Rise Of The Hogwarts Guardians
4 A Partida
Notas iniciais
Faltava apenas um dia para a escola, e os 6 jovens se prepararam antecipadamente para o grande dia deles. Mal podiam acreditar que todos estariam estudando numa escola de magia. Estudariam na famosa Hogwarts! "O que será que tem lá?", era essa pergunta que encontrava na cabeça de cada um.
…
Em Arendelle, no quarto de Anna…
—Mãe…- Anna perguntou, coberta em sua cama se preparando para dormir. -...Como é lá em Hogwarts?
—Anna, eu já te contei.- Idun respondeu, sentada na cama da filha, ao lado da ruiva.
—Mas quero que conte mais!!
Idun riu. Amava o jeito brincalhão e apressado da filha caçula. Amava a filha de todo o jeito.
—Bom…- Decidiu contar novamente. -...Ela é grande e cheia de magia! As escadas se mexem e os quadros também. Tudo lá é o mais incrível que existe. Você aprende a vida com novos olhos. E se encanta cada dia que passa, ainda mais com seus amigos.- Idun suspirou, lembrando de sua época da escola. Isso trazia nostalgia e até vontade de estudar novamente na escola, apesar dos grandes problemas que enfrentou.
Anna, que antes apenas ria com a ideia de estudar lá, ficara agora encantada. Idun imaginava que sua filha ficaria assim.
—Você era de qual casa mesmo, mamãe?- Anna perguntou.
—Grifinória, e seu pai era da Corvinal…- Sua mãe respondeu, e depois pensou. -...Você seria uma bela aluna da Corvinal: Inteligente, criativa; e também da Grifinória: Corajosa, ousada...- Isso fez a menina se alegrar mais ainda. -...E também da Lufa-Lufa, já que é muito leal aos seus amigos, principalmente sua irmã. Ou até Sonserina: Brincalhona e sapeca, como era a sua irmã.
Então o sorriso de Anna se foi.
—Mas o que há de errado com a Elsa? Por que está assim agora, como se não me conhecesse?...- Anna perguntou, cabisbaixa. Sua irmã era tão legal, que a ruiva não entendia a atual frieza da loura. -...Ela não gosta mais de mim?
—Não é isso, Anna…- Idun respondeu, tentando deixar sua filha mais calma. Não queria deixar a pequena assim logo um dia antes da escola. -...Ela te ama muito, mas têm coisas que são difíceis de compreender. Mas promete uma coisa…- Anna ouviu atentamente. -...Não abandone sua irmã de qualquer maneira. Sempre devem andar juntas.- Idun ergueu a mão com seu dedo mindinho levantado.
—Eu prometo!- Anna entrelaçou seu dedo mindinho com o de sua mãe, fazendo uma promessa.
Idun deu “boa noite” para a ruiva e a deixou dormir.
“Você terá um dia cheio amanhã. Durma bem!”, pensou, saindo do quarto e fechando a porta, enquanto via a linda filha dormindo calmamente.
…
No quarto de Elsa…
Elsa andava de um lado para o outro. Mal podia acreditar que irá para a escola. Se a pessoas verem que ela é um monstro? E se congelar todos de lá? Anna também estará congelada…
—Oi, Elsa!- Ouve uma voz masculina.
Elsa não tinha notado que seu pai estava na porta. Então tomou um pequeno susto, mas relaxou. A loura foi até a cama descansar o corpo, mas não conseguia para de pensar no que pode acontecer por lá.
—Não consigo dormir.- Disse para o pai com um olhar preocupante.
Seu pai sentou ao lado dela, e Elsa se afastou mais dele.
—Não precisa ter medo, Elsa…- Seu pai tentava ser o mais compreensível que possa ser, embora não funcionasse com ela. -...Não irá acontecer nada!
—Mas…- Foi interrompida.
—É melhor você dormir, filha…- Seu pai disse, e deu um beijo em sua testa. -...Você é uma menina incrível! Só precisa acreditar em si mesma.
Agdar saiu do quarto, deixando a princesa sozinha e assustada.
