Romance no Texas

5 Tapa gostoso


Notas iniciais
#cowboysafado Boa leitura!!!

Povs Edward...

Quando a moça desmaiou pela segunda vez fiquei realmente preocupado. Nunca a vi em Bayton antes, com certeza não é da cidade. Só espero que a batida não tenha prejudicado seus órgãos ou tenha quebrado nenhum osso. Assim que a coloquei delicadamente sobre o banco da camionhete, liguei o motor e dei a partida. Ela estava imóvel e pálida. Deus... Se ela tiver que morrer que não seja em minhas mãos. Era tão jovem, bonita, e atraente. E tinha uma língua... afiada. Merecia viver muitos anos ainda. Não me lembro qual foi a última vez que uma mulher me enfrentou assim, e devo confessar que adorei, ela não só despertou meu interesse, como o meu desejo.
Sexy e bonita desse jeito deve ter marido ou namorado com certeza não deve ser uma mulher sozinha. E me pergunto porque estava no meio de um temporal, será que não via os riscos que correu? poderia ter sido bem pior. Estiquei a mão tocando seu rosto delicadamente, sua pele era tão macia, e perfeita, e falei baixinho.
– Aguente, moça. Vai dar tudo certo, eu prometo.
Meu celular tocou e o atendi enquanto dirigia, sei que era errado, mas não podia parar agora.
– Alô!
– Sou eu, chefe, O Demetri. Já escontrei os bois que fugiram. O senhor já pode voltar.
Confesso que já nem lembrava deles, me preocupei tanto com a moça que estava comigo que esqueci do resto.
– Que bom. Eu... Não posso voltar agora, estou resolvendo uns assuntos. Avise meu irmão, e cuide de tudo até eu voltar.
– Pode deixar, senhor.
Assim que cheguei ao hospital Bella foi colocada em uma maca e levada pra dentro. Não me deixaram entrar, então fiquei na recepção ansioso por notícias suas. Fiquei andando de um lado pro outro me perguntando o porquê de tanta ansiedade. Afinal nem a conhecia. Nesse momento uma enfermeira veio falar comigo.
– Fique calmo. Sua mulher vai ser bem cuidada.
– Mas, ela não é...
Não tive tempo de responder, ela se foi, com certeza era nova por aqui ou saberia que sou fazendeiro conhecido e solteiro. Em seguida avistei Heidi uma velha conhecida e boa enfermeira.
– Por favor, sabe como está a mulher que trouxe agora a pouco?
– Como assim, não a conhece senhor Cullen?
– Não... A encontrei na estrada, bateu seu carro durante o temporal.
– Pra quem não a conhece parece bem preucupado.
E falei de forma ácida.
– Sou humano, o que acha?
Passei as mãos nervosamente pelos cabelos.
– Desculpe... É que tudo isso é bem atípico pra mim.
Ela me lançou um olhar provocante.
– Mas, as mulheres de Bayton adoram seu jeito rude, bom... Já deve saber disso, não é?
Dei um sorriso. Heidi nunca escondeu seu interesse por mim, era uma boa moça, porém nunca me interessou.
– Preciso mesmo saber sobre ela... Será que podia...
Ela deu um suspiro impaciente.
– Ok! Pelo visto nunca vou ter uma chance com o cowboy gostosão. Vou ver o que posso fazer.
Cowboy gostosão? agora sorri. A mulher só podia estar brincando. Ela demorou demais, e só fui embora depois que tive certeza que ela ficaria bem. Cheguei em casa pouco depois da hora do almoço, e Jasper estava discutindo com alguém. Era uma mulher pequena, cabelos curtos e parecia furiosa. E me lembrou a linda morena que salvei a pouco.
– Vai tirar aquela maldita cerca do lugar, entendeu?
– Mas está no lugar correto.
– Uma ova! Não está! Vai fazer agora, ouviu? Ou eu farei.
Nunca vi meu irmão alterar a voz ou perder a cabeça, porém, dessa vez estava furioso com a mulher e resolvi intervir antes que desse algo errado.
– O que está acontecendo aqui?
