Romance no Texas

6 Massa de desejo...


Notas iniciais
#cowboyhothothot Boa leitura!!!

Povs Bella...

Oh deus... Será que alguém poderia explicar o que estava acontecendo? pois realmente não entendo nada. Primeiro o fazendeiro mais lindo e sexy que já vi salva a minha vida... Agora ele vem me visitar e me agarra me dando um beijo mais arrebatador de minha vida. Não... O que ele me dava agora era muito mais que um beijo... Ele me devorava, sugava a minha língua e me chupava com tanto ímpeto... Com se fizesse amor com ela... Céus! Seu agarre era firme, possessivo, sensual. Nenhum homem foi tão atrevido, tão intenso comigo. Mike era tão calmo e paciente que levou dois meses pra me dar o primeiro beijo, e não senti a metade do que estou sentindo agora.
A minha cabeça está girando, meus seios estão eriçados e pesados, meu corpo quente.... Quente como num dia de verão, e no meu estômago parece que tem "um milhão de borboletas." O cheiro dele, o calor do seu corpo está em toda parte, me inebriando, me enjoando de tanto desejo... De tanto ardor. Mas, como posso permitir algo assim? Ele antes de tudo é um completo estranho... E eu até bem pouco tempo atrás era uma mulher casada, feliz... Não! Preciso dar um basta nisso, e eu tentei de fato, todavia o tapa que eu lhe dei não o abalou, pelo contrário, só inflamou ainda mais o seu tesão... E pra piorar o meu também.
Sua boca voltou a tomar a minha, e gemi não pude evitar, era demais pra que conseguisse me segurar, envolvi seu pescoço com as mãos completamente perdida naquele frenesi de desejo, sem forças pra me afastar, pra lutar. Fiquei muito tempo casada e Mike raramente me beijava e quando fazia, era rápido, morno, quase casto. Nunca um beijo seu ou um toque me deixou com a sensação de estar numa fogueira... Um fogo devorador, ardente, impetuoso. Ele apertou ainda mais meu bumbum com suas grandes mãos, e notei o cume rijo e longo de sua ereção, contra a calça que eu vestia e Edward sussurrou roucamente no meu ouvido:
– É melhor pararmos, minha delícia. Ou a foderei aqui mesmo nesse hospital... Onde qualquer um pode entrar, não seria adequado, não acha?
Ele disse foder? Mike nunca usaria essas palavras... No máximo ele diria fazer amor. Deus... Que homem rude, grosseiro, pervertido. Porém, falar essas palavras sujas só aumentou meu desejo e de qualquer forma serviu também pra me ajudar a recuperar o juízo, e o empurrei com ímpeto. E me apoiei na cama com as pernas trêmulas, com a respiração e coração tão disparados e rosto tão rubro como se viesse de uma corrida.
– Como... Como se atreve? Perdeu o juízo?
Ele parecia tão afetado quanto eu... E seus olhos verdes ainda estavam baixos e escuros de desejo.
– É o que me pergunto... desde que a tirei daquele carro.
Seu tom continuava baixo e rouco, e a linha abaixo de sua cintura armada como "uma bandeira em dia 4 de julho."
Passei a mão com força sobre os lábios e disse com irritação.
– Mal nos conhecemos, não tinha o direito de agir assim. Salvar minha vida não quer dizer que pode...
– Pare por aí, Bella. Sei que gostou tanto quanto eu, aposto que está quente e úmida entre essas coxas torneadas.
Quando ele falou isso cheguei a engasgar... Ele era muito franco e muito direto sobre sexo. Mike nunca... Chega! Tenho que perder essa mania de comparar os dois, pois não tem sentindo, meu marido era muito melhor que ele... Eu sei. Porém, no fundo, tinha muitas dúvidas quanto a isso.
– Não... Não é verdade! Apenas... apenas me pegou de surpresa.
Hora errada pra agir com nervosismo, inferno! Por que perto dele me sentia como uma colegial boba e virgem? Céus! O homem mexe não só com meu corpo, mas com a minha cabeça também. Heidi estava certa sobre ele, agora sei. Ele sorriu de forma pecaminosa, sim... Sabia que eu mentia.
– Não mesmo! Correspondeu ao meu beijo, assim como seu corpo... Pronta pra me levar, e acredite, minha linda. Eu quero muito isso.
Não... Ele era sedutor, sexy e bonito demais pra minha própria sanidade. Mas, não era hora pra isso, e ainda que ele tivesse certo, até ontem chorava a morte de meu marido e devia respeitar a sua memória. E tentando pensar com clareza e racionalidade, disse:
