Notas iniciais
Depois de um tempo sumida, voltei !!!

A equipe de plantão recebeu informações de que três pessoas com as características de Natalie, Teddy e Enrico foram vistos em Henderson. Sophia e Nick foram para o local para averiguar a informação.

NS: Você acha que Teddy irá voltar para se vingar de Sara?

SC: Nick o que posso te dizer é que Stalkers são imprevisíveis, então pode ser que venha como pode ser que não. O importante é ficarmos de olho e atentos aos movimentos deles.

NS: Certo, vamos fazer isso!!

Em certo restaurante um clima estranho estava instaurado...

Grissom mantém o olhar firme.

GG (tom firme e polido): Heather, estamos jantando em família. Evite provocações.

MH (tentando aliviar): A gente só queria jantar também. A gente pode sentar em outro canto. Não queríamos causar nada.

Beth segura a taça, observando Heather sem dizer uma palavra. Há algo no olhar dela — de uma mãe que já sacou tudo.

BG (calma, porém firme): Senhorita Heather... que bom ver que está bem. Mas acho que esse jantar tem dono, e não são vocês.

LH (inclinando a cabeça): Claro, não quero incomodar. Só quis cumprimentar... afinal, compartilhamos o mesmo homem por um tempo, não é mesmo?

SS (erguendo): A diferença é que eu continuo ao lado dele — e grávida dele.

encara Heather diretamente

— Vai pedir o cardápio ou prefere mais uma plateia?

Mark rapidamente puxa Heather pelo braço, tentando tirá-la dali antes que a situação saia do controle.

MH (olhando para todos): Desculpem, gente. Boa noite.

Eles se afastam e vão para uma mesa mais no fundo. A tensão demora a se dissipar, mas é claro que o assunto Heather ainda paira sobre a mesa.

Os dias passaram e logo o casal voltou ao trabalho com a perita informando ao RH sobre a gravidez e causando mistério no local ao não informar quem era o pai. Vários membros da equipe estão reunidos ao redor de uma lousa com nomes escritos em marcador. Ao lado, uma caixa com cédulas dobradas — o famoso “bolão do bebê” — causa mais alvoroço do que os próprios casos da semana.

— Eu aposto no Hank Pettegrew. O timing bate direitinho.

— Vocês estão malucos?! O Hank?! A Sara jamais voltaria pra aquele cara.

GREG fica revoltado ao ver o bolão: Isso não é brincadeira, é falta de respeito! A Sara tá grávida, não em um episódio de The Bachelorette!

Alheios ao bolão, Sara e Grissom aguardam a chamada na sala de espera da clinica obstétrica. Ela segura a mão dele, discretamente ansiosa, mas serena. Ele a observa com doçura, sem disfarçar o orgulho que sente.

GG (acariciando a mão dela): Nunca pensei que fosse ficar tão nervoso com um exame...

(pausa)

— Você acha que vai parecer mais com você ou comigo?

SS (sorrindo): Espero que herde sua paciência e minha teimosia em doses leves.

A médica entra sorridente e os convida a entrar. Minutos depois, Sara já está na maca, gel na barriga, e Grissom ao lado segurando a blusa dela com todo o cuidado do mundo.

MÉDICA (ligando o aparelho):

— Vamos ver como está o pequeno hóspede...

(depois de alguns segundos, o som do coração preenche a sala)

GG (engolindo seco, emocionado):

— É... É isso? Esse som forte é o coração dele?

MÉDICA (sorrindo):

— Isso mesmo. Frequência perfeita. Está crescendo muito bem.

Sara observa Grissom com os olhos marejados. Ele aperta a mão dela com ternura, depois beija a testa da amada.

GG (sussurrando): Você me deu o maior presente da minha vida, Sara...

SS (brincando, emocionada): Eu te avisei que ia mudar tudo...

A médica interrompe com leveza:

MÉDICA: Querem saber o sexo?

