Restless Hearts

3 Uma longa noite pela frente


Notas iniciais
Yaay! Oi, lindezas!!! LEIAM as NOTAS FINAIS, por favor! Recadinhos lá, ok? Boa leitura!!

[POV Felicity Smoak]

Só podia ser brincadeira. Minha mãe inventou de chamar alguns amigos para o almoço para me conhecer. Para minha surpresa Oliver Queen estava entre os convidados. Meu dia se resumia a encontrar esse cara, pelo amor de Deus! A mãe dele, Moira, é amiga da minha mãe, e sua irmã, Thea, eu já havia conhecido em uma das vezes que vim visitar minha família e Beth. Esse almoço tinha tudo para ser um tremendo fracasso, mas eu resolvi me comportar. Não iria discutir com o louco na frente de minha família. Ele parecia pensar a mesma coisa, já que manteve a postura e não tentou me provocar.

Os assuntos abordados nas conversas foram os mais variados. Conversei com Laurel, minha irmã e advogada, sobre o contrato do apartamento e ela me disse que está tudo dentro das condições legais, o que com certeza me deixou animada. Conversei com minha mãe e Quentim, meus pais (chamava Quentim de pai, porque ele fora o único pai que eu tive a vida toda. O meu pai biológico simplesmente me abandonou.), sobre o porquê eu morar em um apartamento e não na casa deles. Tive que insistir bastante e de forma educada para que eles não ficassem chateados. Expliquei que havia me acostumado a morar sozinha, mas que isso não significava que não os veria sempre. Conversei com Sara sobre minha vontade de entrar para uma academia e imagine a minha surpresa ao descobrir que Oliver Queen era o sócio de Tommy na Extreme Power e que Sara dava aulas lá. Ela insistiu que, já que treinaria lá, fizesse aulas de defesa pessoal com ela. Houve uma pequena discussão entre Diggle, Quentim e eu, sobre o meu trabalho. Eles queriam que eu encontrasse um trabalho em um ramo diferente. Não gostavam que eu me arriscasse. Moira, por sua vez, pegou a deixa e disse que uma garota linda e inteligente como eu, poderia encontrar um bom emprego. "Não acha, Oliver?". Não satisfeita em me elogiar, ela ainda se ofereceu para me ajudar a encontrar uma vaga em uma boa empresa. Nessa hora ela lançou à Thea um olhar sugestivo, e a mesma piscou e sorriu. E por falar em Thea, conversamos muito. Havíamos nos encontrado apenas uma vez antes, mas parecia que éramos amigas há muito tempo. Eu me sentia à vontade com ela e ela comigo ao que parecia. Conversamos muito, sobre muitas coisas. Ela era o mais perto de uma amiga que eu tinha no momento.

Depois do almoço, Quentim e Diggle foram à SCPD, Oliver foi embora e eu nem ao menos vi em que momento, Moira e minha mãe ficaram na sala entretidas com uma conversa animada, enquanto Thea, Sara, Laurel e eu nos sentamos na grama no jardim dos fundos.

— Então, Lis, pretende ficar em Starling City né? – Laurel perguntou enquanto se deitava e apoiava a cabeça nas coxas de Sara, que por sua vez passou a mão pelo cabelo da irmã e olhou para mim.

— Vai ficar mesmo?

— Vou. Preciso ficar perto da minha família.

— Sua família vem com um brinde, você sabe né? – Disse Thea enquanto deitava a cabeça em meu colo. Todas rimos. Passei a mão por seus cabelos, espelhando o gesto entre Sara e Laurel.

— Pelo menos o brinde é bonitinho.

Após alguns minutos de conversa, Thea se ajeitou melhor, mas manteve a cabeça em meu colo, eu passava os dedos por seus cabelos, brincando com os fios.

— Eu tive uma ideia. – disse Thea ao me olhar – Eu acho que devemos festejar a sua chegada.

— Opa, eu acho que sei exatamente onde devemos ir. – Comentou Laurel. As três se olharam.

— Verdant! – Falaram juntas e riram.

— Ok, o que?

— Verdant. É a melhor boate da cidade, modéstia a parte.

—A boate é dos irmãos Queen. – explicou Sara.