Ela de repente veio na minha direção com o dedo na altura do meu peito.
– Deve ser o senhor Cullen, o dono da fazenda. Vim aqui pra exigir que tire a cerca que foi botada dentro das minhas terras.
– O que?
Realmente não conseguia entender do que ela estava falando.
– Não estou entendendo, dona.
– Então vou explicar. Algum empregado seu colocou a cerca dentro da minha propriedade, e exijo que mande tirar.
Olhei pra Jasper buscando uma explicação, ele deu um longo suspiro antes de responder.
– Ela é Alice, é nova aqui. Comprou a fazenda ao norte da nossa e acha que fomos nós que invadidos suas terras com a cerca. Falei que não fomos nós, porém, ela não acredita.
Ela cruzou os braços e bufou dizendo:
– Posso ser uma moça do campo, entretanto jamais deixarei que me passem a perna.
Não, não fomos nós. Só tinha alguém aqui com a ambição e a cara de pau suficiente pra isso. Aro Volturi. O velho fazendeiro que sempre cobiçou as minhas terras, e agora tenta prejudicar a nova vizinha.
– Realmente, não fomos nós, Alice. Mas meu irmão vai resolver porque se eu for...
Com certeza daria a surra que a muito tempo queria dar naquele "velho canalha" e isso não seria nada bom.
Jasper entendeu o recado e disse:
– Meu irmão tem razão. Fique tranquila. Eu resolvo.
– Será que posso confiar em vocês?
– Sou muito conhecido por aqui, senhora. Não só por ser o maior criador de gado de Bayton, mas por minha honestidade também. Pergunte a qualquer um.
Ela pareceu desconfiada, mas no fim cedeu e meu irmão a acompanhou até a saída. E notei que olhou de modo diferente pra ela. E me perguntei o que estava perdendo. Disse a mim mesmo que deveria seguir em frente e esquecer a moça que salvei, afinal já fiz muito. Mas, não conseguia. E no decorrer do dia liguei pro hospital buscando notícias suas, e soube que não recebeu visitas. Será que é sozinha? Sem ninguém? Então resolvi cuidar de seu carro e liguei pro reboque. Isso era um trabalho duro. Ela era delicada demais, e era um homem à moda antiga.
E quando vi que já não aguentava mais de ansiedade pra vê — la comprei um ramo de flores, me arrumei e decidi ir lhe visitar. Disse a mim mesmo que era só pra ver se estava mesmo bem, porém sei que era bem mais que isso. Era a vontade de ver seus olhos de novo, ouvir sua voz, sentir seu cheiro doce, suave. E o desejo ressurgiu em mim. Nunca nenhuma mulher me deixou assim... Talvez tenha sido por lhe salvar. Não sei... Mas, ela mexeu demais comigo... de um jeito difícil de explicar.
Quando cheguei ao hospital soube que receberia alta. E fiquei feliz por vê — la de pé e bem. Ainda estava pálida. Mas, estava mais doce e sexy do que nunca. Ela discutiu comigo, como se quisesse me afastar, mas quando a beijei e a acariciei o mundo explodiu em volta pra mim. Sua boca era quente, deliciosa. Seu corpo era perfeito, cheio de curvas. E o tapa que me deu a seguir só inflamou ainda mais meu desejo, voltei a lhe agarrar, e a ouvi gemer baixinho contra meus lábios.

Continua...

Notas finais
Oh my good!!! Morri!!! Última enquete foi a letra B!!! Não deixem de conferir minhas Outras fics novas, ok!!! https://fanfiction.com.br/historia/696412/Meu_amado_Visconde/ https://fanfiction.com.br/historia/696411/Coracao_Selvagem/ Confiram também os grupos sobre as fics que escrevo. No face: "O lado B das Fics da Nia" Tem uma super promo lá, não deixem de conferir, ok!!! Onde vcs podem ganhar três caps exclusivos com antecedência e com apenas uma recomendação. E no Whatsapp: "Fanfics da Nia" (96) 98118 - 6217 Bjs!!!!