Ambos se entreolham. Grissom faz um gesto de dúvida. Sara decide:

SS: Não... Ainda não. Vamos guardar essa surpresa mais um pouquinho.

GG: Surpresas boas valem a pena esperar.

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Sara, Grissom e Beth descem do carro diante de uma linda casa de estilo contemporâneo, com jardim florido, uma cerca branca e árvores que faziam sombra na calçada. O som de crianças brincando no parque próximo dá vida ao lugar. A corretora se afasta para dar privacidade ao trio.

SS (olhando ao redor, olhos brilhando):

— Amor, eu adorei aqui! Olha esse quintal... dá até pra colocar uma rede!

(indo até os fundos)

— E essa piscina maravilhosa? Já me imagino aqui com o bebê no colo e você tentando ensinar a nadar.

GG (abraçando-a por trás): Eu também gostei muito, querida. Tem espaço para tudo... até pro meu microscópio se eu quiser trazer trabalho pra casa.

SS (rindo): Ah, não começa! Aqui é território livre de amostras e larvas!

BG (entrando na sala e olhando os cômodos):

— Tem uma energia tão boa, sabia? Já me imaginei aqui tomando chá enquanto a criança corre pelos corredores.

GG (emocionado, acariciando a barriga de Sara):

— O que eu mais quero agora é ver você entrando aqui como minha esposa... e depois pegar esse bebê no colo. Vou mimar tanto que você vai ter que ser a parte rígida da educação!

SS (brincando): Já sabia que eu ia ser a “bad cop” nessa relação!

BG: E eu, como boa avó, já quero saber logo se vai ser sapatinho rosa ou azul. Esse bebê está fazendo suspense, hein?

GG: Com pais teimosos, o que você esperava? O bebê puxou os dois!

Todos riem. A corretora se aproxima com a papelada, mas percebe que a decisão já está tomada pela forma como os olhos dos três brilham olhando a casa.

CORRETORA (sorrindo):

— Posso considerar essa como vendida?

SS & GG (em uníssono): Com certeza!

Beth abre os braços e abraça o casal, que se entreolha, feliz e em paz. Pela primeira vez em muito tempo, têm um lar — de verdade — para construir juntos.

Sara, Grissom e Catherine estavam analisando o local, concentrados nas evidências, quando Hank Pettegrew se aproxima vestindo o uniforme de paramédico, carregando uma prancheta com os dados das vítimas.

HP (profissional): Temos dois feridos. Um com fratura exposta na perna direita, foi encaminhado para o Desert Palm. O outro teve apenas escoriações. Estava consciente e colaborativo.

Os três ouvem com atenção, mas ao terminar o relatório, Hank olha fixamente para Sara.

HP (num tom pessoal): Sara... alguns colegas seus vieram me parabenizar pelo bebê que você está esperando. Você está grávida mesmo? Quem é o pai? Olha, você e eu já não temos mais nada há tempos, então impossível que seja meu...

SS (respirando fundo, mantendo a calma):

— Sim, Hank. Estou grávida. E claro que não é seu. Eu nunca disse que era — tem gente demais com tempo livre nesse laboratório e resolveram montar um bolão pra descobrir quem é o pai.

HP (tentando bancar o herói):

— Bom... se o pai dessa criança não quiser assumir... eu assumo. A gente pode se casar e criar esse bebê juntos e...

GG (dando um passo à frente, sem alterar o tom, mas firme): Hank... o bebê da Sara tem um pai. E esse pai vai assumir, com todo orgulho. Se puder nos dar licença, temos uma cena para processar.

Hank fica completamente sem reação. Observa os três se afastarem e digerindo a informação. Vendo a forma como Grissom ficou protetor e o jeito como Sara olhou para ele, a ficha finalmente cai.

HP (sussurrando para si, com um sorriso triste):

— É... acho que a Sara finalmente está com o homem que realmente ama.

O trio vai se afastando, andando juntos com o kit forense em mãos.

GG : Vai ficar rindo até quando, Cath?

