Rivedere i capitoli della vita
35 Capitulo 35
Notas iniciais
Sara (parando subitamente):
— Cadê o Grissom?
CW (engolindo seco):
— Sara... escuta, por favor. A gente vai explicar tudo. Ele está desaparecido, mas temos gente procurando. O carro foi encontrado.
Eles começam a explicar toda a história.
Sara: Vocês o deixaram ir sozinho?! Vocês sabiam com quem ele estava lidando e mesmo assim o deixaram ir?
Em um lugar qualquer dias depois ....
Henry Dickson e seu companheiro de viagem o qual ele batizou de William, estavam no Estado de Utah. Henry assim que verificou com um médico que "William" estava bem fisicamente, partiu em uma viagem pelo EUA e com missão de na volta parar na casa do filho, a qual ele não voltou desde o desaparecimento dele na Colômbia, alias ele nem conhece a casa direito, só que em conversa com seu novo amigo decidiu finalmente fazer isso.
Desde essa decisão já haviam se passado 04 meses. William vinha tendo sonhos com algumas pessoas, mas até agora não lembrava de nada concreto. No alto de seu sofrimento, Henry achava que ele não lembrar de nada era uma coisa boa, mas mal sabia que essa decisão estava causando dor em muitas pessoas.
Indignada e revoltada por terem escondido dela todo o plano envolvendo o marido, além de todo o comportamento de Ecklei quanto o desenrolar da situação, Sara optou por estender sua licença e partiu com a sogra para Marina Del Rey onde resolveu ingressar no corpo docente da UCLA, ministrando palestras para Criminologistas. Ela estava morando com Beth que estava encantada por estar podendo acompanhar o crescimento de Arthur que estava com quase 11 meses e dava seus passinhos pela casa, balbuciava papa, mama e gogo.
Sara observava céu limpo da janela enquanto Arthur, no tapete da sala, balbuciava um “papa” que a fez fechar os olhos por um instante, como se o som fosse uma pequena facada no peito.
Beth (vindo da cozinha com uma mamadeira):
— Ele falou “papa” de novo. Toda vez que ele fala isso, eu juro que ouço a voz do Gil chamando ele de “meu bugzinho”.
Sara (com um sorriso melancólico): Eu também, Beth. Toda vez.
Beth entrega a mamadeira e senta-se ao lado da nora.
Beth: Sabe… eu sinto… fisicamente, que ele esta vivo. Como se o meu corpo se recusasse a aceitar a morte dele.
Sara: Eu também não sinto luto. Sinto raiva. Raiva do Ecklie, de mim, de tudo que poderia ter sido feito diferente. E se ele estiver vivo… preso… ou sendo torturado… eu juro por tudo, Beth… eu não vou descansar.
Beth (afagando o braço dela): E não está descansando. Mas você também está mantendo ele vivo no Arthur. E em você.
Arthur (sorrindo, tentando andar): Go-go!! Go-go!!
Sara e Beth riram, mesmo com os olhos marejados.
Sara não havia desistido de achar pelo menos o corpo de Grissom. Durante esses 04 meses ela mesma esteve no local juntamente com Calleigh e contratou um detetive pra estar monitorando os arredores e este descobriu a casa de Dickson. O detetive estava agora procurando a localização do ex militar.
Já a morena falava esporadicamente com o pessoal do laboratório cuja equipe optou por manter distancia respeitando a dor da família, mesmo que eles também estivessem sofrendo pelo desaparecimento do amigo. Brass e Cath não conseguiam esconder o sentimento de culpa por ter de certo modo ajudado na perda do amigo. Compensava saber que o sacrifício de Grissom não fora em vão e o esquema do casal Thompson com seus comparsas foi por agua abaixo. A imprensa caiu matando em cima do Vice Presidente devido o envolvimento do seu filho, Drº Lurie finalmente foi parar na cadeia, Dexter morreu em confronto com a policia e o casal Thompson estava desaparecido. Os dois laboratórios foram reconhecido pelo trabalho e Ecklei estava todo, todo, mas não se atreveu falar nada para a equipe do noturno pois sabia que não estava bem na fita com eles principalmente por seu comportamento no caso do desaparecimento do supervisor deles. Coube ao Xerife falar e parabeniza-los pelo trabalho e informar que não pararia de procurar por Grissom.
