SOS Jacob
1 Precisas de mim tanto quanto eu preciso de você
Notas iniciais
- TENTAREI FAZER COM QUE A LEITURA FIQUE LEVE, GOSTOSA E ENGRAÇADA
Espero realmente que gostem, estou muito empolgada *.*
MUITOS REVIEWS GALERA! POR FAVOR *.*
Renesmee POV
O dia estava nublado e propenso a chover, o que era uma grande porcaria, pois meus cabelos ficavam arrepiados, e meus pés doíam. Meu irmão Edward, ficava toda hora tirando com a minha cara. Tudo bem que ele era mais velho, mas era um “bokó”, um puritano que ainda não havia comido a namorada que estava pior que lagartixa subindo pelas paredes. E ele odiava quando eu jogava isso na sua cara, mas pela primeira vez na minha vida, meu saco para lhe encher a paciência estava viajando, meu estômago revirava toda hora, a minha cabeça latejava, e a ânsia de vomito só aumentava. Eu estava um caco.
Maldita festa na casa da Claire, o resultado era sempre o mesmo: enjôos, dores de cabeça e no corpo, entre outras coisas que estavam me irritando; como o fato de eu não lembrar de nada versus nada do que eu fiz. Ou melhor, do que eu aprontei, porque “fazer” é algo tão sem graça, mas “aprontar” é excitante.
Edward me empurrou, fazendo-me grudar o rosto no vidro da porta de entrada do colégio. Idiota, eu ainda me vingaria dele. Deu-me tchau com a cara de quem havia ganhado na loteria e saiu correndo ao encontro de Bella, que batia a cabeça no armário por não conseguir abri-lo. Mas eu sabia a verdade, ela batia a cabeça por não conseguir dar. Coitada, essa sim estava comendo o pão que o diabo amassou.
Encontrei-me com Claire no corredor, resmungava sozinha e estava cheia de olheiras, e logo fomos para a sala de aula. Algo me dizia que aquela seria uma manhã muito longa.
Eu estava certa. De hora em hora, eu tinha que ir ao banheiro molhar meu pescoço, o calorão consumia meu corpo fazendo-me tontear e não prestar atenção na aula. Como se eu havia prestado algum dia. Novamente de volta a sala de aula, sentei-me outra vez ao lado de Claire que babava em cima da mesa, mas que ao perceber minha chegada, abriu os olhos e limpou a baba que escorria pelo canto da boca.
— O que você tem? – perguntou sonolenta.
— Não sei. Acho que me esbaldei demais na sua festa. – falei massageando o estômago. Ou ele gritava por liberdade, ou tinha um alien dentro de mim.
— Nessie, minha festa foi à um mês atrás! Como você pode ainda estar mal?
— Sei lá, só sei que to passando mal dês da sua festa. Olha amiga, acho que a comida devia estar podre.
— Ou você que está podre por dentro!
— Engraçadinha! – rosnei de volta pra ela. O tempo andava a lenha naquela manhã, e Claire -sabendo da minha situação- abriu um pacote de bis. Me ofereceu alguns, mas recusei educadamente, pois eu sabia que se colocasse aquilo na boca, logo estaria no banheiro vomitando.
— Vamos Nessie, você esta dês da hora que chegou sem comer nada. – ela veio para cima de mim, fazendo aviãozinho com o chocolate.
— EIIIIIUW Claire! Que cheiro horrendo é esse? – perguntei me esquivando rapidamente dela – Amiga, nunca senti perfume tão ruim em toda minha vida.
E mais rápido do que eu imaginava, meu interior começou a queimar, um bolo enorme se formou na minha garganta. Corri desesperadamente para fora da sala, e pude ouvir apenas sua voz fina gritar que seu perfume era um Armani Code. Adentrei o banheiro feminino e fiquei aliviada por estar vazio. Por fim me joguei em frente a um vaso sanitário, colocando todos os “bofes” para fora. Maldita festa da Claire, certamente eu estava com alguma infecção alimentar. Aquela comedora de pasto (leia-se vaca, leia-se Claire) ia me pagar todo o tratamento médico.
