Rise Of The Hogwarts Guardians

2 Aceitação E Novos Acontecimentos


Notas iniciais
Primeiro, mil desculpas por não postar este capítulo, mas a escola é uma grande pedra no sapato da gente. Segundo, quero agradecer aos comentários no capítulo anterior. Acabei lendo e lembrando que minha história deve ser continuada e continuarei. Espero que gostem!

Em Arendelle...

—COMO ASSIM HOGWARTS??!!...- Elsa exclamava assustada, usando totalmente seus pulmões com força por não acreditar no que estava acontecendo. -...EU NÃO POSSO IR PRA LÁ!!

—Por que não, Elsa?...- Anna não compreendia a irmã no momento, e diria até que é por causa do afastamento das duas. -...Não quer ficar comigo?- Já era visto as lágrimas escorrendo nas bochechas rosadas da princesa menor.

A última coisa que Elsa queria ver era sua irmã chorando, e então parou de gritar.

—Não é isso, Anna...- Gesticulava as mãos para acalmá-la. -...Mas eu não posso ir mesmo. Eu...- Foi interrompida.

—Anna, poderia ir para o seu quarto arrumar seus materiais para a escola? Queremos conversar com a sua irmã.- Rainha Idun pediu para a filha mais nova, sorrindo de forma reconfortante para tentar animar Anna, que estava triste pela irmã, mas assentiu. Anna encarou a irmã mais velha por uns segundos, e depois seguiu até seu quatro cuidar de suas coisas.

Elsa encarou a irmã de costas, enquanto Anna saía da sala. Elsa entristeceu, não queria ver a irmã tão triste como estava. E a princesa mais velha sempre culpará a si mesma e aos seus poderes pelo fato de não brincar mais com a sua irmãzinha.

Fechou os olhos.

—"Encobrir, não sentir, não deixar saber..."- Recitou, em voz baixa, o lema que seu pai ensinou. Elsa se encobriu mais ainda para não expor seu poderes.

—Elsa...- Rainha Idun a chamou, fazendo sua filha mirar os olhos para ela. -...Você deve ir para Hogwarts!

—Mas...- Elsa deixava as lágrimas escorrerem livremente por causa de sua irmã e de sua "maldição". -...E se eles veêm? E se a Anna ver?!

—Sua irmã te ama, com poderes ou não...- Rei Agdar chamou a atenção da filha, caminhando até ela e abaixando para ficar próximo a altura dela. -...Você é especial, com poderes ou não. Nós achamos que nunca devemos ter feito o que fizemos com você, filha. Aquilo que aconteceu entre vocês foi sem querer.- Acariciou a cabeça loura da menina.

—Mas se eu machucar mais alguém?...- Elsa se afastou de seu pai, querendo proteger do que pode ser uma chance de o rei morrer congelado. Afinal, um toque e seus corações ficam congelados. -...Não quero que aconteça com alguém o que aconteceu com a Anna.

—E não acontecerá, se você acreditar.- Idun disse, tentando acalmar a filha.

—E lembre-se...- Agdar chamou a atenção. -...Você está indo para uma escola de magia. Lá podem te ajudar a controlar seus poderes, se deixar.

Elsa deixou-se levar pelos pensamentos sobre a carta e a nova escola. Verdade, talvez lá possa resolver seu problema com seus poderes, ou até possa terminar a "maldição" que a atormentou desde o acidente com Anna. Mas será que tudo ocorrerá bem? Deve lembrar que isso é por Anna, mas se algo de ruim acontecer? Elsa não estará junto aos seus pais.

Elsa olhou para seus pais, que sorriam, talvez esperando por uma resposta. É, parece que além de fazer isso por Anna, terá que fazer isso pelos seus pais.

Abaixou a cabeça e fechou os olhos.

—Tudo bem...- Elsa respondeu baixinho. -...Eu vou para Hogwarts.

—Muito bem, filha.- Idun elogiou a filha, orgulhosa pela escolha dela.

—Você verá como é incrível lá em Hogwarts...- Seu pai se levantou, também orgulhoso pela filha. -...Mas lembre-se...- Elsa levantou a cabeça e olhou para o pai para ficar atenta ao que vai dizer. -...Cuidado com algo estranho lá. Coisas terríveis acontecem em todo lugar com pessoas que não acreditam em si mesmas. Por isso, sempre confie nas pessoas certas, pois assim sabemos que podemos acreditar no que eles disserem.

