Rivedere i capitoli della vita
20 Capitulo 20
Notas iniciais
Teddy chegou ao local onde estava vivendo com Natalie e Enrico. Descarregou o cartão de memoria na câmera no seu notebook e estava trabalhando nas fotos quando Natalie entrou.
ND: Vejo que tem um plano em mente. Posso saber qual seria?
Teddy: Pretendo fazer de tudo para tirar aquele homem da vida de Sara e de primeiro quero revelar ao chefe deles o romance dos pombinhos.
ND: Eu acho que você deve guardar essa carta na manga e avaliar para ver se não encontramos algo mais interessante para atormentar a paz deles, porém creio que o momento seja para darmos um tempo para que eles baixem a guarda e assim tenhamos tempo para pensar em algo.
Teddy: Olha vou ter que concordar com você que esse plano me parece bem interessante.
Os dois caíram na risada e com isso foram já pensar em seu plano maligno.
Meses se passaram e a gravidez tanto de Heather quanto de Sara seguiam tranquilas. Heather já sabia que seria mãe de uma menina o que havia deixado Mark nas nuvens. Os dois, com a proximidade e participação dele ativa durante todo o processo de gestação, amoleceu e conquistou o coração da Dominatrix e eles estão comemorando 01 mês de namoro.
Mark: Heather eu estou mega ansioso pela chegada da nossa princesa, não vejo a hora...
LH: Você não pensa na possibilidade de Grissom ser o pai?
Mark: Nem um pouquinho. Estela com certeza é minha filha e ele será pai do filho de Sara.
Já na família Grissom a ansiedade estava na questão do sexo do bebê. Nas ultras a surpresa sobre o sexo do feto continuava e Cath brincava com Sara dizendo que pelo jeito o mistério duraria até o parto.
SS: Beth está montando o enxoval nas cores branca e amarela. Está uma vovó babona, montando as coisinhas, me mimando. Resolveu até se mudar para Las Vegas para poder curtir o neto ou neta mais de perto. No caso de Grissom está igualzinho a mãe, empolgado com cada detalhe.
CW: Você está com 07 meses. Pretende tirar licença só perto do parto?
SS: Minha intensão é essa, só espero conseguir já que estou me sentindo mais pesada, cansada em excesso e.... (a fisionomia mudou e ela não completou a frase)
CW: E o que? Esta acontecendo algo?
SS: Sabe Cath, não sei se aconteceu com você quando esperava a Lindsey, mas me sinto diferente, menos atraente e creio que com isso Grissom não tem se sentido atraído por mim. Eu tenho o sentido distante na questão marido, mas na questão pai presente ele esta sendo maravilhoso.
CW: Sara para com isso, não pense bobagens. Olha nunca vi um homem mais apaixonado do que Grissom e nem posso compara-lo ao Eddy que foi um traste comigo em todo o processo. Já pensou em conversar com ele sobre isso?
SS: Já tentei umas duas vezes, mas ele mudou de assunto alegando cansaço. Não sei não, mas sinto que a chama da paixão está se apagando e o meu casamento está virando uma parceria de cuidados com o baby. Parecemos dois colegas de quarto dividindo uma casa.
Enquanto as duas conversavam, Ecklei chegava ao escritório de Grissom em companhia de uma bela mulher.
CE: Grissom preciso falar com você!
GG: Oi para você também Ecklei.
CE: Recebemos um convite do laboratório de Boston para participação em um seminário organizado por eles e nos enviaram uma pessoa para combinar com você sua participação já que você foi o escolhido para nos representar.
GG: Recebi o convite e aceitei!!
Neste momento uma mulher alta, cabelos escuros, olhos verdes entrou na sala roubando a atenção do supervisor do noturno.
CE: Grissom lhe apresento Diana Thompson, relações públicas do Laboratório de Boston.
DT: Estou realmente lisonjeada em lhe conhecer pessoalmente Drº Gilbert Grissom. Seus trabalhos e palestras são realmente encantadores.
Um supervisor extremamente hipnotizado pela mulher a sua frente gaguejou na hora da resposta.
GG: Eu... então ... fico agradecido pelo elogio. Eu vou lhe mostrar o nosso laboratório e depois podemos conversar sobre o que foi planejado pela sua equipe.
CE: Vou deixa-la em boas mãos senhorita Thompson.
