Rise up
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Arizona terminava de se arrumar para o casamento de amelia e Owen, colocou um pequeno brinco que a deixou com o ar minimalista que o vestido de cor nude necessitava, os cabelos soltos com ondas preso atrás da orelha de um lado dava um toque final a escolha impecável da maquiagem, estava deslumbrante. Seus olhos a viam no espelho mas sua mente ainda tentava esquecer a expressão triste e cansada de callie pelos corredores do hospital.
Flash Black on
arizona pegou sofia na escola e teve que voltar as pressas ao hospital devido uma emergência.
— está indo pra casa? Alex perguntou ao ver arizona assinando os papéis de óbito de sua paciente.
— sim não conseguimos salva-la — arizona respondeu com a tristeza pela garotinha evidente em seu olhar.
— além do mais preciso levar sofia pra casa coitada teve que vir comigo, falando nisso vou buscar minha filha na sala da assistência, Boa noite karev — arizona disse tocando o braço do amigo.
— Boa noite robbins, vá descansar- Alex respondeu com um pequeno sorriso sincero.
Arizona voltava da sala de assistência segurando a mão da pequena sofia que lhe fazia milhares de perguntas, de repente parou de caminhar quando viu callie vindo em sua direção entretida terminando de revisar os prontuários, era evidente o cansaço no olhar da morena que soltava o ar pesado dos pulmões, mas o que fez arizona encerrar o sorriso respondendo as perguntas da filha foi a tristeza nos olhos de callie que agora se encontrou com os de arizona.
— mamaaaaae — Sofia se desprendeu da mão da mãe e correu para os braços da outra que se baixou abrindo os braços e um sorriso agarrando a filha deixando claro a saudade.
— meu amor o que você faz aqui? — callie perguntou passando a mão sobre os cabelos da pequena.
— mamãe teve que vir correndo porque uma garotinha passou mal, mas já estamos indo, eu estava com saudades mamãe — Sofia respondeu abraçando a mãe mais uma vez.
— eu tambem meu amor, eu também — callie respondeu o abraço com toda força que sua saudade pedia.
— você está triste mamãe? — Sofia perguntou preocupada.
— não meu amor, claro que não, porque está me perguntando isso? — callie perguntou franzindo o cenho tentando parecer o mais convincente possível.
— você sempre me abraça forte quando está triste mamãe — a resposta da filha trouxe um aperto no coração de callie.
— não meu amor, eu so estava com saudades, e agora estou feliz em te ver — callie respondeu a ultima frase olhando pra arizona que observava tudo estática com uma feição de carinho.
— agora você precisa ir, mamãe está te esperando e está tarde você precisa dormir — callie disse dando um último abraço na filha.
— tchau mamãe, eu te amo muito — Sofia disse beijando a bochecha de callie.
— eu te amo mais meu amor — callie respondeu dando um beijo nas testa da pequena que correu de volta segurando a mão de arizona.
— vamos mamãe?
— vamos meu amor — arizona respondeu sem tirar os olhos de callie, ela acenou para morena que lhe devolveu com um sorriso fraco mas sincero, arizona saiu e callie ficou ainda por alguns instantes observando as costas da loira e da flha partirem.
Flash Back off
— não era pra ser assim calliope — arizona sussurrou em um fio de voz que conseguiu reunir.
Seus pensamentos foram interrompidos por Sofia que entrou correndo no quarto.
— estou pronta mamãe, mas preciso que arrume meu cabelo — a pequena disse se sentando na cama e jogando os bracinhos sobre as pernas com uma carinha de quem havia tentado mas sem sucesso.
— oh sim meu amor, venha cá — arizona disfarçou até para ela mesma os olhos que ardiam por conter as lágrimas.
Sofia se levantou e arizona fez uma linda trança finalizada com um coque de lado no cabelo da filha que era pura empolgação ao se olhar no espelho.
— como estou mamãe? — Sofia perguntou a procura da aprovação da mãe.
