Revenge Is Never Sweet
10 All For One.
A SUV do FBI estava a mil por hora na estrada para Manassas. Rossi nem tinha idéia de quantas leis ele quebrou. Tudo o que importava é que ele queria seus amigos.
Emily o seu lado, ainda tentava falar com Luke. Ela sabia que o agente provavelmente quebrou algumas regras e que poderia se meter em problemas, então ela deixou uma mensagem.
JJ pegou a arma e a colocou na mão. Nem em pensamento, Penelope e Spencer iriam se machucar.
Tara sussurrava um mantra de força. Tanto para eles, quanto para seus amigos. Ela esperava que Garcia ficasse bem quando a encontrassem. E que Spencer estivesse em condições de trabalho. A equipe não poderia perder seus dois melhores agentes.
Simmons alcançou o cordão de sua vó em seu pescoço. Ele precisava da força dela agora. Kristy havia mandado uma mensagem, assim como Morgan que queria todas as noticiais depois que os resgatassem.
Eles estavam a dez minutos do lugar e suas respirações ficaram travadas. Eles não estavam a fim de perder seus amigos.
Spencer finalmente deixou o ultimo parafuso no chão e conseguiu remover a fechadura. Ele tinha adrenalina circulando por seu corpo todo. Abrindo a porta, ele viu o corredor que levaria até o quarto de tortura improvisado de Cat.
Ele foi com tanto cuidado até lá, parando quando uma tabua fez barulho e respirou fundo. Droga.
Cat olhou para o corredor e não viu nada quando saiu para olhar. Alarme falso.
Penelope estava caída no chão, com ferimentos piorados, suas costas e ferimentos abertos outra vez. Sua respiração era difícil pelas contusões nas costelas.
Spencer entrou na sala depois que Cat e seus capangas saíram. Ele estava escondido dois quartos depois. Ele olhou para Penelope no chão, mas não se atreveu a mexer nela.
Ele podia jurar que uma costela dela perfurou o pulmão e por isso a dificuldade em respirar.
Sua fúria aumentou. Ele iria se vingar de Cat. Então, de repente algo chamou sua atenção. Ele tinha certeza que as coisas iriam piorar e talvez melhorar do mesmo jeito.
Luke e seu amigo, pegaram duas flashbangs cada e foram direto para a casa. A arma na mão de Luke era a que Matt deu a ele.
— Parado! – Um dos capangas gritou. – Não dê mais um passo ou eu...
Ele não teve de completar. Luke deu dois tiros e o homem caiu. Ele estava furioso, sem paciência e com vontade de sangue. Seu amigo estava boquiaberto. Luke parecia um vingador, atirando a esmo para todos os que ele achava que eram culpados.
E ele era bom nisso.
Quando ele atingiu o segundo homem, Luke pegou uma das granadas de luz e preparou. Retirando o pino, Luke a fez rolar.
Ela explodiu em barulho e luz dentro da casa. Quatro tiros passaram raspando e ele respirou fundo. Que sorte.
Ele revidou nos três homens, dando a Edgar a oportunidade de matar um deles.
Os dois sorriram e começaram a se proteger. Eles precisavam chegar ao porão visível.
Luke se protegeu atrás de uma parede antes de perceber que a fechadura estava quebrada. Descendo metade das escadas, ele viu sangue na parede ao lado e correntes penduras. Nem sinal de Reid ou de Garcia.
Se ele pensasse faltava também....
— Agente Alvez. – Cat estava mirando para ele dá outra escada. – Vejo que desobedeceu a ordens diretas.
— E eu vejo que você é ainda uma vadia! – Ele mirou de volta a ela. – Penelope E Spencer. Onde eles estão?
— Penelope? – Cat disse em tom de deboche. – Ela provavelmente está morta. E Spencer deve estar protegendo ela. Foram quatro dias assim. Aquele instinto de irmão dele me irrita sempre.
— Você sabe que ele sempre vai proteger ela. – Luke sinalizou para Edgar. – Tente ser mais humana.
— Como Meadows? – Cat tinha raiva na voz. – Aquela ingrata sumiu na outra noite. Acho que ela teve uma crise de identidade. Não acho que ela tenha se arrependido.