Diana só deu um discreto sorriso agradecendo e voltou sua atenção a um impressionado supervisor e gostando do efeito que havia causado nele já que ela veio já encantada pelo charme do homem. Tinha assistido uma palestra feita por ele em Chicago, mas não havia conseguido falar com ele. Quando surgiu essa oportunidade de estar com ele, não perdeu tempo. Saiu do devaneio quando o supervisor a chamou para o tour. Na sala de descanso um empolgado Greg foi chegando falando sobre a beleza da visitante que estava andando pelo laboratório na companhia do chefe.
CW: Quem é essa mulher que está fazendo você ficar todo ouriçado?
NS: Sua curiosidade será matada agora já que eles estão vindo para cá.
Os dois logo entraram na sala e a equipe pode perceber o jeito animado do supervisor com sua visitante.
GG: Diana quero lhe apresentar minha equipe: Catherine Willows, Greg Sanders, Warrick Brown, Nick Stokes e Sara Sidle. Gente, essa é Diana Thompson e ela trabalha no laboratório de Boston.
DT: Muito prazer em conhece-los e vim no intuito de roubar o supervisor de vocês por alguns dias.
CW: Podemos saber por que?
DT: Ele vai estar conosco representando este laboratório no seminário que iremos fazer. Estamos muito encantados por ele ter aceitado o convite e em tê-lo como um de nossos participantes.
Grissom deu um sorrisinho maroto para Diana o que chamou a atenção de todos. Sara aproveitou o momento e de forma bem séria resolveu fazer uma pergunta.
SS: Quando será o seminário?
DT: Daqui duas semanas. Bom, não quero atrapalhar o trabalho de vocês então podemos continuar nosso trabalho Grissom?
GG: Claro, vamos !! Cath você está no comando por enquanto.
O supervisor saiu sem nem olhar para trás, deixando todos de queixo caído.
GS: Foi impressão minha ou o chefinho estava de queixo caído pela moça de Bos... ( a fala foi interrompida porque Cath o chutou devido perceberem o jeito de Sara)
SS: Sim Greg, não foi impressão sua, ele está encantado. Também porque não estaria já que é uma mulher lindíssima. Eu preciso ir até Wendy para ver uns resultados, com licença.
Todos ficaram em silêncio que foi quebrado por Nick.
NS: Grissom é mega inteligente para umas coisas, mas na questão relacionamento ele é uma negação.
CW: Vou falar com Sara e vocês voltem ao trabalho.
Grissom revisava alguns relatórios em seu escritório quando escutou uma leve batida à porta.
DT: Posso entrar?
GG: Claro, senhorita Thompson. Precisa de algo?
DT: Me chame de Diana, por favor. [Ela entrou sorrindo, com um café na mão.] Achei que você poderia precisar disso. Soube que você pula o jantar quando está mergulhado nos laudos.
Grissom ficou surpreso, mas aceitou o café.
GG: Obrigado... realmente, tenho esse mau hábito.
DT: [Sentando-se sem ser convidada.] A maioria dos gênios que conheço tem. A mente corre mais rápido que o estômago, imagino.
GG: [Sorrindo, um pouco desconcertado.] Algo assim.
DT: Sabe, desde aquela palestra em Chicago eu esperava ter essa chance de conversar com você mais a fundo. Foi uma das apresentações mais apaixonadas e inteligentes que vi.
Grissom desviou o olhar, desconfortável. Era bom ser reconhecido... mas o tom dela era mais caloroso do que profissional.
GG: Você disse que esteve em Chicago? Me lembro daquele evento. Foi bem... lotado.
DT: Lotado sim. Mas nada me impediu de te observar. O modo como você falava sobre a simbiose nos insetos... me fez pensar que você também acredita em conexões profundas, quase inevitáveis.
Ele pigarreou. O clima começava a esquentar emocionalmente, e não por causa do café.
GG: É um tema que me fascina, sim. A natureza nos ensina mais do que imaginamos sobre convivência. E... sobre separações também.
DT: E o que a natureza diz sobre reencontros? Ou sobre encontros inesperados... como este?
Ela o fitava com intensidade. Grissom sentiu o calor subir-lhe ao rosto. Havia dias que se sentia distante de Sara, mas nunca pensou em alguém além dela. E agora, ali estava Diana: charmosa, inteligente, admiradora dele... oferecendo algo que ele não sabia se queria ou temia.
GG: [Levantando-se abruptamente.] Acho melhor voltarmos à pauta do seminário. Podemos revisar juntos as ideias.
DT: Claro. [Ela se levantou, mas não perdeu o sorriso.] Eu sou paciente, Dr. Grissom. E boa em esperar... o momento certo.
Ela saiu, deixando no ar um leve perfume e uma tensão desconcertante. Grissom ficou olhando para a porta fechada, com o café na mão e a mente em conflito.
