SOS Jacob
4 Eu vou comer uma P***
Notas iniciais
Obs: NÃO SOU PSICÓLOGA, muito menos entendo como se 'trata' uma pessoa. NÃO SOU A FAVOR DA CURA GAY. (essa fic foi inventada muito antes dessa palhaçada), por isso vou avisar novamente, não tenho nada contra os homossexuais.
A INTENÇÃO DA FIC É PURO DIVERTIMENTO. SEM OFENSAS. E SEM GENERALIZAÇÃO DO QUE É DITO AQUI.
Jacob dormiu na minha cama aquela noite, estávamos tendo uma conversa tão produtiva que sequer reparamos quando pegamos no sono. Não vou dizer que fiquei assustada com o que ele havia me contado, aquela criatura do capeta estava tornando meus planos de tornar Jake um homem viril, macho, fodedor praticamente impossível. Antes que eu pudesse assimilar mais algumas coisas que foram ditas e feitas na noite passada, um jorrão de bebida alcoólica e comida resolveu sair por onde não devia, mais precisamente por onde entrou. Corri banheiro adentro e despejei o vômito no primeiro lugar que vi, que claramente não foi dentro do vaso sanitário. Eu tinha conseguido fazer uma pintura vomitesca na parede de meu banheiro, e só de pensar em limpar depois, mais náuseas brotavam em mim.
– Nossa Renesmee, não sabia que você era artista. Eu posso jurar que você vomitou uma cópia de O Grito. – Jacob disse encostado no batente da porta, os braços cruzados e um sorriso arteiro nos lábios. – Isso aí ta horrível. Parece que você assassinou alguém e espalhou os miolos dela na parede. Credo.
– O Grito, foi o que seu pai deu quando você nasceu, seu jumento. E ainda disse pro médico colocar insulfilme na incubadora para você não assustar os outros bebês. – falei enquanto prendia meu cabelo num coque alto.
– Pelo jeito andou bebendo leite com limão. Sua azeda. Deve ser por isso que vomitou. – falou ele com descaso.
– Se você esqueceu, eu estou grávida. – cerrei os dentes para ele. Ser chateada logo pela manhã, não era de Deus.
– Ah, desculpe, já tinha me esquecido desse pequeno detalhe. – ele voltou para o quarto, e o escutei se atirar na cama – Que daqui alguns meses será um grande detalhe.
– Obrigada por me lembrar disso toda hora. – puxei a descarga, fiz minha higiene bucal e voltei para o quarto sentindo minhas pernas amolecerem a cada passo que eu dava. Cai na cama ao seu lado, abraçando um travesseiro e colocando outro entre minhas pernas.
– Você está bem? – ele colocou uma mão em meu ombro.
– Acabei de colocar minhas tripas para fora. Claro, estou ótima. – dei de ombros. Não seria uma vomitozinho que estragaria com meu dia.
OK, seria uma vomitada grotesca que acabaria com meu dia. Não sei nem porque havia levantado da cama. Provavelmente meu estômago achou que o banheiro precisava de uma rebocada, e então lá fui eu. Graças a Deus que eu tinha Dolores, a empregada que sempre que eu precisasse, a qualquer momento ela estaria disponível para limpar as cacas minha e do Edvirgem. Apelido que eu carinhosamente havia dado para Edward. Acho que deu para entender.
Jacob bocejou, e levantou da cama tirando de perto de mim, o seu calor que até então havia me esquentado toda noite, e que agora aliviava minhas ânsias. Céus, eu iria parir aquele filho, e depois costuraria minha menina, e never more eu a daria novamente. E nunca mais teria filhos, e nunca mais vomitaria. A não ser que fosse causada por um belo porre.
Olhei Jacob afastar-se da cama, e andar para dentro do banheiro. Minha santa da periquita solitária, certamente Deus olhou para Jacob antes de nascer e disse:
“Para você, darei a bunda mais gostosa. Aquela que fará as mulheres desejarem ter em suas mãos, e nas suas camas”
Entretanto, logo após disse também:
“E você também vai dar a rosca. Ou qualquer outro nome que queira chamar seu orifício anal”
E foi a partir desse momento, que todas as mulheres do planeta foram troladas pelo todo poderoso.