Um dia passeando pela vizinhança Sara se interessou em saber sobre uma historia do local e perguntou para Beth sobre a lenda que rondava uma casa fechada que ficava perto da dela.
BG: Aquela casa morava minha amiga Lea e seu filho William. Eles tinham mudado de UTAH para cá fazia uns 08 anos. O marido dela era militar e sinceramente quase não o via, estava sempre em missão. Lea morreu de câncer e William sumiu na Colômbia durante um trabalho de pesquisa para a UCLA. O Henry não vi mais, nem sei se o reconheço se o ver de novo.
SS (olhando para a casa): Eu me lembro agora… na história que o reitor contou, William foi encontrado por um grupo humanitário na região de Letícia, desidratado, mas aparentemente está bem.
BG: Mentira???
(Beth se emociona)
— Desculpa, Sara. Mas quando vejo essas histórias, eu não entendo como alguém pode duvidar que milagres existem.
SS (segurando a mão dela): Beth… eu não desisti de encontrar o Gil. E agora com isso, parece que a vida tá me dizendo que ainda há um caminho.
BG: Filha, sei que ainda esta magoada, mas não acha que esta sendo muito dura com o pessoal do laboratório? Eles estavam cumprindo ordens, tenho certeza que se pudessem ter o controle não colocariam Gil em risco.
SS: Eles esconderam uma coisa gravíssima de mim, mas não nego que sinto falta deles também. No final de semana vou com uma turma da UCLA para Las Vegas então aproveito para revê-los.
Já em UTAH, Henry resolve visitar um ex colega de Exercito e é com surpresa e grande felicidade que recebe a noticia de que seu filho foi encontrado e que esta sendo trago de volta para casa.
HD: William amigão, meu filho está vivo, vivo!! Vamos voltar para Marina Del Rey!!
William: Marina Del Rey??? Esse nome me é familiar...
HD: Sim, falo direto que foi para onde minha família mudou.
William: Não por isso, creio que por outro motivo. Tenho sonhado com uma morena linda a qual não consigo ver o rosto, vejo uma senhora e menininho lindo. De vez em quando vem outras pessoas sabe, alguns flash.
HD: Sua memoria pode estar voltando. Se quiser podemos consultar um Neurologista quando chegarmos em casa.
William: Aceito!! Estou feliz por você amigo, vamos encontrar seu filho.
O fim de semana chegou e Sara chegou a cidade do pecado para participar do seminário organizado pela ULV. Antes disso chegou de surpresa na sala de descanso do Laboratório Criminal.
SS: Os crimes estão suspensos nesta cidade?? Por que estão todos aqui??
GS: SARAAAAAA!!!!!!!!!!
NS: Maninha que bom ver você!!!
WB: Sidle esta de volta meu povo!!!
SS: Na verdade Rick estou de passagem. Vim participar do Seminário que ocorrerá neste final de semana na ULV.
CW: Então vamos aproveitar essa sua passagem por aqui. Estamos com muitas saudades de vocês... Sara... espero que um dia você possa nos perdoar...
SS: Cath, conversando com Beth vi que fui muito dura com vocês no alto da minha dor. Sei que vocês não fariam nada com intensão e o que aconteceu com Gil foi decorrência de atitudes maldosas de pessoas inescrupulosas que espero um dia ver todos atras das grades.
JB: Com certeza filha você verá porque não vou desistir até encontrar aquele casal do mal. Estava com muita saudade de você!!