Sabia que não havia feito nada de errado. Mas também sabia que sentir-se tentado já era um sinal. E Sara... perceberia.
A dupla saiu do escritório e encontrou Ecklei no corredor.
DT: Você é um homem encantador Grissom. Creio que sua esposa deva ser ciumenta.
CE: Grissom casado?? Só se for com o trabalho porque esse aí é o maior solteirão de Vegas.
O supervisor sentiu seu rosto queimar em brasa.
DT: Gente que sorte a minha saber que este homem está disponível na praça. Eu estou com fome, você se incomodaria em me acompanhar numa refeição? Ecklei o convite se estende para você também.
CE: Agradeço o convite, mas vou precisar recusar devido ao trabalho.
DT: E você Grissom?
GG: Claro que aceito. Podemos ir e continuamos nossa conversa.
Os dois foram primeiro ao escritório do supervisor. A equipe estava reunida ao redor da recepção quando viram Grissom sair do elevador, vestindo um blazer escuro – uma roupa mais refinada do que o habitual. Ao seu lado, Diana Thompson, elegante, sorridente, tocava de leve no braço dele enquanto conversavam.
Eles atravessaram o saguão em direção à saída. Diana jogou o cabelo para trás e soltou uma risada baixa e suave diante de algo que Grissom dissera. Ele parecia descontraído... demais.
Catherine, que estava ao lado de Sara, congelou quando sentiu o corpo da amiga enrijecer. O olhar de Sara seguiu cada passo do marido e da RP de Boston até a saída, onde Diana discretamente pegou no braço de Grissom, como quem marca território.
SS (seca, tentando conter a emoção): Me diz agora que estou vendo coisas. Me diz que aquele homem que acabei de ver sair para jantar com outra mulher... não é meu marido.
CW: Sara... não estou defendendo ele. Mas Ecklie estava ali perto. Ele ainda não sabe do casamento de vocês. Talvez por isso Grissom tenha se mantido... reservado.
SS (irônica): Então tecnicamente ele é solteiro. [Respira fundo.] O que me faz tecnicamente... uma mãe solteira.
Ninguém disse nada. O silêncio da equipe era mais doloroso que qualquer resposta. Greg abaixou os olhos. Nick passou a mão pela nuca, desconfortável. Warrick cruzou os braços, incomodado com a situação.
SS: O turno está acabando. Tenho uma consulta cedo. Vou para casa... descansar.
Ela saiu devagar, tentando manter a postura, mas a dor era visível. Os olhos marejados, a mão inconscientemente repousando sobre a barriga.
Assim que a porta se fechou atrás dela, Catherine se virou para os colegas, furiosa.
CW: Eu vou falar com o tapado do meu amigo. Não acredito que o Grissom está, mais uma vez, colocando tudo a perder por... vaidade? Carência? Estupidez?
WB: E olha que ele lutou tanto por ela. Será que ele esqueceu disso?
GS: Sabe o que é pior? Pelo jeito que a Sara saiu... ele pode acabar levando o troco na mesma moeda.
NS (direto): Mas ela está grávida.
GS: E? Tem muito homem que acha grávida ainda mais atraente. É instintivo, é emocional. Ela é uma mulher linda, está fragilizada, e com o ego ferido...
CW (com firmeza): Se ela quiser dar o troco, eu dou carona. Porque, sinceramente, não dá para ficar vendo ele repetir os mesmos erros do passado.
Já Sara chegou ao consultório ainda um pouco abatida pela noite anterior, mas tentou manter a compostura. Estava sozinha, como vinha se sentindo ultimamente, e esperava ver a médica de sempre. No entanto, ao ser chamada pela enfermeira, foi surpreendida ao entrar na sala.
Diante dela estava Fabrizio Conte, um homem alto, pele bronzeada, cabelos castanhos levemente ondulados e olhos intensamente azuis. Sorriso simpático e postura acolhedora. A bata branca aberta sobre uma camisa social clara realçava ainda mais o porte atlético.
FC (com um sorriso caloroso e sotaque levemente italiano): Sra. Grissom? Muito prazer. Sou Fabrizio Conte, seu novo obstetra. Sua médica precisou se afastar por um tempo, então eu vou acompanhá-la até o parto. Espero que não se incomode com a troca repentina.
SS (ligeiramente sem graça): Oi... não, tudo bem. Só... surpresa. [dá um sorriso leve] Podemos começar a consulta.
FC: Claro, fique à vontade.
