Notas iniciais
Bem, estou de volta pessoal! Tenho mais um capítulo. Queria agradecer a Pintuguinha (SnowFlake) por comentar o capítulo anterior. Capítulo dedicado a você! Aqui, os 6 jovens estão no famoso beco dos bruxos, onde comprarão tudo o que precisarem para a escola. E até algo mais... Espero que gostem!

Em Londres...

Faltava alguns dias para o primeiro dia de aula na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e todos os 6 jovens estavam ansiosos. Uns estavam animados, como Anna, Merida e Rapunzel, e outros estavam um pouco inseguros, como Elsa, Jack e Soluço, embora este último esteja um pouco animado também.

—Mas por que a Elsa não entrou na escola antes?...- Anna perguntou, acompanhada por sua irmã e seus pais, sendo que ela estava de mão dada com a mãe e a sua irmã, com o pai, e os pais andavam lado a lado. Elsa observou sua irmã, curiosa. -...Afinal, ela tinha que ter entrado com 11 anos, e não com 14 anos.

Elsa pensou sobre a pergunta da pequena princesa ruiva, enquanto caminhavam pela curiosa parte de Londres. De fato, Elsa não tinha recebido a carta de admissão à Hogwarts aos 11 anos, nem nos anos posteriores. Por que só recebeu a carta agora?

Então, a princesa do gelo observou os pais. Eles estavam nervosos com a pergunta, como se não soubessem como explicar. Óbvio que eles sabiam do porquê de ser admitida na escola só agora, mas parece que não quer contar.

"Eles não eram assim! Ou eram?"

Agora isso deixou a pequena herdeira do trono de Arendelle mais confusa, e, consequentemente, mais insegura com o fato de ir para a escola.

—B-bem, nós não sabemos...- Idun respondeu tentando esconder o nervosismo, porém sem sucesso. -...Mas nós devemos cuidar de seus materiais e os de sua irmã para Hogwarts. Perguntaremos para a escola sobre isso depois.- Concluiu, fazendo a pequena apenas assentir.

—Mas ela estará no mesmo ano que eu?...- Anna perguntou. -...Ou ficará no mesmo ano que os outros da mesma idade?

—No mesmo ano que você...- Desta vez, quem respondeu foi seu pai, que tentava esquecer a pergunta anterior. -...Ela deve aprender magia desde o primeiro ano. Então ela fará junto com você.

Anna ficou feliz, mas ao ver a expressão da irmã mais velha, seu sorriso murchou. Elsa estava muito insegura desta escola, imaginando que algo de ruim ocorrerá com os que estiverem próximos a ela. Ela não queria que nada de ruim acontecesse com ninguém. Na verdade, não queria nem ir para a escola para se assegurar que nada vai ocorrer, mas não seria bom desobedecer seus pais. Ela tem que ser a menina boa para sua família, mesmo tendo que fazer sacrifícios como a que faz todas as vezes desde o acidente.

—Bem...- Elsa pronunciou-se, tentando esquecer o que estava pensando. -...Onde começaremos, pai?

—Bem...- Seu pai disse relaxado pela mudança de assunto. -...Ainda nem estamos no lugar que queremos chegar, Elsa.

—E onde é, então!? Eu não conheço esta parte de Londres.

—É só esperar!- Seu pai sorriu.

Logo, chegaram a tal lugar interessante. Um pequeno bar estranho, com letreiro escrito "Caldeirão Furado" em cima da porta. As irmãs se encararam, trocando olhares confusos e depois olharam para os pais, que não prestaram atenção.

—É aqui?- Anna arriscou perguntar.

—Sim!- Respondeu seus pais juntos.

E então entraram no estabelecimento. Estava cheio de pessoas alegres. Ouvia-se muitos risos. E muitas daquelas pessoas cumprimentaram seus pais, que retribuíam da mesma forma. Anna e Elsa encararam-se confusas com isso, mas deviam lembrar que essas pessoas conheciam seus pais porque eram os mais populares do mundo bruxo na época que eles estudaram em Hogwarts.

