Rosas Vermelho Sangue
2 Capítulo 2 - noite em fúria
Notas iniciais
- Kurama...
- Sophei...
Ela estava bela. Quimono de seda azul claro. Cabelos esvoaçando. E aquele olhar picante, sempre. O quarto cheio de rosas vermelhas. Sorriu para si mesmo.
- Kurama...Venha...eu quero te dizer...preciso...Sua mãe, sua família...
Ele se aproximou. A principio ela ia dizer algo. Ela tremia. Mas ela parou e o fitou de uma maneira estranha. Nem pode reagir quando ela lhe beijou. Lábios tão suaves...
- Você é o único que me viu assim, como eu sou...Você não quis...por que?
- Sophei... pare...Me diga o que...
Ela o apertou. Não queria deixa-lo escapar. Ele tentou empurra-la. Mas ele mesmo não queria.
Jasmim... Perfume de jasmim...De novo, esse maldito perfume...
Ele a tomou no colo. Deitou-a na cama. Ela se assustou.
- Kurama!
- Cale a boca – e beijou-a com sofreguidão.
Ela era linda. Sempre. Mesmo sem mudar nada. Sem artifícios.
Ele beijou os lábios cheios. Sentiu o corpo ficar quente... pulsações no seu baixo ventre...e ela...ela olhava com desejo, queimando, saíam fagulhas do seu olhar penetrante.
A principio, ele raciocinava. “Não posso, preciso me conter. Ela vai dizer...não...quero...” Mas queria. Ah como queria...Rasgou o quimono com brutalidade. Queria ver, sentir, beijar, morder, ter tudo para si.
Os seios expostos estavam intumescidos. Ela também estava excitada.
Começou a beijar seu pescoço. Mordeu o lóbulo da orelha. Foi descendo ao colo, beijando, deixando o calor para trás. O perfume. O sabor. Ela era deliciosa. Deslumbrante.
- Sophei...eu...
Ela gemeu. Se antes ele estava tentando pensar, a partir daí caiu sua resistência. Ele beijou-a até chegar aos seios. Lambeu devagar, fazendo-a se arrepiar. Passou a língua no mamilo, e em seguida soprou suavemente. Ela gemeu ainda mais alto. Não se contendo, Kurama chupou com vontade.
Sophei gritou de prazer. Virou os olhos. Levou a cabeça dele ao outro seio, enquanto a mão dele apertava o primeiro, com vontade e desejo.
Desejo...tivera desde que bateu os olhos nela. Quisera ser ele a estar ali antes, para não machuca-la, macular sua beleza fascinante.
- Kurama...mais...por favor... – ela disse, sua voz rouca implorando.
Ele gemia enquanto a beijava. De repente, ela se ergueu. Empurrou-o contra a cama, e fez o mesmo com as roupas dele: arrancou-as num ímpeto, sem dó nem piedade. Mordeu o lábio inferior ao ver os contornos do seu corpo. A barriga definida, os braços, as coxas. Olhou devorando com os olhos. Lambeu os lábios.
- Gostoso... – e beijou-o. Com intensidade. Sua boca, seu pescoço, sua nuca, seu peito. Devagarinho. Ele perdera o controle. Só gemia. As mãos dela corriam pelo seu corpo, selvagens. Sentiu-a apertá-lo no seu lugar mais intimo. Gritou de prazer.
- Isso...grite...grite para mim... – e fazendo uma carreira de beijos e lambidas, desceu pela sua barriga e foi, lentamente, até seu membro. Estava excitadíssimo. Ele gemia alto, puxava os cabelos dela. Enlouquecedor... Fora enfeitiçado.
Ela não parava. Sabia como deixá-lo maluco. Ele se sentia derretendo. Descontrolado.
- Quer mais? – ela ergueu o olhar. Sorria maliciosa.
Em resposta, ele a jogou sobre a cama, num golpe rápido. Abriu as penas dela e mergulhou.
Estava fervendo. Ela era deliciosa. Ele lambia, provava o sabor, arrancando gritos dela cada vez mais altos. Ela amoleceu nos seus braços, na sua boca. Molhada. Quente. Macia. Por que resistir? Não queria parar até ela pedir, ou melhor, implorar.
Sem dar tempo dela respirar, ele entrou nela. Apenas uma leve resistência.
Indescritível, ele pensou. Ele encaixava direitinho, parecia que ela fora feita sob medida para ele. Apertada, mas tão molhada. Ele respirou fundo, não queria entregar os pontos. A princípio devagar, embora fosse fundo nela. Depois, cada vez mais rápido, e fundo. Ela gritava, se contorcia, sorria e chorava. Ele sentia cada vez mais calor. Parecia que ela estava a sugar sua energia. As pernas ficando moles, o corpo estremecendo... e não resistiu. Ao vê-la gritar em pleno gozo, inundou-a inteira. Gozou alto e forte, ouviu-a gritar seu nome.
Ele deixou-se cair do lado dela, ofegante. Ela também. Só depois de um tempo ele abriu os olhos, e lá estava ela sorrindo para ela. Linda. Sempre.
- Kurama...eu...amo...
- Sophei...
Porém o rosto dela ficou pálido. Ficara imóvel
- O que?
- Sua mãe...eu... — O sangue escorria pela boca. Ela virou-se inerte — Kurama...me ajude...estou morr...
- SOPHEEEEEEIIIIIIIII!!!!!!NÃOOOOOOOO!!!
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- Kurama!! Acorde!!! Acorda filho!!!
- Arfh, arf, o que??
- Pesadelo...foi só isso...calma...
Sonhara. Por que?
Não dormiria mais aquela noite. Precisava falar com ela.
CONTINUA...
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