CW: Até esquecer a cena? Ou até a próxima vez que ele abrir a boca?

SS (rindo): Sério, Gil... seu jeito ciumento foi impagável. O corte seco foi digno de filme!

CW (ainda rindo):

— Sério... ele foi embora com o rabo entre as pernas! “O bebê da Sara tem pai...” UAU! Grissom no modo “alfa”!

Os três caem na gargalhada enquanto continuam caminhando para o carro.

Sara está sozinha analisando uma amostra de tecido quando Hank aparece na porta, segurando um envelope marrom e tentando parecer casual.

HP (com um sorriso): Ei, achei que poderia trazer isso direto pra você. Resultados dos exames toxicológicos da vítima daquele armazém.

SS (olhando surpresa, mas educada): Obrigada, Hank... podia ter deixado na recepção, como sempre.

HP (dando um passo mais próximo): Eu sei, mas aproveitei que estava por perto... e, bom, queria ver como você está. Quer dizer... vocês dois.

Sara respira fundo, mantendo a postura firme.

SS: Estamos bem, obrigada.

HP (tentando sondar): Olha, eu sei que nossa história não terminou do jeito ideal... mas eu fiquei pensando, talvez a gente pudesse conversar, tomar um café. Só como amigos. Sei que agora tem um bebê a caminho, e isso muda tudo...

SS (direta, mas calma): Hank, esse bebê não te diz respeito. Eu já tenho um parceiro, um pai incrível ao lado. E não há espaço para mal-entendidos. Eu agradeço sua preocupação, mas não há espaço nem pra café.

Hank força um sorriso, mas por dentro é visível a frustração.

HP (tentando esconder o tom magoado):

— Entendi... bom, se mudar de ideia... sabe onde me encontrar.

Ele se vira e sai. Segundos depois, Grissom entra pela porta oposta, com um copo de suco na mão.

GG (sem saber do encontro): Trouxe o de morango com hortelã... e o de maracujá, caso esteja com humor cítrico.

Sara sorri e caminha até ele, abraçando-o brevemente.

SS (sussurra) Obrigada, meu amor. E só pra constar... seu nome ainda lidera o bolão do laboratório. Hank tá tentando subir no ranking à força.

GG (arqueando a sobrancelha): Ele tentou de novo?

SS (tomando o suco): Tentou. Mas agora acho que finalmente entendeu que perdeu.

Central Médica....

Hank está sozinho, mas olhando em volta com cautela. Entra em uma sala onde há um terminal de acesso restrito. Digita rapidamente suas credenciais.

HP (murmurando): Vamos ver quem é esse pai tão misterioso...

Ele começa a navegar no sistema interno da rede médica da cidade. Após alguns minutos, acessa registros de exames de pré-natal vinculados a Sara Sidle. Ao tentar acessar os dados do acompanhante cadastrado, uma mensagem de segurança aparece:

⚠️ ACESSO RESTRITO – USUÁRIO SEM AUTORIZAÇÃO PARA VISUALIZAR DADOS SENSÍVEIS

HP (frustrado): Droga! Quem protegeu essa ficha com esse nível de bloqueio?

Ele tenta burlar a segurança digital. Depois de alguns cliques, uma janela se abre com parte dos dados não sigilosos. Ele vê apenas o nome da clínica, a data da última ultrassonografia e o horário da consulta. Mas não há nome do pai.

HP (rindo com sarcasmo): Você não facilita mesmo, hein, Sara? Mas todo segredo deixa rastros...

No laboratório...

Grissom está saindo com uma sacola de evidências quando nota Hank do outro lado da rua, dentro de uma ambulância parada. Eles trocam olhares. Hank sorri, mas há algo provocativo em seu jeito.

GG (desconfiado, murmurando): O que você está aprontando agora, Hank?

Grissom entra no prédio e vai procurar Catherine.

GG: Cath, precisamos conversar. Acho que o Pettegrew está seguindo a Sara.

