RinHaru Project

11 Presentes de Reigisa


Notas iniciais
Você clica no link do novo capítulo da fanfic e se acomoda enquanto espera a página carregar. Então você escuta alguém bater na porta. Sem entender quem poderia ser, você vai até lá e se impressiona com o que vê. Parados na porta estão Matsuoka Rin e Nanase Haruka, com os uniformes de suas respectivas escolas. Você fica sem palavras por um momento, mas os convida a entrar. - Não sei por que a autora fez tanto mistério sobre essa “surpresa”.... – Rin fala, meio para si mesmo. – É só uma visita... - Rin, não seja rude.– Haru o interrompe. Então se vira para você e sorri discretamente. – Feliz Natal. Haruka lhe dá um abraço e você abre um enorme sorriso. Quando ele se afasta, Rin repete a ação dele. Ele faz um carinho na sua cabeça. - Feliz Natal. – Ele olha para Haru. – Qual é, por que a autora não é quem está aqui? - Ela está de férias. – Haru dá de ombros e então olha para você. – Ela pediu para que ficássemos em seu lugar enquanto a história está em hiato. - Mas.... Eu pensei que vocês tinham brigado.... – Você comenta, sem muita certeza. Rin olha para Haru, que segura sua mão, e os dois sorriem, mas não falam nada a respeito de seu comentário. Então se escuta um barulho de mensagem de celular e Rin pega o seu aparelho, fazendo uma careta em seguida. - Bem, a gente tem que ir andando.... Temos que ir visitar todos os leitores, aparentemente. Mas foi bom conhecer você. – Ele dirige a você um sorriso sexy e você sente seu coração acelerar um pouco. Em seguida você se censura por quem ter esse efeito ser um personagem. - Tchau.... – Você diz, não muito feliz, já que eles já têm que ir embora. – Err.... Vou poder ver vocês de novo? Haruka sorri para você e faz que sim com a cabeça. - Até a autora voltar, estamos cuidando de tudo por aqui. Então pode nos chamar nos comentários que iremos. Eles vão saindo, mas logo antes de passarem pela porta Haru puxa o casaco de Rin. - Rin. O presente. O ruivo fica vermelho de vergonha por quase ter se esquecido daquilo. Então ele tira de dentro do casaco um envelopinho e entrega a você. - Aqui. – Ele sorri e acena. – Até mais. Antes que você possa abrir o envelope, os dois saem pela porta. Você fica triste por ter durado tão pouco, mas então olha para o “presente” que deixaram com você e apressadamente o abre. Dentro, há uma foto dos dois. Você sorri. No verso há três trechos escritos: “Espero que você também tenha um time que te ajude a seguir os seus sonhos ;) Matsuoka Rin” “Be free. Nanase Haruka” “Obrigada por continuar com a gente! Obrigada por esperar e espero que goste do que está por vir! Feliz Natal e feliz ano novo! Megurine Larissa” Você sorri ao ler os dizeres. Subitamente, lembra do capítulo novo e constata que a página já carregou. Você observa a porta, pensando se eles realmente vão voltar, então dá de ombros e se senta para ler.

Rei ouviu a campainha tocar. Achou estranho, já que os pais ainda demorariam umas cinco horas para voltarem do trabalho. Apressado, ele foi até a porta e a abriu, deparando-se com um angelical rostinho loiro sorridente.

– Oiii, Rei-chan!!! – Nagisa o cumprimentou, se jogando em seus braços.

– N-Nagisa? O que faz aqui?

O menor se afastou um pouco para poder falar direito.

– Eu vim te ver, oras. – Olhou para o outro, fingindo indignação. – Não vai me convidar para entrar, Rei-chan? Está frio aqui fora!

Ryugazaki Rei estava sem reação. Há algumas semanas os dois haviam começado a namorar, mas não tiveram tanto tempo juntos como um casal, já que Nagisa havia viajado. Que ele soubesse, o loiro havia voltado para a cidade de Iwatobi menos de dois dias atrás, mas não imaginaria que fosse bater na sua casa sem aviso.

