Revenge Is Never Sweet
18 First Steps to Glory.
Quando Spencer perguntou a Rossi sobre poder usar a casa de campo por duas semanas, o agente mais velho aceitou na hora. O lugar era grande e podia ser providenciadas mais camas para as crianças.
Luke e Penelope ficaram com um quarto com uma cama grande. O médico havia dado a Luke ok para que ele pudesse finalmente avanças caso fosse o desejo de Garcia.
A casa de campo tinha um anexo privativo e Luke teve alguns planos. Ele encontrou com Rossi enquanto Penelope dormia da longa viagem.
— Ei, Rossi. – Ele falou baixo, apenas para garantia. – Eu queria saber se a casa de campo anexa estará sendo usada em algum tempo?
— Não. – Ele logo sacou. – Você quer usar?
— Você se importa? – Ele torceu para um não. – Eu acho que poderia surpreender Penelope com algo por lá.
— Você quer avançar no relacionamento? – Rossi sorriu. – Eu posso te deixar a usar a casa anexa. Talvez Krystall possa te dar algumas dicas de como fazer.
— Isso seria bom. – Luke passou um cartão. – Eu acho que você poderia encomendar rosas por mim. Quero estar lá quando Pen as receber aqui.
— Farei isso. – Rossi pegou o cartão. – 24 ou 12?
— 24. – Luke disse. – Não importa o valor. Penelope merece tudo que ela deve.
— Se não se impor. – Rossi tirou o próprio cartão. – Eu vou pagar por isso.
— Eu te pagarei. – Luke afirmou. – De verdade.
— Pague fazendo-a muito feliz, Luke. – Rossi o abraçou. – Todos nós desejamos que ela seja feliz.
Quando Luke se foi, Rossi encomendou as rosas. Mais do que isso, ele fez a floricultura mandar flores para cada uma das garotas na casa. Todas mereciam seu próprio mimo.
Quando Penelope acordou, ela foi recebida pelo seu namorado, de vigilância em sua cama.
Ela adorava ver ele ao seu lado e durante a noite, ela não teve pesadelos. Foram quatro dias de liberdade das paredes brancas do hospital.
— Bom-dia, linda. – Luke a beijou. – Como foi sua noite?
— Eu tive um homem maravilhoso ao meu lado. – Ela jogou uma piscada para Luke. – Então acho que dormi bem.
Ele a beijou de novo. Ele estava viciado nos lábios dela. Alguém bateu na porta e Henry apareceu com as flores.
— Alguém mandou para você, Tia Penelope. – Ele entregou o buque. – Não é legal?
— Muito legal. – Penelope o beijou na bochecha. – Então, como você e seu irmão estão?
— Bem melhores, agora que você acordou. – Ele a abraçou. – Eu achei que eu te perder.
— Nunca. – Ela tocou seu nariz. – Agora, como sua mãe está?
— Ela também recebeu flores. – Henry disse. – Acho que foi o tio Dave que mandou. Para todas as mulheres da casa.
— Fico feliz. – Ela olhou com amor para Luke. – Agora vá e se divirta.
— Você vai vir para a piscina? – Ele perguntou. – Acho que todos queremos um tempo com você.
— Estarei lá. – Ela respondeu, pouco antes de Henry sair. – Eu vi esse garotinho nascer.
— Sente vontade? – Luke a puxou para ele. – De ter um menino ou uma menina?
— Sinto. – Ela confessou. – Mas não posso ter se não tentar.
— Sabe a casa anexa? – Luke faria esse plano funcionar. – Rossi me deixou usar ela. Apareça lá. Casualmente vestida e traga seu sorriso.
Seu estomago se agitou com as borboletas se levantando. Ela sabia o que ele queria dizer e ela não estava considerando outras coisas.
A tarde passou voando. Enquanto Penelope estava na piscina com as crianças e brincando com todos, Luke e Krystall, juntamente com Rossi preparavam, secretamente alguns pratos para Luke e Garcia.
