Rivedere i capitoli della vita
27 Usando todas as armas de sedução
Notas iniciais
O supervisor entrou furioso no seu lugar de trabalho. Pediu a Juddy para não deixar ninguém ir para seu escritório. Catherine chegou meia hora depois e soube por Juddy da forma que ele chegou e foi falar com ele.
Grissom está de pé diante da janela, braços cruzados, como se tentasse encontrar respostas no horizonte. Catherine apenas observa por alguns segundos antes de falar.
CW (baixando o tom): Gil... a dor que você está sentindo agora, só existe porque você ama demais. E isso... isso ainda tem jeito.
GG: Eu só queria voltar no tempo e ter feito diferente. Ter dito “não” à Diana, ter contado antes pra Sara... qualquer coisa que evitasse esse abismo entre nós.
CW: Mas o tempo não volta. O que você pode fazer é mostrar que está disposto a atravessar esse abismo — por ela, pelo Arthur, por vocês.
(Grissom a olha com os olhos marejados, mas firmes.)
GG: Se ela me der um sinal... o menor que seja, eu vou até o fim. Se tiver que esperar, vou esperar. Se tiver que implorar, imploro. Mas não vou perder a mulher da minha vida por um erro estúpido.
CW (dando um leve sorriso triste): Então faça isso por ela. Fique firme. Seja o homem que ela sabe que você é... só que sem deixar brechas pra mais nenhuma Diana.
(Ela se vira para sair, mas antes de passar pela porta, lança o último conselho.)
CW: Ah... e se Diana aparecer aqui? Manda ela direto pra mim. Eu cuido disso.
(Grissom esboça um pequeno sorriso de gratidão.)
O lugar ainda tem caixas espalhadas, cortinas improvisadas e um leve cheiro de tinta nova. Arthur dorme tranquilamente no bercinho improvisado ao lado da cama. Sara está sentada no colchão no chão, usando uma camiseta larga e com os cabelos presos de qualquer jeito. A luz está fraca. Ela segura uma caneca de chá que esfriou faz tempo.
SS: Primeira noite. Silêncio. Sem o som dos passos dele, do murmúrio da voz perguntando se preciso de algo. Sem os braços que viravam abrigo mesmo quando eu dizia que não queria.
(Ela encara o bercinho.)
SS (baixo, para si): Você merece paz, meu pequeno. Não confusão. Não dúvidas. Só amor.
Ela respira fundo, tentando conter as lágrimas. Levanta, ajeita a coberta de Arthur com cuidado e o observa dormir. Ele solta um pequeno suspiro. Ela sorri triste.
SS: Ele tem o jeito do pai até pra dormir... parece que sonha com alguma coisa boa.
Ela senta novamente no colchão, pega o celular. Há mensagens de Catherine, Nick... e uma não lida de Grissom. Hesita. Abre.)
Mensagem de Grissom:
Boa noite. Só queria saber se vocês estão bem. Estou com saudades... do nosso bugzinho e... de você. Boa primeira noite, minha Sara.(Sara desvia o olhar e fecha os olhos. A saudade bate como um soco. Ela coloca o celular no peito e suspira.)
SS (sussurrando):
— Eu também, Gil. Eu também.
Diana ficou imensamente feliz em saber que Sara não morava mais com Grissom. Ela intensificou as visitas na casa, tendo surgido um dia alegando querer tomar café com Beth.
Já Grissom vinha andando cabisbaixo e a equipe notou que ele não estava bem. Observaram que um dia ele estava com febre e reclamando de forte dores de cabeça. Greg ligou para Sara contando e a morena foi busca-lo no trabalho. Conversou com Doc que informou que o caso de Gil aparentava ser emocional.
SS: Obrigada Doc e gente obrigada por ligarem! Vamos Grissom, você não pode trabalhar assim.
GG: Sara eu estou de plantão, não posso sair!
SS: Pode sim, está doente e eu só saio daqui com você.