Eles foram até o balcão e seus pais pediram duas das famosas cervejas amanteigadas para eles e dois sucos de abóbora para as meninas.

—Essas são suas filhas, Agdar?- Perguntou o balconista, olhando para as irmãs Arendelle.

—Sim...- Respondeu. -...Elsa e Anna.- Apresentou as meninas na ordem.

—São lindas como a mãe. Meus Parabéns!- Elogiou, deixando tanto as meninas quanto a rainha ruborizadas. E serviu as bebidas, as quais foram tomadas no balcão.

Assim que terminaram de beber, seu pai pagou com as moedas do mundo bruxo, que as meninas desconheciam, e saíram do bar pelos fundos dela. Encontraram um muro de tijolos.

—O que é aqui?- Anna perguntou, pois não entendia já onde estavam.

—Espere!- Seu pai apenas respondeu.

Então, retirou sua varinha e tocou nas bordas de um buraco no muro, apenas cinco toques. E assim, abriu passagem para uma área grande, cheio de lojas e crianças. Fantásticas lojas, cheias de animais, comida, vassouras, varinhas, caldeirões, ervas... Tudo que um bruxo precisa.

—Bem-Vindas ao Beco Diagonal!...- A rainha pronunciou, enquanto as meninas encararam o lugar encantadas. Seus pais riram da reação das meninas. -...Bem, onde começaremos?

—Vassoura!- As meninas disseram juntas, e seus pais riram de novo e concordaram com a cabeça.

—Mas primeiro, vamos pegar mais moedas.- Seu pai disse.

—Onde?- As meninas perguntaram ao mesmo tempo.

—Ali!- Apontou para um grande prédio com letreiro escrito "Banco Gringotes", e seguiram até o edifício.

Ao chegar lá, conversaram com os famosos e rabugentos duendes que cuidam do local, e finalmente foram até o cofre da família. O cofre possuía várias moedas, mostrando a imensa fortuna da família real de Arendelle. Eles pegaram apenas o suficiente para as comprar e entregaram algumas moedas para suas filhas para a estadia no primeiro ano de escola.

—Agora sim, podemos comprar as vassouras.- Sua mãe disse ao saírem do banco, deixando as filhas alegres. E seguiram então até a loja de vassouras.

...

Rapunzel passeava pelo Beco Diagonal, junto a Pascal e a sua mãe. Todos em sua volta encararam os longos cabelos da menina, que arrastavam no chão, mas não importava com isso.

—Pascal, o que está achando daqui?...- Rapunzel perguntou para seu camaleão de estimação, no seu ombro. Ele assentiu com a cabeça, sorrindo. A loira sorriu. -...Que bom! Eu também estou gostando muito daqui!

—Rapunzel, pare de conversar com seu bicho!...- Ordenou Gothel, que estava extremamente apressada. Ela estava usando a sua capa para esconder seu rosto. -...Vamos terminar de comprar suas coisas para que possamos ir embora logo!

—Pra quê tanta pressa, mamãe?- Rapunzel perguntou.

—Eu apenas quero chegar a nossa casa antes de anoitecer!- Respondeu de uma vez, e Rapunzel apenas assente.

Não tinham comprado nada, então foram logo para a primeira loja de compras: A Loja das Vassouras.

Ao entrarem lá, viram algumas pessoas olhando uma vassoura: Nimbus 2000, conhecida por ter sido a primeira vassoura do famoso Harry Potter, e que a maioria queria. Porém, tinham também várias outras boas, como Firebolt, que é considerada a mais rápida de todas, e também a mais cara, que apenas os mais ricos tinham. Rapunzel queria aquela vassoura, mas imaginou não ter dinheiro suficiente para comprá-la.

Rapunzel escolheu então a Nimbus 2001, modelo mais rápido que a Nimbus 2000, e entregou a mãe para pagar. Depois, sem querer, acabou esbarrando em uma pessoa.

—Meu Deus! Me perdoe!- Rapunzel se desculpou sem olhar para quem era.