CW (ergue o olhar, preocupada): Você tem certeza?

GG: Não tenho provas ainda... mas o encontrei em frente ao prédio com a ambulância estacionada e quando o olhei, senti algo estranho. Eu conheço aquele olhar. Ele ainda não aceitou o fim.

Na clinica obstetrica...

A recepcionista digita algo no sistema enquanto um homem de boné, óculos escuros e máscara entra discretamente. É Hank Pettegrew disfarçado, tentando passar despercebido.

RECEPCIONISTA: Boa tarde, senhor. Como posso ajudar?

HANK (voz alterada, fingindo sotaque):

— Boa tarde. Eu sou… Marcos Blake. Gostaria de marcar uma consulta para… minha esposa. Na verdade, queria saber se a doutora que atendeu Sara Sidle tem agenda. Ouvi falar muito bem dela.

A recepcionista estranha o pedido, mas continua profissional.

RECEPCIONISTA: A doutora está atendendo, sim. Só um momento, vou verificar os horários disponíveis.

Hank observa tudo com atenção, de olho na tela do computador. A recepcionista se vira por um instante para pegar um formulário, e ele tenta dar uma espiada rápida no monitor, procurando algum dado associado ao nome de Sara.

RECEPCIONISTA (virando-se de volta):

— Aqui está. Pode preencher com os dados da paciente. E, senhor Blake… como ficou sabendo da doutora?

HANK (mentindo): Ah, indicação de uma amiga da minha esposa. Ela está no início da gestação, quer saber como funcionam os atendimentos, sabe?

RECEPCIONISTA (sorrindo educadamente):

— Claro. Depois de preencher, posso agendar uma consulta introdutória.

Hank preenche o formulário com dados falsos, mas enquanto termina, um obstetra passa pelo corredor e o reconhece parcialmente.

MÉDICO (olhando curioso): Ei… você trabalha no Resgate, não é? Já não salvou um paciente nosso na ambulância?

Hank congela por um momento, mas tenta disfarçar.

HANK (tenso): Ah... sim, pode ser... Mas estou de folga hoje. Só ajudando minha esposa com isso. Preciso ir.

Ele larga o formulário inacabado e sai apressado, deixando a recepcionista e o médico trocando olhares desconfiados.

A recepcionista comenta o ocorrido com a doutora de Sara.

RECEPCIONISTA: Doutora, teve um sujeito estranho hoje aqui… disse que queria marcar consulta com a senhora, mas estava muito nervoso. Quis saber sobre uma paciente sua… Sara Sidle.

DOUTORA (alerta): Ele perguntou por nome?

RECEPCIONISTA: Sim. Fiquei desconfortável. Depois um médico quase o reconheceu e ele saiu correndo.

DOUTORA (preocupada): Pode me enviar as imagens da câmera da recepção, por favor?

A doutora vai imediatamente falar com Grissom no laboratório. Entrega um pendrive para ele.

DOUTORA: Vim trazer isso pessoalmente. Achei que deveria ver. Reconhece esse homem?

Ela entrega o pendrive e explica tudo o que ocorreu. Grissom coloca e assiste à imagem de Hank tentando se passar por outro homem na recepção.

GG (irritado): Sabia que ele não ia parar…

Grissom se levanta, já com a postura de quem está pronto para tomar providências.

GG: Chega de avisos. Esse cara vai aprender da pior forma que mexeu com a mulher errada.

Clinica obstetrica...

Sara e Grissom caminham juntos até a sala da médica para uma nova consulta de pré-natal. O clima é de ansiedade gostosa, os dois sorrindo e de mãos dadas.

Eles riem. No mesmo momento, do outro lado do corredor, um funcionário da clínica se aproxima nervoso da médica.

FUNCIONÁRIO: Doutora… o sujeito que tentou marcar consulta com nome falso outro dia… ele está aqui de novo. Está tentando invadir o sistema na sala administrativa.

DOUTORA (em choque): O quê? Cadê o segurança?

