Notas iniciais
Yaaaaaay! Lindezas, LEIAM as NOTAS FINAIS, please!! Boa leitura!

[POV Oliver Queen]

Essa garota vai me tirar do sério a qualquer momento. Passei a sexta-feira toda esbarrando com ela. Não importava aonde eu ia, ela estava lá. Mas o ápice desses encontros foi descobrir que nossas mães são amigas e que minha irmã vai ser “chiclete” com ela. O que essa garota tem? Pelo amor de Deus! Me segurei para não provocá-la na casa dos Lance, afinal, eram a família dela. Não precisava de uma cena. Deixei para depois, uma hora ou outra iríamos nos encontrar e aí poderia provoca-la o quanto eu quisesse!

O sábado passou rápido demais. Gastei minha manhã toda em aulas na academia e em seguida tive meu treino. Tommy inventou de inscrever a academia em um torneio chamado “Inter Gym”, no qual várias academias competiam, em diversas modalidades que iam de powerlifting a lutas. E eu ia me foder nessa porra porque Thomas Merlyn é o pior amigo do mundo e me colocou em quase todas as modalidades dessa merda. Foda-se!

Depois do meu treino à tarde eu passei o resto do dia revirando os arquivos que conseguira com Diggle. Aqueles relatórios eram ridículos. Era obvio que estavam escondendo alguma coisa de mim. Aposto que aquela loirinha enxerida deve ter seus privilégios. Filha do Capitão. Amiga de Diggle. Teria que arrancar a informação dela então.

Cerca de 9:15 p.m. saía do banho quando ouvi meu celular tocar. Era Thea.

— Speedy

Oi Ollie. O que vai fazer hoje?

— Verdant. Por que?

Nada. Eu só... Nada. Queria mesmo que você viesse aqui hoje.

— Speedy?

Ai, não é nada urgente, aqui eu te falo. Beijo.

Pude perceber que minha irmã estava ansiosa por algum motivo. Teria que esperar para descobrir.

[...]

Sábado era o melhor dia para a Verdant, estava sempre lotado. Nos demais dias, tinha um bom movimento, mas nada comparado ao sábado.

Assim que cheguei fui falar com Thea.

— Nossa! Não tinha um vestido mais curto não? – Sorri ao vê-la fazer uma careta.

— Muito engraçadinho, Ollie.

— Então, vai desembuchar ou vou ter que fingir que você não está ansiosa? – ela abriu um largo sorriso.

— Felicity vem pra cá hoje. – revirei os olhos. – Hey, não faça essa cara. Eu vi bem você comer a menina com os olhos.

— Eu? Claro que não.

— Ah, não vem com essa, Ollie. Eu conheço meu irmão, e você estava despindo a garota com o olhar.

— Cala a boca, Speedy. – ri e ela fez o mesmo. Fui até o bar e peguei uma dose de Wisky.

Com meu copo na mão, me virei e encostei no balcão. Erguia o copo em direção à minha boca, mas o parei no meio do caminho. Ela chegara. Ela estava linda! Seu vestido preto contrastando com sua pele clara. Poderia facilmente marcar essa pele. Suas pernas a mostra, ainda mais deliciosas por causa dos saltos. Poderia rasgar esse vestido e deixa-la apenas com os sapatos. Sinto uma breve dor em meu membro e sinto a calça ficar apertada. Balanço a cabeça e viro a dose de wisky, deixando o copo sobre o balcão a seguir. Ar. Precisava de ar. Andei apressadamente para a área de fumantes e me encostei na parede. O que essa garota tem afinal? Ela mexe com todo mundo, por que não mexeria comigo não é mesmo? A diferença é que ela cativava as outras pessoas, ganhava a simpatia delas. Em mim, o efeito era diferente: eu me sentia atraído por ela, sentia vontade de provoca-la. Não. Não vou me deixar levar. Tão logo a decisão foi formada a vi ir por água abaixo, porque lá estava ela, a poucos passos de mim, encostada na parede oposta.