Apoiei a cabeça no meu braço respirando profundamente, peguei alguns pedaços de papel higiênico para limpar minha boca, e o suor que escorria pela minha testa. No momento que joguei o papel no lixo, meu olhar foi de encontro a um absorvente entre aberto, uma visão um tanto quanto nojenta. Praga do inferno quem não sabia fechar um abs...
— FILHA DE UMA MULHER DA ZONA! ESTOU GRÁVIDA!
Jacob POV
ÓOOH mas que dia mais lindo, os passarinhos cantarolavam do lado de fora, alguns esquilos pulavam de galho em galho, meu pai me preparava um café da manhã esplendido e o sol logo estaria brilhando no céu como uma diva.
MENTIRA! Novamente aquelas nuvens escuras e feiosas inundavam o céu para descolorir meu mundo “colorivel”. Provavelmente os passarinhos estavam sendo mortos e os esquilos dormindo. Meu pai já havia saído para trabalhar, e certamente nem um café pronto havia me deixado. E bem, se ele deixou, o adoçante devia ser à base de veneno, pois dês do dia que ele descobriu que seu herdeiro era gay, vem tentando me matar.
Esta bem, eu menti outra vez. Ele não tentava me matar, mas eu sabia que a noite enquanto o sono consumia seu corpo, ele tinha ideias malignas e mirabolantes de como me fazer sumir. Pensando dessa maneira parece que meu pai é aprendiz da morte. Chacoalhei meu corpo tirando aqueles pensamentos insanos da minha mente, e vesti minha camiseta predileta. Manga curta, num tom rosinha bebê, no lado esquerdo em cima do meu peito, tinha um enorme coração vermelho e mais embaixo a frase que mais me animava todo dia. TEAM EDWARD.
Oh Deus como eu podia amar um ser tão maravilhoso? Eu não merecia tanto.
Ta bom eu menti, eu mereço TUDO! Todo o glamour, poder, e todo o Edward Cullen apenas para mim. Mas aquele energúmeno namora aquela sem sal, sem açúcar, sem potássio, ferro, zinco, da Bella Swan. Como pode? Eu, todo belo e brilhante, com a pele morena super acetinada, ser trocado por aquela rapariga meia boca, que era branca que nem leite em pó? Não, ele só pode estar maluco, pirado, lêlé da cuca.
Coloquei duas presilhas de borboleta no meu cabelo, e passei um pouco de mouse na pontas amassando-as. Cabelo liso era uó do borogodó. Por isso eu sempre tentava manter meus cabelos os mais parecidos possíveis com a magricela da Taylor Swift. Calcei minha calça jeans escura, que valorizava meu bumbum rechonchudo e firme. Ninguém resistia a mim quando eu estava usando aquelas calças. APENAS EDWARD CULLEN! QUE ERA ESTRÁBICO! Será que ele não conseguia me enxergar quando eu passava rebolando por ele?
Cheguei no colégio com o pessoal todo aglomerado na porta, tentando entrar antes que a chuva começasse. Bando de povinho mais burro! Será que eu era o único inteligente ali naquele lugar? Apertei minha mochila roxa nas costas, e acelerei o passo até a marquise que protegia a entrada principal do colégio. Tudo bem que eu era uma diva máster e absoluta, e que nem Madonna com aqueles dentes separados conseguia brilhar mais que eu. “Globeleza” em noite de Sapucaí passava vergonha perto de mim. Não, elas não podiam fazer nada contra isso, mas eu podia. Eu não ia ficar ali embaixo daquela garoa irritante, minha crina... Digo, meu cabelo perfeito ia ficar menos perfeito se pegasse chuva. Com meus braços comecei a afastar aquele tipo de gente desprovida de cérebro, e por fim consegui chegar em frente a porta, que estava travada.
— SAI DAÍ BICHONA! NÃO TO A FIM DE VER STRIPTEASER! – um inútil gritou do meio do aglomerado de sem cérebros.
— MAS ONTEM A NOITE VOCÊ NÃO RECLAMOU NÉ MEU AMOR?! – gritei de volta, juntamente com a vaia que ele recebeu. Mexe com a bicha que ta quieta, pra ver se ela não vira onça pintada.
A barra que destravava a porta estava um pouco enferrujada e certamente algum “antatauro” entrou correndo e estragou a porta. Forcei várias vezes, até que um enorme barulho de algo quebrando ecoou e a porta abriu-se. Virei-me para os desprovidos de beleza descomunal, com um sorriso vitorioso no rosto.