— Uau. Os Queen estão dominando Starling. Preciso dar um jeito nisso.

Ao fim da tarde, havíamos combinado que na noite seguinte iriamos à Verdant. E na segunda-feira eu deveria visitar Thea na Queen Consolidated, ela disse que falaríamos de trabalho.

[...]

Sábado 7:00 a.m. e eu não consigo dormir mais. Queria dormir até mais tarde pelo menos um dia, mas já estava acostumada a dormir pouco. Me levantei e tomei um banho demorado. Vesti uma saia preta que ia até os joelhos e uma camisa rosa de mangas curtas, calcei meus saltos e prendi os cabelos em um rabo de cavalo. Guardei todas as minhas coisas e desci com a minha mala. Iria ficar na casa de meus pais enquanto preparava minha mudança para o apartamento. Fechei minha estadia no hotel e paguei as diárias, em seguida tomei um táxi e fui para a casa de meus pais. Deixei a mala em um canto na sala e fui até a sala de jantar, onde minha família tomava café da manhã.

— Bom dia família!

— Bom dia, bebê!

Me sentei com eles, mas tomei apenas café. Subi para o quarto de hóspedes que eu ocupava quando vinha e deixei a mala em um canto.

Peguei meu tablet, meu celular e minha carteira e coloquei dentro da pasta executiva com os documentos que já estavam ali.

Tomei um táxi até o centro comercial novamente e me dirigi ao prédio em que meu apartamento ficava. Eu já sentia que aquele era meu apartamento mesmo antes de fechar negócio. Conversei com o proprietário mais uma vez e assim que assinamos o contrato, ele me entregou as chaves. Destranquei a porta e entrei, fechando a porta ao passar. Peguei meu tablet dentro da bolsa e coloquei a mesma no chão. Caminhei por todo o apartamento com meu tablet na mão, fazendo algumas anotações no bloco de notas. Voltei para o que seria a minha sala de estar e peguei a minha bolsa, saí e tranquei a porta. Fui até Extreme Power. Iria me matricular naquela academia. Não me importava com o que Oliver Queen pensava. Alias, estar ali era também uma oportunidade de tirar ele do sério. Assim que entrei, vi Tommy no balcão.

— Bom dia, Tommy.- ele ergueu a cabeça e sorriu, se levantando da cadeira em seguida.

— Oi. Veio fazer a matrícula? – fiz que sim e seu sorriso se alargou – Que legal! Bom, você trouxe a ficha preenchida?

— Trouxe sim. – abri a pasta e peguei a ficha que ele tinha me dado e entreguei para ele. – Já queria acertar o valor do primeiro mês também.

— Não, não. Não tem necessidade. Pode começar a pagar a partir do próximo mês. Considere cortesia da casa.

— Obrigada, Tommy, mas eu prefiro deixar pago.

— Besteira! Estou te dando um mês grátis e, além disso, você tem desconto. Sara me contou que é irmã dela.

— Bom, nesse caso, eu agradeço.

Tive sorte de não encontrar Oliver ali. Saí dali e fui para um café que ficava perto dali. Me acomodei numa mesa afasta, ao canto do espaço, com meu tablet sobre a mesa e um copo grande de cappuccino na minha frente. Passei a pesquisar as informações públicas do assassinato de Beth. Não eram muitas, eram apenas conclusões precipitadas de jornalistas que precisavam de uma matéria. Tomei meu cappuccino tranquilamente enquanto lia todas as reportagens que encontrei sobre Beth em si e sobre os crimes na mesma região naquele dia. Fazia algumas anotações em um pequeno caderno que levara comigo.

Guardei todas as minhas coisas na pasta e comprei um copo pequeno de café puro. Fui para casa e me tranquei no quarto.

Tirei os saltos e troquei de roupa, colocando um short de pijama e uma regata. Me acomodei na cama, me sentando com as pernas cruzadas. Sobre a cama estavam meu notebook, meu tablet, o pequeno caderno de anotações, uma caneta e a pasta de arquivos sobre o caso Elizabeth Smith.

Abri no tablet as mesmas reportagens que li mais cedo; Abri o caderno na página em que tinha feito anotações; Deixei o notebook ligado pronto para mais pesquisa; Por fim abri a pasta de arquivos.

