Restless Hearts

9 Temos que conversar


Notas iniciais
Yaaaaaay! AVISO IMPORTANTE NAS NOTAS FINAIS! POV Oliver Queen para capítulo pesado sobre a noite deles! #breveaviso Boa leitura!

[POV Oliver Queen]


— Que merda estava fazendo, Felicity? – Aproximei meu rosto do dela e seus olhos se arregalaram quando apertei um pouco mais as mãos em sua cintura.

— E-eu... – Gaguejou. A hesitação deu uma brecha e ela tentou ser firme – Um strip tease, mas fui interromp...

— Estava apenas me provocando! – A interrompi, elevando minha voz. – Quer saber se funcionou? – Ela estava estática. Ambas as mãos espalmadas no carro. Soltei uma de minhas mãos de sua cintura e peguei uma das suas. Puxei sua mão e a coloquei em mim, a apertando sobre meu pau duro e dolorido. Sua boca se abriu um pouco e ela ofegou. – Foi isso que você fez! – Apertei um pouco mais sua mão em meu pau que pulsou em resposta. O que veio a seguir me fez perder o que me sobrava de juízo: ela gemeu. Não precisei de mais nada. Apertei a mão que estava em sua cintura ao mesmo tempo que levava a outra ao seu cabelo. Enrolei os dedos ali e a puxei bruscamente para mim, colando meus lábios nos dela.

[...]

Eu não conseguiria dizer qual sensação foi mais intensa, os lábios de Felicity nos meus ou a forma como ela simplesmente cedera a mim. Foi o que ela fez, ela cedeu. Ela se rendeu a mim de uma forma que me desarmara completamente. Se eu ainda tinha alguma esperança de conseguir ficar longe dela, agora simplesmente eu sabia que não poderia mais. Eu não iria conseguir me afastar dela depois do que eu tinha planejado para o restante da noite.

Nem se eu quisesse esse beijo seria casto, a loira também não colaborou para isso. Uma de suas mãos apertou minha nuca enquanto a outra apertava à altura de meu bíceps. Senti sua língua tocar meu lábio inferior timidamente e não pude mais me conter. Passei minha língua sobre a dela, forçando passagem por seus lábios, que se abriram sem hesitar. O beijo já havia começado urgente e intensificou ainda mais.

Meus dedos se apertaram em seu cabelo, o puxando um pouco para inclinar a cabeça dela para trás ao mesmo tempo em que eu prensava seu corpo entre o meu e o carro. Subi minha mão pela lateral de seu corpo até que meu polegar tocou a lateral de seu seio. Sem pudor, cobri seu seio com minha mão e apertei com pouca força. Mordi seu lábio inferior, o puxando devagar até que se soltasse de meus dentes. Abri os olhos e a cena me tirou o fôlego: Felicity com os olhos fechados e os lábios entreabertos. Deixei que meus lábios tocassem os dela enquanto falava baixo:

— Preciso te tirar daqui ou teremos uma cena de exibicionismo. — Felicity riu baixo e não pude conter um sorrio. Cedo demais para meu gosto, me afastei um pouco dela.

— Precisamos de um quarto. – Seu tom era baixo e meu olhar se desviou automaticamente para sua boca ao ouvi-la.

— Entra no carro antes que eu te agarre de novo.

[...]

Felicity insistiu em dirigir o carro alugado e eu decidi que não discutiria com ela, afinal teria que levar o carro de volta de qualquer forma. A loira conduzia para fora da cidade, pegando a rodovia mais uma vez enquanto eu a seguia em meu carro. Minha concentração estava toda em gestos simples, trocar de marcha, acelerar e não tirar os olhos do carro da frente. Não demorou muito para que ela sinalizasse que entraríamos à direita. Era um motel na beira da estrada. Estacionamos ambos os carros, lado a lado, no estacionamento em frente ao prédio. Peguei minha mochila e ela sua bolsa, andamos em silencio até a entrada, ela um pouco a frente e eu – por que não confessar? – olhava seu corpo de cima a baixo. Aquela –pouca- roupa estava a ponto de me deixar louco. Bom, eu já sentia minha calça voltar a ficar apertada.

