Nicholas, tire a camisa, e você Xavier, faça o mesmo, agora! — Eu disse ao bater com a vara no chão, para que eles compreendessem que a punição era séria.

Como? — Perguntaram-me com medo. Eles são mentalmente retardados ou algo assim?

— Sabe, meu talheres valem mais para mim do que vocês podem imaginar – Eu disse severamente.

Lamento, Mr. Hoffman — Xavier disse com uma onda de medo. Eu não o ouvi e preparei-me para puni-los, um par de golpes seria suficiente.

— As Desculpas não funcionarão jovem. Eu irei puni-los e tirarei o desejo de brincar com objetos que não são seus. — Eu falei ao pegar o meu chicote de couro marrom, que estava na gaveta do meio da minha mesa.

—NÃO, POR FAVOR! — Eles disseram em uníssono, eu não ouvi. O primeiro golpe era algo leve e destinava-se a Xavier, este gritou como se eu tivesse arrancado a pele dele com uma faca.

Seu exagero me fez mais irritado e me fez desencadear mais 5 golpes, desta vez com mais força.

Então, me dirigi á Nicholas que, com seu sotaque alemão, pediu-me para não bater. Isso nunca iria acontecer, mas eu sabia que não era verdade.

Talvez eu sentisse pena deles. Ou talvez não.

Venha aqui e se ajoelhe! — Eu pedi ao menino enquanto apertava o chicote na mão direita fazendo-o ranger.

— Por favor, não! — Responde ele com medo.

— Venha! — Eu gritei quando retirei a sua camisa pela força e obriguei-o a se ajoelhar. Dei a volta, observando-o, enquanto ele tremia de medo ao ver meus sapatos limpos e brilhantes e se recusava a olhar nos meus olhos.

(Chaz, chaz, Chaz) —AAGH! — Ele gritou de dor— Você não vai portar-se mal novamente, certo? —

Não Mr. Hoffman. Não! — Ele dizia enquanto soluçava.

Não acredito em você! — Eu respondi ao chicotear os dois ao mesmo tempo (Chaz, chaz, Chaz) O meu chicote cantava um doce ritmo nas costas dos canalhas, um de cada vez, enquanto eu observava na sua pele branca, a marca do meu castigo.

— Perdoe-me! — Xavier gritou enquanto ele se contorcia no chão e chorava.

Pare de choramingar! Você não é homem? Aprenda com Nicholas, ele não reclama como uma menina chorona como você. Manteiga derretida — Eu falei ao dar 6 chicotadas extras.

Notei que ele me olhou com lágrimas nos olhos cheios de tanto medo. Cheio de dor e arrependimento ... O que me causou um prazer que eu nunca senti antes. Nem mesmo com Clara, ao espancá-la ou dormir ao lado dela.

Sua pele já estava sendo coberta por meus golpes e até mesmo estavam sangrando um pouco, para evitar que outras aves de rapina me ouvissem e que o meu tempo de diversão acabasse tão cedo, eu aumentei ainda mais o volume do gira-discos.

Foi extremamente agradável fazê-los chafurdar de dor perante minha presença; eu deveria me sentir extremamente chateado, mas pelo contrário, eu estava esperando para fazê-lo. Para desabafar a minha frustração.

O meu pai sempre dizia que uma boa surra curava qualquer desobediência, e eu sou sumamente grato por seu "sábio conselho" agora nenhum deles ousará desafiar o grande Ed Hoffman novamente.

Para educá-los eu tenho que destruí-los com golpes e preencher a punição até que eles estejam mais velhos e saiam do meu orfanato. Portanto, procurei mais "candidatos" para me divertir muito com eles, mas não haviam muitos em Londres. Então a diversão nunca iria acabar. (Chaz, chaz, chaz, Chaz)

— Não Sr. Hoffman. Nós não fizemos nada de errado — Disse Xavier completamente coberto de chicotadas.

"Realmente? — Eu perguntei sarcasticamente.

Eu juro que sim. — Reafirmou o menino alemão que estava no mesmo estado.

A melodia do álbum que começou no início, ia à frente, ela era alegre e divertida aos meus ouvidos. Então eu a repetia uma e outra vez. Eu não ligava a mínima se eles gostavam ou não, eu a colocava e ponto.

Então, eu fui até o megafone que estava instalado no escritório, liguei o microfone com um botão que estava atrás dele e comecei a falar. (O som do microfone) — "Atenção, atenção meus filhos! Clara, Diana, Eleanor, Margaret, Amanda, Thomas e Olivia, eu quero que todos vocês venham imediatamente. Isso é tudo ..." — Eu falei ao desliga-lo novamente. “

Anthony:

Eu não aguentava mais! Eu joguei o papel para o chão com muita força o que levantou uma nuvem de poeira fazendo-me coçar o meu nariz com a manga esquerda.

— DEUS! Foi uma porcaria total e absoluta o que este miserável incorporado na sua profissão fez! Quem diabos lhe deu permissão? Quem no seu perfeito juízo iria lhe dar o poder sobre essas pobres almas esquecidas pela mão de Deus? Seu canalha! — Eu vibrava de raiva quando chutei forte os arquivos de todos os dias, fazendo-a deslizar por baixo da porta da adega.

Notas finais
Continua...