Elizabeth Smith

Mulher, 25 anos; 1,70m; 60 kg; Cabelos e olhos castanhos;

[...]

Encontrada em sua casa, com escoriações e hematomas cobertos com um tipo de resina e cosméticos. Encontrada em sua sala de estar, onde foram encontrados sinais de combate corporal interpretado como resistência da vítima. Vítima em posição não natural de morte, posicionada como um objetivo decorativo.

A forma como fora escrita essa parte do relatório, me fez revirar os olhos. Mas o que veio a seguir fez meu estômago reclamar. Havia uma foto da cena do crime, do corpo de Beth mais especificamente da maneira como foi encontrado. Estava presa à uma espécie de suporte de ferro (parecia arame) que a mantinha na posição. Sobre o sofá, com os tornozelos cruzados, as mãos sobre o encosto e a cabeça levemente inclinada. Sua pele estava extremamente branca. Seus olhos fechados. Sua boca pintada em vermelho sangue. Vestida de um vestido inteiramente branco e muito largo para seu corpo. Parecia muito com uma boneca de porcelana.

Li o restante dos arquivos com raiva. Logo digitava furiosamente no notebook atrás de informações sobre aspectos específicos que encontrei nos relatórios.

Cheguei a um nome: Barton Mathis.

Depois de encontrar esse nome, peguei meu celular e disquei para Diggle.

Diggle.

— Sou eu. – o ouvi começar a falar meu nome, mas o interrompi. – Quero as informações sobre Barton Mathis. Me passa o arquivo dele.

Como você sabe sobre Mathis?— ele suspirou.

— Quero o arquivo, John.

Sabe que eu não posso passar pra você. Seria quebra de protocolo, quebra de sigilo. Não dá, loira.

Encerrei a chamada, sentindo uma raiva absurda. Não podia passar o arquivo? Ok. Seria obrigada a fazer o que eu faço de melhor: Hackear. Se digitasse agora quebraria meu notebook com as pancadas. Desliguei meu notebook e o tablet e guardei tudo de novo dentro da pasta. Peguei o celular e vi que passavam das 8:00 p.m. Tinha combinado com as meninas às 10:00 p.m. Tinha que me arrumar. Tomei um banho, deixando a água quente relaxar meus músculos tensos. Sequei os cabelos e os ajeitei em ondas que caíam sobre meus ombros. Fiz uma maquiagem preta esfumada nos olhos e um batom vermelho mate nos lábios. Vesti um vestido preto de alças grossas e um decote generoso. O vestido era justo nos seios, então o usei sem sutiã. Da cintura para baixo ele era mais soltinho, garantindo um leve balanço. Era curto, ia apenas até a metade das coxas. Mesmo sendo mais soltinho na parte de baixo, vesti uma calcinha preta de renda bem pequena para que não marcasse no tecido do vestido. Calcei scarpins preto e deixei uma pequena bolsa pendurada pela alça em meu ombro. A bolsa continha apenas meu documento, meu cartão do banco, um pouco de dinheiro e o meu celular.

Me olhei no espelho e gostei do resultado. Eu estava bonita. Mas com a expressão fechada, dura. Precisava me esforçar para colocar um sorriso no rosto e me permitir aproveitar a companhia das minhas meninas.

Ouvi batidas suaves na porta e me dirigi até a mesma.

— Ei, não estou atrasada dessa vez. – Disse assim que abri a porta e vi minhas irmãs ali paradas.

Dei uma boa olhada nas minhas irmãs enquanto caminhávamos até o carro de Laurel. Laurel estava com um vestido tomara que caia roxo, justo, que ia até acima dos joelhos, sua sandália era da cor do vestido. Estava linda, com os cabelos soltos sobre um ombro só. Sara por sua vez, estava com um vestido vermelho, de alças largas, decote fechado e uma fenda em uma das coxas, seu vestido ia até acima dos joelhos também. Seus cabelos presos em um coque bagunçado davam suavidade ao look vermelho fatal que ela usava.