Elsa arqueou a sobrancelha, com uma dúvida sobre o que o pai acabara de falar, mas apenas assente com a cabeça.

...

Elsa foi para o seu quarto, fechou a porta e a trancou. Encostou suas costas na porta e escorregou elas até o chão, lembrando do que acaba de acontecer. As cartas; a animação de Anna, o que a fez rir um pouco até lembrar da irmã de costas caminhando até ir para fora da sala; e, principalmente, as últimas palavras de seu pai antes de voltar para o quarto.

"'Coisas terríveis acontecem em todo lugar com pessoas que não acreditam em si mesmas'? O que será que isso quer dizer?"

Ela apenas suspirou, imaginando que essa dúvida nunca será respondida.

...

Em Corona...

Rapunzel ficou preocupada com a atitude da mãe, que logo que disse que ela não iria para a escola, saiu da torre. Ficou assustada do modo que a sua mãe ficou por não aceitar a sua carta e ingressão à Hogwarts. Ela estava olhando o horizonte através de sua varanda.

"Por que não me deixou ir?", pensou, lembrando da reação de sua mãe ao mostrar a carta da escola.

Pascal viu como Rapunzel estava, e entristeceu com isso. Então, para animá-la, o camaleão pensou em fazer umas caretas para fazê-la rir, mas não adiantou, e a menina continuou triste e distante.

—Por que será que ela não me deixou ir, Pascal?...- Rapunzel perguntou para seu querido camaleão de estimação, que negou com a cabeça, indicando que não sabia responder. -...Eu não entendo. Eu sempre ajudo a arrumar a casa, sempre me comportei e nunca pedi algo para ela. Essa é minha oportunidade de uma vida nova, repleta de emoção e magia...- Pensou um pouco. E se for alguma mentira trazida pelas aves? Será mesmo que essa escola existe, sendo que nunca viu magia além do cabelo dela? Será que sua mãe escondia algo sobre ela? -...Talvez eu devesse perguntar a ela.

Em seguida, Gothel chamou pelo seu nome, e desta vez Rapunzel respondeu no primeiro chamado, e jogou seus cabelos para sua mãe subir sobre eles, usando-os como gancho. Assim que Gothel subiu, Rapunzel estava pronta para perguntar do porquê de não poder ir à Hogwarts, mas desistiu assim que viu a reação da mulher. Estava um pouco cansada e assustada.

—O que houve, mamãe?- Rapunzel ficou preocupada.

—Nada...- Sorriu fraco para a filha, fingindo não ter acontecido alguma coisa com ela. -...Eu... Deixarei você ir para a... A tal escola que quer ir... Hogwarts.

Rapunzel arregalou os olhos e esticou um largo sorriso, encantada com a aceitação da mãe.

—É mesmo!?- Rapunzel perguntou sem acreditar no que ouve, e Gothel apenas assente.

—Você deve comprar seus materiais logo...- Gothel continuava com seu sorriso fraco. -...Você deve ir para a escola no dia 1º de setembro.

Rapunzel continuava feliz e sem acreditar no que acaba de acontecer, mas ainda tinha uma pequena dúvida.

—Por que demorou tanto, mamãe?

—Eu estava...- Gothel ficou nervosa com a pergunta, procurando uma palavra para responder. -...Resolvendo um problema...- Olhou para sua filha e acariciou os cabelos dourados dela. -...E eu terei que sair de novo.

—Mas já!?- Rapunzel entristeceu pelo fato da mãe mal chegar e já ter que sair.

—Mas eu volto hoje mesmo, à noite...- Gothel sorriu para a filha. -...Tenho que cuidar de mais algo.

Rapunzel apenas assente e deixa Gothel descer da varanda pelos seus cabelos, e assistindo a partida da mãe pela floresta.

—Eu vou para Hogwarts!...- Rapunzel disse para si mesma baixinho, e surge um pequeno sorriso em seus lábios. -...Ouviu, Pascal?...- Falou mais alto, e olhou para seu camaleão, em seu ombro, que esboçava um sorriso pequeno também. -...Eu vou para Hogwarts, e você virá comigo!- Assim, seu camaleão alargou seu sorriso e abraçou a cabeça de sua dona, que foi retribuído com um carinho na cabeça.