— Solte a arma, Cat! – Luke gritou. – Ou eu vu atirar em você!
Aconteceu tão rápido que Luke teve que se proteger. Spencer veio por trás de Cat e a jogou escada a baixo. Ele estava em fúria e Luke ficou assustado.
— Spencer, não! – Luke o afastou. – Não manche sua carreira por causa dela.
— Penelope. – Reid o olhou. – Ela não está bem. Você precisa ajudar ela, Luke.
Edgar algemou Cat, caída e com dor. Ela não conseguiu acabar com Spencer, mas talvez ela tenha acabado com Penelope.
Correndo atrás de Spencer, Luke entrou no quarto. Penelope parecia estar com muita dificuldade em respirar ou mesmo manter os olhos abertos.
Luke ficou em cima dela, tentando desesperadamente manter Penelope acordada.
— Não durma, P. – Luke implorou. – Eu tenho tanto para falar.
Penelope achava que Luke era um sonho doce. Ela viu uma mão envolta em tecido branco a puxando para cima.
Quando ela perdeu a batalha e Luke viu seus olhos fecharem e ela parar de respirar, Luke gritou e desceu com raiva.
Um capanga de Cat apareceu e Luke sentiu sua raiva subir. Ele jogou o homem no chão e começou a espancar.
— Alvez! – Rossi o puxou para fora do homem. – Deixe-o em paz.
— Ele matou Garcia. – Luke voltou para o homem no chão. – Ele merece isso tudo.
— Oh, Deus! – JJ correu para cima com Matt. – Garcie.
— Eu preciso dos paramédicos! – Reid gritou. – Ela está respirando fraco. Eu consegui trazer ela de volta.
Simmons assumiu o lugar de Spencer, cansado. Ele não podia parar agora. Ela não podia desistir deles.
Luke sentiu sua raiva cair depois de Rossi e Emily o segurarem. Ele sentiu que deveria estar com Penelope.
Uma ambulância parou do lado de fora e nessa hora, Luke correu para cima.
Simmons fazendo massagem cardíaca em Penelope significava que ele a perdeu duas vezes agora.
Os paramédicos empurraram todos para fora do caminho, não perdendo tempo em entubar Penelope. Uma IV foi começada, ela foi apoiada na maca e um monitor cardíaco instalado.
As linhas planas soavam como tortura em Luke.
— Carregue para 300. – O médico preparou. – Afastar.
Três choques. As linhas voltaram ao normal e Luke soltou o ar e as lágrimas caíram juntas.
Reid foi levada para uma maca adicional. Seu corte parecia ruim o suficiente para uma tomografia. Ele não estava interessado nele.
Quando Penelope foi levada para baixo, os olhos da equipe vacilaram. A técnica geralmente borbulhante estava em um estado deplorável e tudo o que Rossi queria era bater em algo.
Cat foi erguida por Emily com força. A chefe da equipe parecia com vontade atirar em Cat com muita vontade. Reid estava ferido, mas em bom estado, mas ver Penelope em estado grave, fez seu sangue ferver.
As mãos manchadas de Luke, com o sangue do homem que ele espancara não importavam para ele. Eles não permitiram a Luke ir na ambulância. Reid foi com ela, no entanto.
O agente mais novo parecia assustado. Marcas de todas as cores estavam ela e uma manta de algodão foi colocada nas costas dela. Se Luke soubesse tudo o que ela passou, provavelmente Cat seria morta pelo agente.
Ela com certeza pegaria pena de morte agora.
Lindsey e Meadows havia conseguido fugir. E seu coração doía em saber que sua mãe deveria ficar ainda mais tempo em custódia. Voltando para agora, ele pegou a mão de Penelope sentiu como ela estava fria.
O tempo parecia devagar e quando ele percebeu, um helicóptero os esperava. A necessidade um foi o que tornou tudo real e Spencer se inclinou para um lado e vomitou.
— Agente Reid! – A paramédica correu até ele. – O senhor está bem?
— Eu só sofri a realidade. – Ele respondeu. – Como ela está?
— Não é bom. – Ela olhou para os colegas ajeitando. – Devemos estar no hospital em quinze minutos. Vamos.
Reid embarcou e o helicóptero começou a subir. Ele só esperava que Penelope ficasse bem.
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