Mas, o que ELE não sabia, era que eu era RENESMEE CARLIE CULLEN, a toda poderosa da terra. A bitch master do planeta, e que quando recebia uma missão, ia até o infinito e além para realizá-la. Entretanto lembrei de quem estávamos falando, e eu teria que admitir Jacob Black homem? Poderia levar meses, anos, séculos. Como poderia também não dar em nada, iriamos nadar, nadar e morrer na praia.
A bunda suculenta voltou do banheiro com Jacob, e atirou-se ao meu lado na cama. Eu ainda estava absorta em meus pensamentos, e consequentemente acabei não controlando meus atos, mais precisamente meus olhares.
– Perdeu alguma coisa aqui? – perguntou ele, todo presunçoso, com os braços atrás da cabeça.
– Não. Na verdade eu estava me perguntando se suas nádegas gostariam de ser acariciadas. – eu disse, agora admirando como o corpo de Jake era sarado e apetitoso. Inconscientemente mordi o lábio inferior.
– Sai de perto sua grávida estupradora. Eu não vou te dar minha bunda. – ele olhou-me assustado, afastando-se um pouco de mim.
– Credo Jacob, nem nos seus maiores sonhos eu comeria seu tóba. – sentei como índio na cama, e fiquei a imaginar como deveria ser, poder pegar naquela deliciosa bunda redonda – Eu só gostaria de...
– De o que? – perguntou ele, provavelmente achando estranho as caras e bocas que eu estava fazendo.
– Prefiro não comentar. – sorri maliciosamente – Senão sou capaz mesmo de te abusar sexualmente.
– Melhor mesmo, porque eu não ia dar pra você nunca. – ele cruzou os braços e franziu o cenho. Fiquei alguns segundos pensando no que ele havia me dito, e tentando tirar da minha mente a imagem de minhas duas mãos grudadas na bunda de Jacob, empurrando e empurrando, e empurrando mais e mais.
FILHA DE UMA MULHER QUE PRESTA SERVIÇOS SEXUAIS, gravidez além de te deixar roliça, te deixa maluca. Eu já estava pensando em sexo com Jake...
– AI MEU DEUS! – gritei, fazendo Jacob se assustar e cair da cama.
– PELO AMOR DE DEUS CRIATURA. Não me diga que o bebê já vai nascer! – Jake levantou num supetão do chão, e começou a andar de um lado para o outro – Senhor, me ajude. Ainda não estou pronto para ser pai. Como irei amamentar? Eu sequer tenho tetinhas! – ele olhou apavorado para o peito definido a procura de possíveis seios.
Se eu não estivesse tão concentrada no que ele havia acabado de revelar, certamente teria explodido em risadas. Mas não, aquelas frases de Jacob apareceram como uma luz no fim do túnel. Nem tudo estava perdido, Jacob tinha solução. Eu sei, o que eu estava pensando poderia me levar a nada versus nada, mas seria essa minúscula fagulha no qual eu agarraria e esperançosamente esperaria que desse frutos.
– Não Jacob, senta aqui. – o puxei pela mão para cima da cama – A não ser que o bebê esteja se procriando na minha bunda, ele pode nascer a qualquer momento. Mas como pode ver, ainda tenho a barriga lisinha. – ele pareceu entender minha explicação e parou de fazer aquela respiração que toda grávida faz quando está prestes a parir – E quem irá amamentar sou eu, e não você.
– Menos mal! Fiquei com medo de que meus peitos ficassem flácidos e caíssem. – ele limpou a testa suada.
– Obrigada Jacob por lembrar que isso acontecerá comigo. – falei aborrecida.
– Desculpe, mas prossiga.
– Você acabou de dizer que nunca daria seu rabinho para mim. – ele negou com a cabeça – Então se isso quer dizer, o que eu acho que é, DIO CRISTO, como eu não fui pensar nisso antes. – falei pasma comigo mesma.
