Restless Hearts

5 O que tem pra mim?


Notas iniciais
Yaaaaaay! Como sempre, leiam as notas finais, por favor! Boa leitura!

[POV Felicity Smoak]

Thea Queen é um amor de pessoa. Tão jovem é a CEO da Queen Consolidated, empresa de sua família. Eu havia visto Thea apenas uma vez antes de me mudar para Starling City, em uma festa com alguns conhecidos em comum. Mas agora que me mudei para cá, ela era o mais próximo de uma amiga que eu tinha. Fora Beth, Thea era a única pessoa com quem eu sabia que podia contar, que podia construir uma amizade verdadeira. Não que eu não considerasse Laurel e Sara, minhas amigas, pelo contrário. Desde que nossos pais se casaram eu as vejo como irmãs. Mas mesmo sendo como eu sou, extrovertida e comunicativa, eu me via com dificuldades de fazer amigos. Tudo que eu tinha era minha família, Thea e Diggle. Eu precisava fortalecer esses laços e estando longe isso não seria possível. Por isso resolvi me mudar para Starling. Começar de novo no único lugar onde eu tinha o porquê. Não queria mais aquela vida de apenas trabalho. Las Vegas era legal, mas tudo que eu fazia era trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não tinha amigos, não tinha familiares por perto. Era apenas trabalho. Foi assim por muito tempo, desde a última vez que eu tentara me envolver, tentara me relacionar e tudo que eu consegui foi me meter em uma confusão enorme. Confusão essa que me manteve com medo, confusa e fora de mim por muito tempo. Não iria deixar isso acontecer de novo.

Mas a verdade era que eu tinha me apaixonado por meu trabalho. Sempre fui muito boa com computadores e poder trabalhar com isso sem que seja como técnica de suporte em uma empresa qualquer, me deixava feliz. Quando entrei para o cargo de consultora na LVPD, eu me encontrei descobrindo novas formas de trabalhar com o meu conhecimento, com a minha habilidade e uma nova forma de ajudar pessoas. O único problema desse trabalho era que eu não tinha chance de crescimento, não teria chances de fazer algo diferente, não teria chances de crescer profissionalmente e alcançar um grande cargo. E era isso que eu tinha planejado para mim. Eu me conheço, sabia desde o início que chegaria um momento em que eu cansaria disso e iria atrás de algo novo.

E aqui estava Thea Queen me oferecendo exatamente isso.

A Queen Consolidated estava fechando uma parceria com a Palmer Technologies em um grande projeto nos departamentos de Ciências Aplicadas. Thea me oferecera o cargo de coordenadora de projeto. Eu seria responsável por toda uma equipe que reuniria membros das duas empresas. Era um grande cargo, eu não podia negar que era uma grande oportunidade. Tudo que eu precisava fazer era saber como coordenar uma equipe e ajudar a organizar as informações de pré, durante e pós projeto. Informações essas que seriam referentes à equipe, etapas do projeto e gestão de documentação.

Se eu estava balançada? Obvio! Eu poderia utilizar todo o conhecimento que eu tinha para fazer algo grande. Mas ao mesmo tempo eu não queria abandonar o caso do assassinato de Beth.

Thea foi muito boazinha comigo. Me explicou tudo isso e disse para que eu pensasse e desse a resposta final até quinta-feira. No caso de eu aceitar a proposta, teria uma reunião com Thea e Ray Palmer, CEO da Palmer Tech, na sexta-feira.

Em outro momento, em outra situação, eu teria aceitado na mesma hora. Mas levando em consideração o caso de Beth, eu hesitei. Eu hesitei e isso não é do meu feitio. Precisava pensar nessa atitude que eu tive. Mas não agora. Agora eu vou para a academia apanhar da minha irmã.

[POV Oliver Queen]

— Eu vou dizer como isso vai funcionar. – Aproximei meu corpo do dela, quase encostando. Meu rosto bem perto do seu. Mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela se adiantou:

— Você no controle, já entendi. Vamos trabalhar juntos ou não?