.... Apesar de que ele já deveria estar acostumado com as decisões impulsivas e repentinas de Nagisa. Oficializar um relacionamento entre os dois apenas dava a ele passe livre para mais maluquices.

– Entra. – Rei disse, fazendo um sinal para Nagisa, que rapidamente entrou. Ele fechou a porta e então olhou irritado para o loiro. – Que ideia foi essa, de vir aqui do nada?

Nagisa tirou calmamente os sapatos e os deixou na entrada. Em seguida tirou o pesado casaco e o cachecol e os colocou em cima de uma poltrona. Ele não parecia se importar nem um pouco com a frustração do namorado.

– Você disse há alguns dias que estava com saudade e queria me ver. Eu sei que seus pais estão trabalhando hoje, e os meus também, então resolvi passar aqui. Não é muito longe da minha casa...

– Eu sei que não é longe, eu volto com você todos os dias da escola, mas.... Você não pode simplesmente chegar assim sem avisar!!!

Nagisa inclinou a cabeça, confuso.

– Por que não? Já disse, eu sabia que não ia ter ninguém em casa. E eu não vou dar trabalho. – Ele disse, piscando o olho com um sorriso malandro.

Rei deu um tapinha na testa. Nagisa não se importava com convenções sociais... Então ele foi surpreendido por um selinho, que o fez se afastar assustado.

Nagisa suspirou.

– Rei-chan... Pensei que já tivesse passado da fase de “não-aceitação”...

Rei não falou nada. Ele estava meio certo, né? Eles estavam namorando.... Com um suspiro, ele se aproximou do loiro.

– Tem razão. Desculpe.

Gentilmente, Nagisa o abraçou. Rei corou com o gesto. Nagisa costumava ser exagerado, então atos singelos como este o surpreendiam de uma forma bastante boa. Ele sorriu e beijou o rosto do namorado.

– Senti mesmo sua falta.

Nagisa afastou o rosto, sem sair do abraço.

– Tenho uma coisa para você.

Rei o soltou e o loiro foi até o casaco, pegando algo que estava antes escondido. Ele se aproximou, revelando um pacote de presente com decoração natalina, que ele ofereceu a Rei. O moreno pegou o pacote, meio sem jeito, e o abriu. Dentro, havia óculos de natação, de um modelo parecido com o que ele já usava. Ele levantou uma sobrancelha para Nagisa.

– Eles têm grau. – Nagisa explicou, com um sorriso. – Pensei que seria útil.

Rei sorriu com o cuidado que o namorado teve na escolha de presente. Era realmente uma boa ideia. Espera...

– .... Como sabe qual o grau dos meus óculos?

Nagisa riu, encabulado.

– Eu posso ter ouvido em uma conversa sua com seus pais.

– Seu stalker!

Nagisa riu. Rei gostava do riso dele. Ele se aproximou do loirinho e o abraçou.

– Obrigado. – Ele disse, feliz. – Mas, na verdade, você estar aqui é um presente ainda melhor...

O rosto de Nagisa ficou vermelho, para a surpresa de Rei. O loiro era sempre tão.... Destemido para tudo... Era bom vê-lo num momento de fragilidade...

– E-Eu.... Também tenho algo pra ti.... – Rei disse, corado.

Rei correu até o quarto e voltou em um instante com um grande pacote de presente. Nagisa o pegou com um sorriso de orelha a orelha e o abriu vorazmente, tirando de lá uma almofada de pinguim.

– .... Os pinguins são os animais mais românticos do mundo.... – Rei comentou, envergonhado. – Eles só têm um amor na vida. Se a parceira de um pinguim morre, ou o contrário, ele nunca mais se relaciona com nenhum outro.... Achei bonitinho.... Pra um presente de casal, sabe....

Sua voz sumiu e ele viu que Nagisa o encarava. Seus olhos brilhavam de pura felicidade.

– Eu adorei....