– Fala logo projeto de Angelina Jolie.
– É óbvio, noite passada você me disse que nunca havia beijado ninguém. Se você nunca beijou ninguém, presuma-se que você nunca tenha feito sexo. Sendo assim, temos uma falha no percurso. – meu sorriso ia de orelha á orelha, eu havia descoberto a eureca de Jacob.
– Explique-me vadia.
– Há uma chance, mínima, mas há. De que você é apenas desse jeito meigo, porque nunca esteve realmente com uma mulher. – peguei em seus ombros e olhei diretamente para seus olhos escuros – Jacob, irei te levar em uma ZONA.
JACOB POV
– Sem chances, pode esquecer que irei em um covil de perdição. Sou um homem casto, não irei contaminar meu corpinho com essas sementes do mal.
– Pensei que o objetivo era fazer você virar homem, e não celibatário. – Renesmee ergueu uma sobrancelha enquanto me questionava sobre minhas repulsas.
– A verdade, é que quando minha mãe ainda era viva, o excremento do meu pai vivia nessas casas noturnas, ou como a palavra mais chula chama, na zona de meretrício. Por anos vi minha mãe sofrer com suas atitudes, as chegadas em casa no meio da noite, bêbado e fedendo a perfume barato. Sem contar nas vezes que ele quase a agredia. A partir dali decidi que nunca iria fazer uma mulher sofrer, igual minha mãe sofreu. – expliquei para ela meu ponto de vista. E enquanto falava, fui percebendo coisas sobre mim até então desconhecidas. Eu nunca havia parado para pensar naquele assunto, e só agora estava notando muitas coisas sobre o meu jeito que me transformaram no que eu quera hoje.
– ESPERA AÍ, acho que pulamos muitos capítulos dessa missão. Com você me conta uma coisas dessas apenas agora? – Renesmee me olhava furiosa – Tenho que lhe desapontar Jacob, mas antes de irmos para o putedo, você se consultará com uma psicóloga.
__x___x__
Renesmee havia ligado para a tia dela, uma tal de Rosalie Hale, dizendo que precisava de uma consulta para ontem, que era caso emergencial. Em questão de meia hora, uma loira alta, usando saltos altos Louboutin adentrou o apartamento igual á um furacão, quase levando a porta junto. Se bem que meu pai havia me avisado, mulher é igual furacão, quando vai embora leva tudo junto, carro, casa, roupa. Aquela lá pelo olhar, pude perceber que levaria até a alma do pobre moço que havia se casado com ela. Eu esperava sentado no sofá da sala, enquanto Nessie trazia a taquara rachada para me apresentar.
– Então esse é sua caridade da vez? – perguntou ela ironicamente á sobrinha.
– Tia, por favor, precisamos mesmo da sua ajuda. – Nessie fez cara de cadela sem dono e sentou-se ao meu lado.
– OK, parece ser importante mesmo. – ela coçou o rosto, demonstrando desagrado por estar ali. Só o que me faltava ter que lidar com aquele poço de ignorância – Qual é o problema?
– Jacob quer virar homem, e eu estou achando que ele nunca foi gay de verdade. – explicou Renesmee fazendo a loira sebosa sentada á minha frente, abrir-se em risadas.
–Vocês estão de brincadeira comigo, não é mesmo? – ela nos olhou incrédula – Vocês acham que eu tenho cara de quê? Santa Rita de Cássia?
– Por favor, tia, isso é muito importante para mim. – Ness suplicou apertando meu braço.
– Tudo bem, mas só porque é você que está pedindo. — desviou o olhar da sobrinha, e passou a me olhar com desinteresse.
– Olha, se você vai ficar me olhando com essa cara de peixe morto, pode levantar sua bunda siliconada e ir...
Mal tive tempo de terminar meu raciocínio, quando o lado esquerdo do meu rosto começou a arder, como se tivessem jogado brasas nele. Rosalie havia descarregado sua mão de gazela no meu rosto, que agora ardia em chamas. Se fosse antigamente, certamente eu estaria aos prantos. Mas naquele momento a vontade de lhe socar a cara foi muito maior.