—Tudo bem! Eu devia ter olhado para onde estava indo...- Rapunzel olhou para o(a) dono(a) da voz, que era uma menina ruiva com tranças no cabelo e olhos azuis como o oceano, que aparentava ter sua idade. -...Puxa vida! Seu cabelo é enorme!

Rapunzel riu.

—Bom, obrigada! O meu nome é Rapunzel.- Rapunzel disse, e esticou o braço para cumprimentá-la.

—E eu sou Anna!...- Anna pegou a mão de Rapunzel e cumprimentou, e depois soltou. -...Isso no seu ombro é o seu bicho!?

—Meu camaleão...- Respondeu. -...Se chama Pascal!

—Que legal!...- Anna ficou encantada com o camaleão, que sorriu para ela. Anna riu. -...Você vai para Hogwarts?- Voltou para Rapunzel.

—Sim, meu primeiro ano.- Respondeu.

—O meu também.- Disse animada.

—ANNA!...- Ouviram uma voz feminina, e uma menina parecida com Anna apareceu correndo. Ela tinha cabelos louros bem claros trançados e pele pálida. -...Papai e mamãe estão te chamando. Eles já compraram as Firebolts.- A menina encara a Rapunzel encantada, talvez pelos seus cabelos.

—Oi! Me chamo Rapunzel!- Rapunzel esticou a mão para cumprimentar. O mesmo que fez com Anna.

Mas a menina não se manifestou. Estava assustada.

—Eu sou Elsa. Prazer!- Apenas responde, e Rapunzel fica constrangida com o fato da menina não ter a cumprimentado.

—É a minha irmã...- Anna disse. -...Ela também vai à Hogwarts!

Rapunzel assente, e Elsa volta para falar com a Anna.

—Anna, nossos pais estão...

—Estamos aqui!...- A mãe das meninas disse, aparecendo atrás delas, surpreendendo-as. Possui o rosto bem similar ao de Elsa, porém tinha os cabelos escuros. Um homem ruivo e magro estava junto a ela, e Rapunzel imaginou ser o marido dela. -...E comprei as vassouras!

—Que bom!- Anna abraça a mãe.

—Nossa!...- Rapunzel fica surpresa com as vassouras. -...Duas Firebolts! São as melhores!

—Oi menina...- A mulher sorriu para a amiguinha nova de Anna. -...Como se chama?

—Me chamo...

—Rapunzel!!!...- Gothel chamou, aparecendo ao lado dela depois de pagar a vassoura que Rapunzel escolhera. Ela ainda escondia seu rosto com o capuz. -...Vamos depressa! Ainda temos que comprar...

Quando Gothel percebeu que tinha mais gente observando, se calou.

—Está bem, senhora?...- Perguntou a mãe de Anna. -...Precisa de ajuda?

Gothel continuou calada, até que finalmente percebe que estavam falando com ela.

—Não, não! Eu estou bem...- Gothel respondeu nervosa, e escondeu ainda mais o seu rosto. -...Vamos, filha! Ainda temos que comprar um monte de coisas para sua escola. Diga adeus para eles!

—Adeus!- Rapunzel se despediu, e saiu da loja.

Os dois adultos encararam-se confusos, enquanto suas filhas despediam-se da loira. A toda a família de Anna também saiu da loja para comprar o resto dos materiais.

...

—Pai, eu quero ir ali!- Merida apontou para a loja de animais. A família já tinha comprado o caldeirão para as poções.

A família DunBroch estava mais passeando do que comprando. Fazia muito tempo que Elinor e Fergus não iam ao Beco Diagonal, que era bem diferente na época deles. O meninos estavam com sacolas cheias de doces, e as vezes roubavam doces de outros bruxos para saboreá-las, sem eles perceberem.

—Então vamos, filinha!- Fergus disse, e todos seguiram até a loja.

A família adentrou a loja e viram um monte de animais, um mais incrível que o outro.

—Pai...- Merida chamou. -...Eu quero uma coruja!

—Claro, Merida!- Fergus disse.

Então, quando Merida ia pegar uma coruja negra, ao mesmo tempo, um menino pegou. Isso gerou revolta por parte da menina.

—Ei!...- Merida exclamou um pouco brava. -...Ele é meu! Eu peguei primeiro!