Chegamos à Verdant e não enfrentamos fila. Fomos diretamente para a entrada onde minhas irmãs cumprimentaram o segurança que nos deixou entrar. Acho que eram as vantagens de ser amigas de uma das donas desse lugar. Assim que entramos, nos direcionamos para o bar, para encontrar Thea. Em falar nela, ela estava linda. Seu vestido era muito parecido com o meu, mas não era todo preto como o meu. O que diferenciava seu vestido eram os detalhes em verde.

— Meninas! – The a deu a volta no balcão e nos abraçou uma a uma. – Prontas para a diversão?

[...]

Alguém tinha que explicar para as minhas meninas o significado da palavra LIMITE! Estávamos na Verdant há pouco mais de uma hora e elas já estavam alteradas. Muito alteradas. Mas, ainda assim, devo confessar que estava me divertindo.

Estávamos as quatro bem no centro da pista de dança quando Roy, namorado de Thea, trouxe uma bandeja com quatro doses de tequila.

Pronto. Agora ferrou-se! Tequila, meu povo, tequila! Tenho um fraco por tequila o que significa que tenho que começar a me policiar a partir de agora. “Ah, tá!”

— Para cima, para abajo, para el centro, para dentro. – Sara guiou a infeliz brincadeira e nós quatro viramos as respectivas doses de tequila.

Voltamos a dançar. Deixei meu corpo balançar ao ritmo da música. Observava as meninas dançar. Logo Roy se juntou à Thea, dançando abraçado a ela. Um rapaz moreno chamou Laurel para dançar e ela sorriu, lançando um beijo para nós. Não demorou para que Sara encontrasse um amigo e engatar uma conversa com ele.

— Vou ao banheiro. – falei perto do ouvido de minha irmã antes de ir até o banheiro.

Ao invés de ir ao banheiro, eu me dirigi para a área de fumantes, apenas para sentir o vento em meu rosto. Me encostei na parede e olhei para frente. Oliver estava encostado na parede da frente, a poucos metros de mim. Revirei os olhos e cruzei os braços, olhando para o lado afim de evitar até mesmo contato visual com o brutamonte.

— Estou começando a achar que está me seguindo mesmo. – Bufei e olhei em sua direção. Ele havia de desencostado da parede e se aproximava de mim. – Se metendo no meu trabalho, treinando na minha academia, amiguinha da minha irmã, vindo à minha boate.

— Nem tudo é sobre você, Queen. – agora ele estava bem à minha frente. Eu queria ignorar o fato de que ele estava lindo. Mas isso era difícil. Ali estava ele, bem à minha frente, ao alcance do meu toque, vestindo calça jeans, camisa preta com as mangas dobradas até os cotovelos e sapatos também pretos.

— Ok. Eu admito que começamos com o pé esquerdo. Talvez seja útil para nós dois trabalharmos juntos. – ele deu mais um passo em minha direção, me fazendo ter que olhar um pouco pra cima para conseguir encará-lo. – Até porque, Diggle não quer nos dizer o nome do principal suspeito.

— E ele não precisa. – descruzei os braços. Oliver não seria tão bonzinho assim comigo. Ele queria me passar para trás ou me provocar, não sei qual era sua verdadeira intenção.

— Como assim? – franzia o cenho. Encostei um dedo em seu peitoral com um sorriso de canto.

— Eu sei o nome. – tirei o dedo de seu peitoral e dei dois passos para o lado, com a intenção de me desviar dele. Mas no instante seguinte eu estava sendo empurrada contra a parede com certa brusquidão. Oliver manteve uma mão em minha cintura, me mantendo encostada na parede, enquanto sua outra mão estava na altura de meu ombro.

— Eu quero o nome. – ele deslizou a mão por meu ombro até tocar meu pescoço com o polegar. – Quem é ele, Felicity?

Abri a boca para responder, mas ouvi uma discussão abafada do outro lado da área de fumantes. Arregalei levemente os olhos ao distinguir um nome e a seguinte frase: “A última foi encomendada”. Olhei para o lado e o que vi foram dois jovens.

— Felicity? – Oliver usou seu polegar para me fazer olhar para ele novamente.