— Vamos? – Pisquei rapidamente e subi o olhar de encontro ao de Felicity, que tinha um sorriso travesso nos lábios. Ela já estava com a chave do quarto na mão e o recepcionista nos olhava com um sorriso. Assenti e ela voltou a andar em a minha frente. Tinha ficado tão distraído ao olhar para ela que nem ao menos vi que ela já havia pedido o quarto. O espaço entre nós estava me deixando incomodado. A queria em meus braços e queria agora. Segui seus passos, distraído por aquela bunda balançando na minha frente. Balancei a cabeça ao me dar conta que ela havia parado. Ela abriu a porta e entrou no quarto, esperou que eu entrasse e fechou a porta. Larguei a mochila sobre a poltrona ao canto e me virei em direção à loira. Mais uma cena de tirar o fôlego: Felicity estava encostada na porta com uma mão à altura do queixo enquanto mordia a ponta do indicador. Uma das pernas levemente flexionada. Seu olhar fixo em mim. Sua bolsa aos seus pés. Ela definitivamente estava tentando me enlouquecer. Um sorriso se abriu no canto dos lábios da loira e eu dei um passo em sua direção. Ela maneou a cabeça em negativa e eu parei.

— Não? – Eu a encarei, ela voltou a manear a cabeça. – Não?

— Como se você fosse aceitar um não agora. – Sua risada me tirou um sorriso, eu avancei em sua direção a passos largos. Felicity por sua vez, se desencostou da porta e veio ao meu encontro. Passei um dos braços por sua cintura enquanto apertava a outra mão na lateral de seu corpo e a puxei bruscamente para mim, ela respondeu ao gesto envolvendo os braços em meu pescoço. Era assim que eu queria estar. A beijei. De repente o incomodo provocado pelo espaço não existia mais. Ela correspondia meu beijo com urgência e meu corpo reagia rapidamente a todo e qualquer estímulo da loira. Não demorou muito para que minhas mãos passeassem por suas costas em busca do fecho do sutiã. Em instantes, seu sutiã preto estava no chão. Desci minhas mãos por suas curvas até que ambas as mãos apertavam sua bunda. Seu gemido entre o beijo me fez puxa-la para meu colo. Andei com ela até a cama e me sentei ali, acomodando-a sobre minhas coxas. Assim que nos sentamos, senti suas mãos puxarem até tirar minha camiseta. Sorri com os lábios já colados aos dela novamente. Ergui meu corpo a levando comigo e a deitei na cama.

Não seria assim tão fácil para ela. Eu a castigaria por ter me provocado.

Assim que ela levou as mãos aos meus ombros, peguei ambos os pulsos e ergui suas mãos acima de sua cabeça. Mantive apenas uma de minhas mãos apertando seus pulsos enquanto colava os lábios ao dela novamente, mordendo seu lábio inferior. Minha mão livre alcançou minha camiseta sobre a cama, passando o tecido pela cabeceira da cama em seguida.

— Sabe o que vai acontecer agora? – Perguntei em tom baixo com meus lábios próximos aos dela.

— O que? – Ela mal abria os olhos, apenas roçava os lábios nos meus. Passei o tecido da camiseta com cuidado pelos pulsos dela, armando um nó ali.

— Vou te castigar. – Assim que me ouviu, seus olhos se arregalaram, mas já era tarde. Puxei as pontas da camiseta e apertei o nó, a amarrando com a mesma na cabeceira da cama.

— O q-que vai fazer? – Sorri de lado, malicioso, ao ouvir sua pergunta hesitante. Apoiei uma de minhas mãos na cama enquanto deslizava a outra pela lateral de seu corpo.