Nossa pequena discussão era para ser inocente. Mas isso mudou no momento em que ela disse que tinha o nome. O nome. A empurrei contra a parede com certa brusquidão e corri olhar por seu rosto, observando sua boca entreaberta. Poderia tirar minhas mãos dela, espalmar as mesmas na parede, ela ficaria presa entre meus braços de qualquer forma, mas mantive minhas mãos em seu corpo, saboreando a sensação mesmo que por alguns instantes. Mas logo ela me apontou os homens ao lado. A princípio achei que ela queria que eu fosse interroga-los, mas depois percebi o que planejava. Não precisávamos dos dois. Apenas de um deles. Seria um trabalho mais limpo, por assim dizer. Distraí um deles enquanto ela se deixou ser levada pelo segundo. Senti raiva ao ver a forma como o imbecil a segurava. Se ela realmente fosse uma bêbada indefesa, ele se aproveitaria dela. A raiva me dominou e eu não perdi mais tempo, empurrei o primeiro cara contra a parede e desferi uma pancada com a lateral da mão aberta em seu pescoço, o nocauteando. Puxei seu corpo até a cadeira mais próxima e o deixei ali, como um bêbado. Disparei para fora, pelos fundos, e segui para o beco que havia próximo à saída. Aquele imbecil poderia ser pelo menos criativo. O beco mais próximo? Que previsível!

Cheguei no exato momento em que Felicity posicionava o pé para tira-lo de perto dela, me adiantei e o puxei antes de desferir o primeiro soco, que quebraria seu nariz. Logo ele estava contra a parede, com minha mão em seu pescoço em um aperto brutal.

— Vai colaborar? Ou o brutamonte aqui vai ter que pedir com jeitinho? – a voz de Felicity fez com que eu fechasse os olhos por um instante. Voltei encarar o imbecil. Foco, Oliver, foco! O imbecil assentiu com dificuldade graças ao meu aperto. — Muito bem. Onde encontro Bathis e quem encomendou a última?

— Eu... Não.. Posso. – Balbuciou, mal conseguindo manter o folego.

— Então acho que temos uma longa noite pela frente. – Olhei para a loira ao ouvi-la, abrindo um sorriso malicioso no canto dos lábios. Senti o cara tentar se mexer e voltei a olhar para ele, fechando a expressão novamente.

[...]

Devo admitir que Felicity Smoak me surpreendeu. Ela interrogava o cara enquanto eu ficava encarregado de forçar suas respostas. Algumas vezes ela se afastava, virando de costas para não ver o que eu fazia com o cara. Mas em geral ela aguentou bem. Bem demais. No final das contas acho que trabalharíamos bem juntos. Antes de dispensar o cara, Felicity pegou a carteira de identidade ameaçando a acabar com ele se ele abrisse a boca. Achei engraçada a colocação das palavras já que ele provavelmente estaria na mira de peixe maior por causa das informações que nos concedeu. No geral as informações eram vagas, mas nos davam alguma diretriz para começar a procurar. Não apenas o assassino de Beth, como o mandante de outros crimes. Haveria um encontro onde supostamente o mandante estaria. Quarta-feira, 11 p.m., Hell Night Club. Clube de Stripers. E eu iria acompanhado por Felicity Smoak.

Voltamos para dentro da Verdant e, depois de passar no banheiro para lavar as mãos, nos direcionamos para o bar. Ela apoiou uma das mãos em meu ombro enquanto subia no banco em frente ao balcão. Me sentei ao seu lado.

— Lis! Achei que tivesse sumid...- Thea parou e olhou para mim, erguendo uma sobrancelha. – Ah, Ollie.

— Hey, não é nada disso que está pens...- Felicity começou a se explicar e eu interrompi:

— Tequila. – Sorri de lado e Thea virou os olhos.

[...]

Felicity tentou me evitar o rosto da noite, mas mesmo sem pensar, eu sabia onde ela estava e sempre arrumava um jeito de esbarrar nela, derrubar um pouco de bebida nela ou simplesmente assustá-la. Estava me divertindo às custas dela. Definitivamente tirar a loirinha do sério era minha melhor diversão. De certa forma, Thea estava me ajudando. Ela me empurrava para cima da loira e a loira para cima de mim, com insinuações nem um pouco discretas. Esse era o motivo da ansiedade de minha irmã: Ela queria juntar Felicity e eu.

Uma morena com um vestido curto demais, chegou em mim, já passando os braços por meu pescoço.