— Viram seus jumentos? Agora podem começar a me agradecer!
As pessoas começaram a correr rapidamente para dentro do colégio, justo quando a chuva havia chegado. E para piorar a situação resolveram fingir que eu não tinha presença marcante naquele lugar e passaram voando em cima de mim. Minhas coisas foram para o chão, assim como eu também fui derrubado, recebendo vários pisões e chutes (sem querer, eu esperava). Tentei me levantar no meio daquela correria, parecia liquidação das lojas Benoit, uma loucura só. E no meio dessas tentativas fracassadas de levantar recebi uma joelhada no rosto, e então tudo ficou preto.
Algum tempo depois...
Acordei assustado, com minha cabeça latejando muito, e sentindo meu rosto molhado. Olhei para cima e vi que os alunos transitavam normalmente pelos corredores, e nem sequer me olhavam. Mas que merda era aquela? Eu era mais bonito que o Brad Pitt e nem assim eles me olhavam? BANDO DE ESTRÁBICO! QUE MORRAM NO INFERNO.
Rapidamente eu jjuntei minhas coisas do chão, e rumava a sala de aula. Pelas minhas contas eu tinha perdido boa parte das aulas da manhã, só porque fiquei desmaiado, e ninguém teve a decência de socorrer uma bicha indefesa. Chegando na sala, sentei-me no lugar de sempre, e me preparei para as bolinhas de papel que acertariam minha cabeça aquele dia. Já era rotina, aquelas bolinhas de papel chocando-se na minha cabeça eram como melhores amigas para mim, comparado ao que faziam na hora do almoço. A pior hora do dia. E para meu azar, a pior hora do dia chegou á jato.
O refeitório estava cheio de garotas usando suas micro-roupas e maquiagens exageradas, rebolando entre as mesas enquanto os caras (todos maravilhosos) babavam em cima delas. Confesso, alguns babavam em cima da comida. Mas isso era irrelevante, pois assim que eu entrei naquele ambiente, habitado por deuses gregos, eu o vi. Edward. Encostado numa parede, com aquela fantasminha da Bella entre suas pernas, o beijando e rindo alto das idiotices que os amigos faziam. Usando todas as táticas de sedução que as revistas ensinavam, andei sensualmente em direção a ele.
Enrolando cabelo no dedo? Checado.
Umedecida de lábios? Checado.
Piscadinha? Checado.
Rebolado? Checado.
— Olá Edizinho! – falei, enquanto piscava lentamente, para ele notar os maravilhosos olhos que eu tinha.
— Olá Jacob. – ele disse com a cara amarrada.
— Pra você é Ursinho Pimpão.
— Ei Jacob, esse aqui já tem dono! – a namoradinha dele pegou em seus braços e rodeou seu corpo.
— Não to falando contigo pavão Albina!
— Jacob, por favor, pare! – ele apertou ainda mais os braços ao redor da farinha viva. – Eu não queria ser grosso contigo, mas desencane de mim. Eu NUNCA irei gostar de você, muito menos ficar contigo.
— Mas por quê? – eu perguntei com os olhos já marejados.
— Por que... Porque você não faz meu tipo. – ele deu de ombros.
Algo gelado e gosmento atingiu minha nuca, e logo escorregou para dentro da minha blusa causando-me arrepiou e repulsa. Coloquei a mão para trás, e puxei aquela gosma do meu cabelo. ÓOH MEU JESUS AMADA! Era o mingau nojento que serviam no refeitório. Tenho certeza que nem os assassinos quando iam para a cadeia, comiam aquilo. Senti as lagrimas molharem meu rosto e as risadas cruéis atingirem meus ouvidos, e como havia acontecido outras vezes, corri em direção ao banheiro feminino já que no masculino eu nunca tinha paz.
Adentrei o meu santuário preferido, onde eu sabia sempre das melhores fofocas e logo abri uma torneira, limpando toda a sujeira que haviam feito em mim. Uma raiva enorme me consumiu naquele momento, enquanto eu me olhava no espelho. Como assim eu não fazia o tipo dele? QUER DIZER QUE SE O EMBRY CHEGAR NELE, ELE FICA? DESGRAÇADO! PODIA TER DITO QUE NÃO GOSTAVA DA MESMA FRUTA QUE EU! MAS NÃO FALAR QUE EU NÃO ERA O SEU TIPO. ISSO MAGOA A PESSOA! LÁ NO FUNDO! ISSO DÓI.