“Talvez ele esteja certo. Eu devo pensar positivo. Mas... Se algo de ruim acontecer?”, pensou inquieta. Porém apenas suspirou e tentou dormir, que finalmente deu certo. Ela deixará que o futuro guie o seu caminho.
…
Em Corona...
Rapunzel mal podia esperar para chegar o dia seguinte. O dia em que sua vida irá começar. A loira nem pensava em dormir, apenas olhava para sua vassoura, posta ao lado da porta do seu quarto, e a sua varinha que carregava na mão desde que voltou do beco. A varinha era feita de um Carvalho e de uma pena de Fênix. Rapunzel não tinha entendido a pena, mas o vendedor disse que a pena era feita do pingo de Sol que caiu em cima de uma ave leal, surgindo o Pássaro de Fogo*, uma ave forte e brilhante. Rapunzel se encantou com isso e contou ao vendedor que o cabelo é mágico e brilha também. Olivaras apenas sorriu, e contou que talvez estejam ligadas.
“Que incrível!...”, pensou, ainda com um imenso sorriso nos lábios. “...Mal posso esperar!”
Daí sua mãe entra no quarto sem a Rapunzel perceber. Gothel se assusta ao ver a filha com a varinha na mão.
—RAPUNZEL, SOLTA…- Correu até aonde a filha estava, perto da cama. Pega a varinha da mão da loira -...SÓ USE NA ESCOLA, NÃO AQUI!
Rapunzel fica assustada, mas depois assente. Talvez a ideia de ser aceita pela mãe não tenha sido por completo. Gothel suspira e abraça a filha.
—Use a varinha lá, Rapunzel…- Gothel disse, enquanto acaricia os longos cabelos da menina. -...Aprenda bastante lá! Mas não esqueça de sua mãe aqui…- Encarou a filha, que refletia os seus belos olhos verdes. -...Ela sentirá muita falta.- Rapunzel riu, enquanto escorria lágrimas nas bochechas rosadas dela. Não percebera que estava chorando.
—Eu também sentirei!- Abraçou a mãe bem forte.
Já era a hora de dormir, então Gothel deixou a filha no quarto, falando que tem que descansar. Rapunzel assente, e embora não conseguisse dormir de tão ansiosa que estava, foram passando os minutos e a menina sentia-se cansada. Foi-se dormir.
…
Em Berk…
Stoico não parou de exibir seu filho para os outros vikings sobre a carta que recebera desde a entrega feita pelas corujas. Até de noite o Soluço ouvia de seu quarto a voz de seu pai na aldeia que estava prestes a ingressar na nova escola. Soluço ficara feliz com o fato de trazer orgulho ao seu pai, mas incomodado pelo motivo de Stoico estar contente apenas porque vai à Hogwarts. Se não fosse, talvez Stoico nunca falaria com o filho. Era isso que o pequeno viking achava.
—Filhão…- Stoico aparece na porta do quarto e foi caminhando por dentro do quarto do menino. -...Como está o mais novo aluno de Hogwarts?
Soluço apenas deu um sorriso fraco. Ficou nervoso ao ouvir o tom orgulhoso de seu pai, como se o filho tivesse matado o pior dos dragões: O Fúria da Noite.
—Oi, pai.
Stoico viu como estava o filho, e apenas colocou uma mão no seu ombro.
—Soluço, relaxe…- Encarou nos seus olhos. -...Você vai se dar bem.
—Eu não estou nervoso.- Mentiu, pois não queria afirmar que estava.
—Soluço, você é um menino incrível…- Soluço arregalou os olhos. Nunca ouviu seu pai elogiar na sua frente. -...E estará bem lá.
—Tudo bem.- Soluço disse. Queria terminar essa conversa.
Stoico saiu e Soluço foi dormir, ainda pensando na escola e como será lá.
…
Nas Terras Altas da Escócia (Highland)...
Merida estava em seu quarto, observando a coruja negra que comprara na loja de animais, quando brigou com o menino magrelo, Soluço. A animação que tinha com o fato de estudar na escola era grande. Ouvia sempre de seu pai que era a melhor escola que existia, que irá fazer muitos amigos e se divertir. Merida queria aventura, e seu pai garantiu que teria lá.