— Quem está tentando controlar a situação agora? – Ergui uma sobrancelha e sorri de lado. – Mas concordo. Devemos trabalhar nesse caso juntos. Mas... – aproximei ainda mais meu corpo, agora prensando o dela entre o meu e a grade. – Não faz mais esses joguinhos comigo. – Arrastei a mão sobre a grade, tocando a lateral de seu quadril e em seguida apertei a mão em sua cintura. – Ou não sei o que farei com você.

Ela me olhava fixamente, com a boca entreaberta. Desviou o olhar e eu poderia jurar que olhava para minha boca, só para voltar a me olhar nos olhos ao responder:

— Sim, senhor.

Abri os olhos e encarei o teto enquanto começava a raciocinar. Fechei os olhos um instante quando a consciência do que tinha acontecido me atingia. Eu sonhara com uma lembrança. A lembrança de Felicity entre a grade e o meu corpo e aquela maldita frase “Sim, senhor” que aguçara a minha imaginação e meu desejo. Balancei a cabeça em negativa e voltei a abrir os olhos. Joguei o lençol para o lado e me levantei, indo diretamente para o banheiro. Após um banho gelado, vesti uma roupa confortável, tomei um café rápido e fui para a academia. Às segundas-feiras de manhã, eu não dava aulas, então só fui para não dizer que eu era um vagabundo que não ajudava meu sócio. Provavelmente eu não faria nada a não ser olhar o movimento e treinar. Precisava pensar e eu pensava melhor quando não prestava atenção em mais nada a não ser em mim, e eu só poderia fazer isso em paz enquanto estivesse treinando.

Quando comecei meu treino, eu o fiz em piloto automático. Nem ao menos pensava em qual exercício iria executar, simplesmente ia para o aparelho, colocava as anilhas e executava os movimentos.

Se eu iria trabalhar com ela, precisava aprender a me controlar. Não podia deixar que a atração que eu sentia atrapalhasse nosso trabalho. Não podia ceder a isso. Teria que me manter saciado então. E pronto, lá estava eu inventando mais desculpas para estar com mulheres em minha cama.

Precisava também ter uma conversa séria com Felicity. A loirinha sabia o nome do suspeito e eu nem me dei o trabalho de perguntar como chegara a isso. Diggle havia dito a ela? Ou ela teria descoberto sozinha? Ela era rápida, inteligente, até mais do que eu ao que parecia. Fora essa pequena curiosidade, teríamos que conversar sobre o que tínhamos até o momento e analisar as informações. Fora isso ainda precisávamos planejar a investida de quarta-feira. Não dava para entrar naquele lugar às cegas ainda mais sabendo que vamos ter muito o que ver ali.

Mas o que me incomodava mais, era a sensação de que havia algo nesse caso que Diggle e o Capitão Lance não estavam nos contando. Eu tinha certeza de que estavam escondendo algo, para mim era nítido. Precisava saber se Felicity tinha esse mesmo pensamento e o mais importante, precisávamos descobrir do que se tratava isso.

Passei boa parte da manhã executando exercícios de força em aparelhos de musculação. Almocei com Tommy que me encheu a paciência falando sobre o maldito campeonato entre academias. Por sorte, ou chatice da minha parte, Tommy concordou que eu só participaria de três modalidades: Supino e levantamento terra (categorias de powerlifting), e luta.

Voltamos para a academia e eu fui diretamente para a sala reservada para lutas. Tinha alguns minutos antes de Sara começar sua aula e com sorte encontraria alguns parceiros para derrubar na luta.

Posicionei o saco de pancadas e treinava velocidade em socos quando os alunos começaram a chegar. Parei e perdi um tempo conversando com alguns deles, que me perguntavam sobre como funcionaria o Inter Gym, como faziam para se inscrever e de que quais categorias eu participaria. Pareciam Tommy de tão empolgados com minha participação.

Não demorou muito para que Sara chegasse, acompanhada de Felicity.

Pelo amor de Deus! Essa mulher não para de aparecer! Fica difícil aprender a me controlar perto dela se ela não me dá espaço para isso!

[....]