Rei segurou a mão do namorado. Nagisa podia até tirá-lo do sério em alguns momentos, mas ele não o trocaria por nada nem ninguém no mundo. Ele puxou o rosto do menor para perto, unindo seus lábios em um beijo apaixonado.

– Você quer.... Ir ver um filme no meu quarto.... Ou sei lá? – Rei balbuciou.

O outro fez que sim com a cabeça e deixou-se ser conduzido até o cômodo correto. O moreno foi pegar um dvd para verem e, ao voltar, encontrou Nagisa esparramado em sua cama.

– Mas o quê....?

Antes que ele pudesse terminar a frase, Nagisa o puxou para junto dele na cama. Rei ruborizou, seus óculos quase caindo do rosto, enquanto se percebia sendo imprensado contra a própria cama. O loiro rapidamente deixou de lado a postura meiga e abriu um sorriso cheio de segundas intenções.

– Rei-chan.... Seu presente não são só os óculos.... – Ele disse, mordendo os lábios de maneira sensual e deixando o namorado sem reação. Ele beijou Rei, colando os corpos dos dois, com o coração acelerando.

Rei era um fofo, mas.... Algum dos dois precisava ter atitude.

– N-Nagisa.... – Rei estava completamente corado.... Ele definitivamente não estava preparado para aquilo. Ele empurrou o corpo do outro, desvencilhando-se dele e saindo da cama. Nagisa o olhou irritado.

– Rei-chaaan, isso não é justo! – Ele choramingou.

– M-mas.... – Ele foi interrompido por outro beijo. Nagisa avançou sobre ele, agora derrubando-o no chão e debruçando-se sobre ele.

– Vamos aproveitar que estamos a sós, Rei-chan.... – Falou, junto ao ouvido do namorado e, ele percebeu, lhe deixando arrepiado.

Rei ponderou por um momento. Isso não era errado, era? Eles estavam namorando, e esse era um dos raros momentos de real privacidade dos dois. Lentamente, ele passou as mãos pelas costas de Nagisa, pousando em sua cintura. O loiro sorriu. Ele.... Estava realmente tão ansioso assim para que eles tivessem esse tipo de relação? Rei sempre se considerara mais do tipo romântico, então.... Ele não sabia como ter atitude naquela situação.

Nagisa parecia mais calmo. Ele sorria gentilmente, absorvendo do namorado todos os detalhes. Ele amava Rei. Imensamente. Descaradamente. E queria tudo que ele pudesse lhe dar. Ele segurou a mão do moreno e a trouxe para junto de seu coração.

– Rei-chan, eu te amo. – Disse, com absoluta sinceridade.

Rei sentia o coração acelerado como nunca antes, mas ao mesmo tempo ouvir aquilo lhe dava certa tranquilidade. Como se, apesar de toda sua insegurança, estivesse fazendo as coisas certas. Ele sentia uma liberdade, uma intimidade, com Nagisa, que não sentia com mais ninguém e isso lhe dava a certeza de que.... Estar com ele era, sim, a escolha certa a se ser feita.

Ele se sentou, com Nagisa ainda sobre seu colo, e trouxe o rosto do namorado para mais perto. Eles se beijaram. Suas ações pareciam sincronizadas. Ensaiadas. Perfeitas. Rei sorriu com esse pensamento. Nagisa era belo.

O loiro desabotoou a camisa que usava, tirando-a em seguida, deixando o peito à mostra. Rei corou. Se viam quase sem roupas o tempo inteiro no clube de natação, mas lá isso não parecia tão.... Erótico. Era surpreendente que um garoto pequeno como ele fosse tão forte, mas era meio óbvio se parasse para considerar o esforço que ele fazia na natação. Rei passou a mão pelo corpo do loiro, que suspirou baixinho com o toque. Os dois sorriram e aproximaram novamente suas bocas enquanto as peças de roupa eram gradativamente tiradas.

