Notas iniciais
Olá, sejam bem vindos a minha primeira fanfic.

Esse cap será apenas uma breve apresentação, ao longo da fanfic os detalhes vão aparecendo e se interligando.

Espero que goste.

Bjss

2 anos, 9 meses e 15 dias, esse é tempo exato que estou aqui neste lugar, pagando por como todos dizem “ meus erros”, apesar de eu não me arrepender de nada. Bom acho melhor me apresentar, para todos entenderem melhor como vim para parar na penitenciária de segurança máxima do estado de Nova York e também como vou sair daqui.

Me chamo Katherine Evans, se bem quem Katherine para mim está morta, sou só a Kate ou a Rosa negra, meu querido nome de serial killer. Isso mesmo sou uma assassina em série, tenho mais de 50 mortes nas costas, apesar da polícia só ter descoberto 3, os outros são só suposições.

Mas antes que todos pensem que eu sou uma vadia desalmada escutem minha história, nasci a exatos 27 anos em Seattle, minha mãe morreu no parto, devido isso meu pai sempre me rejeitou, me tratando como uma escoria. Eu vivia no sótão de casa, um lugar frio e imundo, mas era isso ou morar na rua, eu não tinha mais ninguém além dele. Eu passava boa parte do tempo no meu quarto, só saia para comer ou usar o banheiro, a única pessoa que se importava comigo era Martha, uma senhora idosa que cuidou de mim até meus sete anos, ela vinha de vez em quando me ver. Já minha relação com o meu pai era praticamente nula, eu acreditava que aquilo não podia piorar, mais estava completamente enganada.

Toda mudou com a chegada dela, Lucille Fields. Era uma loira falsa e toda siliconada, que claro trouxe consigo dois filhos. Nem começar a pensar que isto é uma história de cinderela, pois não é, aqui a cinderela não se tornou uma bela princesa e sim uma assassina, bom vamos por partes. Voltando a Lucille, assim que ela chegou achou aquela situação muito interessante, meu pai me tratando como um bichino escondido no sótão. Bom mas era isso que eu era, sempre que tinha alguém em casa em era trancada no quarto, minha comida se resumia as sobras que ele deixava.

Voltando a história de Lucille, ela se casou com meu pai e eu virei a serviçal da casa. Sabe aquela frase que nada pode dar mais errado, bom sempre pode. Jackson e Hunter eram filhos de Lucille, eram gêmeos fraternos, no caso não eram iguais, exceto na maldade. É a agora que nossa história fica interessante.

Eu estava com 15 anos na época, os gêmeos com 19. Meu pai e Lucille tinham saído para jantar, eu claro nunca era convidada, os gêmeos estavam em alguma festa da faculdade, parecia que ia ser uma noite tranquila, eu poderia ir ao escritório meu pai e usar o computador para pesquisar sobre faculdades, eu sabia que iria ser minha liberdade, e claro eu deveria conseguir uma bolsa de estudos, pois meu pai não iria pagar.

Lembro como se fosse hoje na hora que eu estava indo para o escritório um estrondo, veio da porta da frente. Quando fui ver eram Jackson e Hunter, com três amigos da faculdade visivelmente bêbados.

Flashback on

— E ai Katherine se assustou? Deve ter mesmo, é uma besta assustada.

Jackson ria gritando que nem um idiota, mas o que realmente estava me assustando era o olhar dos amigos deles em mim.

— Quem é a gostosinha aí?

— Essa é a Katherine, a filha do Nathan, também conhecida como a empregadinha da casa.

Jackson disse rindo como se fosse uma hiena. Nisso um de seus amigos se aproximou de mim, o cheiro forte da bebida me deixava enojada. Ele não era alto, tinha cabelos e olhos negros, com piercigns na boca e na sobrancelha.

— O que você acha da gente se divertir em princesa? Eu sou o Trevor, loiro é o Kevin e outro o Stuart.

Assim que o homem que agora conhecia como Trevor falou isso, no momento seguinte colocou as mãos nos meus seios.

— Não encosta a mão em mim.

Disse dando um tapa na cara dele. Institivamente Hunter se aproximou de mim e me agarrou pelos cabelos.

— Quem você pensa que é pensa que é para bater nele sua vadia?! Quer saber agora você vai ser a nossa vadia.

Hunter disse como um sádico, neste momento o pesadelo começou.

Flashback of

Naquela noite os gêmeos e seus amigos arrancaram minhas roupas me estupraram, várias e várias vezes. Foram agressivos e muito violentos, minha virgindade foi arrancada assim de mim, dessa maneira cruel. Logo após acabarem, me levarem dali toda ensanguentada e enrolada apenas em uma manta velha e me jogaram na mata.