SS: Eu também pai!! Falando nisso podemos partir para um café e aí vocês me contam o que aconteceu com a Xena de Boston.
No Franks as brincadeiras estavam animadas e Cath contou que Diana tinha dado a luz uma menininha que ela batizou com o nome de Estrela (mudou o nome), havia se casado com o verdadeiro pai da criança, estava morando em Boston e não tinha nada haver com os negócios escusos dos pais, apesar das atitudes tomadas antes as quais não tinham provas para incrimina-la. A equipe prometeu assistir a palestra de Sara.
Em Marina Del Rey o Exercito chegou com William Dickson ao mesmo tempo em que Henry chegava com seu amigo. Foi um momento emocionante pois Henry não parava de chorar abraçado ao filho.
WD: Pai... estou muito feliz em te rever, pensei que não te veria nunca mais.
HD: Filho eu achava que minha vida havia acabado...
WD: Quem é seu amigo?
HD: Longa história que vamos contar durante o almoço. Vamos!!
A noticia se espalhou pelo local e a vizinhança estava eufórica por ver o retorno dos novos moradores. Beth viu a movimentação de longe e ao olhar um homem entrar na casa sentiu seu coração disparar com sensação de que algo familiar tinha nele.
BG: Preciso o ver de perto!!
Já em Vegas após a palestra da morena, a equipe se reuniu na casa de Cath para um grande almoço. Em determinada momento...
CW: Sara como realmente você está??
SS: Vivendo um dia de cada vez, mas com esperança de um dia encontra-lo Cath. Algo dentro de mim diz que um dia isso vai acontecer.
CW: Sabe de uma coisa??? Eu também creio nisso e sim, espero um dia ele chegar no laboratório querendo saber tudo o que ocorreu na ausência dele. Arthur está lindo, a cara dele!!
SS: Me aquece o coração toda vez que olho Art e vejo dentro dos olhos dele o Gil, mato as saudades dele assim. Meu filhote vai completar um ano e espero poder contar com vocês na comemoração.
CW: Eu como Madrinha dele não posso faltar a este evento de jeito nenhum, Ecklei que se vire para nos cobrir.
As duas se abraçaram rindo e selando a reconciliação da amizade.
Em Marina Del Rey, Will Dickson ouviu a historia do pai e como ele encontrou William. Reprovou sua atitude de esconder o homem e decidiu primeiro leva-lo ao médico e depois ver uma forma de encontrar a família. Na segunda-feira Will levou "William" para a consulta com Neurologista que disse que pelo o que avaliou é possível que o homem esteja no processo de recuperação da memoria. Will aproveitou estar perto da UCLA e foi rever os colegas. William pediu então para poder assistir uma palestra e ao entrar no local ficou hipnotizado pela palestrante que lembrava muito a morena que surgia nos seus sonhos e a qual o rosto não aparecia para ele. Resolveu que falaria com ela ao final e assim que as pessoas foram saindo, ele se aproximou.
Sara passou a palestra toda sentindo um arrepio na nuca, o qual só sentia quando Grissom estava por perto. Ao final de sua palestra a morena estava compenetrada atendendo a todos quando uma voz familiar lhe cumprimentou.
— Boa tarde Sra. Grissom!!
A mente de Sara não conseguiu processar de imediato o que seus olhos viam. Seu corpo fraquejou, as pernas falharam, e tudo escureceu por alguns instantes. Um segurança a segurou antes que ela caísse no chão.
— Sra. Grissom, está tudo bem? — alguém perguntou.
William correu até ela, tomado por um impulso inexplicável, ajoelhando-se ao seu lado, segurando sua mão com delicadeza. Um choque percorreu ambos os corpos.
— Ela está bem? — ele perguntou com genuína preocupação.
— Ela só desmaiou... provavelmente cansaço. — disse uma assistente, tentando ajudar.
WILLIAM: Vamos chamar uma ambulância!!
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