Romance no Texas
7 Botões arrancados
Notas iniciais
Povs Edward...
Sem sombra de dúvida, sempre fui um homem viril que adora sexo. Mas, nunca me comportei de um modo tão selvagem como fiz com Bella Swan, continuando a lhe beijar mesmo depois do tapa que me deu. Porém, o tapa pareceu inflamar ainda mais o fogo do desejo. Ela tinha um cheiro floral e curvas delicadas de tirar o fôlego. E a sua boca era a mais deliciosa que já provei. E quis naquele instante rasgar suas roupas e transar de forma alucinante com ela na cama daquele hospital e sei que não podia, e me afastei a contra gosto. Bella, entretanto tentou negar e fugir do que houve no quarto, como se pudesse. Seu desejo era tão forte e arrebatador quanto meu. E apesar de querer muito aquela doçura embaixo de mim, gritando de prazer, percebi que queria também lhe conhecer melhor, sim... Queria saber tudo sobre ela.
E saber que era sozinha e viúva... Hum... Era bem interessante, de qualquer forma arriscar a vida num temporal apenas pra comprar tintas foi um erro. Parecia ser uma mulher acostumada a fazer tudo sozinha, no entanto tem coisas que cabe a um homem fazer. Por isso lhe ofereci uma carona, ela me despertava um lado possessivo e protetor que não tinha antes em relação a ninguém. Demonstrava ser realmente forte e decidida, mas havia uma certa fragidade e carência em seu olhar. E me perguntei se seu marido foi bom pra ela, e é bom que tenha sido ou eu mesmo o matarei pela segunda vez.
Ela não quis aceitar minha oferta a princípio, mas com o seu carro no reboque e a ausência de táxis na cidade... E não lembro a última vez que insistir em ser cortês com uma mulher, e confesso que adorei. E quando ela disse que iria em meu carro, meu peito inchou de felicidade, e me senti como um garoto saindo pra namorar pela primeira vez. Bella me despertava emoções novas, e deliciosas. E ainda que ela deixasse bem claro não querer nada comigo, quando a toquei e a ajudei a subir no carro, notei seu desejo também. E fiquei tão excitado que estava a ponto de estourar meu zíper. A coloquei sentada no banco, me afastei indo pro outro lado do motorista, antes que fizesse uma loucura ali mesmo.
Assim que entrei no carro, me mexi um pouco no banco, tentando ignorar a pesada ereção dentro de minhas calças, e no momento que a olhei, Bella tinha o rosto na direção da janela. Mas, apertava as mãos com força em seu colo... Sim, está nervosa e posso apostar que está excitada também. Liguei o carro, e liguei o radio baixinho também, tocava uma música country romântica. Queria de alguma forma lhe deixar a vontade comigo, e perguntei:
– Também mora perto do lugar onde a encontrei na hora do acidente, doçura?
– Sim, e sou Bella e não doçura.
Se ela continuasse a me provocar assim... Não poderia mais ignorar minha ereção por muito tempo.
– Não sabe o quanto foi perigoso entrar num temporal apenas pra comprar tintas?
Sua irritação foi clara agora.
– Desculpe. Eu agradeço por me salvar, mas o que faço não lhe interessa.
– Uma mulher não foi feita pra trabalhos pesados. Não se preucupe, eu mesmo compro as tintas e mando pra você, basta dizer o tipo e...
– Pode parar. Não pedi sua ajuda. Salvar minha vida não implica no direito de se meter nela.
Abri um sorriso sedutor.
– Não é isso... Sou um homem a moda antiga já lhe disse. Posso ver claramente que precisa de ajuda, só estou sendo gentil.
– Eu vi mesmo. Me agarrou! É assim que me ajuda?
Parei o carro bruscamente no meio da estrada e disse num tom rouco.
– E vou agarrar de novo, se não abaixar esse tom de "gata brava" comigo. Acredite carinho, não sou o homem certo pra você provocar.
Ela arfou em choque. Porém, seus olhos ficaram mais escuros e sua face rosada. Sem dúvida, minhas palavras acenderam seu desejo. Então ela se calou, e virou o rosto. Céus! Eu tinha um temperamento difícil, e ela também, sem dúvida. Porém, quando ela me irritava assim, só pensava em lhe fuder até perder as forças. Então respirei fundo e voltei a dirigir.
– Sua grosseiria é só comigo ou com todos?
– Posso ser bem gentil também, anjo.
– Duvido.
Suas palavras me fizeram sorrir. E pisquei de modo provocador.
– Pode apostar que sim. Está viúva a muito tempo?
– Não. Amava meu marido.
– Sem dúvida, ele era um homem de sorte.
Minhas palavras a encabularam.
– Não, imagina.
– Sabe eu... Não cheguei a estudar muito. A terra, e os animais são tudo pra mim.
Agora foi ela que sorriu.
– Um homem do campo, sem dívida.
– Sim... Por isso talvez não seja tão educado e gentil como os homens da cidade.
– Foi bastante gentil comigo, até agora.
A olhei de modo intenso, ela porém desviou o olhar.
– Não foi o que disse antes.
– Sim, mas teve gestos gentis... Talvez eu tenha exagerado.
– Pra mim é perfeita de qualquer jeito.
Ela respirou fundo mordendo os lábios. Parecia um gesto nervoso, mas achei bastante sensual.
– Pode virar a esquerda depois daquela placa, por favor.
Fiz o que pediu em seguida, e uma pequena casa um tanto velha apareceu. Parei o carro em frente á ela.
– Então é aqui que mora?
– Sim.
– Esse lugar está caindo aos pedaços, precisa de uma boa reforma.
Ela conseguiu descer e bateu a porta com força.
– Céus! É realmente o homem mais irritante e grosseiro que já vi.
Desci também e a puxei pros meus braços, ela arfou com surpresa.
– Falei que voltaria a lhe agarrar se gritasse de novo, lembra, carinho?
A beijei, ela tentou resistir, porém, tomei sua boca com ímpeto, Bella cedeu e a levantei a colocando sobre o capô do meu carro. Só conseguia pensar no seu cheiro, nas suas curvas, na sua boca deliciosa contra a minha. Coloquei meu quadril entre suas pernas pra que sentisse meu membro rijo, Bella gemeu, e num ato claro de desejo, ela puxou minha camisa, e alguns botões acabaram voando com seu gesto apaixonado.
Continua...
Fale com o autor