Como um menino carente ele assentiu e a seguiu. Ao chegarem em casa ela explicou a Beth o que estava acontecendo e a senhora auxiliou levando medicação e chá enquanto a perita o levou ao banheiro para lhe dar banho. Após o banho ela o levou para o quarto, deu as medicações com o chá e quando ia saindo do quarto, ele pediu para ela ficar. Sem questionar ela aceitou, trocou de roupa e deitou ao seu lado. O supervisor aproveitou e a abraçou fortemente colocando o rosto no pescoço da amada que não refutou, ao contrário, começou a fazer carinhos nas costas dele. Beth foi verificar como estavam e os encontrou dormindo. Saiu silenciosamente, completamente feliz. Colocou Arthur para dormir, indo em seguida.
No meio da madrugada Sara acordou assustada ao perceber que Grissom estava tendo um pesadelo.
GG: Sara não vá, fica, não, não leva o bugzinho, eu preciso de vocês....
SS: Gil acorda, Gil...
O homem acordou assustado e a abraçou forte.
SS: Vem, vou fazer um chocolate quente pra gente! Sempre tomo quando tenho pesadelos.
Eles foram e Grissom ficou olhando intensamente para a esposa que vestia somente uma camisola. Após tomarem o chocolate em completo silêncio, Sara levantou para lavar as canecas e foi neste momento surpreendida pelo marido a abraçando e beijando seu pescoço.
SS: Gil por favor não faça isso...
GG: Eu quero você Sara, não aguento mais ficar longe. Eu preciso de você para me sentir vivo de novo.
A perita não resistiu mais e ao se virar, um duelo de línguas se iniciou. O entomologista a pegou no colo e levou para o quarto onde deram vazão ao intenso desejo de ambos. O quarto foi agitado com louvor e somente horas depois é que caíram exaustos na cama.
SS: Jesus!! Parece que corri uma maratona.
GG: Eu também, mas eu estou mega feliz.
A luz do sol começa a entrar timidamente pelas frestas da cortina. Lençóis amassados. Um silêncio calmo e íntimo toma conta do ambiente. Grissom está com um braço envolto na cintura de Sara, que está acordada, encarando o teto com expressão serena, porém pensativa.
GG (sussurrando, ainda sonolento): Você está arrependida?
(Ela vira o rosto para ele, e sorri de canto.)
SS: Não... só estou me perguntando como a gente deixa as coisas chegarem a esse ponto pra lembrar do que realmente importa.
GG: Eu nunca deixei de lembrar. Só fui estúpido demais pra proteger o que tinha.
(Ele beija sua testa. Ela fecha os olhos por um instante. Quando os abre, ele a encara com sinceridade.)
GG: Volta pra casa Sara... por favor.
SS (com voz baixa): Gil... uma noite não apaga tudo. Ainda tem feridas abertas. Ainda dói lembrar.
GG (segura sua mão): Então eu vou cuidar dessas feridas. Uma por uma. E se você deixar, vou fazer isso todos os dias da minha vida.
(Ela desvia o olhar. Uma lágrima escapa, silenciosa. Grissom a enxuga com o polegar.)
SS: Não promete... só prova.
Ele a puxa de leve para um abraço, e ela se entrega. Ficaram assim por minutos, ouvindo apenas o som da respiração um do outro.
Grissom se aproxima sorrindo enquanto Sara escova os dentes. Ele passa os braços ao redor da cintura dela, beijando o ombro molhado.
SS (rindo, com a escova na boca): Grissom... você está impossível! Separação não existe pra você, né?
GG (com tom sereno, porém firme): Não. Porque eu não vou me separar de você. Já falei que te amo hoje?
SS (enxaguando a boca): Já... umas três vezes. Cada uma tentando me atrasar.
Ela finge irritação e vira de costas, mas o olhar denuncia o sorriso contido.
— Agora dá licença que vou arrumar o Arthur. Ainda tenho vida além da sua carência.
GG (a segue, provocando): Se a vida fosse só eu, estaria mais fácil, né?
SS (já saindo do banheiro): Só se fosse num universo paralelo.
O supervisor foi todo feliz para a cozinha onde encontrou a mãe e a pegou no colo.
