me restam para vingar meus companheiros! Você enganou a todos nós! Os Generais Marinas lutaram e morreram acreditando que estavam defendendo os ideais do senhor Poseidon e com o isso iríamos criar um mundo de pureza. Mas essa batalha sangrenta só aconteceu por sua culpa! Por sua ganância! Por isso, vá pedir perdão a eles no outro mundo!

Kanon começou a gritar de desespero, para os puros de coração a Sinfonia Final da Morte traz uma morte calma e serena, mas para alguém como o Kanon que tem um coração cheio de maldade, a sinfonia traz uma morte agonizante.

— Espere Sirene, não interfira. — Disse Ikki.

— Como eu já disse, não estou aqui para ajudá-lo. — Respondeu Sorento.

— Você pode até matá-lo, mas antes eu preciso que ele me responda uma coisa.

— Muito bem… — Disse Sorento e Kanon parou de gritar.

— Urgh… Grr… — Gemeu Kanon, ele estava confuso e arfava muito.

— Vamos Kanon, só você sabe como deter Poseidon! — Falou Ikki segurando ele pelo colarinho.

— Id-idiota! É tarde demais pra isso! Não há nada que nós mortais possamos fazer, ele é um Deus!

— Não, ainda há esperança! — Respondeu Ikki. — Precisamos da Ânfora de Atena!

— Ânfora de Atena!? — Perguntou Sorento surpreso.

— Isso mesmo. Foi dela que Kanon libertou Poseidon, e tenho certeza que podemos usá-la novamente para sela-lo. Agora me diga Kanon, onde você a escondeu?


[Templo de Poseidon]

— Urgh… Saori… essa voz é da Saori… — Disse Seiya se levantando.

— Seiya… — Sussurrou Shina recobrando a consciência.

— Não vá Seiya… você não tem chance… — Disse Shiryu.

— Se você for… vai morrer… — Disse Jabu.

— Atena… parece que suas preces renovaram as forças dos seus cavaleiros… — Pensou Julian com o semblante triste. — Mas você só estendeu o sofrimento deles.

— Sa-saia da frente Poseidon! Eu vou salvar Atena! E-eu nunca vou desistir enquanto o fogo da minha vida queimar! — Bradou Seiya.

— Que irritante… parece que realmente terei que apagar esse fogo que você falou… e não apagarei só ele, mas qualquer vestígio das suas existências. Desapareçam!

Nesse momento algo se pôs diante de todos e bloqueou o ataque de Julian.

— É a armadura de ouro de Sagitário!? — Falou Seiya incrédulo.

A armadura de ouro se desmonta e recobre o corpo de Seiya e diferente da primeira vez, agora o cosmo de Seiya e da armadura estão ressoando.

— A armadura vestiu o corpo do Seiya!? — Bradou Jabu pasmo.

Seiya colocou a mão dentro da sua ombreira direita e retirou uma flecha dourada e das suas costas puxou um arco dourado. — Poseidon, saia já da frente! Sendo que terei que perfurar seu peito com essa flecha dourada! — Bradou Seiya.

— Se erguer os seus punhos contra um deus, seus ataques se voltarão contra você. Já deveria saber disso. Se você atirar essa flecha, ela perfurará o seu peito, não o meu. Se não acredita pode disparar.

— Urgh… maldição… — Seiya estava indeciso, paralisado diante de Julian.

— Vamos, ou está com medo de atirar? Vamos ver em qual peito essa flecha irá se fincar.

— Poseidon, saia da frente! Estamos ficando sem tempo pra salvar Atena! Se continuar me impedindo de passar eu vou mesmo atirar!

— Fique tranquilo, pode atirar à vontade. Mas a verdade é que você está com medo, não é?

— Tsc… o que disse!?

— Se quer tanto que eu saia da frente, terá que atirar Pegasus.

— Ce-certo! Eu não vou mais hesitar! Aqui vou eu, Poseidon!

— Seiya… ele é a encarnação de um deus, você vai morrer… — Gemeu Shina.

— Vamos, atire! E essa flecha irá perfurar o seu próprio coração!

— Se essa flecha perfurar o meu coração… ou perfurar o corpo de Poseidon… não muda o fato de estarmos em guerra… é agora! — Gritou Seiya.

Seiya finalmente dispara a flecha dourada, os olhos de Julian brilham e a flecha gira no ar e muda de direção. Ela parte em direção a Seiya, e atinge o peito do bronzeado.

— Argh… foi como ele disse… a flecha se voltou contra mim, assim como os meus meteoros… então é isso que é ser um deus? — Seiya desaba no chão. — Conseguimos chegar até aqui… mas será que não vamos conseguir salvar Atena ou a terra…

— Minha querida Atena… em breve você vai parar de respirar e se tornará parte do Grande Suporte Principal.

— Seiya… — Gemeu Shina tentando se levantar.

— Vamos Seiya… não desista ainda… — Disse Shiryu tentando se levantar.

— Eu sei que parece impossível… mas você precisa se levantar Seiya. — Falou Jabu também tentando se levantar.

Seiya se põe de pé com dificuldade.

— Maldito cavaleiro de Pegasus! Você não sabe a hora de desistir!? — Falou Apolodoro.

— Entendo… a armadura de ouro protegeu seu coração… — Falou Julian.

— Urgh… sim, faltaram poucos milímetros. — Respondeu Seiya.

— E no que está pensando ao se levantar de novo? — Questionou Julian.

Seiya arrancou a flecha do seu peito, soltando um grito abafado de dor e novamente a colocou na mira de Julian.

— Idiota! Vai cometer o mesmo erro pela terceira vez!? — Falou Apolodoro.

— Teimosia é o meu maior defeito…

— Estou lhe avisando, esta flecha irá perfurar o seu peito e atingir seu coração. — Falou Julian.

— I-isso é o que vamos ver! Vou apostar que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar! E desta vez a flecha irá perfurar o seu peito, se prepare Poseidon!

Seiya disparou a flecha.

— Seiya! — Gritou Shina se jogando na frente de Seiya.

Novamente os olhos de Julian brilharam e a flecha girou no ar mudando a sua direção e ela se voltou contra Seiya, mas dessa vez ela acertou Shina, que teve a proteção das suas costas perfurada pela flecha de ouro.

— Shina! — Gritou Jabu.

— Não acredito, ela se jogou na frente da flecha!? — Falou Shiryu espantado.

— S-shina! — Gritou Seiya. — Porque você fez isso!?

— Se-Seiya… você não pode morrer ainda… neste momento você é a nossa única esperança… — Respondeu Shina colocando a cabeça no peito ferido de Seiya.


Notas finais
Mais um capítulo no ar, espero que gostem. Estou um pouco indeciso com o rumo que devo tomar nesse finalzinho de arco, mas espero conseguir fazer o melhor possível. Agradeço aos leitores que aqui chegaram e até o próximo capítulo ^^