— Saudade de você, Oliver. – Falou em meu ouvido. Sabia meu nome, eu já havia fodido ela então, mas nem ao menos me lembrava. Coloquei as mãos em seus braços para afasta-la de mim. Por cima de seus ombros pude ver Felicity colocar a mão na testa enquanto encarava o chão. Olhei para os lados a procura de Thea, Laurel ou Sara. Ninguém. Afastei a morena e ia começar a andar em direção a loira quando um cara a abraçou pela cintura e a beijou. Parei no lugar, apenas observando a cena atento. A loira ergueu os braços e levou as mãos ao peito do rapaz. Fechei as mãos em punho, ponderando tirá-la dali. Estava bêbada e ele se aproveitaria dela. O que veio a seguir foi Felicity empurrá-lo, sem jeito. Ele apertou o abraço enquanto ela virava o rosto e tentava em vão afasta-lo. Fui até eles a passos largos e apertei a mão no braço do cara, o puxando com brusquidão e o afastando da loira.

— Hey, cai fora. – Tentou enlaçar a cintura de Felicity mais uma vez, mas cambaleou se afastando dois passos quando eu o empurrei. – Ela está se divertindo.

Olhei para Felicity e a segurei pelo braço.

— É, já ouvi isso hoje. – comentei com ironia enquanto a puxava para longe da figura. Ela tropeçou em seus saltos e tombou o corpo para trás, esbarrando no meu. A segurei e a endireitei. Apoiei uma mão em sua cintura e a outra em seu braço enquanto a levava para fora da Verdant.

— Devagar, Oliver. Meus pés doem e estou tonta.

— Como pode alguém ser tão firme em um momento e estar tão vulnerável no outro? – critiquei, em um tom frio. – Se vai dar trabalho, melhor não beber.

— Fazia tempo que eu não bebia. – Ela parou de andar e eu a empurrei devagar pela cintura para que continuasse. – Mas se era pra ouvir falar de você a noite inteira, eu precisava beber.

Não me contive e soltei uma risada alta. Thea. Ela bebeu porque Thea estava falando de mim. Mas não deveria ter se permitido ficar nesse estado, principalmente depois de termos abordado dois caras, sendo um deles para interrogatório. Ela garota é problema. Suspirei.

— Vem, vamos te tirar daqui. – a guiei até meu carro, que estava estacionado ao lado da grade aos fundos da Verdant. Assim que nos aproximamos do carro, ela parou de andar. Se virou com um sorriso no rosto e encostou um dedo em meu peitoral. Olhei para seu dedo e então voltei a encará-la. Ela deu uma risadinha debochada.

— Você tem uma queda por garotas indefesas. – Voltou a rir, dessa vez ria alto. Minha expressão se fechou, dura, firme. – Uuh, olha aí a cara de mau.

E então eu perdi o controle. Levei uma mão à cintura dela e a outra ao seu pescoço. A empurrei, fazendo-a dar alguns passos para trás.

— Não brinque comigo, Felicity. – falava enquanto a empurrava em direção à grade. Seu nome foi dito no exato momento em que seu corpo se chocava contra a grade. Esperava qualquer outra reação, menos essa. Felicity entreabriu os lábios de uma forma sensual demais. Merda! Fechei um pouco mais o aperto, aumentando a pressão em seu pescoço. Mantive a pressão por alguns segundos e afrouxei o aperto, vendo-a respirar fundo em seguida. Ela não fazia ideia do efeito que estava tendo sobre mim. E quanta raiva eu estava sentindo nesse momento por causa disso. – Não brinque assim. – Repeti, balançando a cabeça, desviando o olhar. Tirei a mão de seu pescoço e a apoiei na grade, ao lado da cabeça de Felicity, enquanto a mão de sua cintura ficou apoiada, também na grade, a poucos centímetros de seu quadril.

— Qual é o seu problema comigo, Oliver? – sua voz saiu baixa, ela se manteve parada, encostada, exatamente na posição que eu a deixei. A única diferença é que suas mãos também estavam apoiadas na grade, ao lado de seu corpo. – Você age como um louco comigo, depois vem ao meu resgate? – Ela riu sem humor. – Eu não entendo.

Eu a encarei e não vi joguinhos e mentiras em seu olhar. Eu vi confusão. Mas acima de tudo, era como se pudesse ver sua alma.

— Não espero que sejamos amigos. Mas você viu como trabalhamos hoje. Podemos ser uma boa dupla para trabalhar nesse caso. Eu não consigo sozinha dessa vez.

