Revenge Is Never Sweet
19 Second Chance.
Spencer Reid era um homem feliz. E ele dizia isso sem medo de dar errado. Ele praticamente tinha uma esposa com quem também teria um bebê. Ele se acostumou a fazer tudo sozinho, mas Abby entrando em sua vida deu um novo significado a palavra vida.
Ela estava sentada na cama, vestida com uma camisola que revelava sua pele, cheia de tatuagens, que ele incrivelmente adora. E ele nunca havia sido o homem das tatuagens.
— Vendo algo interessante? – Abby sabia como ligar Spencer. – Talvez algo que goste?
— Com certeza. – Ele a abraçou. – Você, minha pequena é interessante.
— Acho que você finalmente achou algo mais legal que os livros, então? – Ela desfez a cinta que mantinha a camisola fechada. – Você que o médico não disse nada sobre nós dois brincarmos um pouco, não é?
— Fique apenas quieta. – Ele a beijou. – E vamos aproveitar isso.
A deitando na cama, Reid tirou sua camisa e sua calça, ficando apenas de cuecas. O riso de Abby ao ver a roupa intima dele foi alta.
— Reid! – Ela ainda corava. – Foi por isso que eu me apaixonei por você.
— Por causa dessa cueca de Stars War? – Ele não entendeu. – Eu ganhei elas de presente de Derek como um presente de ”inimigo secreto”.
— E como tem certeza que foi ele? – Abby o olhou então clicou. – Perfiladores.
— Ele ria como se tivesse realmente esperando pela minha reação. – Ele a puxou tão suave para ele. – Mas esqueça tudo e vamos brincar.
Eles se beijaram e em minutos e Abby gemia enquanto Spencer chupava um dos mamilos dela e prestava atenção em suas extremidades baixas.
Quando ele finalmente entrou nela, Abby gemeu tão alto que JJ no quarto ao lado deles acordou assustada e caiu na risada.
— Jennifer. – Will reclamou. – O que é tão engraçado?
— Durma Will. – JJ riu. – Amanhã eu explico.
Ela não sabia que haviam outros dois fazendo exatamente a mesma coisa na casa anexa, com um pouco mais de safadeza.
Casa anexa...
Luke pegou o gelo do balde champanhe e a calda de chocolate deixada na geladeira. Ele sempre sonhou em fazer isso e Penelope apenas piscou em aprovação.
Então, já que isso iria acontecer e ela sabia que eles iam ”brincar” ela se arrumou toda, removeu qualquer pelo que sobrasse do tempo no hospital, tomou banho com ervas e podia dizer que Luke havia aprovado.
— Eu sempre tive vontade. – Luke mostrou o balde de gelo. – E depois nós temos mais coisas.
— Luke. – Era um gemido de aprovação. – Você vai me fazer uma mulher tão feliz.
— Vou mesmo? – Ele se aproximou de seu ouvido e sussurrou. – Talvez você não seja a única feliz hoje. Sabe quanto tempo eu quero cada centímetro seu Garcia?
Ela engoliu a seco. Santa mãe de deus, Luke a desejava há muito tempo mesmo?
— Quanto tempo? – Ela se sentiu corajosa. – Muito tempo?
— Desde que você mencionou técnicas de dedilhado. – Ele abaixou um dedo entre suas pernas. – Eu posso mostrar as minhas?
— Oh, deus. – Ela assentiu e logo ele começou a mostrar. – Luke, não pare. Tão bom.
— Eu não pensei em parar. – Luke sussurrou e aumentou a velocidade. – Deus. Venha para mim Penelope.
Ela se sentiu cada vez mais e mais perto da borda. Ela nunca sentiu antes com nenhum homem e Luke estava a fazendo ver quase estrelas a sua frente.
Ela fechou os olhos e sentiu que não poderia aguentar mais.
— Luke... Luke... – Penelope não podia se concentrar. – Eu estou tão perto.
Ele continuou chupando seu clitóris com maestria e ela fechou os olhos.
— É hora de vir para mim, chica. – Luke pediu. – Eu vou contar até três.
Os olhos de Penelope se abriram quando ele chegou ao três. Seu orgasmo a enviou para o céu.
A deixando relaxar, Luke sorriu. Ele pegou um pedaço de gelo e começou a arrastar pelo corpo dela, apreciando os gemidos que ela fazia.
Ele pegou a calda de chocolate e espalhou em um de seus mamilos e depois, lambeu com vontade.
Colocando um preservativo, ele logo afundou nela começando uma perfeita harmonia entre os corpos.
Eles logo chegaram ao clímax. Penelope se aconchegou no corpo de Luke e cedeu ao sono que tanto precisava agora. Ela não sabia que o sexo poderia ser assim. E estava começando a achar que talvez o problema fosse dos caras com quem ela ficou.
Prisão feminina da Virginia...
— Então, você é a ex namorada do agente Alvez? – Adélia perguntou. – Adélia Lopez.
— Lisa. – A vilã apertou a mão da mulher. – Lisa Douglas.