— Depois. – falei baixo e espalmei as mãos em seu peito para afastá-lo. – Acho que temos uma pista bem aqui. – indiquei com a cabeça os jovens que discutiam e ele fez menção de ir até eles. O segurei para o braço. – Hey. – Quando ele olhou para mim, eu maneei a cabeça em negativa. Me afastei dele devagar e fui em direção aos dois homens. Eram jovens, ambos morenos, altos e bonitos. Era um desperdício que essas criaturas estivessem com o nome de um suspeito de assassinato em pauta. Fingi tropeçar e esbarrei no Moreno 1, mas foi o Moreno 2 que me segurou, sustentando meu peso em seu braço.

— Nossa, me desculpe. Eu tropecei. Esses saltos viu. – comecei a enrolar.

— Calma, princesa! Está tudo bem. – Falou o Moreno 1. Fiz um breve gesto para que Oliver se aproximasse. Torcendo para que ele tivesse entendido o que eu planejava.

— Acho que fiquei tonta. – balancei levemente a cabeça e fingi perder a força nas pernas, o Moreno 2, me abraçou apertado. Foi nessa hora que Oliver entrou em cena.

— Hey, tira as mãos dela.

— Calma aí, parceiro. A moça está se divertindo aqui. – Moreno 1 se colocou de frente para Oliver, erguendo as mãos.

— Ela não parece estar se divertindo.

— Mas você não tem nada a ver com isso.

Enquanto Moreno 1 e Oliver entravam em uma discussão ridícula, sem pé nem cabeça, Moreno 2 começou a me puxar para fora da área de fumantes, pela saída dos fundos da boate. Deixei que ele me arrastasse, fingindo estar bêbada. Chegamos a um beco escuro aos fundos da Verdant. Ele me empurrou contra uma parede com muito mais força que o necessário, em seguida levou as mãos à barra do meu vestido, passando as mãos pelas minhas coxas. Firmei meus pés no chão e quando fui inverter nossas posições afim de enfrenta-lo, ele foi puxado para trás. Oliver. Ele desferiu um soco que quebrou o nariz do Moreno 2 e em seguida o empurrou contra a parede. Uma de suas mãos apertando o pescoço do cara. Me aproximei, ajeitando a barra do meu vestido.

— Vai colaborar? Ou o brutamonte aqui vai ter que pedir com jeitinho? – perguntei com a voz mais doce que consegui, enquanto encarava Moreno 2 .

Evitei olhar na direção de Oliver para que não perdesse o foco. Moreno 2 apenas assentiu, desajeitado devido ao aperto de Oliver.

— Muito bem. Onde encontro Bathis e quem encomendou a última?

— Eu... Não.. Posso. – Balbuciou, mal conseguindo manter o folego.

— Então acho que temos uma longa noite pela frente. –Anunciei, me aproximando um pouco mais e arriscando um olhar para Oliver, que por sua vez abriu um pequeno sorriso de canto, malicioso, ao olhar para mim. Seu sorriso só se fechou ao voltar a encarar o Moreno 2.

Notas finais
E aí?? O que estão achando da fic?? Preciso dar alguns recadinhos e fazer umas perguntinhas pra vocês, ok? Primeiro, Restless Hearts terá um dia fixo de postagem: sexta-feira. Isso não me impede de postar dois (ou mais) capítulos na semana, caso eu tenha tempo de organizar certinho. Mas se isso não acontecer, pelo menos na sexta vai ter capítulo novo! Perguntinhas: º Vocês usam twitter? Se sim, deixem nos comentários, por favor! Lembrei que tenho twitter e vou usa-lo para ficar por dentro do que acontece com minhas lindezas e vou postando alguma coisinha das fics lá também. º Estava pensando em criar um tumblr ou um pequeno blog para falar não só sobre a fic, mas também sobre séries. O que vocês acham? Alguém se interessaria sobre o projeto? Alguém quer participar? Enfim, opiniões por favor!! º Vocês que acompanham Restless Hearts e Always, talvez eu faça o seguinte: Com Always às quartas e Restless Hearts às sextas, talvez eu possa começar a postar one-shots como bônus na semana. Vocês gostariam disso? º Comentários, críticas, sugestões?? Falem comigo, por favor! Estou carente! u.u tsc tsc ACHO que é só isso, se eu esqueci alguma coisa, depois eu pergunto kkkk Nos vemos nos comentários!! X, Lola