– EU SÓ NÃO LHE BATO, PORQUE VOCÊ É MULHER! – disse exasperado colocando o dedo ferozmente na frente de seu rosto. Senti Renesmee puxar-me para trás, e forçar para eu me sentar novamente no sofá.
– Pronto sobrinha querida, aí está sua resposta. – Rosalie respondeu com um sorriso no rosto.
– Tia querida, a psicóloga aqui é você. Não eu. E não estou entendendo nada. – ela respondeu coçando a cabeça. Assim como ela, eu também estava confuso.
– Se esse cristão fosse homossexual, ele teria chorado, dado um piti, até mesmo me esbofeteado ou qualquer outra coisa que a laia deles faça. – ela falou enojada — Mas não, ele ficou raivoso, e não me bateu porque sou mulher.
– Ai céus, ela fala em código. – resmunguei – SIMPLIFICA MEU AMOR. – o tapa que aquela criatura havia me dado, havia sido tão forte que eu estava começando a achar que havia mexido com meus neurônios.
– Normalmente, o homossexual tem na sua cabeça que é mulher. Por isso passa a agir como tal. Mas nesse seu ataque de fúria, você não demonstrou se igualar a mim e a Renesmee. Você me respeitou por ser mulher, e por acreditar que é HOMEM, e homens não batem em mulher.
– Mas isso não quer dizer muita coisa, tia. – Nessie disse desanimada – Jacob irá lhe contar algumas coisas, e talvez assim você possa avaliar ele melhor. – a psicótica assentiu, e eu me preparei para despejar uma vida inteira em cima dela. Já imaginava o nó dentro de sua cabeça.
Contei a ela, as mesmas coisas que havia dito horas antes para Renesmee, acrescentando apenas alguns detalhes, por exemplo: eu nunca tive meu pai por perto, sendo cuidado sempre pelas empregadas da casa. Não tinha irmãos, e nunca tive um encontro com uma garota. Consequentemente isso me leva ao patamar de virgem. Já que meu “bv” eu havia perdido noite passada com Ness. Aquele dia estava sendo tão conturbado, que sequer tive um tempo merecido para pensar no que havia acontecido na noite anterior. Mais precisamente entre mim e Renesmee. Falei também da minha paixão platônica por Edward, seu outro sobrinho.
– Bom, o que posso adiantar é que Jacob nunca teve a imagem paterna perto. Juntando com o que ele presenciava quando criança, ele acabou criando outra identidade. O seu subconsciente tentou encontrar uma maneira de ser diferente dele, mas a imagem do homem machista estava tão cravada dentro de si, que você achou que ser gay seria a válvula de escape. – ela explicou.
– Isso significa que Jake não é...?
– Não significa muita coisa minha querida. Mas pude perceber que Jacob privou-se de experimentar os prazeres da adolescência. Por um lado sim, há a possibilidade dele estar tendo apenas uma crise de identidade. Mas por outro lado, pode ser que não. Isso vocês irão descobrir apenas experimentando.
– Mas e quanto á Edward? – perguntei.
– Provavelmente você encontrou em Edward, a figura paterna que seu pai não transmitiu. Ele é o oposto de Billy.
– Obrigado doutora, me esclareceu um monte. – agradeci. Já não sentia mais a ardência no meu rosto, e as conclusões que ela havia chegado foram tão explicativas, que por um segundo acreditei mesmo naquilo tudo. Mas era difícil, muito difícil mudar da noite para o dia.
– Eu acho que vocês deveriam continuar tentando novas experiências. É um ótimo plano, Renesmee. – ela sorriu complacente com a sobrinha.
– Obrigada tia Rose, — Nessie a abraçou forte – nos ajudou um monte.
Renesmee conduziu a psicomaluca até a porta, mas antes a oxigenada virou-se para nós com um sorriso malicioso nos lábios e disse:
– E por favor, usem camisinha. Não quero saber de sobrinha minha grávida.
