Penelope e Luke estavam irradiando amor nesse natal. O segundo com suas filhas e mais um que Penelope estava esperando um bebê.

Era cedo, mas Luke estava pulando telhados. Ele começou a bater fotos de sua esposa no dia seguinte a descoberta da gravidez. Tecnicamente, era segunda porque a primeira foi de gêmeas.

Eles resolveram não descobrir o sexo dos bebês agora. Eles queriam surpresas.

Penelope havia comprado uma fantasia sensual para seu marido, antes de descobrir sobre o bebê e o médico garantiu que ela poderia fazer sexo com Luke.

Depois da ceia com toda a equipe e Ziva e Antonella, Penelope puxou Luke para o quarto, logo que as filhas dormiram em suas camas de princesa. Elas dormiam no mesmo quarto e era decorado do jeito que cada uma quis.

— Eu me pergunto o que a minha esposa sexy preparou. – Luke falou, despretensiosamente. – Sabe que eu fui um bom menino esse ano.

— Oh. Mamãe sabe. – Penelope inclinou seu decote para ele. – Na verdade, eu tenho uma surpresa feliz para você.

Ela vestia um sobretudo vermelho e verde, com botas brancas até o joelho. Era o tipo de começo que Luke gostava.

— Deixe-me ver. – A voz dela o trouxe de volta. – O que você diria se me visse.... Assim?

Abrindo a cinta do casaco, ela revelou a mais sexy fantasia de mamãe noel. Uma meia vermelha estava ligada a uma cinta-liga preta que iria até uma calcinha vermelha, coberta por uma saia pequena.

Luke nunca havia visto algo tão sexy ficar tão bem em uma mulher como Penelope. Saber que ela carregava outro filho, feito em uma ida a cachoeira era ainda mais excitante.

Ele subiu pela barriga dela. Ele nunca havia criticado seu peso. Na verdade, ele a adorava assim. Ele finalmente chegou ao par de seios mais cheio e gostoso que ele já teve em seus lábios. Eles tiveram muitas noites sujas no quarto depois que ela se recuperou.

Uma lata de chantilly e calda de chocolate estava ao lado da cama, fazendo o tom que ela queria.

Então ela ligou o som e a luz ficou pela metade, com o efeito dos pisca piscas brilhando devagar.

Ela havia ressuscitado o ”pote de luz” do hospital para a ocasião. As primeiras notas de ”Pays to Know” tocaram no quarto.

Ela começou a tirar as botas primeiro, sempre sensualizando para Luke. O pobre garoto estava excitado o suficiente nesse ponto e ele não podia falar.

Ela sabia como fazer. Ela era especializada nisso. Pen correu as mãos pelo corpo apenas coberto pelo pequeno conjunto nada casto que ela tinha.

— Oh deus, Penelope. – Luke gemeu, tentando tocar nela. – Pare de provocar e me deixe te tocar.

— Hoje é pelo seu prazer, senhor presidente. – Ela sentou sobre ele. – Eu vou tirar esse presente e depois você pode tocar em mim.

— Eu vou ter a volta. – Ele brincou. – A vingança é uma vadia.

— Oh! – Ela gemeu e riu. – Certo.

Ela virou e liberou o fecho de seu sutiã deixando a peça em seus braços e virou-se com uma sensualidade que Luke adorava.

Ele observou seus seios caírem e ela o deixou tocar por alguns segundos. Ele gemeu, apertou e mordeu.

Se afastando dele, ela passou a mão desde a cabeça até o pé e voltou para a calcinha e começou a descer a peça infame. Luke levantou-se e foi até ela. Ele precisava dela.

— Minha vez, Garcia. – Ele usou seu sobrenome de propósito. – Eu quero mostrar minhas técnicas de dedilhado para você.

Ele a deitou na cama, ternura exalando de seus poros e abaixou a peça e a passou por suas pernas.

Ele se abaixou e tomou o pequeno clitóris de sua esposa em seus lábios e língua.

Ele era bom, muito bom, desde que começaram a dormir juntos.

— Oh Luke! – Ela estava quase no limite. – Dentro de mim! Eu quero você dentro de mim!

— Minha mulher. – Ele enterrou um dedo em sua boceta latejante. – Tão gananciosa, tão necessitada.

— Seu discurso pornô é uma merda, Luke! – Ela gritou quando ele adicionou outro dedo. – Mas seus dedos são mágicos.

Ele retirou os dedos e ela gemeu. Nem vinte segundos depois ele começou a enterrar seu pau nela.