...

Em Berk...

Soluço andava em círculos, pensando na possibilidade de estudar magia em uma escola; fazer amizades, algo que não consegue fazer em seu vale; e pode até ser o mais popular de lá e conseguir uma namorada. Soluço tinha uma queda por uma menina de seu vale, famosa por lidar com os dragões, a Astrid. Mas sabia que nunca iria conseguir por ser do jeito que é, e sempre que quer conversar com ela, o esnoba, julgando o menino como 'fracote'. Se estudar em Hogwarts talvez faça a Astrid pensar de uma maneira diferente, e capaz até de se apaixonar por Soluço. Talvez seja bom ir para a tal escola.

De repente, o fiel amigo de seu pai abra a porta e entra, Bocão, o mestre de Soluço. Careca de barba loura, sempre ajuda seu amigo e o filho dele, que retribuía de alguma maneira. No momento, Soluço precisava de um conselho, e o Bocão de um favor.

—Soluço, poderia me ajudar para fazer uns martelos?- Bocão pediu, mesmo sabendo que sempre o ajuda.

—Posso, mas Bocão...- Pensou um pouco antes de pedir. -...Poderia me dar um conselho?

—Sobre?- Arqueou a sobrancelha.

—Bem, eu acabei de receber isto...- Ergueu o braço, entregando a carta com o selo de "H" -...É de...

—Hogwarts...- Bocão pegou a carta, reconhecendo. -...Que incrível, Soluço! Você conseguiu!

—Sim, mas eu não sei se devo ir...

—Mas é claro que você vai...- Bocão nem deu tempo para Soluço explicar. Para ele, o menino deve ir para a escola. -...É uma oportunidade que pouco conseguem por aqui.

—É que...- Soluço ficou um pouco nervoso. -...Eu não sei se consigo...- Mirou os olhos para o chão.

Bocão suspirou, vendo que será um pouco complicado lidar com a situação do seu aprendiz.

—Soluço...- Chamou, fazendo o menino encarar o viking. -...Você não deve pensar que é menos do que realmente é. Você é um grande menino, e mesmo não sendo como, digamos, nós...- Riu um pouco, deixando o Soluço sem graça. -...Você ainda é forte e bom. Você é inteligente e me ajuda sempre. Eu sei que você consegue, e seu pai também sabe.

—Mas meu pai nunca fica orgulhoso de mim.

—Pode não parecer...- Bocão abriu um sorriso fino. -...Mas o maior orgulho dele é você, Soluço!

Soluço ficou surpreso, e, ao mesmo tempo, feliz. O maior orgulho de seu pai é o menino!

—Então...- Soluço riu um pouco, deixando Bocão mais calmo. -...Eu acho que eu vou!

—Eu também acho!

A porta foi aberta repentinamente, assustando os dois.

—SOLUÇO!!...- Stoico entrou em casa, depois de resolver o problema dos dragões. -...Ah! Oi Bocão!

—Pai...- Soluço encarou-o feliz. -...Eu quero ir para Hogwarts!

—Que bom, meu filho...- Stoico bagunçou os cabelos castranhos do filho. -...Mas por que essa mudança?

—Um amigo me ajudou!...- Respondeu, e olhou para Bocão. -...Agora podemos ir para a oficina, Bocão.

—Sim, podemos.

E aí, Soluço e Bocão saíram rumo a oficina fazer alguns martelos, mas antes Stoico agradeceu a Bocão pelo Soluço.

...

Nas Terras Altas da Escócia (Highland)...

Fergus levou Elinor até o quarto deles para resolver o assunto que ficou pendente.

—Eu digo e repito, Fergus...- Elinor começou a falar, brava com seu marido. -...Ela não vai à Hogwarts!

—Querida...- Fergus sentou na cama de casal e suspirou, vendo que será difícil convencer a rainha a aceitar a filha na escola. -...Ela quer ir para essa escola porque é o sonho dela!

—Porque você manipulou a cabeça dela...- Elinor continuou com seu argumento, encarando seu marido de pé. -...E eu sei que ela se sairá melhor na Beauxbatons.