Ajudei Sara em sua aula, chamando alguns de seus alunos para pequenas lutas comigo. Tentei me manter afastado de Felicity durante esse tempo. Após a aula, fui para o vestiário e tomei um banho rápido para me livrar do suor. Dessa vez, me vesti como deveria para o que faria a seguir: calça jeans, camisa social branca e sapatos escuros.

Dirigi até a casa dos Lance e bati à porta. Não demorou para que Donna atendesse.

— Senhora Lance. – Cumprimentei, maneando a cabeça.

— Oliver!! – Ri baixo por sua empolgação e retribui o abraço que ela me dera. – Que surpresa, querido! Entre.

Donna deu dois passos para o lado, me abrindo passagem para que eu entrasse. Assim que entrei, ela fechou a porta e colocou uma mão em meu ombro, me guiando para a sala.

— O que te traz aqui, querido?

— Na verdade, precisava falar com Felicity, ela está? – Vi Donna abrir um pequeno sorriso e assentir.

— Claro, claro! Vou chama-la! Sente-se, fique à vontade. – Seu sorriso se abriu ainda mais enquanto se virava e subia as escadas. Me sentei para esperar.

Não precisei esperar muito tempo, logo pude ouvir as loiras conversando enquanto desciam as escadas, me levantei e me virei para vê-las.

— Mãe! – Felicity exclamou antes de rir e balançar a cabeça. Como ela podia estar linda vestida daquele jeito? Shorts jeans, uma camiseta branca grande demais para ela amarrada à altura do cós dos shorts e descalça. Cabelos em seus típicos rabos de cavalo. Só a vira com os cabelos soltos uma vez. Sábado.

— Mas é verdade, bebê! Sabe que é!

— Não, não é, mas não importa. – Balançou a cabeça mais uma vez antes de olhar para mim. Seu sorriso se fechou um pouco, mas não totalmente. – Oi.

— Oi. – Não consegui evitar de sorrir. – Precisamos conversar.

Ela assentiu e indicou com a cabeça para que a seguisse. Girou nos calcanhares e seguiu para os fundos da casa, onde se sentou em uma espreguiçadeira. Me sentei na espreguiçadeira ao lado da sua, mas com as pernas na lateral da mesma, ficando de frente para ela. Assim que me viu sentado daquela maneira, se virou e se sentou de frente para mim.

— Então, o que quer?

— Temos alguns assuntos a tratar, loirinha. – Fiz uma pausa. – Como sabia que Mathis está envolvido?

— Pelo modo como encontraram Beth, usei os detalhes para achar um padrão e cheguei a ele.

— Pensei que Diggle tivesse te dito.

— Na verdade, ele ficou nervoso quando pedi os arquivos de Mathis. – Ela olhou por cima de meu ombro e eu me virei para olhar para a mesma direção: a porta. Ela não queria que nos ouvissem. – Acho que Diggle e meu pai estão escondendo alguma coisa. Para mim, aqueles arquivos estão incompletos.

— Pensei a mesma coisa. – Fiquei mais sério. Me inclinei para frente, apoiando os antebraços nas coxas e cruzando os dedos. – Na verdade não temos muita coisa sobre o caso. Tudo que temos é Mathis.

— E não temos quase nada sobre Mathis. Diggle não quis me dar os arquivos dele. Eu... – Ela parou por um instante, se virando e se deitando na espreguiçadeira. – Vou precisar quebrar algumas regras se quiser ter mais do que um nome e um padrão.

— Conseguiu traçar um padrão?

— Essa é a parte estranha. Beth não se encaixa nos padrões dele.

— Como não? Por que ele mataria ela então?

— Qual é, Oliver? Usa a cabeça! – Se manteve deitada mas virou a cabeça para me olhar. – Lembra da pergunta que fiz ao babaca no sábado?

— Quem encomendou. – Fiz que sim com a cabeça. – Faz sentido. Temos que seguir esse raciocínio então para descobrir o mandante.

— O problema é que não temos certeza de que “a última” foi Beth. Por isso temos que descobrir alguma coisa na quarta-feira ou então voltamos à estaca zero.