—Merida…- Elinor entrou no quarto, e Merida virou o rosto para a mãe. -...Você ainda está acordada, filha?
—É que eu estou muito ansiosa, mamãe…- Respondeu, indo até a mãe, que a pegou e levou até a cama. Apesar da menina ter 11 anos, ainda é tratada como bebê pela mãe. -...Mãe! Eu não sou mais criança!- Elinor soltou a filha, que caminhou até a cama.
—Mas ainda é minha filinha!- Elinor dizia, enquanto cobria a filha. Merida ficou zangada com o que ouve, mas ignora. Ainda tinha escola no dia seguinte e precisava dormir.
—Você acha que irei bem lá?
Elinor sorriu, e acariciou os cachos ruivos da menina.
—É claro que vai!
—Mas por que queria que eu não fosse para a escola?
—Não é isso, filha…- Respondeu, já parando de acariciar a cabeça da menina. -...Eu só pensei em colocá-la em uma outra escola, porque achava que era melhor.
—Mas só tem princesas mimadas lá!
—Mas lá é uma boa escola.
—Ela não é como Hogwarts!
—Esquece, Merida! Não quero mais discussões…- Elinor se levantou, e foi saindo do quarto. -...Apenas entenda que era meu sonho entrar na Beauxbatons. Mas se gosta mesmo de Hogwarts, então deixarei...- Viu um sorriso meigo surgir nos lábios da filha, deixando-a feliz. -...Mas a senhorita tem escola amanhã e é bom que relaxe até lá. Boa noite, Merida!
—Boa noite, mãe!- Merida dorme, e Elinor fecha a porta.
…
No Polo Norte…
—Norte, é necessário ir mesmo AGORA!?...- Coelhão perguntou, enquanto o bom amigo arrumava suas coisas no trenó. -...A escola não é amanhã!?
—Terei que ir antes para receber as instruções de vice-diretor…- Norte respondeu. -...A Minerva disse que tenho que também conhecer a escola e saber o que os alunos devem e o que não devem fazer lá. E o Jack sabe o caminho para a estação.
—Que isso…- Disse Jack, se mostrando orgulhoso. -...Eu posso ir até a escola voando. Não preciso de nenhum trem para me levar.
—Não, Jack…- Fada disse. -...Você tem que ir até a estação.
—Mas por que!?
—Os passes para ir à escola devem ser entregues no trem, seu idiota!- Coelhão respondeu num tom autoritário.
Jack ameaçou congelar o focinho de Coelhão, mas Sandman tentou acalmar o albino. Sandy ameaçou jogar uma bola dos sonhos em Frost.
—Tubo bem…- Jack se rendeu, abaixando seu cajado. -...Eu vou!
—Isso, Jack…- Norte disse, com suas coisas já arrumadas. -...Bom, eu tenho que ir. Adeus, pessoal!
Todos se despediram do amigo, que foi levado pelas renas até a escola. Os outros também foram cuidar de suas obrigações como guardiões, enquanto Jack apenas pensava em como seria sua escola, e as brincadeiras que faria ao chegar.
…
1 de setembro
Plataforma 9 3/4....
Os 6 jovens enfim iriam embarcar até Hogwarts. Depois de passarem pelo muro que fica entre as plataformas 9 e 10 da Estação de Londres, todos já estavam na famosa Plataforma 9 3/4, onde tinha o expresso para a escola.
...
—Adeus, filhas…- Agdar ia se despedindo de Elsa e Anna, junto com Idun. As malas das meninas estavam no trem, e já vestiam os uniformes da escola. -...Se cuidem!
—Sim.- As duas disseram juntas.
—E façam bastantes amigos.- Idun disse, e Anna ficou animada, porém Elsa apenas assentiu parecendo não se importar.
As duas finalmente entram no trem, procurando um vagão para sentarem.
…
Rapunzel caminhava alegre ao ver muitas crianças de sua idade entrando no trem. Mal podia esperar para chegar a escola, tanto que já encontrava vestida em seu uniforme.