Durante a consulta, Fabrizio foi extremamente cuidadoso e respeitoso, o tipo de médico que explicava cada passo com calma, fazia perguntas atentas e ouvia com real interesse. Sara, que no início estava tensa, acabou se soltando aos poucos. Riram de algumas histórias sobre os enjôos do início da gravidez e ela contou, sem perceber, que esperava o marido... que não veio.
FC (notando): Seu marido não pôde vir?
SS (desviando o olhar): Não. Está... ocupado com o trabalho.
FC (com gentileza, sem julgar): Bem, pelo menos você está cuidando de você e do bebê. Isso já diz muito.
Após o exame e os novos pedidos, Fabrizio consultou o relógio.
FC: Eu vou fazer uma pausa agora — e, se me permite dizer, acho que você também deveria. Está com fome?
SS (com um sorriso sincero): Morrendo. Achei que ia passar direto, mas não consigo mais brincar com isso.
FC (com humor): Café da clínica é horrível, mas ali do lado tem uma padaria italiana que vai te conquistar. Se quiser, posso te acompanhar. Prometo que não falo de medicina durante a refeição.
SS (sorrindo com mais naturalidade do que nas últimas semanas): Convite tentador, Dr. Conte.
FC (brincando): Fabrizio. Só Fabrizio agora. Afinal, estamos indo comer croissants — isso é praticamente uma amizade.
Eles riram juntos e saíram da clínica caminhando lado a lado.
O local era conhecido pelo seu cappuccino com espuma espessa e pela vitrine de doces italianos que deixava qualquer um hipnotizado. Grissom e Diana estavam sentados numa mesa no canto, próximos à janela. Ela estava linda, com um vestido vinho discreto, mas elegante. Ele, relaxado, sorria mais do que o habitual.
DT (brincando, porém com um tom sedutor): Estou realmente impressionada que um homem com sua beleza esteja livre por aí. Tem certeza que não tem nenhuma mulher na jogada?
GG (sorrindo, mas hesitante): Você fala de mim, mas também não acredito que uma mulher tão bela esteja sozinha por aí. Os homens de Boston estão desatentos?
DT: Também não é assim... posso ter algumas preferências especiais, alvos interessantes. [disse inclinando-se ligeiramente para frente, com um brilho malicioso nos olhos.]
Grissom forçou um sorriso contido, desconcertado com a ousadia.
GG (se levantando): Eu... vou ao banheiro e já volto.
Enquanto Grissom se afastava, a porta do estabelecimento se abriu. Sara entrou, rindo discretamente ao lado de Fabrizio, os dois envoltos numa conversa leve sobre culinária italiana e gravidez. Ele a ajudava com a bolsa e gesticulava com carisma.
Diana percebeu a presença de Sara no local e foi falar com ela.
DT: Sara que surpresa te encontrar aqui. Este é seu marido?
SS: Diana tudo bem? Não, este é Fabrizio Conte, meu médico. Esta sozinha por aqui?
DT: Não, estou na companhia do seu belo e gato supervisor. Não acredito que vocês deixaram escapar este belo espécime, apesar que sua companhia não fica atrás ( falou a ultima parte de forma sussurrante para a perita).
SS: Grissom falou que esta disponível?
DT: Não, mas também não disse que esta indisponível, não respondeu, deixou um mistério no ar. Bom vou deixa-los terminar suas refeições e foi um prazer conhece-lo Fabrizio.
FC: O prazer foi todo meu.
Diana voltou para a mesa sob o olhar dos dois.
Fabrizio, ao perceber a expressão abalada de Sara, pousou sua xícara devagar sobre a mesa. Seus olhos, gentis mas atentos, estavam cravados no rosto da perita.
FC (com cuidado): Você está bem?
SS (tentando sorrir): Estou. Só... grávida e com os hormônios bagunçando tudo.
FC (com empatia): Pode ser isso. Ou pode ser que certas situações simplesmente doem mesmo.
SS (respirando fundo): Você sempre é assim direto?
FC (sorrindo): Só quando vejo que alguém está segurando o mundo dentro do peito. Posso não conhecer sua história... mas conheço esse olhar.
Sara desviou o olhar por um instante, tentando disfarçar a emoção. Mas, ao ver Grissom rindo discretamente com Diana, um nó se formou em sua garganta.
SS (quase sussurrando): Ele era o homem mais dedicado, atencioso... parecia viver por mim. Mas agora... parece que eu sou só mais um detalhe na vida dele. Nem parece que vou ter um filho dele em poucas semanas.
FC (calmo, mas firme): Então talvez ele precise ser lembrado disso... da sorte que tem. Ou... talvez ele precise sentir o que está prestes a perder.
Ela então explicou para Fabrizio toda a situação de não poder divulgar o status do relacionamento no serviço devido regras existentes.