—Não! Eu peguei primeiro!- O menino disse. Ele tinha cabelos castanhos claros e olhos verde-florestas, e também era extremamente magro e um pouco baixo, mas não tanto quanto a ruiva.

E assim começou uma briga entre as duas crianças. Elinor e Fergus viram a briga.

—Merida, pare com isso...- Elinor interferiu na briga, tentando separar os dois, que felizmente acontece. -...Comporte-se...- Repreendeu a menina, a deixando encolhida. -...Desculpa pelo transtorno, menino.

—Não...- O magrelo se manifestou, parecendo um pouco envergonhado com o que fez. -...Eu acho que a culpa a minha mesmo. Ela pegou primeiro. Eu que falei aquilo porque queria a coruja.

—Viu!- Merida sorriu orgulhosa, fazendo seu pai rir e sua mãe se irritar.

—Muito bem, menino...- Fergus disse, parando de rir. -...Obrigado!

—Disponha!

—O que acontece aqui, Soluço?!- Um homem barbudo com uma roupa estranha apareceu por trás do menino.

—"SOLUÇO!?"- Os três DunBrochs perguntam surpreso, e depois olharam para o menino. Olharam novamente para o homem barbudo, mostrando ser alguém conhecido por Elinor e Fergus.

—Stoico!...- Elinor fica feliz ao ver o amigo e o abraça. -...Que bom te ver!

—Oi, Elinor!- Stoico também fica feliz ao ver a amiga de escola.

Porém, Fergus não gostou nada em ver o viking, ainda por cima abraçando a sua esposa.

—Elinor...- Disse puxando a rainha para si. -...Vamos logo! Merida ainda precisa comprar os outros materiais.

—Olá, Fergus!- Stoico cumprimenta ironicamente o seu "amigo".

—Oi...- Fergus não se mostrou contente, e olhou para a esposa. -...Vamos logo!

—Que comportamento é esse, Fergus?- Elinor pergunta sem entender a ação do marido.

—Não se preocupe, Elinor...- Stoico intromete. -...Ele está apenas inseguro. Mas não se preocupe, Fergus. Não irei roubar sua esposa...- Olhou para o filho. -...Mas não posso fazer nada se meu filho roubar a sua filinha.

—Isso não vai acontecer!!- Fergus esbravejou e puxou a mulher e a filha para o balcão pagar pela coruja e saíram da loja.

—FERGUS, O QUE ACONTECEU COM VOCÊ!!??- Elinor gritou brava com a atitude do marido.

—Eu não gosto daquele cara...- Simplesmente respondeu. -...E também a Merida ainda precisa comprar a varinha e a vassoura. Vamos Merida! Vamos meninos!

Quando olhou para trás, viu que apenas a Merida estava lá. Portanto os meninos tinham fugido.

—MENINOS!!!- Gritou bravo e a família inteira foi procurar pelos filhos, sendo notados por uma certa multidão que os assistiam.

...

—É, Norte. Tenho que confessar...- Jack comentou, olhando para todos no Beco Diagonal, sorridente. -...Todos podem mesmo nos ver!- Ele caminhava com sua coruja branca e sua Nimbus 2001, sendo levadas por um carrinho.

—Eu não disse Jack?- O bom amigo disse sorrindo, caminhando ao lado do Guardião da Diversão.

—Mas eu não entendo uma coisa.- Franziu o cenho.

—O quê?

—Por que esses três estão usando essas roupas estranhas?- Apontou para o Coelhão, o Sandy e a Fada, que caminhavam atrás deles.

Coelhão estava usando uma blusa vermelha, calça azul marinho e usava touca preta, e calçava um par de sapatos grandes e marrons; Fada estava usando um vestido que chegava até os pés, cobrindo até mesmo suas asas, e uma peruca longa e loira; Sandy estava com um macacão azul celeste e pequenos sapatos brancos, enquanto tinha que usar uma maquiagem clara para sua pele amarelada, mas deixou os cabelos como estão.