Eu estava toda dolorida e muito machucada, sabe chegou um momento que eu desejei até morrer e eu pensei que morreria naquela mata sozinha, mas isso não ocorreu graças a Carter Jenkins. Ele vivia naquela região na mata, afastado de tudo e todos, gostava da solidão. Conforme eu ia me recuperando, ia conhecendo mais ele, que descobri como um ex agente da Cia. Eu estava tão quebrada por dentro e por fora e só queria desistir da vida, e se não fosse por ele teria mesmo, tipo eu já estava com a faca nas mãos para cortar os pulsos.

Flashback on

— O que você está fazendo Kate?

Carter disse irritado arrancando a faca das minhas mãos.

— Eu estou cansada, cansada! Eles acabaram comigo!

Gritei em desespero.

— Não você está acabando consigo mesmo, está com raiva deles então resolva isso!

— Como?!

— Com vingança!

Flashback of

Vingança! Essa palavra me motivou e meu deu forças. Carter me treinou, acho que de um jeito torto ele foi o pai que nunca tive. Passaram-se 2 anos do estupro, eu estava diferente tanto fisicamente quanto mentalmente, não era mais aquela garotinha retraída, o ódio me motivou. Soube que todos disseram que fugi de casa, falaram que eu tinha me envolvido com alguém, é claro eu sempre seria a culpada.

Mas a vítima virou a cobra, eu matei todos Jackson, Hunter, Trevor, Kevin, Stuart até mesmo meu pai e a vaca da Lucille, por terem encoberto tudo. Sabe eu amei a aquela sensação, o poder. Todas aquelas pessoas que matei eram cruéis, dali veio a ideia, por que eu não poderia continuar fazendo aquilo? Porque não matar pessoas ruins?

Neste momento me tornei a rosa nera, matava sem pestanejar os estupradores, homens que batiam em mulheres, pais que eram cruéis com os filhos. Eu tinha meu próprio código moral, só matava pessoas que eram piores do que eu. Claro que a polícia estava a atrás de mim, mas eu sempre me livrava até eu ser traída por alguém que confiava, mas isso eu vou contar mais para a frente.

Vou contar minha situação atual, estou cumprindo minha pena de consideráveis 47 anos e o FBI quer minha ajuda a para solucionar vários assassinatos correndo na cidade. Agora você me pergunta porque o FBI quer minha ajuda? Porque o assassino deixa sempre uma rosa branca coberta de sangue junto ao corpo igual ao que eu fazia.

Quem sabe ajudar o FBI não possa ser interessante?

Dias atuais, penitenciária de segurança máxima do estado de nova York.

— Katherine Evans, filha de de Nathan e Lila Evans, 27 anos, nascida na cidade de Seatlle, matou mais de 50 anos pessoas sempre deixando uma rosa branca coberta de sangue nas cenas dos crimes.

— Correção policial eu só matei 3 pessoas.

Eu estava na sala de interrogatório com três agentes do FBI, dois homens e uma mulher. A mulher era alta, seu cabelo loiro platinado estava bem preso em coque, que combinava com seu terninho cafona. Um dos homens o que falava comigo era claramente o chefe, era mais velho, com o cabelo começando a ficar grisalho e com algumas rugas também. Já o outro o homem.....ele me causava pensamentos bem impróprios. Era lindo, com os cabelos eram negros, os olhos eram os azuis mais lindo que eu já vi.

— Sabemos que muito bem que matou mais pessoas, e a justiça ainda vai provar isso.

Disse meu pedaço de mal caminho, nisso pude notar com leve sotaque, acho que ele era inglês.

—Justiça é uma coisa relativa, eu acho que aquelas famílias que tiveram as filhas estupradas e viram aqueles monstros sendo mortos acham que foi feita a justiça.

—Não foi justiça, foi vingança! A polícia deveria ter prendido eles.

Disse a loira, não gostei dela.

— Não é minha culpa se vocês são incompetentes!

Digo com sarcasmo.

— Já chega, você sabe por estamos aqui não é Katherine?

— Primeiro eu sou a Kate, a Katherine morreu a anos, e segundo sim eu sei, querem minha ajuda para pegar os assassinos das rosas, nome interessante que a mídia deu a propósito.

— Bom se nos ajudar terá liberdade condicional, usará uma tornozeleira eletrônica, mas não ficará presa aqui.

— Eu topo!

Digo sem ter o que pensar muito, pelo menos eu sairia daqui.

— Mas se nos enganar cumprirá toda sua pena em regime fechado, ouviu garotinha?

Disse a loira platinada, estou pegando ódio dessa mulher.

— Não vou “enganar” ninguém e também não sou nenhuma garotinha, você que é uma velha, passar tanta maquiagem não vai disfarçar.

A mulher ficou vermelha de raiva, no momento que ela ia me retrucar o chefe falou.

— Já chega vocês iram trabalhar juntas, Kate essa é a agente Charlotte Mellan e este é o agente Michael Scott, e eu sou o agente chefe Adam Wallace

Isso vai ser muito divertido.

Notas finais
O que acharam?

Continua?