BG: Nossa alguém acordou feliz!!
GG: Sim mamãe!! Eu tive uma noite maravilhosa!!
Dona Beth riu do jeito alegre do filho: Vejo que Sara cuidou bem de você. Acordou muito bem!
Eles riram e a conversa foi interrompida pela campainha. Ao abrir a porta o sorriso do supervisor foi embora.
Diana: Bom dia, querido! Olha só, trouxe uma cesta de café da manhã!
(Vira-se para Beth com entusiasmo fingido)
— Oi, dona Beth! Espero que goste, escolhi tudo com muito carinho especialmente pra senhora!
Beth, educada, apenas assente com um leve aceno. Nesse momento, Sara aparece na cozinha, ainda ajeitando o cabelo.
SS (olhando a cena com uma sobrancelha arqueada, em tom debochado):
— Beth, você ganhou uma cesta de café da manhã?? Que chique...
(Encara Diana com um meio sorriso)
— Só uma dica, Diana: ela não gosta de suco de uva. Tchau pra vocês e... bom café!
Pega a bolsinha de Arthur e começa a sair. Grissom apressa o passo atrás.
GG: Espera, Sara! Eu vou com você.
DT (tentando manter o sorriso, forçando leveza):
— Grissom? Mas você nem tomou nosso café ainda...
GG (sereno, mas firme): Diana, se bem entendi, você veio tomar café com a minha mãe.
(Olha para Beth, que confirma com a cabeça e sorri discretamente)
— Arthur tem uma consulta, e eu vou com a Sara.
DT (irônica): É que... eu não sei a linguagem de sinais, fica difícil conversar...
Beth, com calma, a cutuca no braço e entrega um bloquinho com uma caneta.
Beth (escrevendo e mostrando): Aqui, resolvido.
Grissom segura a porta, lança um risinho e a frase final antes de sair ao lado de Sara.
GG: Bom café!
Diana fecha o sorriso falso ao ver a porta se fechar. Sozinha com Beth, engole seco e tenta se recompor enquanto a senhora segue em silêncio para a cozinha, como quem diz: "Eu sei exatamente quem você é.
Diana entra em casa com a expressão carregada. Tira os sapatos com impaciência e atira a bolsa no sofá. Seu celular vibra com uma notificação de uma rede social privada que ela usa para monitorar discretamente o laboratório. Uma foto a faz congelar: Grissom ao lado de Sara saindo da clínica pediátrica. Ele com a mão nas costas dela e segurando a mochila do Arthur.
DT (rosnando, sozinha):
— Filha da mãe... ela dormiu lá. ELA DORMIU LÁ!
Começa a andar de um lado para o outro, os olhos cheios de fúria. Pega o celular e liga para o "aliado misterioso", que atende de imediato.
DT: Temos um problema. O Grissom passou a noite com a Sara. Sim, eu sei que estavam afastados, mas parece que aquele verme emocional teve um colapso e ela foi cuidar dele... e acabou nos braços dela de novo!
Aliado (voz do outro lado): E você esperava o quê? Que ela visse ele fragilizado e não fizesse nada?
DT (gritando): Esperava que ela tivesse mais orgulho! Que se afastasse de vez! Eu não estou carregando esse filho por nada!
(Pausa, respira fundo e passa a mão no rosto)
— Eu vou lembrar ao Grissom das responsabilidades dele... e se ele pensa que pode ficar com a filhinha perfeita enquanto eu fico de escanteio, está muito enganado.
Aliado: Só cuidado para não se queimar nessa. A Sara é mais forte do que você pensa.
DT (olhos frios): E eu sou mais cruel do que qualquer um imagina.
(Ela desliga o telefone e encara seu próprio reflexo no espelho da sala. Seu sorriso surge, lento e venenoso.)
DT (para si mesma): Grissom ainda vai implorar por mim... nem que seja de joelhos.
Após a consulta, Sara pediu para Grissom a deixar na frente de um prédio.
GG: Por que Sara??