—Mas a nossa filha não gosta do estilo desta escola! Só tem um bando de princesinhas mimadas com vestidinhos curtos e...- Fergus parou de falar pois acabou se distraindo, pensando nas lindas alunas de Beauxbatons.

—FERGUS!!- Elinor estalou seu dedo na face de Fergus, o fazendo "acordar".

—O-o quê?

—Você estava pensando nelas, não estava!?- Elinor se mostrou enciumada.

—N-não é isso...

—Inacreditável você, Fergus!...- Elinor já rodeava o quarto inteiro, zangada com o rei. -...Ainda fica pensando nas meninas!

—Mas Elinor...

—SEM "MAS"!! Essa conversa ACABOU!!...- Elinor finalizou brava, foi caminhando forte até a porta. -...E agora eu vou saindo porque eu devo resolver aquele negócio com os lordes e...- Abriu a porta.

Porém, o que Elinor não imaginava é que sua filha estava com a cabeça encostada na porta e, quando abriu, fez a pequena Merida cair no chão do quarto. Elinor e Fergus se assustaram.

—Filha, você está bem?!- Perguntou Elinor preocupada, se abaixando para ver como a ruiva estava.

Porém a menina estava chorando.

—Meu deus, filha!...- a rainha ficou apavorada. -...Eu não quis te machucar! Não chore, por favor!

—Eu não estou chorando por isso...- A menina soluçou de choro. -...Eu estou chorando porque você não quer que eu vá para Hogwarts.

—Eu...- A Rainha Elinor ficou sem jeito ao ver a filha chorando. Enfim, fechou os olhos e suspirou. -...Está bem!...- Abriu os olhos, e ficou feliz por ver que a menina parara de chorar. -...Você pode ir a Hogwarts.

Merida abriu um largo sorriso.

—EBAAAAAAA!!!!!!...- Pulou encima da mãe completamente feliz. -....OBRIGADA! OBRIGADA!! OBRIGADA!!!

Elinor abraçou a filha.

—Tudo bem...- Afastou do abraço e se levantou, olhando para o rosto alegre e molhado de choro da filha. -...E além disso, eu também não ia querer ver você usando aqueles vestidos curtos e deixando meninos como seu pai...- Virou-se para Fergus, que estava distraído, pensando novamente nas meninas de Beauxbatons. -...FERGUS!!

—O-o que foi?- Acordou confuso com o grito da esposa, fazendo Merida rir.

—Papai...- Sua filha chamou, indo até o pai para abraçar. -...Ela me deixou ir para Hogwats!

—Que bom!- Pegou a menina e a levantou.

Depois olhou para a esposa e agradeceu, retribuindo com um beijo nos lábios, fazendo a menina se enojar e querer ir logo para seu quarto. Isso causou risadas para o casal.

...

Em algum lugar perto do Polo Norte...

Jack estava encostado num grande bloco de gelo, ainda sem acreditar que seus amigos não contaram que pretendiam prender o guardião em uma escola.

"Por que eles fizeram isso comigo?!...", pensou indignado com o fato de todos seus colegas estarem contra ele, como se não o quisessem. "...Por que não me contaram antes ou perguntaram se eu queria ir?!"

Ele não queria nem ouvir mais a voz deles.

—JACK!!!- Ouviu a voz da Fada, contrariando a vontade dele. Fada não aguentava o frio e começou a espirrar.

Jack suspirou.

—Vai pegar um resfriado...- Jack disse, antes de ouviu outro espirro da guardiã. -...Ou talvez já tenha pego.

—Jack...- Fada foi até encarar o albino de frente. -...Por que foi embora daquela maneira?

—Ainda não entendeu, Fada!?...- Jack ficou indignado com a pergunta. -...Eu não quero ir a essa escola e vocês estão me obrigando!

—Entenda...- Espirrou. -...Todos nós já estudamos lá com a missão de proteger o local e aprendermos sobre magia, e agora é a sua vez!

—Mas vocês querem me prender lá!- Jack elevou a voz dele.

—Você disse a mesma coisa quando o Homem na Lua o escolheu como guardião...- Fada o lembrou, enquanto Jack bufava bravo. -...Você não queria porque achava que ia te prender, mas você acabou adorando alegrar as crianças.