— você está linda meu amor, uma verdadeira princesa — arizona disse sorrindo ao ver a filha rodopiar o lindo vestido azul marinho.
Mas logo o sorriso foi encerrado ao lembrar que callie não compartilhava daquela felicidade. Ela sabia que callie estava errada em tomar uma decisão tão importante sobre a filha sem dar a ela a chance de opinar, mas não a culpava por querer levar a filha pra ny, achava o motivo loucura e observando as consequências um tanto burruce, mas se callie realmente amava penny, mesmo não acreditando totalmente na intensidade desse amor ou talves não quisesse, arizona estava disposta a encontrar uma solução.
Sua mente trouxe lembranças de uma família feliz que dançava após o jantar, as gargalhadas no ataque de cócegas quando Sofia arranjava alguma desculpa pra dormir com as mães, a voz doce e suave de callie cantando pra pequena dormir. Mas por um intante as palavras da advogada de callie no tribunal a fez reviver a dor e a mágoa de ver callie simplesmente não se importar.
Ela sabia que callie estava arrependida do inferno que causou e no fundo se sentia culpada pela tristeza de callie nos últimos dias, arizona não contia mais as lágrimas.
— porque você está chorando mamãe? — a pequena perguntou preocupada em ver a mãe daquele jeito.
— não é nada meu amor, mas eu preciso que me prometa uma coisa — arizona disse enxugando as lágrimas se abaixando pra ficar do mesmo tamanho que filha que acenou um sim.
— me promete que sempre vai amar suas mamães da mesma forma e que vai ser uma boa menina — arizona disse não mais segurando as lágrimas.
— eu prometo mamãe, mas o que aconteceu? — Sofia perguntava confusa.
— não aconteceu nada meu amor, eu estou bem, mas não vamos mais ao casamento — arizona disse se levantando e enxugando as lágrimas que já tinha borrado toda maquiagem.
— porque mamãe? eu fiz alguma coisa? — a pequena perguntou preocupada com medo do motivo ter sido causado por ela.
— não meu amor você não fez nada — arizona traquilizou a filha.
— mas me responde uma coisa, você gosta da tia penny? gosta de estar com ela e com a mamãe? — arizona perguntou com o coração apertado.
— sim mamãe eu gosto da tia penny, ela é super legal e eu sinto falta de passar mais tempo com a mamãe — Sofia terminou a ultima frase com uma carinha que transparecia a saudade que falava.
— então vamos meu amor, vamos arrumar suas coisas — arizona disse estendendo a mão pra filha.
— aonde vamos mamãe? — Sofia ficou ainda mais confusa.
— "você" vai meu amor — arizona disse tentando soar o mais doce possível.
— você vai pra ny com a mamãe morar com a tia penny, mas não se preocupe porque você vai vir me visitar sempre.
— sério mamãe? eu vou morar com a mamãe também — a pequena sorria e pulava de felicidade.
— mas eu vou morrer de saudades de você mamãe — disse encerrando o sorriso e os pulinhos.
— eu não vou deixar isso acontecer meu amor, eu prometo te ligar todos os dias e sempre que sentir saudades eu vou estar livre pra você, eu te amo muito meu amor eu te amo tanto que nem consigo dizer o quanto, eu sou a mamãe mais feliz do mundo por ter você — arizona disse abraçando a filha o mais forte que seu coração pedia.
— eu também te amo mamãe, você é meu raio de sol com olhos azuis e sorriso super mágico — Sofia disse com um lindo sorriso repousando o pescoço no ombro de sua mãe.
Arizona sabia que era injusto com ela mesma o que iria fazer, mas estava disposta a se sacrificar pelo que julgava ser para o bem da filha, imaginar sua pequena longe a quebrava, deixa — la partir dava medo e sabia que não era apenas por sofia.