— Sobre quarta... Tem certeza de que quer ir? Quer dizer, eu posso entrar e sair sem problemas.

— Eu vou, Queen. Eu sei me misturar nesses ambientes. Sou de Las Vegas, lembra? Agora vamos, temos uma operação para planejar.

[....]

Precisava admitir que Felicity era boa com computadores. Em instantes era conseguiu mapa da área, imagens das câmeras de segurança da Hell Night Club e então pudemos pensar em como agir. Felicity admitira que ela melhor em computadores do que na ação em si. Concordamos que ela ficaria encarregada de se misturar e procurar um computador de onde pudesse recolher informações enquanto eu ia procurar saber quem era o tal mandante que estaria por ali. A partir do momento em que precisássemos de uma distração, Felicity se encarregaria disso, ela insistiu que saberia o que fazer. Apenas concordei. Concordei também quando a loira insistiu que não fossemos juntos, isso poderia chamar atenção.

Depois de sair da casa dos Lance, fui para o bar de uma conhecida. O bar de Nyssa era sempre muito movimentado apesar de pequeno. Troquei poucas palavras com ela e logo escolhi minha vítima da noite. Uma ruiva da minha altura, de olhos verdes, esbelta. Teria de servir. Precisava tirar da cabeça as curvas de uma certa loirinha. Não estava acostumado a não satisfazer meu desejo, não estava acostumado a não ficar com alguém que eu quisesse. Mas também não estava acostumado a ter a mesma mulher duas vezes. E com Felicity seria problema, então eu não podia fazer isso.

Passei a terça-feira e a maior parte de quarta-feira enfurnado na academia, dando minhas aulas e resolvendo alguns problemas de contratos com alunos. Teria que me distrair para não pensar demais na possibilidade de resolver o caso em que eu não tinha me empenhado tanto quanto deveria.

[...]

Entrei na Hell Nigth Club como se fosse um cliente qualquer, vestido todo de preto, tentando não chamar atenção. Procurei por uma mesa nas laterais, onde eu poderia ver o movimento de todo aquele espaço. A mesa que ficava na lateral esquerda do palco era a mais adequada. Tinha uma boa visão de todo o lugar e dali eu poderia ver o camarote no andar de cima, do lado direito. Me sentei ali e não demorou para que strippers se aproximassem. Pedi um wisky e esperei. Teria que aguardar um movimento estranho, algo diferente.

Esperei pelo que pareceu ser uma eternidade, até que pude ver um grupo se direcionar ao camarote, rodeado por funcionárias da Hell. Olhava atentamente, tentando entender quem recebia mais atenção. E lá estava, um homem que parecia ser aproximadamente da minha altura, pele clara e cabelos escuros.

Meu celular vibrou em meu bolso e eu o peguei. Havia uma mensagem de Felicity.

“ Nada que interesse na rede deles. Achou o cara? ”.

“Camarote, subindo as escadas do lado direito. Cabelo escuro, pele clara”. – Respondi.

“ Já vi. Vou distrair ele. Tentar afastá-lo do grupo”.

Para quem só faria uma busca nos computadores e arrumaria uma distração, Felicity estava agindo bastante. Na verdade, quase que sozinha. Tudo que eu fiz, foi identificar o cara. Mas se ela conseguisse afasta-lo do grupo, eu poderia agir.

Me aproximei das escadas e esperei por qualquer sinal de Felicity. Eu precisava dar um jeito de ter acesso àquele andar. Vi um homem de terno descer as escadas, completamente bêbado. O segurei no instante em que ele tropeçou em seus próprios pés no último degrau.

— Hey, você está bem? – Fingi interesse quando vi uma pulseira vermelha em seu braço.

— Eu...E-estou bem. – Balbuciou enquanto tentava se colocar em pé. Aproveitei o estado dele para tirar aquela pulseira de seu braço. – Obrigado.

Assim que ele se retirou, trabalhei em colocar a pulseira em meu braço e subi as escadas esperando que fosse ela a dar acesso aos camarotes.