Os últimos toques finalmente no lugar e eles suspiraram. A cama foi trocada e espanada, havia velas e música no ar. Seria essa noite, a menos que Penelope estivesse querendo esperar.
Ajeitando o vestido em seu corpo, Garcia finalmente estava pronta. O desejo que ela sentia era apreensão e ela sabia que Luke queria elevar as coisas. E ela também. Era hora.
Entrando na casa anexa, ela se deparou com Luke a pegando pela mão e a levando para dentro de casa.
Ela foi levada para mesa e eles desfrutaram de um jantar, sempre olhando nos olhos um do outro.
— Pare de pensar. – Luke a repreendeu. – Você sabe, eu vou entender se nada acontecer.
— Mas eu quero. – Ela falou, honesta. – Eu preciso disso. Estamos juntos a quase um mês e nunca nem nós tocamos mais intimamente.
Luke largou o garfo e a pegou pela mão, a levando para cama.
— Nunca pense que eu não te quero. – Ele começou com o pescoço. – Porque meu primeiro pensamento quando acordo e ter você e meu último pensamento também é e sempre será você.
— Eu estou pronta. – Ela gemeu. – Eu quero ser sua.
Abrindo o fecho do vestido dela, ele desceu as mangas dela por seus braços, nunca perdendo o contato com seus olhos. Seus braços nus o fizeram gemer. Seu membro completamente duro agora, assim como todas as noites e das ao lado dela.
A primeira parte de seu peito apareceu e ele sorriu. Era maior e mais bonito do que ele imaginou.
Ele tinha vontade de enterrar sua cabeça e brincar naquele decote o dia todo.
— Deus Penelope. – Ele a trouxe ainda mais perto. – Você vai me mostrar suas técnicas de dedilhado agora?
— Se você me deixar ver você. – Ela agarrou a camisa dele. – Talvez eu mostre algumas delas.
Logo Luke estava com seu peito completamente nu. Ela tocou cada um dos lindos pedaços dele.
Ele aproveitou para tirar a parte final do vestido. A colocando de pé, ele deixou o tecido cair aos pés dela. Penelope só poderia ser descrita como Deusa. Seu corpo cheio de curvas perigosas, mais perigosas que as curvas de Santos era o lugar perfeito para se perder.
Ele alcançou por trás de seu sutiã e a chocou que ele simplesmente não o arrancou. Luke era um cavalheiro. Melhor do que todos com quem ela já esteve.
Ele foi cuidadoso tirando sua calcinha e ficou provado que ele não queria apenas sexo com ela.
Ele tirou sua calça e suas cuecas brancas mostravam o que Penelope desejava ver. Ela estava em desvantagem. Alcançando Luke, ela desceu centímetro por centímetro da cueca de Luke, fazendo uma tortura sensual.
Quando finalmente ela chegou ao seu objetivo, seus olhos se iluminaram. Lá, a sua frente, a ereção mais crescente que ela já havia visto e ela adorou.
Luke queria levar isso devagar, mas seus planos mudaram. Totalmente. Penelope agarrou seu membro e o levou a boca. Luke fechou os olhos pela sensação que estava recebendo. Penelope sempre o provocava sobre quão boa ela era com a boca e Deus, ela estava certa.
— Penelope. – Ele alcançou suas mãos e a afastou. – Eu sei que vamos fazer muitas vezes isso, mas na nossa primeira vez, eu quero estar dentro de você.
Fazendo um beicinho fofo e depois sorrindo para ele, Luke entendeu o recado. Ele queria filhos com ela, mas ele iria fazer isso direito. Colocando a camisinha sobre seu pau muito excitado, ele fez um desvio e pegou uma pedra de gelo do balde com champanhe.
Ele iria testar uma teoria. Ele iria tornar essa primeira vez tão deliciosa para ambos. E ela estava ansiosa para isso.
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