SS: Eu moro aqui agora ( com o olhar triste do supervisor) Gil já falamos sobre isso.
GG: Eu sei... ta ok, vamos que vou te ajudar a subir com o bugzinho.
Grissom arrumou o berço portátil no quarto de Sara que era o único do apartamento. Como o pacotinho tinha enchido a fralda, o supervisor pediu para trocar e dar banho. Ele estava todo animado com o filho quando o telefone dele tocou.
SS: Gil seu telefone!!
GG: Atende por favor!!
Sara atendeu perto dele colocando no viva a voz.
— Grissom meu amor, você está ocupado? Queria que fosse comigo ver um apartamento. Como te falei eu vou ficar perto de você pra estarmos curtindo juntos essa gravidez.
Sara fez sinal para ele pegar o telefone que ela pegaria o filho, mas...
GG: Diana eu estou ocupado cuidando do Arthur, não posso agora.
DT: Cadê a mãe dessa criança? ( Sara fechou a cara) Ela não pode pega-lo ?
Aquilo foi a gota d'água pra Sara que colocou o telefone na pia e pegou Arthur dele saindo do banheiro imediatamente.
GG: Diana, eu tenho responsabilidade com a criança, então não é obrigação minha lhe acompanhar numa compra de um imóvel.
DT: Grissom é o imóvel onde o seu filho vai morar, então creio que seria bom você vir.
Grissom mesmo a contra gosto concordou. Entrou no quarto e Sara estava terminando de vestir Arthur. A morena sabia que ele estava ali, mas não virou para falar.
SS: Só bater a porta quando sair. Obrigada pela ajuda!!
Um silêncio surgiu e a morena soltou o ar que nem sabia que estava prendendo, imaginando que ele teria ido embora. Ajeitou o filho no berço e quando virou bateu de frente com ...
SS: Grissom...
O supervisor aproveitou estarem bem juntos e a beijou bem intensamente, porém depois de um tempo ele parou.
GG: Eu queria me despedir de você de forma correta. Eu volto amanhã pra ver vocês. Eu te amo!!
Sara ainda estava sem fôlego, mas antes dele sair: Gil... eu também te amo!!
GG: Eu sei ( deu sorriso maroto e saiu)
Sara encosta-se à porta assim que ele sai. Passa os dedos nos lábios ainda trêmulos. Respira fundo, mas os olhos começam a se encher de lágrimas. Pega a manta do berço e se senta ao lado de Arthur, que balbucia tranquilo.
SS (em sussurro): Por que você ainda mexe tanto comigo, Gil?
Ela acaricia o rostinho do bebê, tentando se recompor. Mas sabe que aquele beijo foi real demais para ignorar.
Grissom dirige em silêncio. Diana, toda maquiada e com uma prancheta em mãos, fala sem parar sobre o imóvel. Ele só responde com monossílabos.
DT: E tem três quartos, uma varanda linda! Acho que o bebê vai amar. Você acha que devíamos pintar de azul ou verde? Gil... você está me ouvindo?
GG (frio): Sim, estou ouvindo. Faça como quiser.
DT (incomodada): Você está assim porque falei daquela mulher, né? Mas convenhamos, Grissom... você é pai agora e tem outro bebê chegando. Sua prioridade mudou.
GG (olhando rapidamente pra ela): Minha prioridade sempre foi minha família. E isso inclui Sara.
DT (tentando disfarçar o incômodo): Mas ela te trata como um estranho...
GG: Porque tem uma estranha querendo tomar o lugar dela.
(Diana respira fundo, claramente irritada, mas finge um sorriso.)
DT: Vamos focar no apartamento, então.
Sara vai até o laboratório para assinar uns documentos com Catherine. Está mais séria, porém centrada. Ao sair da sala da supervisora, encontra Diana casualmente no corredor, segurando uma pasta e com um sorriso venenoso.
DT (fingindo surpresa): Ora, ora... se não é a mamãe mais dedicada da cidade. Como vai, Sara?
SS (seca): Trabalhando. Com licença.