—É o disfarce deles...- Norte respondeu, olhando para trás para ver seus colegas. -...Não podemos ser reconhecidos por aqui, exceto eu, porque sou o novo vice-diretor!- Empinou o nariz, orgulhoso. Coelhão apenas revirava os olhos.

—Mas o Sandman parece uma criança...- Jack disse, olhando para o Guardião dos Sonhos. -...Só faltava estar com um pirulito em uma mão e segurando o vestido da Fada na outra. E o canguru...- Olhou para o Coelhão. -...Parece o tio rabugento e peludo dele.

—É mesmo!- Norte riu, concordando com o albino, que trajava as mesmas roupas e carregava o seu cajado, mas desta vez calçava um par de sapatos azuis.

Coelhão mostrou a língua para o albino.

—Bom, você vai comprar a sua varinha, não?- Coelhão perguntou, ainda bravo com a brincadeira do Jack.

—Sim, vou.- Respondeu.

E todos foram até a loja de varinhas do Sr. Olivaras, mas apenas Jack entrou, enquanto os outros ficaram do lado de fora conversando com um casal amigo deles, que também esperava a saída das filhas deles.

Jack olhava para cada canto do lugar. Estava cheio de caixas de varinhas em todas as estantes. Quando foi conversar com Olivaras para pegar a sua, não tinha visto uma pessoa na sua frente, e acabou batendo-se nela. Os dois caíram no chão.

—Meu Deus!? Você está bem!?- A pessoa na qual se bateu perguntou, e tinha uma voz feminina. Jack ainda não tinha visto quem era.

—Eu estou...- Jack enfim olhou para a dona da voz. Era uma menina, de aparentemente 15 anos. Era loura e olhos azuis como safiras, e seu cabelo estava trançado com uma tiara preta. Suas vestes eram vestido azul e sandálias da mesma cor. Também usava luvas azuis. -...Bem.

Jack ficou apenas encarando a menina, que já estava levantada. O seu olhar já a incomodara, porém parece que não percebeu.

—Desculpe!...- A menina disse meio constrangida. -...Mas você não vai... Se levantar?

Jack então percebe que continua sentado, e então se levanta, limpando-se.

—Bem...- Jack diz, já tirando toda a sujeira e erguendo a mão para a menina. -...Eu sou Jack!

Mas a menina apenas observa o menino, que fica constrangido e abaixa a sua mão.

—Então...- Jack fala. -...Como você se chama, menininha?

A menina apenas ergue a sobrancelha.

—"Menininha"?...- Ela pergunta. -...Desculpe-me, mas eu não sou uma "menininha"!

—Bem...- Ficou sem graça. -...Eu só estava sendo educado. Não queria...

—Esquece!...- Disse, e virou para trás. Estava o vendedor e uma menina ruiva, mais baixa que a loura. -...Anna!...- A ruiva virou para a loura. -...Já pegou a sua?

—Sim...- Respondeu feliz, e mostrou sua varinha. -...É feita de um Carvalho e de uma pena da águia Harpia. Agora poderá pegar a sua, Elsa.

Assim a menina foi até o Sr. Olivaras, e Jack foi atrás dela.

—Elsa?...- Jack disse. -...É um nome diferente!

—Isso não inporta!- Elsa disse, deixando Jack indignado com a grosseria da menina.

Sr. Olivaras entregou uma varinha para a menina.

—Esta varinha é feita da árvore Pinheiro, que fica normalmente nos polos, e de um pelo do Lobo-Cinzento, aquele sobrevivente da Era do Gelo. Muito interessante esta varinha!

—Obrigada!- Elsa pagou o vendedor pelas duas varinhas e saiu com a ruiva, ignorando o albino por completo. Ele ainda observava a menina.

Agora era a vez de Jack.

—O que deseja?- Olivaras perguntou.

—Saber qual é o problema dela...- Disse baixo para si, mas ao perceber que Olivaras escutou, balançou a cabelo. -...Quer dizer, uma varinha!