Não muito longe dali callie estava em casa encolhida no sofá se martirizando por não ter ânimo nem vontade de ir ao casamento de amelia e Owen, ela tomou mais um gole de vinho e fez daquilo sua fonte de desculpas pra não precisar sair e sorrir pra todos quando na verdade nem a felicidade dos amigos era suficiente pra lhe tirar um sorriso verdadeiro.
— como isso foi acontecer? — ela disse olhando pra taça como se ela pudesse lhe dizer algo, mas no fundo admitia ja saber a resposta.
callie colocou a taça na mesinha ao lado do sofá e pôs as mãos no rosto desejando que aquilo não passasse de um pesadelo, que não precisasse ter feito escolhas e menos ainda errado nelas. Ela desistiu de lutar pelo casamento, cometeu um erro com arizona em relação a Sofia, e agora tinha perdido penny, estava sozinha.
callie se levantou e foi até o quarto, parou em frente as janelas cruzando os braços como se aquilo fosse um abraço, sentiu as lágrimas descendo e deixou ser tomada pelo ódio de si mesma.
— AAAAAAAAAAAAAHH — ela gritou jogando no chão tudo em cima da cômoda no canto do quarto.
callie chorou como nunca tinha chorado antes escorregou as costas pela parede caindo no chão se encolhendo como uma criança com medo, e de fato ela estava, tinha medo de esse ser o fim, o fim de história pra ela, se encolheu no canto do quarto e só percebeu que tinha caído no sono quando foi despertada pela campainha, ela desceu as escadas se recompondo e abriu a porta surpresa ao ver quem era no olho mágico.
— arizona — disse tentando não transparecer o alívio que não entendeu sentir.
— olá calliope — arizona respondeu com um pequeno sorriso, só então callie percebeu a pequena ao lado de arizona.
— mamãe — Sofia se jogou agarrando a cintura de callie.
— oh meu amor — callie segurou o rosto da filha com nas duas mão e beijou a testa da pequena que correu pra dentro de casa.
— o q.. que.. porque.. — ela gaguejou confusa com que estava acontecendo.
— nos fizemos isso errado calliope, fizemos da maneira errada — arizona disse entregando um papel a callie.
— o que é .. — callie parou de falar quando viu do que se tratava.
— é sua guarda sobre sofia, eu a quero nas férias e feriados e precisamos acertar natais e os fins de ano, mas é isso.
— arizona eu não entendo — callie disse olhando com admiração.
— Sofia merece as duas mães felizes, e você precisa estar feliz pra que eu e sofia possamos ser felizes, então você pode ir pra ny calliope, você pode ir atrás da sua felicidade — arizona disse a última frase no fio de voz que lhe restava.
— arizona eu... obrigada, muito obrigada — callie disse abraçando arizona e engolindo o nó na garganta deixando algumas lágrimas caírem.
— adeus calliope — arizona disse depois se encerrar o abraço.
— adeus arizona — callie disse sem tirar os olhos da loira e logo viu seu carro partir.
Arizona dirigia sem saber onde ia, um turbilhão de pensamentos lhe assolava e so percebeu onde estava quando parou em frente ao prédio que ela conhecia perfeitamente, desceu do carro e entrou sem precisar olhar pro caminho, parou em frente a porta azul e o número 502 foi a pontada final pra deixar as lágrimas caírem, olhou o apartamento em frente e a saudade de Mark apertou seu coração, agora entendia o porque de callie não conseguir de desfazer daquele apartamento. Arizona caminhou pra perto do 502 e se preparava pra bater mas se deu conta que não tinha nenhuma desculpa cabível ao inquilino para aparecer aquela hora e chorando, menos ainda pedir pra entrar. Ela deu os mesmos passos para atrás e seu rosto refletia a dor que sentia naquele instante, saiu da mesma forma q entrou e dirigiu para casa.
Callie terminava de arrumar suas coisas e as de Sofia pois havia conseguido vôo logo pela manhã, em seu rosto um sorriso que não transmitia o que estava sentindo ao certo, caminhou com as malas até a sala e se certificou se não havia esquecido nada, voltou ao quarto e sofia dormia como um pequeno anjo em sua cama, sorriu algo mais verdadeiro ao vê-la tão indefesa e deitou-se ao lado da filha.