DT (dando um passo à frente): Espere. Queria te agradecer por ontem. Grissom foi comigo ver o apartamento. Ele ficou tão empolgado com o quarto do bebê... até ajudou a escolher a posição do berço. Bonitinho, né?
(Sara a encara com frieza, mas Diana continua como se fosse só uma conversa casual.)
DT: Ah! E como ele ficou comigo até tarde, pedi pizza. Sabia que ele ama calabresa com cebola? A gente dividiu como nos velhos tempos. Tão confortável...
Sara fecha a expressão, mas respira fundo para não responder. Diana percebe e vai além.
DT (quase sussurrando): Só espero que você esteja preparada... porque quando o bebê nascer, vamos estar muito mais conectados. Afinal, um filho une um casal, não é?
(Sara dá um passo à frente, firme.)
SS: Diana, pode parar. Você está grávida de um homem que claramente não ama você. E no fundo você sabe disso. Então, se está tentando me afetar, lamento, mas eu tenho um filho lindo pra cuidar e um trabalho a fazer. Cuide da sua gestação... e do seu ego.
(Sara vira e vai embora com dignidade, mas Diana sorri como quem acaba de plantar uma semente venenosa.)
DT (em voz baixa): Uma hora você cansa de lutar, querida. E aí ele será só meu.
Passa-se alguns dias e Grissom estava agitadíssimo por agora estar visitando o filho e devido a correria no trabalho, Ecklie cobrando coisas, Diana o infernizando, tinha dia que nem o via. Sabia que a situação criada pela relações públicas era desgastante, tentava compreender o lado de Sara em relação a sair de casa, mas ao mesmo tempo não entendia.
CW: Grissom eu sei que está difícil, mas caramba a Diana está demais, se apresentando como se fosse sua mulher. Para de ser um bebê chorão e aproveite essa mudança da Sara a seu favor. Casa da Sara, local onde Diana não vai perturbar, então...
GG: Não tinha visto por esse lado.
CW: Notei, por isso estou aqui!! Vamos para a labuta!!
A correria no laboratório continuava tão grande que havia momentos em que a equipe fazia duplos plantões. Diana e seu novo "amigo" decidiram por enquanto não agirem já que seus alvos estavam separados.
DT: Grissom está trabalhando tanto que não estou conseguindo nem vê-lo. Está furioso porque nem o filho está vendo.
— Isso é bom porque aí sei que nem Sara ele está vendo.
Por falar nela, a perita havia viajado com Beth para os Spa dos amigos com intuito deles conhecerem seu rebento. Arthur foi paparicado ao extremo.
Day: Não é por nada não amiga, mas você fez uma cópia do Grissom... só o nariz é seu.
Fabiana: E a birra kkkkkk
Will: Se puxar a teimosia também, ferrou.
SS: Vocês estão tão engraçados.
Os dias de visita acabaram e assim que chegaram na casa de Grissom, o telefone da perita tocou e era Ecklei pedindo ajuda devido um caso grande o qual precisariam de várias mãos. Sara então voltou ao batente.
GS: Meus olhos agora tem uma visão maravilhosa... Sara Sidle está entre nós.
NS: Ei quer dizer que Ecklei te tirou da toca?!
SS: Tirou porque vocês não deram conta, kkkk Vamos trabalhar meu povo. Onde esta o Grissom?
WB: Oi Sarinha, bom te ver!! Grissom está lá em baixo quebrando a cabeça, mas acho que você é a solução. Temos que puxar uma alavanca que vai nos dar passagem para melhor acessar o local, mas onde ela está é apertado. Creio que você consegue.
Os dois desceram, sendo que Grissom e Catherine se surpreenderam ao verem a morena chegar.
WB: Nossa solução!! Sara é magrinha, vai conseguir...
GG: Nem pensar!! Tem riscos e....
Sara deixou Grissom falando sozinho e foi analisar o lugar onde estava a alavanca.
CW: Me animei para o trabalho pois Sara Sidle voltou, então é diversão na certa.