Mantive meu olhar em seus olhos enquanto ela continuava a falar.

— Eu acho que podemos trabalhar juntos. – Eu disse, hesitante. – Mas não sei quanto tempo você vai aguentar comigo.

— O que quer dizer? – ela franziu o cenho, me olhando confusa. Foi minha vez de rir sem humor.

— Ah, loirinha. Você está vendo como eu sou. – Fiz uma pausa, minha expressão se fechando mais uma vez – Sou frio, bruto. Tenho te provocado o tempo tod...

— Exceto quando você tem o controle da situação. – Ela me interrompeu. – Como agora.

Um som rouco escapou por minha garganta enquanto eu fechava os olhos por um instante. Voltei a olhar para ela. Ela me encarava, séria.

— Qual era sua relação com Beth? – Ela perguntou, em tom mais sério, mais firme.

— Beth era minha amiga.

— Só amiga? Ou amiga?

— Minha relação com Beth nunca fora sexual. Até porque se você realmente a conhecesse ia saber que...

— Ela era lésbica. – Vi sua expressão relaxar – Viu como reage sob pressão?

Sorri de lado, desviando o olhar antes de voltar a encará-la.

— Eu vou dizer como isso vai funcionar. – Aproximei meu corpo do dela, quase encostando. Meu rosto bem perto do seu. Mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela se adiantou:

— Você no controle, já entendi. Vamos trabalhar juntos ou não?

— Quem está tentando controlar a situação agora? – ergui uma sobrancelha e sorri de lado. – Mas concordo. Devemos trabalhar nesse caso juntos. Mas... – aproximei ainda mais meu corpo, agora prensando o dela entre o meu e a grade. – Não faz mais esses joguinhos comigo. – Arrastei a mão sobre a grade, tocando a lateral de seu quadril e em seguida apertei a mão em sua cintura. – Ou não sei o que farei com você.

Ela me olhava fixamente, com a boca entreaberta. Desviou o olhar e eu poderia jurar que olhava para minha boca, só para voltar a me olhar nos olhos ao responder;

— Sim, senhor.

[POV Felicity Smoak]

Que noite! O sábado rendera bons frutos para mim. Informações sem pé nem cabeça sobre o caso Beth caíram no meu colo. Oliver e eu trabalhando juntos, quem diria! O pior era a sensação que eu tinha quando estava perto dele. Por mais que ele gastasse saliva sendo grosseiro e me provocando, eu me sentia segura com ele. É, segura. E assim que ele me acompanhou no interrogatório, eu quis testar ele. Queria provoca-lo e dizer que ele não precisa ser fechado desse jeito o tempo todo. Eu não sou nunca fui e nunca serei a pessoa mais adequada para dizer a alguém que esse alguém tem que se abrir, que não é legal estar sempre fechado. Eu mesma me fechei depois de tanta coisa que passei. Me fechei a ponto de me afastar da minha família. Por mim, eles jamais saberiam os reais motivos de eu ter me afastado, de eu ter mudado. No momento eu estava feliz em poder estar com eles. A alegria que minha família me traz estava encobrindo a dor que eu sentia por perder Beth. Minha mãe, meu padrasto (pai!), minhas irmãs e agora Thea, eram o que eu tinha para me apegar, o que eu tinha para me segurar. E não seria Oliver Queen a complicar isso. No momento em que trabalhos juntos e tão bem, eu entendi que eu poderia lidar com ele. Talvez não nos aproximássemos como ele parecia ter se aproximado de Beth, talvez não iríamos ser amigos, mas eu poderia lidar com ele. Eu não poderia encarar o caso Beth sozinha. Sabia que não seria capaz de lidar com a emoção quando enfim chegasse ao assassino. Principalmente agora que eu sabia que sua morte havia sido “encomendada”. Quem teria motivos para mandar mata-la? Quem faria isso e por que dessa forma? Eu não descansaria até obter todas as respostas. E agora ia além de Beth. Quem quer que fosse o bandido, ele era responsável por muitos outros crimes. Ele iria ser preso e faríamos isso não só por minha amiga, mas por toda Starling City.

Havia acordado tarde aquele domingo e não saíra do quarto para quase nada, apenas para comer e tomar banho.

Passara o dia todo fazendo anotações sobre as informações obtidas até agora.