Escutei um barulho estranho vindo de dentro de uma das cabines sanitárias, e abaixei-me para ver quem era. Calça jeans clara, usava bota preta de salto alto, bolsa largada no chão, blusinha verde escura, estilosa até então. Mas o que me apavorou, era que a coitada estava agachada em frente ao vaso, botando os bofes para fora. ADOOORO FOFOCA! Quem será que era? Porque pelos barulhos tava dando um “game-over” ali dentro. Escutei um respirar fundo, e logo o que veio em seguida me fez agarrar a pia atrás de mim.
— FILHA DE UMA MULHER DA ZONA! ESTOU GRÁVIDA!
AAAAI MEU DEEUS! Quem era o projeto de modelo que tava grávida? Eu precisava descobrir. Mas antes mesmo de eu pensar em abrir a porta, a mesma foi escancarada e eu dei de cara com a irmã da minha ex-paixão. Sim, porque eu deixei de amar Edward no momento que ele disse que eu não o tip...
— OMG OMG OMG OMG OMG OMG! VOCÊ TA GRAVIDA! – gritei na sua cara. A menina que tinha o rosto cansado e branco correu até mim, e me tampou a boca.
— Fala baixo sua anta! Alguém pode ouvir! – ela me ameaçou com os olhos. Ela era diva, não tinha outra explicação. Que pessoa conseguiria ameaçar apenas com os olhos? – Vai falar baixo? – assenti com a cabeça, e aos poucos ela foi deixando minha boca livre do seu aperto.
— Omg, você esta grávida! – eu sussurrei perto dela, esboçando um sorriso que ia de orelha em orelha.
— Jacob, eu sei que não nos conhecemos, mas você tem que me prometer que não ira contar para ninguém. Nem para o seu lado menos bicha.
Quem diria, que a maior “bitch” do colégio estava rendida aos meus pés.Me pedindo clemência para não falar nada para ninguém. AAH MINHA DEUSA PURPURINADA AQUILO SERIA UMA FOFOCA E TANTO!
— Jacob, se você contar isso para alguém, eu mando arrancarem suas bolas. Você será considerado a bicha menos purpurinada da face da terra.
— NÃO! TUDO MENOS ISSO!
— Isso o que? – ela indagou – Arrancar suas bolas?
— Nãaaaaao, ser a bicha menos purpurinada na face da terra. – ela riu. Nossa que sorriso mais lindo, eu nunca tinha visto nada igual – Quem é o pai?
— Eu...eu não...Eu não sei! – ela abaixou a cabeça e sentou no banco que tinha no meio do banheiro.
— Como você não sabe? – perguntei alarmado, indo me sentar ao seu lado. Realmente a situação era pior do que eu imaginava.
— Não sabendo né! Eu não me lembro com quem eu transei na festa da Claire.
— Nem eu! — ela me olhou espantada com minha confissão. Mas vou fazer o que? Saiu sem querer – Você ira abortar?
— NÃO! Você é maluco? Eu nunca faria isso. – vi seus olhos ficarem marejados – Eu vou assumir sozinha. Ou vou achar um macho que queira assumir comigo. Eu sei que será difícil, mas eu tentarei.
E então, como se estivessem ligado o holofote da Broadway em cima de mim, eu tive a idéia perfeita.
— Eu assumo seu filho.
— COMO É QUE É?
— Eu disse que assumo seu filho! – seus olhos estavam completamente arregalados, duas bolas enormes da cor chocolate. Senhor, aquela criança seria linda – Com uma condição! – notei que ela estava sem reação nenhuma, então tomei partido e disse – Eu assumo seu filho, se você me fizer virar HOMEM.
Notas finais
DIVULGANDO FICS DAS MINHAS ABIGAS PERFAS *.*
http://fanfiction.nyah.com.br/historia/86008/Bebe_A_Bordo (autora: NatalieOliver)
http://fanfiction.nyah.com.br/historia/79017/Stay (autora: Lyli_Black)
VALEM A PENA LER *.*
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