—Adeus, filha…- Gothel abraçou a filha e acariciou o seu cabelo, como de costume. -...Aprenda bastante!
—Tudo bem, mãe…- Rapunzel retribuiu o abraço, e depois olhou para sua mãe. -...Mas por que está usando essa roupa?- Perguntou. Gothel estava usando sua típica capa, cobrindo seu rosto.
—Porque está muito Sol…- Respondeu rápido, como se esperasse que viera perguntar exatamente isso. -...Eu sentirei saudades!
—Eu também sentirei. Adeus!
Rapunzel embarca no trem.
…
—Você se sairá bem lá, filho…- Stoico disse para Soluço, vestido o uniforme. -...E não importa a casa que entre. Você ainda será um orgulho por entrar na escola.
—Sim…- Soluço sorriu. Mal podia acreditar que aceitou a carta e estudaria em Hogwarts. -...Adeus, pai!
—Adeus, Soluço…- Stoico puxou o filho pelo braço e o abraçou forte. O menino ficou estático. -...Sentirei sua falta!
Soluço enfim retribui o abraço.
—Eu também, pai.
Stoico solta o filho do abraço, e o menino embarca no trem.
…
—MINHA FILHA VAI PARA HOGWARTS!!!...- Fergus fazia o drama em frente ao trem, apertando a pequena ruiva num abraço. -...E VAI ESTAR NA GRIFINÓRIA!!! QUE ORGULHO!!!
—Fergus, deixe a menina ir…- Elinor mandou o marido, vendo que a Merida ia se atrasar, e também estava sendo sufocada pelo pai. -...Ela tem que entrar no trem!
Fergus solta a filha, e a menina pôde respirar novamente.
—Merida…- Elinor olhou para a menina, vestida com o uniforme da escola. -...Pegou tudo? Varinha, vassoura, o Percy (a coruja), a caldeirão, comida, água, travesseiro...
—Peguei, mãe…- Merida interrompeu a mãe antes que ela pudesse atrasar a viagem. -...Eu sei cuidar de mim mesma. Lembra?- Perguntou ironicamente.
—Tudo bem, mas espere que tenha cuidado. Hogwarts costuma ter muitas coisas assustadoras.
—Tudo bem. Adeus!
—E nada de ficar com o filho do Stoico, ouviu?- Seu pai perguntou, afinal não ia com a cara daquele sujeito, e não gostaria que nenhum menino se aproximasse de sua amada filha.
—Sim, pai...- A ruiva valente riu. -...Adeus!
Merida enfim entra no trem, a procura de um lugar para se sentar.
…
—Não acredito que você não está com seu uniforme..- Coelhão disse mal humorado.
Jack Frost vestia o seu típico vestuário, apenas usando um par de sapatos azuis, que são os mesmo que usou quando foi para o Beco Diagonal.
—Eu não preciso usar o uniforme. Apenas quando chegar lá....- Respondeu e sorriu de deboche para o coelho. -...E você que está vestido como um idiota. Quem é você pra falar alguma coisa?- Coelhão mostrou a língua. Estava usando as mesmas roupas que usou quando foi ao beco junto a Jack.
—Bem…- Fada interrompeu o que poderia ser uma discussão. Não queria que viessem a brigar até nessa hora. Também usava a mesma roupa que usou para ir no beco. -...Norte deve estar esperando por lá. Adeus! E pro Sandman também.- O amigo amarelo não tinha vindo, pois parecia cansado demais para vir.
—Adeus!- E Jack entrou no trem.
…
—Onde vamos sentar?- Anna perguntou, sendo seguida por Elsa.
—Onde não tiver ninguém.- Respondeu, cobrindo suas mão enluvadas nas suas vestes.
Anna ficou calada, embora quisessem discutir coma sua irmã o porquê de ser um vagão vazio. Todos estava cheios, porém o último vagão se encontrava vazio, e ficaram por lá mesmo. Anna sentou na janela e Elsa sentou a sua frente.
Anna encarava Elsa, que encarava o chão. Queria começar uma conversa com sua irmã, e quando tomou coragem de falar com ela, alguém bate na porta.