— Gostaria de se juntar a nossa mesa? – Adélia perguntou. – A sempre espaço para mais uma.
— Obrigada. – Lisa levou sua bandeja para a mesa. – Então, porque está aqui?
— Matei meu marido há alguns anos. – Adélia parecia confortável dizendo isso. – Ele bebia demais então uni o útil ao agradável.
— É libertador. – Lisa respondeu. – Quem colocou você aqui?
— O FBI. – Os olhos da mulher se encheram de raiva. – A maldita unidade de analise comportamental.
— Conhece Penelope Garcia? – Lisa sabia que precisava descobrir. – Penelope trabalha com eles.
— Ela é a culpada por eu estar aqui. – Adélia respondeu. – Ela recuperou meu histórico de crédito e me jogou aqui. Como a conhece?
— Eu fui presa por culpa dela. – Lisa respondeu. – E ela roubou me namorado.
— Vadia. – Adélia levou Lisa para duas mesas depois. – Está pensando em se vingar dela?
— Lógico. – Lisa riu. – É tudo que eu penso há um mês.
— Está aqui há um mês? – Adélia ficou chocada. – Como nunca vimos você?
— Eu estava na solitária. – Lisa respondeu. – Eu pretendo me vingar dela.
— Eu quero ajudar. – Adélia tinha um olhar nervoso. – Vai ser bom e vou me sentir vingada.
Ambas as mulheres sorriram. Era bom ter inimigos em comum. E se Adélia a ajudasse a escapar, seria fácil acabar com Penelope ela mesma. E eliminar Adélia no processo de fuga, seria ainda melhor.
Três meses depois...
— Muito bom, senhorita Abigail Sciuto. – O médico chamou Abby. – Pronta para ver o baby?
— Estamos. – Ela entrou com a ajuda de Spencer. – Estamos ansiosos para sabermos o que estaremos tendo.
— Dependendo da posição que você faz sexo. – Spencer começou. – Você pode ter mais chances de conceber um do o outro.
— Alguma escolha de sexo? – O médico riu. – Tem certeza que não é médico, doutor Reid.
— Eu leio livros. – Ele riu envergonhado. – Muitos livros, na verdade.
— Certo. – O médico sorriu. – Então, vocês já querem saber ou vão deixar para surpresa?
— Vamos querer saber. – Abby sorriu. – Nós temos uma amiga que está preparando o chá de bebê e ela está ansiosa.
O médico aplicou o gel na barriga de Abby e começou o exame. Examinando direito ele sorriu.
— Meus parabéns. – O médico mostrou. – Vocês vão ter um menino.
— Um menino. – Spencer sorriu feito bobo. – Um mini-eu.
— Exatamente. – Abby sorriu. – Um mini você.
Ajudando sua esposa a se levantar, Spencer a ajudou ela a limpar o gel de seu abdômen crescente. O médico entregou novas ordens para vitaminas e os dispensou.
Quando chegaram ao estacionamento, Reid girou Abby em seus braços e riu.
Ele não podia ser mais feliz.
Luke correu para cima da nova casa que ele e Garcia dividiam agora. Ela estava tendo problemas de saúde. Ela havia mudado a medicação quatro vezes em um mês. Nada funcionava.
Entregando a água, Luke observou Penelope começando a relaxar. Ele esperava que ao menos isso ficasse no estomago dela. Ele estava assustado, mas nenhum dos médicos disse o que estava errado.
Uma batida incessante na porta o distraiu. Ele não esperava ninguém agora.
Rossi estava de pé nela, parecendo ver um fantasma.
— Rossi? – Luke estranhou. – Qual o problema?
— Lisa fugiu da prisão ontem à noite. – Rossi respondeu. – Os policiais vasculharam por todos os lugares, mas ninguém a encontra.
— Penelope está em perigo? – Luke sabia que sim.
— Todos nós estamos. – Rossi entregou um celular para Luke. – Use isso caso ela bloqueie o sinal. Ele funciona de um jeito inovador e ainda não inventaram um bloqueador para ele.
Quando Luke fechou a porta, ele sentiu medo de novo. Foram quatro meses sem problemas. Emily havia revelado a todos que estava quase no final de uma gestação que ela manteve habilmente em segredo.
Abby estava de quatro meses de gravidez e Penelope, se ele fosse sincero consigo mesmo também estaria esperando um bebê. Ele ouviu um barulho na parte de cima da casa. Quatro passos simultâneos.
E logo depois um grito de Penelope irrompeu pela casa. Lisa estava aqui. E ela estava maluca.
Ele apertou o botão de pânico e rezou para que a equipe ou até mesmo Rossi estivesse por perto. Subindo os degraus, ele viu a janela aberta do quarto e depois viu Lisa apontando a arma para uma Penelope desesperada no chão, de joelhos.
— Apenas o homem que eu procuro. – Lisa riu. – Entre Luke, precisamos conversar.
Ele entrou e fechou a porta atrás dele. Ele não tinha um bom pressentimento sobre isso.
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