Já na outra mesa Diana informa da presença de Sara no local e Grissom virou o corpo na direção indicada pela sua convidada no momento em que sua esposa estava numa conversa animada com o médico. Fabrizio estava brincando com a morena sobre o romance escondido, arrancando risos dela.
DT: Sara esta de parabéns!! É difícil conseguir companhia estando grávida e que companhia que arranjou, apesar que a minha não fica atrás.
O supervisor estava tão nervoso com a cena na outra mesa que ignorou por completo tudo o que Diana falava.
GG: Diana eu vou falar com Sara, só um momento.
Sem esperar por resposta o supervisor levantou e foi em direção da mesa onde se encontrava a esposa.
GG: Bom dia Sara!! Posso saber o que faz aqui??
SS: Bom dia Grissom!! Estou fazendo a mesma coisa que você e aproveitando te apresento Fabrizio Conte, meu novo obstetra.
GG: Por que você mudou de médico??
SS: Se você tivesse comparecido a consulta comigo hoje, saberia.
Neste momento foi que Grissom se tocou que esqueceu a consulta da esposa.
GG: Sara me desculpe, eu estava...
SS: Ocupado sendo um excelente sincerone para a convidada de Boston que fez questão de me perguntar porque deixamos o belo espécime de homem livre no mercado.
GG: Sara eu nunca disse para ela que estou livre.
SS: Mas também não disse que não está.
GG: Sara por favor, você sabe que não dá pra falar a verdade no momento e...
FC: Vocês me desculpem, mas vou precisar retornar ao consultório. Sara foi um prazer lhe conhecer e lhe aguardo daqui 7 dias. Senhor Grissom foi um prazer conhece-lo. ( o supervisor só acenou com a cabeça).
SS: Fabrizio eu vou com você!!
GG: Sara você não vai não, você vai comigo.
SS: Grissom você está começando a chamar a atenção. Se quiser aparecer, o faça sozinho.
GG: Sara você pode por favor me esperar para irmos para casa??
SS: Por que faria isso??
GG: Porque sou seu marido e moramos juntos.
SS: Você é meu marido quando quer, pois para Diana você é um homem solteiro e ao contrário de você, Fabrizio tomou café comigo sabendo do meu status. Agora me dá licença porque sua acompanhante está desconfiada principalmente pelo senhor estar chamando a atenção.
A morena saiu na companhia do médico que fez questão de deixá-la em casa. Já o entomologista voltou a mesa somente para pedir a conta e mesmo Diana querendo saber o motivo da discussão, ele a ignorou. Nos fundos do local duas pessoas assistiam a tudo.
— O que você pode falar sobre isso tudo Enrico?
Enrico: Olha Teddy te digo que esse cara é inteligente pra muita coisa, mas para outras é um idiota completo e que bom porque nos dá munição pra usar contra ele.
Teddy: Mas não podemos negar que a beleza da mulher é hipnotizante, até entendo o cara de querer ir ali porque eu o invejei. Vamos embora porque sinto que temos um plano em ação iniciado por terceiros.
Teddy: Aquele encontro deixou tudo mais claro. Grissom pode até ser um gênio no laboratório, mas fora dele… é um homem distraído. E distraído, é vulnerável.
Enrico: Exato. E Sara? Ela já está cheia de dúvidas. A gente só precisa acelerar o processo, plantar a semente da desconfiança. Separamos um terreno fértil.
Teddy: Rumores... fofocas... pequenas armadilhas. Vamos fazer com que Sara comece a questionar a fidelidade dele. Se os dois começarem a duvidar um do outro, é só questão de tempo até tudo desmoronar.
Já o supervisor se despediu de Diana foi para. Estava com muita raiva e o ciúmes gritando.
GG: Mãe você viu a Sara??
BG: Por que será que acho que você aprontou algo? Ela está tomando banho, mas passou por aqui com a fisionomia bem séria.
GG: Eu estou acompanhando uma funcionária do laboratório de Boston e ela está com ciúmes disso.
BG: Boa história, mas não acredito!
GG: Diana é uma bela mulher e já demonstrou estar interessada em mim, não estou indiferente, notei isso. O detalhe é que fui tomar café com ela de forma profissional e encontrei no mesmo lugar a Sara tomando café com um médico, dizendo que é o novo obstetra dela. Está certo isso mãe, uma mulher casada sair com outro cara?
De repente uma voz surge:
— É certo então um homem casado omitir sua situação de estado civil e agir como se fosse solteiro? O homem pode, mas a mulher não?
Fale com o autor