Em alguns minutos, Rei percebeu que o próximo passo seria.... Você sabe.... Ir até o fim. Ele olhou para Nagisa, meio inseguro. O loiro abriu um sorriso travesso e empurrou Rei para que ele ficasse deitado, então tirava a peça de roupa que faltava e escondia o sexo do moreno.

– Rei-chan.... Não precisa ficar tão nervoso. Eu te conduzo.

Rei se perguntou o que ele planejava, mas sua resposta veio rápido ao sentir os lábios do namorado em seu pênis. Ele suspirou. Nagisa o percorria com a língua e deixava Rei querendo cada vez mais daquele toque.

– Ahhh.... Nagisa...

O loiro abocanhou por completo o membro do outro, o fazendo arquear as costas e lhe arrancando cada vez mais suspiros. Ele estava se divertindo muito com aquilo.

Rei sentiu-se entrar todo na boca de Nagisa. Ele era tão bom.... Ele passou a mão pela cabeça do namorado, segurando seu cabelo loiro e o incentivando a aumentar a velocidade.

O toque de Rei deixava Nagisa excitado. Ele chupava o pênis do outro vorazmente, querendo desesperadamente deixá-lo no limite.

– N-Nagisa.... P-pare... Eu... ‘To perto....

Ao invés de obedecê-lo, o loiro apenas continuou os movimentos da boca e, em pouco tempo, sentiu o líquido amargo preencher sua boca.

Rei o observou, com o rosto corado e consideravelmente constrangido.

– Não precisava fazer isso....

Nagisa sorriu para ele.

– Mas eu queria saber o seu gosto, Rei-chan.

Sem pensar duas vezes, Rei o puxou para um beijo, não se importando com o sabor ruim. Então um pensamento lhe veio à mente:

– Nagisa, você.... Já fez isso com alguém?

O loiro negou com a cabeça.

– Eu.... Quero que Rei-chan seja meu primeiro.... Na verdade, quero que você seja o único a fazer essas coisas comigo....

– Nagisa....

O menor terminou de se despir e voltou a se debruçar sobre o namorado, enquanto sua mão ia até sua bunda.

– ..... O q-que está fazendo? – Rei gaguejou.

Nagisa o olhou como se a resposta fosse óbvio (e na verdade era, sim).

– Rei-chan.... Eu preciso me preparar.... Pra não me machucar....

Rei engoliu em seco, se sentindo o maior dos leigos. Por que ele não previu que isso aconteceria e pesquisou a respeito? Não queria que Nagisa tivesse que fazer tudo sozinho, mas... Ele não sabia o que fazer. O corpo do loiro sobre o dele já deixava seu membro ereto de novo. O rosto de Nagisa estava incrivelmente sexy e fazia Rei querer o possuir.

O loiro o puxou novamente para cima da cama e Rei o seguiu, voltando a deitar-se com o corpo do namorado sobre o dele.

Então ele o sentiu tocar seu pênis de novo. Não apenas isso, Nagisa estava sentando nele, fazendo com que Rei o penetrasse. Nagisa mordeu o lábio inferior, respirando mais pesado. Rei segurou sua cintura, o impedindo de ir até o fundo.

– Nagisa.... Está doendo?

Nagisa fez que não com a cabeça, mas sua expressão o denunciava.

– Nagisa....

– Não tem problema, Rei-chan! – Ele o encarou. – Eu quero fazer isso!

Rei sustentou um olhar severo.

– Eu não vou deixar que se machuque só.... Pra me dar prazer.

Nagisa ficou corado. Ele resolveu dar ouvidos a Rei e esperou uns instantes até voltar a se mexer. O moreno tocou seu rosto, gentil, trazendo sorrisos aos rostos de ambos. A sensação de estar dentro de Nagisa era, de longe, a melhor que já sentira na vida, mas ele não iria fazer movimentos bruscos até ter certeza de que o namorado estava bem.