Apesar do protesto de Grissom, Sara foi e puxou a alavanca ajudando a equipe a continuar o trabalho. Quando já tinham terminado, Greg puxou uma outra alavanca que acabou por dar um banho de água com lama em Grissom e Sara.
GS: Acho que vou fugir para o México porque esses dois vão me matar.
SS: Com certeza Gregório Sanders!!
CW: Acho que antes de mata-lo, deveriam ir para casa tomar banho. Não cheguem perto do meu afilhado assim por favor. Essa lama está podre.
GG: Cath tem razão!! Posso tomar banho na sua casa Sara?
SS: Claro que pode, vamos!
O supervisor deu uma piscadela para a loira e saiu todo feliz. Já a amiga sabia que ele iria era agradecer a Greg pela trapalhada.
Na casa da perita, Sara e Grissom chegam rindo, ainda molhados e sujos. Grissom vai direto para o banheiro enquanto Sara pega toalhas e roupas limpas para os dois. Pouco depois, ouve-se a voz dele.
GG (do banheiro): Sara? Pode me trazer minha calça? Esqueci na cama.
Ela sorri, pega a calça e vai até lá. Ele está com a toalha na cintura, cabelo molhado, ainda com vestígios de lama no rosto. Ela estende a peça sem olhar muito para ele.
SS: Aqui está.
GG: Obrigado... Ei, vem cá um segundo.
(Ela hesita, mas entra. Ele segura sua mão com delicadeza.)
GG: Foi bom te ver hoje... lá no campo. Você de volta onde pertence. Você brilhou, Sidle.
SS (sorri de lado): Não me elogia demais, ou vou querer voltar a tempo integral.
GG: Não seria má ideia... para mim. Ou para a equipe.
(Silêncio breve. Ele encara os olhos dela.)
GG: Senti sua falta. Em todos os sentidos.
SS (desviando o olhar): Eu sei... Eu também senti a sua. Mas a gente ainda tem muito o que resolver, Gil.
GG (encostando a testa na dela): Podemos resolver isso juntos?
Os dois tomaram banho e estavam fazendo um lanche depois de ligarem para Beth e saber como estava Arthur.
GG: Sabe que esse apartamento me lembra o seu antigo e a época do início do nosso namoro em que adorávamos ver filme na cama comendo pipoca.
SS: Já que não precisamos voltar ao trabalho por enquanto, você quer fazer isso? ART está dormindo, provavelmente sua mãe também. Poderíamos ficar aqui e ver um filme se você quiser?!
GG: Se eu quero?? Claro que quero. Por mim eu não sairia do seu lado.
Organizaram tudo e logo estavam na sessão cinema caseira, porém o cansaço os pegou e eles dormiram.
A TV ainda ligada mostra os créditos rolando. A luz fraca da sala ilumina o sofá, onde Sara está deitada com a cabeça no ombro de Grissom, ambos dormindo profundamente. Um barulho baixo de notificação no celular dela faz a tela acender, mas não os acorda.
Mensagem de Diana:
“Soube que você hospedou o Grissom. Cuidado, Sara. A proximidade pode reacender velhas feridas.”
Sara acorda primeiro. Ainda está aninhada no sofá com Grissom, que dorme tranquilo, segurando sua mão. Ela o observa por um tempo, em silêncio. Suspira fundo, se solta devagar e vai até a cozinha. Pega o celular no caminho e vê a mensagem de Diana. Fecha os olhos com raiva contida.
SS (murmura): Você não vai me desestabilizar...
(Ela apaga a mensagem, serve café e logo Grissom aparece na cozinha, coçando os olhos.)
GG (sorrindo): Dormimos no sofá... de novo. Igual àquela vez em Washington.
SS (tentando disfarçar o incômodo): É... parece que certas coisas nunca mudam.
GG (percebendo a mudança sutil de tom): Está tudo bem?
SS (forçando um sorriso): Claro. Só estava lembrando que tenho um relatório pra terminar... Mas antes disso, acho que temos que passar na casa da sua mãe.
GG (se aproximando e tocando o rosto dela):
— Se tiver algo errado, você pode me contar, tá?
