Rule The World

10 While she ignore me ...


Notas iniciais
Heeey amores meus *--* Como vão ?? Como foi a virada de ano pra vocês ? Pra mim, meio entendiante, mas me falem de vocês seus lindos e divos *-* Espero que vocês tenham feito seus desejos e também que cada um deles se realize! Bom, eu acho - ACHO, Acho, aCHO, AcHo, - que o capítulo tá bem legal e é provavelmente o que eu mais gostei de escrever simplesmente porque eu achei que estava bom e tal. Eu não ia postar agora, ia deixar alguns prontos e ir postando depois MAS eu sei que vou ficar sem internet em breve então decidi postar logo, ah, o fato dela também estar muito lenta me impediu de responder os reviews ;( MAS EU LI TODOS E AMEI MUITO!! MUITO OBRIGADA PESSOAS :33 E TAMBÉM UM AGRADECIMENTO PESSOAL A LINDA E FOFS DA BIA QUE FEZ A PRIMEIRA RECOMENDAÇÃO DE RULE THE WORLD!! YAAAAAAAY :D AHHN, EU PIREI TANTO QUANDO VI, REALMENTE NÃO ESPERAVA RECEBER UMA AGORA ... MAS EU AMEI MUITO, FIQUEI APAIXONADA POR SUAS PALAVRAS E NÃO TENHO PALAVRAS PRA AGRADECER!! Agora, sem mais surtos da autora que vos fala, boa leitura :)

Pov. Emma

Minha mãe sorriu para o garçom. Ele era simpático. E até bonito, se me permite dizer. Mas com o cabelo todo lambido, acredito que por estar em trabalho e tinha os olhos castanhos claros. Eu só estava prestando atenção nisso por não ter exatamente muito o que fazer.

Minha mãe — Katy -, tinha praticamente obrigado a mim e meu irmão a virmos jantar nesse restaurante. Algo como comemorar a nossa chegada em Miami. Bom, comemorar quase duas semanas depois, mas ainda era comemoração pra ela.
Tomás não parecia se importar por mais que preferisse estar em casa jogando um videogame. E não era tão ruim. E eu também estava tentando deixar minha mãe feliz mesmo que fosse uma tarefa difícil então nem discuti tanto sobre nossa saída.

Eu tinha tentado ligar para Austin mais cedo. Era meio que uma droga não conhecer ninguém em Miami e ele tinha falado que ia voltar. Por causa de todo aquele lance com a garota que esbarrei no meu primeiro dia oficial aqui. Eu acabei deixando uma mensagem porque ele não servia nem mesmo pra atender a droga do telefone.

– Já fazem 12 dias que estamos aqui — Katy falou, sorrindo e pegando nossas mãos por cima da mesa. Em defesa da minha mãe, ela realmente parecia precisar de qualquer apoio que viesse de nós. Sorri fraco. — Como estão se sentindo ?

De início, nenhum de nós respondeu. Tomás me olhou e eu o olhei de volta, parecíamos mudos.

– Aqui é legal — ele falou, por fim. — Vai ser estranho começar em uma escola nova, mas é legal.

Também em defesa do meu irmão, as vezes ele falava como um adulto mesmo que agisse 95% do tempo como um bebê chorão.

Minha mãe sorriu reconfortante pra ele.

– E você, Emma ? — Perguntou diretamente pra mim, me olhando interrogativa. Seus olhos esperançosos quase brilhando eram de cortar o coração. — Já fez alguns amigos ?

– Talvez — respondi, sem confiança alguma.

– Talvez ? Você tem saído bastante, não conheceu ninguém ?

– Não exatamente. — Respondi, desconfortável. Eu não gostava de ser o centro da conversa, mesmo que sejamos da mesma família. — Ah, mãe, quer saber ? Acho que preciso ir ao banheiro, já volto.

Ela me olhou confusa quando saí praticamente correndo da mesa, tendo que soltar sua mão. Meu irmão me olhou bravo como se estivesse me xingando por deixá-lo como o centro da conversa agora. Mostrei a língua para ele em resposta.

Já no corredor do banheiro, me senti sendo empurrada. Quer dizer, eu tinha batido em alguém, esbarrado sei lá. Já que estava ocupada demais fazendo caretas para meu irmão.

Quando ergui os olhos, simplesmente tive vontade de rir. Era o mesmo garoto que tinha derrubado toda a vitamina em mim aquele outro dia. O mesmo garoto com os olhos azuis.

– Você — falamos ao mesmo tempo, como se tivéssemos ensaiado aquilo.

– Bom, pelo menos dessa vez você não derrubou nada em mim — ironizei.