— eu te amo tanto meu pequeno sonho — sussurrou tirando uma mecha de cabelo do rosto de Sofia, tentou dormir as poucas horas que restavam da noite mas seus pensamento e lembranças suas dúvidas e principalmente sua insegurança a impediram de descansar.
Logo os primeiros raios de sol apareceram pela janela que callie havia esquecido de fechar as cortinas fazendo a despertar de seu pequeno cochilo antes mesmo no despertador tocar, ela se levantou e sentiu o peso do corpo cansado pela noite mal dormida, fechou as cortinas pra não incomodar o sono da pequena e decidiu que não a acordaria antes da hora de partir. Callie tomou um banho se aprontou e foi preparar o café, olhou as malas todas prontas perto da porta e não conseguiu evitar um suspiro, tomou um café bem forte e subiu pra despertar sofia pois já estava chegando o momento de irem.
— bom dia meu pequeno anjo — disse ao perceber a filha já desperta na cama.
— bom dia mamãe — disse a pequena esfregando os olhinhos.
— dormiu bem?
— sim muito bem, mas eu to com fome.
— que bom porque a mamãe fez um café da manhã do jeitinho que você gosta — callie disse se aproximando da cama e sentando ao lado da filha.
— com pasta de amendoim? — a pequena perguntou animada.
—simmm — callie respondeu encolhendo os ombros com um sorriso largo.
Chegava ser assustador o quanto sofia se parecia com arizona mesmo não tendo o mesmo DNA, ela era a mistura perfeita de callie e Mark mas quem olhava podia jurar que arizona tinha parte na concepção da pequena.
— agora vamos, você precisa se arrumar e tomar o café pois precisamos ir — callie disse se levantando e indo até o banheiro preparar a banheira.
Depois de um banho divertido e várias risadas callie e Sofia desceram pra tomar o café.
— vc não vai comer nada mamãe? — Sofia perguntou tomando o último gole de Nescau.
— eu já tomei um café meu amor e não estou com fome, mas você mais parece um leãozinho na selva em busca de sua presa — callie disse se aproximando da filha imitando garras com as mãos e serrando os dentes a mostra numa vozinha incorporando um leão em um ataque de cócegas.
— kkkkkkkkkkkk não mamãe kkkkkkk — Sofia mal conseguia dizer algo em meio as gargalhadas.
Callie parou aos poucos com a brincadeira e as duas não se aguentavam se tanto rir.
— já terminou meu anjo? callie perguntou arrumando a bagunça do café.
— sim mamãe — sofia respondeu com um sorriso lindo que tanto lembrava arizona.
— então va escovar os dentes e pegue seu pônei Rosa em cima da cama nos temos que ir.
— eu posso ligar pra mamãe e dar tchau? — callie sentiu um aperto a pergunta da filha.
— sim meu amor ela com certeza está esperando por isso- disse sorrindo e logo a pequena subiu correndo as escadas.
Arizona já estava no hospital mas sua mente não parava de pensar em Sofia e em como viveria sem ver sua pequena todos os dias, de repente o telefone toca e ela atende o mais rápido que pode.
— alô?
— alô mamãe liguei pra dizer que estamos indo e que eu já estou com saudades — os olhos de arizona se encheram de lágrimas.
— oh meu amor eu tbm ja estou com saudades mas lembra o que eu disse você pode me ligar sempre que quiser e eu vou com você no seu coraçãozinho ta bem?
— ta bem mamãe eu te amo muito — Sofia disse segurando o telefone com as duas mãozinhas.
— será? me ama muito mesmo? Arizona disse tentando disfarçar o choro.
— amo bem grandão — a pequena abriu os braços pra mostra os tamanho como se a mãe pudesse ver.