– Senhor Cullen, eu realmente agradeço o que fez por mim do fundo do meu coração, mas...
– Como não está de carro, lhe darei um carona pra casa.
Por que ele sempre me interrompia quando queria falar sério e tinha a terrível mania de querer ter controle sobre tudo... Inclusive quando parou de me beijar? Céus! Que homem irritante.
– Não precisa, eu pego um táxi.
Ele sorriu balançando a cabeça.
– Um táxi em Bayton? É mais fácil ver um dos meus bois voando do que um táxi aqui. Pelo visto ainda não percebeu o quanto essa cidade é pequena. De onde veio, meu anjo?
– De Nova York. E por favor, eu prefiro que me chame de senhora Newton.
Ele travou o maxilar e disse num tom furioso:
– Então é casada? Será que esse infeliz do seu marido não viu o perigo que corria sozinha de carro no meio da chuva. Podia ter morrido! Esse "filho da mãe" pelo visto não sabe como tratar uma mulher. Mas, vou lhe ensinar com uma boa surra, não se preoucupe.
Nunca vi alguém passar de ardente a furioso em 2 segundos. Pelo visto ele entendeu tudo errado.
– Acalme — se, por favor. Meu marido Mike está morto a seis meses. E bati o carro pois fui comprar tintas pra pintar a casa nova que comprei, ela precisa de uma boa reforma.
Ele suspirou longamente, sorriu e disse:
– Não posso dizer que lamento pelo seu marido.
E abri a boca como um peixe sem acreditar nas suas palavras.
– É sempre assim tão direto, grosseiro e irritante?
– Acho que já lhe mostrei agora a pouco, não foi?
Sim, e como! Meu rosto esquentou, e num excesso de nervosismo mordi os lábios. Ele então resmungou algo tão baixo que não pude entender.
– De qualquer forma, não posso aceitar a carona, senhor Cullen.
– Me chame de Edward. Gosto quando fala meu nome. Devia aceitar, seu carro está na oficina, como lhe disse não há táxis por aqui. Sabe... Meu carro é grande, e confortável.
E agradeci pelo volume das suas calças terem baixado, pois pelo visto o carro não era a única coisa grande que ele tinha. Depois do beijo quente e explosivo que trocamos não era prudente aceitar, porém não tinha muita escolha.
– Está bem, apenas uma carona, sem contato algum. Agradeço tudo que fez por mim, mas depois disso seguiremos nossas vidas, cada um pro seu lado, está bem?
Ele franziu o cenho enquanto segurava um sorriso provocador.
– Eu lhe ofereci algo mais?
Céus! Como se precisasse, na sua cara estava escrito que tinha sim muitas outras intenções comigo. Seu carro era uma picape enorme, alta e pro meu constrangimento não conseguia subir nela pra sentar no banco. Porém, no minuto seguinte suas enormes e quentes mãos, envolveram minha cintura me levantando do chão como se não pesasse nada, e quando falou baixinho no meu ouvido, sugando levemente o lóbulo da minha orelha.... Estremeci, meu coração disparou, fiquei rubra, a cabeça girou. Era um efeito quase maior ao que o seu beijo me causou.
– Eu te ajudo a subir, minha linda.
Eu devia me rebelar, impedir o contato, ao invés disso me senti fraca, impotente diante das emoções que ele me despertava. Um arrepio quente correu pelo minha pele e fiquei ainda mais úmida entre as pernas. Como era possível que com apenas um toque ele me reduzisse a uma massa de desejo... E necessidade? Nenhum homem nunca me afetou assim... Nem mesmo Mike. E tenho certeza que aquilo que cutucou o meu bumbum por trás era sem sombra de dúvida seu longo membro rijo e viril.

Continua...

Notas finais
Oh meu pai!!! Que homem é esse, senhor!!!????? Socorro!!! #todasascalcinhasperdidas #Bellasortudaqueinveja #quentedemaisprasobreviver Última enquete foi a letra B, acertaram? ( enquete exclusiva do face) Não deixem de conferir minhas Outras fics novas, ok!!! https://fanfiction.com.br/historia/696412/Meu_amado_Visconde/ https://fanfiction.com.br/historia/696411/Coracao_Selvagem/ Confiram também os grupos sobre as fics que escrevo aqui no NYAH. No face: "O lado B das Fics da Nia." E no Whatsapp: "Fanfics da Nia" (96) 98118 - 6217 Bjs!!!!