E só de lembrar de como eu fiquei melecada e de que eu tinha gastado meu dinheiro com uma bebida que eu mal tinha chegado a provar, já fiquei brava de novo.

Ele sorriu, sem jeito.

– Olha, eu sinto muito mesmo por aquele dia. Eu estava distraído demais e não vi você. — O moreno parecia estar envergonhado por precisar se desculpar daquele jeito. Era fofo. Mas não compensava minha roupa toda suja.

– É, mas ...

– Filha ? — Minha mãe chamou, simplesmente surgindo do nada atrás de mim. — Não vai me apresentar seu amigo ?

Amigo ? Eu nem o conhecia. Mas estava tentando ser gentil com minha mãe. Mas também não tinha absolutamente nada para falar agora. E estava provavelmente passando vergonha.

– Meu nome é Nicolas. — Ele disse, apertando a mão de Katy.

Nicolas ? Era esse o nome dele ?

Minha mãe falou toda aquela bobagem de "prazer em te conhecer" e blá blá blá. E então me olhou, sorrindo.

– Emma, acho que precisamos ir. Seu irmão não está se sentindo muito.

Provavelmente um dos truques dele, pensei, mas não podia dizer. Eu tinha um acordo com o pirralho sobre um não entregar o outro.

– Então, Emma, acho que nos vemos por aí. — Nicolas disse e percebi que agora ele também sabia meu nome. Valeu mãe.

O garoto sorriso, gentil, e saiu.

Me virei para minha mãe e grunhi, antes de sair marchando pra fora do lugar.

Pov. Austin

Eu estava odiando aquilo.

Eu estava odiando ficar daquele jeito com ela. Estava odiando ela estar me ignorando. Bom, não exatamente. E era isso o pior: A única coisa que ela me falou ontem depois da nossa conversa-que-era-mais-uma-briga-na-qual-ela-ficou-chateada foi que tinha marcado uma visita pela cidade com uma agência de turismo. Meu rosto ficou parecendo um ponto de interrogação com a maneira que ela falava normalmente, como se nada tivesse acontecido.

E não, não era por causa do acordo sem ressentimentos. Ally parecia mal, mas ignorando a si mesma e aos seus sentimentos. O que, é claro, me fazia sentir mal e culpado. Então agora, nós dois estávamos nos sentido péssimos e idiotas.

Eu não entendia nada do que a maioria das outras pessoas estava falando dentro daquele ônibus no qual Ally me forçou a entrar durante seu plano maligno de esquecer de tudo e fingir que não temos nada. A mulher que nos "guiava" falava apenas inglês, o que me fazia perceber que todos ali tinham algum conhecimento da minha língua mas nem todos eram do mesmo país do que eu. E tudo aquilo virava uma confusão de idiomas e culturas diferentes.

Ally estava lendo alguma revista parecendo estar interessada em toda aquela bobagem que deveria estar escrito. Pelo menos era uma revista americana.

– Isso é ridículo — reclamei, encostando minha cabeça para trás e tendo que aguentar o "olhar confuso e ingênuo" que ela me enviou quando me ouviu.

– O que ? — Perguntou.

– Eu disse que isso é ridículo. — Repeti.

– Eu ouvi, mas não entendo o que é ridículo.

– Tudo isso é ridículo. — Fiz um gesto com a mão como se tivesse no circulando. — Até essa revista é ridícula.

– Não, não é. — Ally disse, fingindo estar ofendida. — Você sabia que o Ian Somerhalder e a Nikki Reed estão juntos ?

– E você não ?

– Não! — Ela exclamou, parecendo estar chocada. — Como você sabia ?

Suspirei.

– Sabe, redes sociais são bem úteis. Tipo o Instagram. — Era incrível que ela não soubesse disso ainda, depois de tanto tempo que ... Espera, o que eu estou pensando ? — Ah, esquece.

– Por quê ?

– Porque estamos fugindo do assuntou principal, Alls, por isso. — Quase no mesmo instante em que eu terminei a frase, ela já perguntou qual era o assunto principal. Isso era um jogo. Um jogo muito idiota. E por um segundo, eu quase me perdi dentro dele. Mas ela estava se fazendo, como se não tivesse entendendo nada e talvez seja a sua forma de se proteger. Ainda dava pra entender. Mas era melhor enfrentar logo isso. — Você sabe qual é.

Ally ficou em silêncio por um minuto e achei que ela finalmente voltaria ao normal e talvesse me xingasse ou batesse em mim. Mas não, ela só se virou rápido para frente e disse com pressa:

– Acho que Meredith vai falar algo. — Falou animada como uma criança para assistir seu desenho favorito.