O segurança é acionado, mas Sara escuta a conversa e já acelera os passos, Grissom logo atrás. Eles chegam ao local e encontram HANK mexendo em um computador, com o prontuário de Sara aberto na tela.

SS (gritando): HANK!!! VOCÊ TÁ MALUCO?

Hank congela. Tenta se justificar, mas Sara vai pra cima dele furiosa, o dedo em riste.

SS: Tá invadindo meu prontuário?? É isso mesmo? Vai violar minha privacidade agora? Além de fofoqueiro, virou criminoso?

HANK (tentando manter a pose): Eu só… eu precisava saber quem é o pai! As pessoas falam, e você não disse nada, então eu…

GG (chega por trás e se impõe): ENTÃO VOCÊ O QUÊ, HANK? IA ROUBAR INFORMAÇÃO MÉDICA? QUERIA ESPALHAR MAIS UM ESCÂNDALO? VOCÊ PERDEU COMPLETAMENTE A NOÇÃO!

Grissom avança, o segura pelo colarinho. O segurança entra e tenta conter a tensão, mas Hank já está completamente cercado.

SS (gritando, olhos marejados de raiva):

— Você me persegue desde que terminamos! Tentou se passar por outra pessoa, veio aqui várias vezes… quer me prejudicar? Quer prejudicar meu filho?? VOCÊ É UM DOENTE!

GG (duro): Eu vou te denunciar formalmente por invasão de prontuário, assédio e perseguição. E se você chegar a três metros da Sara de novo, eu pessoalmente vou garantir que você conheça uma cela de perto.

HANK (gaguejando, acuado): Eu só queria… eu achei que talvez… ainda tivesse chance.

SS (seca): Comigo? Nunca mais. Vai embora, Hank. E reza pra sua sorte não ter acabado hoje.

Hank está sendo segurado pelo segurança, ainda tentando se justificar. Sara respira fundo, visivelmente abalada. Grissom, até então se controlando, dá um passo à frente, encara Hank nos olhos e solta com firmeza, para que todos ouçam:

GG (duro, voz baixa mas cortante):

— Você quer tanto saber quem é o pai, Hank? Tá tão desesperado pra descobrir?

Hank engole seco, tentando se recompor.

GG (encarando-o, sem piscar): Então escuta bem… o pai sou eu. Eu sou o pai do bebê da Sara. Eu estou com ela, eu a amo, e juntos decidimos formar uma família.

SS (completando): Você não perdeu só a chance comigo, Hank. Perdeu a dignidade. E a partir de agora, vai lidar com as consequências.

HANK (engasgado): Vocês… vocês estão juntos? Desde quando?

GG (irônico): Desde o dia que ela resolveu parar de perder tempo com moleques.

O segurança puxa Hank para longe, agora sendo conduzido para fora da clínica enquanto ele ainda tenta processar a revelação.

DOUTORA: Está tudo bem?

SS (respirando fundo, mas firme): Agora sim. E, por favor, coloque tudo isso no boletim. Quero registrar cada detalhe.

Em outro ponto...

Teddy está diante de um mural improvisado cheio de fotos de Sara — algumas com Grissom, outras de momentos antigos, até imagens da clínica onde ela faz o pré-natal. Ele segura uma caneta e traça uma linha entre rostos, datas e locais.

TEDDY (baixinho, para si mesmo): Toda mulher tem um ponto fraco. E a Sara... ah, a Sara é puro coração.

Natalie observa de longe, recostada na parede, franzindo o cenho.

NATALIE: Isso tá beirando o patético, Teddy. Você tá há meses obcecado por uma mulher que está claramente feliz com outro cara. Grávida dele!

TEDDY (olhando fixamente uma foto dela sorrindo):

— Você chama de obsessão. Eu chamo de amor. E um homem apaixonado vai até as últimas consequências.

ENRICO (do outro cômodo): Você quer uma ideia infalível? Eu te dou uma: foge pra outro estado. Antes que acabe preso.