—Com, licença! Eu…- Era Rapunzel. Anna, assim que viu, abriu um sorriso enorme. A loira bronzeada também fez assim que viu a ruiva. -...Gostaria de saber se posso ficar aqui?
—Claro!- Anna respondeu sem pensar.
Rapunzel se sentou ao lado de Anna e Elsa ficou incomodada. Não queria que tivesse mais pessoas no vagão. Até com apenas a sua irmã já lhe causava espanto.
—Oi…- Um menino surge na porta. Tinha cabelos castanhos e olhos verdes, e era muito magro. -...Todos os vagões estão cheios. Posso ficar aqui?
—Claro!- Anna e Rapunzel responderam juntos, e riram com isso.
O menino se sentou ao lado de Rapunzel.
—Estão ansiosas?
—Sim…- Rapunzel respondeu. -...E você?
O menino assentiu com a cabeça, surgindo um sorriso simpático nos lábios.
—Oi! Eu…- Uma menina com longos cachos vermelhos e olhos azuis claros apareceu na porta. Ela ia falar algo, mas assim que viu o menino, mostrou ficar zangada. -...Você!?
—A ruiva!?- O menino se surpreendeu quando viu a menina.
—O menino de nome estranho…- Tentou lembrar do nome. -...”Arroto”.
—”Soluço”...- Corrigiu. -...E o que você está fazendo aqui?
—Não tem lugar nos outros vagões. Ia perguntar se posso ficar aqui.
—Claro que pode.- Anna respondeu com um sorriso.
A menina agradeceu e se sentou ao lado de Elsa, com um pouco mais de espaço entre as duas. A loura se afastou ainda mais.
—E você se chama Merida, se não me engano.- “Soluço” adivinhou. Os outros assistiam a conversa quietos.
—Acertou!- Merida não parecia estar nada contente.
—Olá, pessoal!...- Um menino muito claro, de cabelos brancos e olhos azuis apareceu na porta. Era o único que não usava o uniforme e possuía apenas uma blusa de capuz, calça marrom e sapatos azuis. Entrou alegre no vagão até que seus olhos miraram na Elsa, lembrando ser a menina da loja de varinhas. Ficou estático, e Elsa estava ficando intimidada com o olhar em cima dela.
—Oi!- Anna e Rapunzel responderam juntas. Já provava que serão grandes amigas na escola.
O menino voltou a realidade, percebendo que ainda estava na porta do vagão.
—Jack!- Soluço sorriu ao ver o albino.
—Espirro!
—É Soluço!- Soluço já estava irritado.
—Eu sei…- Jack riu de deboche, indo se sentar ao lado de Elsa, que tentou se afastar ainda mais mas não podia. -...Estava brincando com você.
—Bom…- Merida disse. -...Já que está cheio aqui, creio que não entrará mais gente…- Se levantou e fechou a porta. Depois voltou ao seu lugar. -...Eu me chamo Merida.
—Soluço.- Se apresentou, e as pessoas começaram a rir do nome. O menino ficou envergonhado, mas depois riu junto.
—Jack.- Se exibiu, como costuma fazer.
—Anna.- Riu do modo que o albino se apresentou.
—Rapunzel.- Abraçou a mais nova amiga ruiva: Anna.
—Elsa.- Disse baixinho.
Enfim tocou o apito que indicava a partida do trem, rumo à Hogwarts. Cada um sentia que sua vida iria mudar.
...
Enquanto o trem ia andando, Anna e Rapunzel conversavam entre elas sobre algum assunto. Estavam muito concentradas.
Merida e Soluço discutiam sobre qual das varinhas dos dois era a melhor: A varinha feita do Pinheiro e de um pedaço de pelo de um urso pardo da menina ou a varinha feita de uma escola de dragão do magrelo.
Jack apenas observava a loura, que mirava seus olhos pela janela. Estavam inquietos, principalmente Elsa, que evitava de toda forma um contato com uma pessoa. Jack apenas suspirava, não sabendo o que fazer.
Apesar de todos estarem agindo de forma diferente, tinham o mesmo pensamento sobre a escola. Hogwarts iria recebê-los em breve!
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