[POV Felicity Smoak]

Esperava que Oliver tivesse um plano para quando encontrássemos o cara. Não sabíamos nada a respeito dele.

Depois de dar uma olhada a rede do estabelecimento, percebi que não havia nada que pudéssemos usar, então assim que Oliver me deu uma descrição de bosta do sujeito, eu decidi tentar ajudá-lo a obter informações.

Ajeitei o sobretudo preto, que cobria minhas roupas e me encaminhei para o camarote. Olhei em volta antes de subir as escadas, à procura de Oliver, mas não o vi. Esperava que ele já tivesse dado um jeito de entrar naquele espaço, se não estaria perdida se algo desse errado.

Subi as escadas lentamente e parei somente ao ser barrada por dois seguranças.

— Não pode entrar, garota. – Desviei o olhar e olhei diretamente para o grupo ao fundo do espaço. Vi um homem alto, com a pele clara e os cabelos escuros, vestido com um terno preto, sentado bem no centro de uma mesa. Ele me encarava com curiosidade. Mexi a cabeça apontando em sua direção e um dos seguranças se virou. Para minha sorte, o moreno acenou para que me deixassem entrar. Me aproximei devagar, olhando fixamente para aquele homem. “Tinha que ser tão bonito? Que merda! Se concentre, Felicity!

Assim que estava em frente à mesa, parei e continuei a encarar o moreno.

— O que tem pra mim? – Ele perguntou enquanto me olhava de cima a baixo. Sorri de lado e comecei a abrir o sobretudo. Assim que o abri, afastei o tecido para os lados, apenas para mostrar o que havia por baixo: Botas pretas acima dos joelhos, um short curtíssimo que deixava parte da bunda aparecendo e um espartilho que destacada minhas curvas e valorizava meus seios. Todas as peças eram pretas, contrastando com minha pele clara. Ele me olhou novamente de cima a baixo e voltou a subir o olhar. Sorriu. – Venha.

Dei a volta na mesa ao mesmo tempo que ele levantava. Ele levou uma mão à minha cintura e me guiou para o outro lado do camarote, que dava acesso à um corredor. O medo teria me dominado se eu não tivesse visto Oliver parado no início do corredor. Ele acenou discretamente para mim e eu desviei o olhar.

O moreno me guiou até o fim do corredor e abriu uma porta, onde entrou. Entrei em seguida e fechei a porta.

— Tranque-a. – Mandou. Girei a chave uma vez para frente e em seguida uma vez para trás, fingindo que trancava a porta. Girei o corpo e o vi sentado em uma cadeira ao lado de uma enorme cama. Eram quartos usados para serviços extras das strippers. Quem quisesse vender seu corpo, teria o espaço cedido. – Tire o casaco e se aproxime.

Obedeci, tirando o sobretudo e o jogando para o lado e me aproximando dele em seguida. Parei somente quando estava à sua frente. Ele ergueu uma mão e a colocou na lateral de minha coxa, deslizando a mão por ali até estar sobre a lateral de meu quadril.

“Oliver, cadê você? ”, pensava, começando a sentir o medo me dominar.

Notas finais
E aí, lindezas, curtiram o capítulo? Achei que teria de atrasar esse capítulo porque está um tanto corrido aqui, mas... Ufa! Consegui vir postar! Desculpem se passou algum erro, não deu tempo de passar pela revisão final. Seguinte, preciso saber se estão gostando, se vocês têm sugestões, críticas... E aí? O que estão achando da história? Outra coisa, sobre as one, não pensem que eu estou enrolando ok? É que estou em época de prova na faculdade e não está dando tempo de escrever. Então para não deixar vocês na mão, estou focando em Always e Restless Hearts. Quando minhas provas acabarem eu irei investir nas one que prometi à vocês. Enquanto isso, se alguém tiver algum pedido de one pra fazer, aproveita! Que eu recebi um pedido e adorei a ideia, então vou atender à todos os pedidos de vocês, ok? Por hoje é só isso. Nem falei tanto vai kkkkk X, @overwatch_lola ~LOLA