Teddy sorri frio, ignorando o conselho.

TEDDY: Não vou machucá-la. Nunca faria isso. Mas se eu criar o cenário perfeito... se ela sofrer uma desilusão, uma quebra de confiança... talvez, só talvez, ela perceba que quem sempre esteve ao lado dela... fui eu.

NATALIE (irônica): E como pretende fazer isso? Separar Grissom e Sara com uma carta anônima? Um teste de DNA falso? Um escândalo no laboratório?

Teddy para por um instante. Os olhos brilham com uma ideia.

TEDDY: Falso... é. Um DNA falso. E se ela acreditasse que o bebê não é do Grissom?

Natalie dá uma risada cética, mas a tensão no ar cresce.

NATALIE: Você é mais louco do que eu pensava...

TEDDY: Não sou louco. Sou estrategista. E o jogo... está só começando.

Passado 02 meses, Grissom e Sara oficializaram a união em uma capela de Vegas para desespero de Cath que queria montar uma cerimonia. Eles estavam na nova casa onde organizaram um almoço em comemoração.

GG: Prometemos que quando falarmos com Eckley contando a verdade, deixaremos você montar do seu jeitinho.

CW: Você prometem?

SS: Sim Cath, prometemos!!!

CW: Então estão perdoados!! Podemos almoçar agora.

Todos caíram na risada pelo o jeito da loira e foram curtir a felicidade dos amigos alheios ao que estava do lado de fora da casa.

Teddy havia iniciado novamente sua vigília a Sara e estava na porta da nova casa já ciente do casamentos dos peritos.

Teddy: Sara, Sara você não deveria ter casado com esse homem. Vou ter que fazer uns ajustes e mostrar para esse cara que você tem um dono. Posso começar com segredos sendo revelados para certo diretor.

Em determinado momento do almoço, Warrick estranhou o mesmo carro que havia visto quando chegou, estar estacionado no mesmo lugar.

WB: Griss, aquele carro é de algum vizinho de vocês?

O supervisor se juntou ao pupilo na observação na janela e não reconheceu o carro como sendo de algum vizinho.

GG: Warrick nunca vi esse carro por aqui. Amor, você por acaso já viu aquele carro por aqui antes?

SS: Nunca vi não Gil! Está acontecendo alguma coisa?

WB: Estou achando estranho pelo tempo que esta ali e se olharmos bem, tem gente dentro do carro.

O trio avisou Brass que pediu um carro para averiguar o carro enquanto que da casa ele ficaram o observando. O problema foi que Teddy ao perceber a aproximação do carro da policia, ligou o carro e esperou para ver se estavam vindo em sua direção. Ao ter a confirmação, resolveu sair, mas foi surpreendido por outro carro vindo na direção contraria. Acuado, ele esperou o policial sair do carro e desferiu tiros na direção dele e aproveitou para arrancar com o carro. Brass se juntou ao s policiais nos disparos contra o carro e uma patrulha partiu em perseguição enquanto todos ajudavam no socorro ao oficial ferido. Algumas ruas depois, o carro patrulha bateu e com isso Teddy conseguiu fugir.

CW: Brass será que eram Natalie e Teddy naquele carro?

JB: Pelo o que conseguimos ver, só havia uma pessoa, porém não temos como precisar qual dos dois eram. Sugiro manter um carro de vigília por aqui Grissom.

GG: Certo, vou ficar mais tranquilo com isso. Não acredito que depois desses meses de paz esse povo estava voltando para nos atormentar.

SS: Calma Gil !! Juntos podemos enfrenta-los e vamos conseguir vence-los.

CW: Sara esta certa Gil!! Vamos pegar essa dupla do mal.

Já a caminho do esconderijo, Teddy ia proferindo vários palavrões e gritando que iria se vingar de Grissom.

Teddy: Sara é minha e vou mostrar para esse babaca que não devia ter atravessado meu caminho.

Notas finais
É isso pessoal.