Meredith era a mulher que estava nos "guiando" nessa viagem maravilhosa por Paris na qual eu passei metade do tempo dormindo. Não por causa da cidade, mas por causa da voz irritante dela e todas as histórias chatas que acabam com a graça do lugar.

– Atenção, por favor. — Meredith falou com o sorriso falso enorme marcando todo seu rosto. — Vamos parar agora num dos principais pontos de Paris e também um dos mais visitados — ela falava isso em todo o lugar em que parávamos — ,o Arco do Triunfo. É um monumento construído em comemoração às vitórias militares do Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais.

Esse era um dos momentos em que eu desligava meu cérebro e ficava jogando qualquer joguinho estúpido no celular. A voz daquela mulher era irritante.

Pelo menos a roupa que ela usava era elegante, mas a marcava nas piores partes e ela parecia estar se espremendo dentro daquilo. Sem falar na maquiagem exagerada e coque mal feito.

Fora isso, ela estava bem.

Quando o ônibus parou, e pudemos descer, formamos uma fila sem jeito e desorientada que era guiada por outra pessoa desorientada para podermos conhecer o monumento.

Ally agora estava lendo o que parecia ser um folheto que falava alguma coisa sobre o Arco do Triunfo e sobre outros pontos turísticos de Paris. Só hoje, já tínhamos ido naquele museu que ela tanto queria e em um outro que era incrivelmente entediante.

– Cuidado — falei quando ela tropeçou em alguma coisa no chão por estar tão focada naquele folheto. Botei meu braço em volta da sua cintura a segurando e a ajudando a recuperar o equilíbrio. Isso me lembrava do quanto ela costumava cair ou tropeçar nas coisas logo depois que nos reecontramos. Era engraçado.

Podia sentir sua pele se arrepiar com meu toque, e ela sorriu, sem graça, se desvencilhando do meu braço já que eu não fiz menção de tirar a minha mão dali.

– Obrigado — falou e percebi que aquilo seria o mais próximo de alguma verdade que chegaríamos naquele dia.

( ... )

Já era de noite quando aquele passeio torturante em um dia torturante chegou ao fim. Ally conseguia estar cada vez mais estranha, mais obcecada em qualquer coisa que não fosse nós.

– Ally — a chamei, enquanto caminhávamos de volta para o hotel, já que era perto de onde o centro da agência ficava. — Ally, precisamos conversar.

Ela andava na minha frente rápido. Evitando me olhar, evitando falar comigo, evitando me ouvir e provavelmente evitando pensar em mim.

– Você viu aquele lugar pelo qual passamos antes ? — Perguntou, ainda evitando minha pergunta. Que ótimo. E agora parecia mais com uma louca obcecada por algo. E isso não era ela, era apenas como ela estava tentando fugir de mim. Tornava tudo ainda mais ridículo. Será que ela não percebia isso ?

– Que lugar ? — Perguntei, suspirando e com a voz entendiante. Era tão ruim assim me olhar ? Porque ela não estava fazendo isso a um bom tempo.

– Era uma boate, eu acho. — Ela disse, falando normalmente agora. Mas com certeza não era normal ela estar procurando por uma boate pelo qual teríamos passado. E acho que ali se concretizava a minha ideia de que ela tinha enlouquecido de vez.

– O que você quer em uma boate ?

Então, ela simplesmente se virou pra mim. Depois de estar me evitando nas últimas horas e sorriu, como se estivesse em um grande plano maligno.

– Eu quero me divertir. — Disse e eu franzi a testa.

Ela se virou de volta e eu só tive uma opção: A seguir.

Notas finais
Bom, o que acharam ?? Próximo capítulo já está sendo escrito e vai ser bizarro '-' Mas bom, prometo. Também vamos saber logo mais sobre aquela ligação da Emma pro Austin e tal. E em falar nela, vou precisar dar um tempo nos pov's da minha diva porque quero manter suspense pra quando Auslly voltar pra Miami ... Ah, e naquela parte que fala sobre a Nikki e o Ian ... Acontece que eu shippava (shippo) Nian fortemente então eu meio que ... Ah, esquece. Mas eu amo a Nikki, de qualquer jeito. E falar disso aqui é extremamente desnecessário, né ? ENFIM, espero que tenham aprovado esse capítulo louco e vejo vocês nos reviews meus divos *--* Mil beijos e Até :33 P.S.: Só pra desejar parabéns para o Mark, e dizer que tenho MUITO a agradecer a ele, tipo ... JKLJGFDSJKLHGFDS