— meus braços são pequenos não dá pra mostrar -sofia disse em um tom triste e arizona sorriu.
— oh meu amor eu sei os meus também são pequenos pra mostrar meu amor por você.
— agora eu tenho que ir mamãe e eu temos que ir e eu ainda tenho q escovar os dentes.
— tudo bem meu amor eu te amo meu anjo — arizona disse levantando a cabeça e fechando os olhos pra conter as lágrimas e a dor que sentia com aquela despedida.
— tchau mamãe eu tbm te amo — arizona ouviu a telefone indicar que a ligação havia se encerrado e procurou a primeira porta que por sorte era da sala de descanso e deixou seu corpo cair se encostando e sedendo ao choro que agora não mais conseguia conter
— eu te amo meu pequeno anjo eu te amo — arizona susurrava encolhida no chão tentando buscar conforto e alívio pra tudo aquilo.
Callie pôs a ultima mala no taxi e voltou pra apressar a filha que ainda não havia descido.
—sofia querida precisamos ir — gritou mas não teve resposta.
Callie subiu as escadas e abriu devagar a porta, se deparou com Sofia terminado um desenho.
— o que está fazendo meu amor? perguntou se aproximando.
— estou fazendo um desenho de adeus pro papai -callie franziu a testa sem entender.
— o que você disse Sofia?
— eu vou morar com você e tia penny eu posso ver a mamãe quando quiser mas não vou poder mais falar com o papai sempre — Sofia disse terminando o desenho e sorrindo orgulhosa.
— meu amor eu eu.. como? — callie perguntava sem entender.
— você disse que se eu olhar bem forte pra uma estrela eu consigo sentir o papai, eu sempre faço isso e mamãe sempre me conta como ele era legal e o quanto ele me amava, so que ele foi ficar pertinho da tia lexie no céu, mas a estrela dele ta aqui e eu não sei se ela vai pra ny com a gente, então eu quero que ele saiba que eu vou sentir saudades.
Callie tinha um nó na garganta que quase a impedia de respirar, por um instante não tinha coragem de dizer nada so olhava a filha dobrar o desenho e fazer um pequeno coração com o pincel.
— vamos mamãe eu preciso levar isso pro papai — Sofia disse se levantando e guardando o desenho na pequena bolsa que carregava.
Callie sabia o que Sofia queria fazer mas se perguntava se teria coragem de ver tudo e ainda sim partir.
Chegando a cemitério sofia desceu do carro o mais rapido que pode e correu pra perto do túmulo de Mark, callie seguia a filha um pouco mais lenta dando espaço a pequena.
— oi papai eu vim me despedir, mamãe e eu vamos morar com a tia penny em ny, eu gosto dela ela é legal e mamãe disse que eu vou vir sempre visitar e eu prometo vir te ver, eu queria poder lembrar de vc..- sofia disse com um olhar triste e forçando os olhinhos devido ao sol que refletia em seu rosto.
— mas mamãe sempre me mostra fotos e me conta historias sobre você, eu não sei se sua estrelinha vai poder ir com a gente mas eu fiz um desenho pra você — Sofia colocou o bilhete preso a um pequeno vaso de flores e sentiu callie tocar seu ombro olhando rapidamente pra mãe.
— ele vai estar sempre com você meu amor. porque ela mora aqui também — callie disse pousando a mão podendo sentir o coraçãozinho de Sofia bater que sorriu pra mãe.
— tchau papai — sofia disse e logo voltou pro carro.
Callie permaneceu por alguns segundo olhando o túmulo de Mark e podia jurar sentir ele ao seu lado.
— eu sinto tanto a sua falta — disse em uma voz de choro.
— vc sempre vai ser minha pessoa Mark sloan — callie reuniu as forças e se despediu voltando para o carro.
— agora podemos ir mamãe sofia disse sorrindo.
— sim meu amor agora podemos ir.
O táxi seguiu ao aeroporto e logo as duas estariam em ny no que callie acreditava ser um novo recomeço.
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