— Oh Filho da Puta! – Ela gritou. – Oh deus, Luke! Novato.

Luke começou a rir. Fazer sexo com Penelope Garcia era aprender um dicionário de palavrões e ele estava bem com isso.

Ele acelerou e o quarto soava feitos animais no cio.

— LUKE! – Ela gritou quando atingiu o clímax. – Oh!

— Deus Penelope Alvez. – Ele beijou seu pescoço. — Você é tão boa nisso.

Ela deitou ao lado dele na cama e sorriu.

— Feliz natal, Luke. – Ela deu um sorriso fofo. – Eu te amo.

— Feliz natal, meu amor. – Ele a beijou. – Eu também te amo.

Eles dormiram abraçados. Luke sabia que tempos melhores chegariam agora.

Seis meses depois...

A gravidez de Garcia, unida com o nascimento de Pauley, filha de Will e JJ foi maravilhosa. Luke adorou cada experiência fantástica. Cada coisa que quando ela engravidou das gêmeas, ela não podia curtir.

Luke ”roubava” fotos de Garcia grávida sempre que conseguia. Ele adorava a sensação do coração do bebê batendo na tela. A equipe amava o jeito que Penelope conseguiu unir família, trabalho e uma gravidez.

Foi em um meio de expediente, enquanto a equipe fazia o briefing de um caso de um homem que matava mulheres grávidas que Penelope sentiu sua bolsa romper.

Luke empurrou Penelope em sua cadeira de rodinhas do escritório até os elevadores, com Reid a tiracolo, pegado a bolsa do bebê no escritório.

Ela começou a rir. Luke a olhou curioso, mas começou a sorrir e rir. Ela estaria acordada dessa vez.

Ele a pegou nos braços e a girou no ar. Eles estavam felizes que quando a enfermeira trouxe a cadeira de rodas para Penelope ir até a sala, ela teve que limpar a garganta.

Luke empurrou Penelope até a sala e a ajudou a subir na mesa de exames.

— Vamos trazer seu bebê para o mundo? – O médico viu o sorriso do jovem casal. – Já tem nomes escolhidos?

— Sim. – Penelope respondeu. – Se for menina, vamos chamar de Haley e se for menino vamos chamar de Stephen.

— Belos nomes. – O médico olhou outra vez. – Bem, é hora de sabermos se é Haley ou Stephen.

— Força meu amor. – Luke beijou sua testa. — Estaré aquí contigo todo el tiempo. Mi amor.

— Adoro quando você fala espanhol comigo. – Ela o olhou tão apaixonada. — Tu as toujours eu mon coeur, mon amour.

— Eu penso a mesma coisa. – Ele beijou seus lábios quando outra contração a atingiu. – E fiz aulas de francês.

— Empurre senhorita Garcia. – O médico pediu. – Agora!

— Ohhh. – Ela empurrou com a mão de Luke na dela. – Eu espero que compense.

— Mais duas. – Luke a beijou. – E nosso pequeno ou pequena estará aqui.

Penelope empurrou e depois de dois empurrões, o bebê estava aqui. Ele era lindo.

— Parabéns. – O médico o passou. – Vocês têm um lindo menino.

— Oh deus. – Penelope chorou de amor. – É um menino.

Luke não podia falar. Ele chorava feito criança. Eles tinham feito um lindo bebê.

— Oi Stephen. – Luke sorriu orgulhos. – Ele é tão lindo, Pen.

— Eu sei. – Ela estendeu os braços e Luke colocou o bebê. – Eu acho que vamos ser felizes com ele.

— Você acha? – Luke sorriu pretensioso. – Eu tenho certeza.

Ele saiu da sala, pronto para comunicar a equipe. Ele olhou para Penelope com o bebê, já mamando em seus seios.

Parando em frente ao time, ele olhou para eles e eles o olharam em expectativa.

— É um menino! – A festa foi geral. – Ele é tão lindo!

— Parabéns Luke. – Rossi o cumprimentou. – Você vai precisar de algum tempo agora.

— Com certeza. – Luke brilhava. – Ei meninas. — Vocês têm um irmão.

— Um menino? – Ziva parecia chateada. – Nós podemos ajudar a cuidar dele?

— Sim. – Antonella pulava de ansiedade. – Ajudar a mamãe.

— Obrigado Spencer. – Ele riu para o amigo. – Vocês vão ter cuidado com o maninho?

— Sim! – As duas pulavam.

Luke sorriu e todos riram. Ele diria a Penelope que tinha a vontade de ter outro filho mais para frente.