Se aquela frase desceu entalada em minha garganta, na de Renesmee devia ter descido rasgando. Vi a garota fraquejar e mudar da cor branca para albina em questão de segundos. Logo após fechar a porta, ela estava ao meu lado, com a mão na barriga.
Uma visão um tanto quanto linda, pois sequer sua barriga dava sinais de existência, e ela já se comportava como se estivesse de 9 meses. Lembrei que Renesmee precisava procurar logo um médico para acompanhamento da gravidez, mas quando fui sugerir isso, a mesma me cortou imediatamente.
– Ainda é muito cedo. – falou com a mão na testa – Ainda bem que Rose veio até nós, eu juro que por alguns minutos achei que fosse caso perdido. – ela olhou-me com o cenho franzido, e levantou de supetão ficando de pé na minha frente – Agora que estamos livres, colocarei meu plano em ação.
– Tem certeza que me levara naquele lugar macabro? – perguntei me afundando no sofá branco.
– Qual o problema, está com medinho é? – ela debochou de mim.
– Tenho medo daqueles capetas que trabalham lá. – apenas respondi.
– Como você pode saber? Nunca foi a um lugar desses. – ela riu.
– Mas já vi em filmes, e aquelas vagabundas parecem mais homens do que mulheres mesmo. – falei enojado.
– Não se preocupe caro Jacob, irei te levar num lugar top de linha. – ela olhou-me travessa – Ou você acha que enquanto você aproveita, eu vou ficar apenas olhando? Também quero aproveitar!
– Ai Renesmee, mas aquelas meretrizes são tão feias e musculosas. – tentei mais uma vez convencer o pequeno avião Nessie á ficar em casa.
– Repete comigo Jake, PUTA. – ele segurou meu rosto e olhou em meus olhos. Seu olhar era obstinado, e ali eu vi que havia perdido a batalha.
– P-U-P-T-A. –falei errado de propósito, nunca fui com a cara dessa palavra.
– FALA CERTO JACOB, É PUTA CARALHO. PUTA! – ela gritou, e eu permaneci em silêncio. Na verdade estava com medo de levar outra bofetada – ANDA LOGO SEU BICHINHA, É PUTA. PUTA. PUTA.
– PUTA! – me dei por vencido e gritei a maldita palavra.
– AGORA DE NOVO. EU VOU COMER UMA PUTA. – ela voltou a gritar, parecendo um sargento do BOPE.
– Não, não, pode esquecer que eu vou fazer isso. Nem sonhando que ... – Renesmee colocou o pezinho no meio de minhas pernas, apertando meu pobre membro. Se eu tivesse urina na bexiga, já tinha molhado as calças, pois subiu um calor tão grande pelo meu corpo, que não chorei de vergonha – EU VOU COMER UMA PUTA!
– Bom garoto. – ela deu dois tapinhas leves no meu rosto. Coloquei as duas mãos no alvo da assassina de pintos, e me curvei lentamente até estar deitado no sofá.
– Eu vou comer uma puta. – sussurrei para mim mesmo – Ela amassou o cascão com duas bolas, – murmurei novamente, dessa vez sentindo as lágrimas saírem – não vou conseguir comer a puta.
Tentei levantar do sofá para ir até a cozinha. Eu iria esmagar as tetas daquela vaca leiteira. Mas ao movimentar-me para o lado, uma fisgada na virilha me fez voltar rapidamente a posição de feto.
– Vem logo Jacob, o café da manhã está pronto. – gritou da cozinha, a esmagadora de genitores.
– Já vou. Só vou ficar aqui mais um pouquinho. Talvez alguns minutos, — e senti novamente aquela fisgada insuportável – ou talvez alguns séculos.
Notas finais
Bom, um agradecimento especial a June Nobrega e a Feline por recomendarem a fic, vocês enxeram meu coração de alegria.
Bom galera, por enquanto é isso :) espero que tenham gostado do cap, como eu havia dito antes sem muitas emoções e mais EXPLICAÇÕES. E aí, rola comentário? Recomendação?
Beeijos, beijos, até o próximo cap :D
Fale com o autor