—Era de se imaginar que gostaria de uma varinha, já que está aqui...- Disse rindo. -... E olhando para você, já sei qual é a varinha perfeita...- Olivaras foi até a estante atrás dele para pegar a varinha e, quando achou, entregou a Jack. -...Tome! Ela é feita da árvore Conífera e a um Lobo-Cinzento, o mesmo lobo da menina que acabou de sair.

—Que interessante!- Jack pagou pela varinha e saiu, encontrando com seus amigos. Foram atrás das coisas que faltavam.

"Muito interessante até!", pensou olhando para a varinha, depois de ouvir que é feita do mesmo pelo de lobo que a menina Elsa.

...

Soluço carregava sua coruja cinza no carrinho, depois de perder a coruja negra que a menina ruiva levou. Também levava sua varinha, feita de uma Kauri e de uma escama do dragão Barriga-de-Ferro Ucraniano. Seu pai também estava com ele.

—Agora devemos comprar um caldeirão.- Soluço disse, vendo o próximo material da lista. E foram até a loja.

—Nem acredito que deu a coruja para a menina.- Seu pai disse, enquanto entravam na loja. Lembrou do momento em que o moreno devolveu a coruja para menina ruiva.

—Ela queria a coruja. Então eu deixei!

Stoico sorriu.

—Você é um menino bom...- Disse. -...Só não será capaz de estudar na minha casa.

—Qual casa você era, pai?- Soluço perguntou, enquanto viam o tamanho dos caldeirões.

—Eu era da Grifinória, a casa dos corajosos.- Respondeu, deixando Soluço sem graça por ouvir de seu pai que não ia entrar nesta casa. Apontou novamente como covarde e fraco.

—E a mãe?

—Sua mãe era trouxa...- Respondeu. -...Mas era a mais linda que existia!...- Sorriu ao lembrar de sua esposa. -...Bem, te espero lá fora. Tudo bem?- Soluço assentiu, e Stoico saiu da loja.

Soluço encontrou um caldeirão grande, perfeito para as poções. Chamou o vendedor.

—Posso ajudar?

—Sim...- Soluço respondeu. -...Eu gostaria de comprar este aqui.

—Que sorte teve...- O vendedor disse. -...Este era o último daqui.

Soluço sorriu.

—Caramba...- Um menino alto e muito branco apareceu na porta da loja. -...É o último desse aí?- Entristeceu.

—Se quiser levar, você pode.- Soluço disse educado, diferente na loja de animais quando brigou com a ruiva.

—Não, tudo bem...- Disse, forçando um sorriso. -...Vai para Hogwarts?

—Sim. Você vai?

—Claro, é meu primeiro ano!

—Como?!- Soluço perguntou indignado. O menino parece muito velho para ser o primeiro ano dele.

—É que eu nunca fui aceito nesta escola. Me aceitaram só agora...- Respondeu, embora não resolveu muito essa questão. Soluço apenas assentiu, confuso. -...Eu sou Jack!

—Soluço.- Disse.

—"Soluço"?- Jack perguntou do nome, não acreditando ser esse. Soluço assentiu. -...É um nome estranho

—É que nossos pais acreditam que nomes assim, afastam de demônios e trolls.

—Interessante...- Jack riu do nome, e o fato de ser usado para afastar demônios e trolls, pois nunca ouvira isso na sua vida. -...Pelo menos me disse seu nome. Eu perguntei o nome de uma menina e mal olhou na minha cara. Parecia estar com medo.

—Um menino como você dá medo. Branquelo como é!...- Soluço riu, e Jack mostrou a língua, mas riu depois. -...Bem, vou saindo. Ainda preciso comprar mais coisas.

—Tudo bem. Adeus, "Soluço"!

—Adeus, "Branquelo"!- Se despediu de Jack, e foi encontrar com seu pai para comprar o restante.

...

Terminou o dia e todos os 6 jovens compraram o que precisaram. Estão preparados para a nova escola. Hogwarts estava chegando para eles, e estavam bastante ansiosos.

Notas finais
Bem, é isso! Eu farei o próximo o mais rápido possível! Eles enfim se conheceram, e agora só falta a escola. Bom, espero que tenham gostado, e comentem para saber se estão lendo e gostando. Hasta la vista, babies!