—Por que você tinha que me lembrar isso?!

—Bem...- Fada riu e espirrou novamente. -...Porque eu sou a Guardiã das Lembranças e faço jus ao nome...- Viu que o guardião não estava contente e parou de rir. -...Olha, Jack, não pense que é uma prisão, e sim uma chance de ser um estudante e aprender tudo o que precisa...- Viu que não conseguiu convencê-la e pensou em algo que pode. -...E você pode fazer lá o que mais adora: Travessuras.

Jack parou e pensou sobre o que sua amiga acaba de falar.

—Eu posso fazer isso?- Perguntou confuso.

—É claro que pode...- Fada sorriu. -...E, além disso, onde existe um lugar mais mágico e divertido do que se enturmar numa escola, principalmente se referindo ao um de magia?

Jack abriu um pequeno sorriso por pensar em quais brincadeiras poderia começar na escola. Talvez congelar o café de todos os professores ou transformar os salões de bale numa grande pista de patinação no gelo.

—Está bem! Eu vou...- Jack levantou voo. -...Mas devemos voltar para a oficina. Você está tremendo!

—Tudo bem...- Fada também levantou voo e acompanhou seu amigo na volta para o Polo Norte. -...Mas nó achamos que Hogwarts está em perigo.

—Como assim?- Jack perguntou.

—Achamos que Breu está voltando...- Fada disse, enquanto Jack arregalava os olhos pela surpresa. -...E coisas estranhas andam acontecendo por lá. Achamos que ele atacará a escola.

—Como!?- Jack já demonstrava estar bravo.

—Não sabemos...- Espirra. -...Mas cremos que alguém esteja ajudando-o.

—Então devemos ir lá e acabar com ele!

—Não dá, Jack...- Fada suspira. -...Pelo que Norte disse, nós não podemos ajudar. Pelo que conta, apenas você pode. Você e mais guardiões.

—Como sabe que tem mais...

—O Homem na Lua nos contou!- Fada o corta.

Jack fica sem fala, e Fada continua.

—Então é sua responsabilidade achar esses guardiões e acabar com essa nova ascensão de Breu ou alguém que esteja fazendo mal a escola, antes que seja tarde.

Jack assente e segue firme até a oficina.

...

Em algum lugar...

Estava escuro, não dava para ver nada. Estava apenas um homem, aterrorizante e esperto, olhando para a Lua. Parece que estava esperando por algo ou alguém, e é confirmado quando finalmente passos.

—Estava demorando.- O homem disse sem nenhuma empolgação.

—Só estava conversando.- A outra pessoa se defendeu. Uma voz feminina, então era suspeita de ser uma mulher.

—Vamos logo ao que interessa...- Disse apressando o seu trabalho, pois não quer demorar mais do que já demorou. -...Você fez o que combinamos?

—Fiz...- Respondeu sem paciência. -...Mas ainda não entendo do porquê disso!

—Você verá!...- Mesmo que imperceptível, a dona da imaginava que o homem esteja sorriso maleficamente, e estava certo. Claro, conhece-o a tantos anos. Sabe de suas manias e defeitos, algo que ninguém iria querer ver. -...Mas ainda precisamos chamar mais uns amigos.

—Nunca imaginei que você fosse sociável...- Riu ironicamente. -...Pra mim, você não é de trabalhar em grupo.

—Eu não sou, mas faço qualquer coisa para conseguir o que eu quero.

—Até mesmo destruir aqueles que você ama?

—Sim.- Respondeu sem pensar.

A voz feminina riu.

—Hogwarts terá muitos acontecimentos esse ano deste a última Guerra Bruxa.

—Eu também acho.- O homem riu também.

E os dois se despedem da estranha conversa, rumo ao seus afazeres. Parece que Hogwarts terá muitas coisas nesse ano.

Notas finais
Bem, finalmente postei esse capítulo. Os jovens finalmente podem fizer que serão considerados alunos da Escola de Magia e Bruxaria de Hagwarts, mas estranhas coisas andam acontecendo, como andam comentando. O que serão essas coisas? Espero que tenham gostado, e comentem por favor mesmo pois essa fanfic é movida por comentários e comentários são o que fazem um escritor satisfeito. Se estiverem gostando ou não, é só comentar. Hasta la vista, babies!