Ela apenas assente com a cabeça, sem responder. Enquanto ele vira de costas para pegar o café, a expressão de Sara se fecha. Ela está claramente afetada pela mensagem de Diana — mas também determinada a não recuar dessa reaproximação.
Sara voltou ao laboratório e Grissom foi para casa. Ecklei entrou na sala de descanso para informar que o Xerife iria fazer um jantar para os funcionários com suas famílias e queria todos de Black tie.
CW: Verei Greguinho de smooking!!
SS: Estou ansiosa para ver!!
GS: Mulheres não babem porque sei que sou um gato.
Diana soube do jantar e foi então falar com o Xerife para ela conseguir estar presente como integrante da família de Grissom, mas ganhou uma invertida do homem.
Xerife: Senhorita Thompson o evento é para famílias e Grissom apresentou como sua família sua mãe Elizabeth Grissom, Arthur Sidle Grissom e Sara Sidle Grissom.
DT: Eles estão separados...
Xerife: Senhorita Thompson eu tenho mais o que fazer. Poderia parar de ser uma mulher mimada e entender sua posição na historia? Se respeite.
A mulher ficou furiosa: Grissom, Grissom vou precisar eliminar Sara da terra para ter você.
Já Grissom, após Sara confirmar que o jantar seria hoje, pediu para ela deixa-lo arrumar Arthur e que depois eles a pegariam em casa.
Grissom está ajeitando a gravata do pequeno Arthur, que está vestido com um mini terno elegante. Beth entra sorrindo ao ver a cena.
Beth: Olha só o papai babão arrumando o filhote! Vocês vão arrasar hoje.
GG (sorrindo): Bugzinho é a estrela da noite. Agora é só esperar a mamãe, né?
Eles estavam prontos quando Diana apareceu arrumada para o jantar. Quando Beth viu, olhou furiosa para o filho pensando que ela seria a acompanhante dele e o entomologista ficou sem entender a situação até a mulher falar que veio para acompanha-lo no jantar.
GG: O jantar é para as famílias, então se você bem vê eu estou indo com meu filho.
DT: Tenho um bebê aqui que é seu também, então tenho que ir.
GG: Errado porque se o bebê estivesse aqui, sim ele iria, mas não está. Eu estou com nojo da mãe desse bebê e estar ao seu lado num jantar vai me dar indigestão. Da licença que você está nos atrasando.
DT: Grissom você vai se arrepender disso. Quer que eu vá embora para esperar a Sidle?
Antes que o supervisor respondesse o telefone tocou e era Sara informando que iria com Nick e o encontraria lá.
Grissom ficou decepcionado, mas disfarçou: Não estou esperando Sara porque você acabou com o meu casamento, mas se estivesse não seria da sua conta. Eu vou com meu filho e tchau mãe!
O supervisor saiu furioso com a relações públicas e chateado devido a morena ter ido sem ele. Grissom está prestes a retirar Arthur da cadeirinha do carro quando uma voz feminina se aproxima.
— Quer ajuda?
O supervisor virou e ficou de queixo caído ao olhar o visual da mulher a sua frente.
SS: Gente esse meu filho está lindo. Se alguma menina chegar perto eu vou botar pra correr. Gil fecha a boca que a baba vai cair.
GG: Você está linda!!
SS: Obrigada!! Vamos? Estava esperando para entrar com você! Nick me avisou que Diana estava indo para sua casa, então resolvi vir com ele para não ter que enfiar a mão na cara de alguém.
O sorriso que o supervisor deu arrancou um sorriso da morena. O supervisor segurou firme a mão da esposa e de mãos dadas, segurando o filho no colo se dirigiram a entrada do local.
GG: Você não sabe como estou feliz de poder entrar neste restaurante com vocês, minha família! Eu te amo!!
SS: Eu também te amo!!
Partiu de Sara o beijo lento e calmo que deram antes de entrarem no restaurante.
Na frente do local alguém atendia a um telefonema de uma mulher irritada e concordava com a fala.
— Sara, está na hora de você voltar para mim!
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