Lentamente, Nagisa voltou a movimentar o quadril, enchendo Rei de luxúria. Este segurou a cintura do menor, satisfeito em poder sentir o contato de pele contra pele. Nagisa apoiou as mãos no peito esculpido de Rei para ter mais apoio para seus movimentos. Ele cavalgava no membro do outro, cada vez mais intensamente. Estava completamente imerso na sensação de estar transando com Rei. Ele esperara tanto por aquele momento... Nagisa conduzia o sexo com maestria, arrancando gemidos do parceiro. Ele mesmo não segurava os gemidos, sabia que Rei estava gostando de ouví-lo.

Sentindo a intensidade do namorado, Rei passou a estocar, sendo possuído pelo prazer, mas não conseguia roubar o comando de Nagisa. Tudo no loiro gritava sensualidade, e ele não conseguia competir com isso. Então, após uma estocada, Nagisa gemeu bem mais alto. Claramente tinha atingido um ponto sensível.

– Re-Rei-chan.... Aí.... Faça isso de novo.... – Ele falou, arfando.

Rei repetiu o movimento, levando Nagisa à loucura. O loiro afundou as unhas em seu peito, fazendo Rei trincar os dentes. Era uma ardência boa. Nenhum tipo de dor podia superar o tesão que sentia com tudo aquilo. Ele se sentia chegando perto do orgasmo (de novo), mas antes queria fazer Nagisa chegar ao dele.

– Rei-chan.... – Nagisa suspirava, com o rosto corado e suor escorrendo por seu corpo. – Não pare.... Quase.... Lá....

Rei conseguiu se levantar, abraçando Nagisa. Ele continuou a movimentar o quadril, até que sentiu Nagisa se derramar contra seu abdômen. O loiro gemeu alto e arranhou as costas do moreno. O pênis de Rei foi contraído dentro do namorado e ele também não pode mais segurar.

Os dois rapazes se deixaram cair na cama, tentando recuperar o fôlego. Rei pensou com seus botões que teria que trocar aqueles lençóis antes de os pais chegarem... Nagisa pousou a cabeça no peito dele, o acariciando com um sorrisinho no rosto. Rei o abraçou.

– Eu te amo, Nagisa.

O loiro ruborizou. Era.... A primeira vez que Rei lhe falava isso, digo, com todas as letras.

– Fui tão bom de cama assim? – Ele brincou.

Rei balançou a cabeça na negativa.

– Você foi ótimo. Mas o que sinto não tem a ver com isso. – E beijou o menor.

– Que bom.... Então sei que é recíproco.

Nagisa fechou os olhos, sorrindo.

– Sempre será.

– Feliz Natal, Rei-chan. – Falou de brincadeira, já que o Natal já havia passado. Mas aquela havia sido a comemoração particular dos dois....

– Feliz Natal, Nagisa.

Notas finais
Rin e Haru se encontram no Clube de Natação de Iwatobi, horas depois. - Estou feliz que tenha topado vir até aqui. – Haruka fala. Rin se aproxima dele com um sorriso. - Eu não perderia a chance de passar a noite com você. – Diz, segurando a mão do moreno. – Não depois de tanto tempo separados. Haru dá um risinho. - Não acredito que ninguém se tocou que.... Ele se interrompeu. Rin o olhou confuso. - O que foi? - Nada não.... Bem, a verdade é que a história que eles sabiam estar sendo registrada já tinha acontecido. Ok, aparecer com os uniformes das escolas quando na verdade já havia se passado um ano talvez tivesse sido uma trapaça com os fãs, mas foi divertido. E era bom saber que apesar dos problemas tudo deu certo. De repente, Rin deu um beijo na bochecha de Haru. O moreno virou o rosto para ele. Rin abriu um sorriso. - Feliz Natal, Haru! Haruka sorriu e o abraçou. - Feliz Natal, Rin. E eles se beijaram. O luar entrava pela janela e iluminava a piscina ao lado dele. Rin estava, um passo de cada vez, mais perto de seu sonho, mas seu coração estava o tempo inteiro com Haru. Ambos estavam imensamente felizes. Naquele curto feriado que podiam passar juntos, estava tudo perfeito. E Haru nunca havia se sentido tão.... .... Livre.