Barton Mathis. – Dollmaker

“A última foi encomendada” – Beth?

Quarta-feira, 11 p.m., Hell Night Club

Olhei para essas três linhas escritas em meu pequeno caderno e automaticamente me surgiu na mente uma lista de coisas há fazer aquela semana. Seria uma semana um tanto movimentada: Terminaria de organizar minha mudança e a faria até o fim de semana seguinte. Hackearia o sistema da SCPD atrás dos arquivos de Mathis, os casos nos quais ele estava envolvido, inclusive o de Beth. Para mim, havia muito mais no assassinato de minha amiga, algo estava faltado. Esperava que papai e Diggle não estivessem escondendo nada de mim, mas se estivessem, eu ia ficar sabendo. Levantaria informações sobre Hell Nigth Club. Um Clube de Stripers , não era difícil de entrar. Qual é? Eu sou de Vegas, meu bem! Ajo fácil nesse ambiente! Além de tudo isso, amanhã teria um encontro com Thea Queen para falar de trabalho e então lidar com minha família no meu pé por causa disso. Sara havia concordado em me dar aulas na academia então, depois da conversa com Thea, eu iria encontra-la para me distrair um pouco enquanto aprendia a me defender. A verdade é que eu tinha medo de precisar me defender. Sabia apenas alguns poucos truques e estava na hora de mudar isso. Não seria uma mulher indefesa. Não mais. Não depois do que já vivi.

[...]

Queen Consolidated, 20º andar. Ajeitava a barra do vestido vinho sobre meus joelhos quando a porta do elevador se abriu. Saí do mesmo e caminhei lentamente, carregando minha pasta executiva comigo. Quem me visse, com aquele vestido vinho que ia até pouco antes dos joelhos, com o decote fechado terminando em alças largas, cabelos presos em um rabo de cavalo, com meus óculos no rosto, maquiada, sandálias de salto e uma pasta executiva, diria que eu era alguém importante, mas não, era apenas a amiga atrapalhada mesmo.

Uma senhora morena, muito simpática, me acompanhou até a mesa de Thea.

— Lis! – Thea se levantou de sua cadeira e deu a volta na mesa, me abraçando em seguida. Soltou-me devagar e olhou para a senhora morena. – Obrigada, Julie. Pode nos trazer café, por favor?

— Claro, senhorita. Volto já. – a senhora virou-se e saiu apressada.

— Vem, senta. Fica à vontade. – Sorri e me dirigi à uma das cadeiras que ficavam em frente da mesa da senhorita CEO. Sentei e cruzei as pernas, deixando minha pasta sobre a outra cadeira.

— Bom, acho que não precisamos enrolar né? – Disse Thea, voltando à sua cadeira, onde se sentou e se acomodou. – Vamos falar de negócios. Tenho uma proposta para você.

Notas finais
E aí? Curtiram o capítulo de hoje?? Algumas das minhas lindezas podem achar que o capítulo ficou meio forçado em alguns pontos, mas acho que vão perceber que fiz de propósito para dar continuidade à história sem que ela fique sem graça. Mas tenham certeza que o que aconteceu nesse capítulo é o primeiro passo para os acontecimentos que marcarão essa história! Acreditem em mim, please! Seguinte, meu povo. Sobre o que questionei à vocês na semana passada: Vou fazer as one, porque vi que a maioria gostou da ideia. Então assim, eu vou escrevendo e a medida que vão ficando prontas, eu vou postando durante a semana. Sendo assim, Restless Hearts apenas às sextas mesmo, e Always às quartas, ok? Sobre aquele blog que eu disse... Bem, ainda estou pensando em montá-lo, mas vai ficar mais para frente, quando eu puder deixar tudo organizadinho. Mas aviso vocês! Twitter! Quem me passou o twitter, logo logo apareço seguindo vocês. Quem ainda não passou, podem passar que eu sigo ou então me sigam! Meu twitter é o @overwatch_lola ; Vou falar um pouquinho das fics lá, avisar quando serão atualizadas, avisar sobre as one e também vão ver um pouco da minha loucura porque faz parte kkk Mas o que eu quero mesmo é poder interagir com vocês. Mais de pertinho, sabe? Enfim, acho que é isso, se eu esqueci de alguma coisa eu falo depois. kkk X, @overwatch_lola ~ Lola