— Já disse o que farei. – Levei meus lábios ao seu pescoço em uma leve mordida. Quando volto a falar, o faço com os lábios pressionados abaixo do lóbulo de sua orelha. – Não quis provocar? Aguente as consequências.

Pude sentir seu corpo estremecer sob o meu o que me fez sorrir de canto. Saí de cima dela, me pondo em pé ao lado da cama. Olhava para seu corpo com desejo enquanto tirava meu cinto e o deixava cair ao chão. Me inclinei sobre ela e abri o fecho de seu shorts, olhei para ela enquanto tirava o mesmo. Ela foi uma boa garota: ergueu o quadril para facilitar. Olhei-a dos pés à cabeça, ela apenas de calcinha e os saltos pretos, amarrada com as mãos acima da cabeça.

Fui até minha mochila sobre a poltrona e tirei dali uma máscara. Voltei até Felicity, me posicionando ao lado da cama novamente.

— O que é isso?

— Uma venda. – Respondi antes de colocar a máscara em seus olhos.

— Por que tinha uma máscara em sua mochila? – Um sorriso surgiu nos lábios dela e eu encarei aquela boca enquanto respondia

— Tinha certeza que você ia me provocar. Esperava ter a chance de retribuir. – Após uma pausa, continuo. – Mas você fez mais do que me provocar. Se eu não tivesse subido naquele palco, teria... – Parei de falar, sentindo a raiva começar a me agitar novamente. Ela teria tirado a roupa para todos aqueles caras. – Tem que ser castigada.

Fixei meu olhar em seus seios que balançavam suavemente por conta da respiração já irregular, enquanto tirava meus sapatos. Deixei os sapatos e as meias embaixo da cama e voltei a subir na mesma. Afastei as pernas de Felicity e me ajoelhei entre elas. Apoiei as mãos na cama e me inclinei em sua direção, levando a boca à sua orelha.

— Parada. – O tom de ordem se fez presente. Eu já havia reparado nas reações da loira quando eu era autoritário com ela, e mais uma vez sua resposta fez minha calça ficar apertada.

— Sim, senhor. – Seu tom era baixo. Ela se entregaria a mim. Sorri antes de iniciar seu castigo.

Mordi o lóbulo de sua orelha antes de descer beijos por seu pescoço, passando por sua clavícula, por seu busto até levar a boca ao bico de um de seus seios, dando uma mordida com força moderada. Ela se contorceu, arqueando o corpo.

— Eu disse parada! – Meu tom saiu firme, duro. Ela estremeceu e tentou se manter na posição. – Sabe que aprontou não sabe? – Ela apenas assentiu. – Sabe que merece ser punida, não sabe? – Ela hesitou por um instante, mas por fim assentiu. Prendi o bico de seu seio entre meus dentes e o puxei devagar até que se soltou. Endireitei o tronco e levei uma das mãos à sua coxa, apenas a apoiando, enquanto cubro seu seio com a mão livre, apertando com pouca força. – É tolerante à dor?

— Não sei. – Aperto seu seio com força e a observo abrir os lábios ao deixar escapar um gemido sôfrego. Diminuo a pressão só para em seguida apertar forte mais uma vez, seu gemido dessa vez soa mais baixo. Afrouxo o aperto mais uma vez, o aperto com toda força e o solto de uma vez. O que eu faria a seguir dependia de sua reação. Se ela gemesse, receberia um tapa. Se ela choramingasse, minha tortura teria de ser mais branda. Minha mão coçava para que acontecesse a primeira. E ela gemeu. Desferi um tapa rápido e sem muita força no seio que não fora castigado. Um gemido mais alto. Ótimo, agora eu sabia que poderia ir adiante. Pressionei os dedos em sua coxa enquanto deslizei a outra mão por sua barriga. Me acomodei mais para baixo e levei os lábios até acima de um de seus joelhos.

Rocei os lábios por toda sua coxa até chegar na região interna, pouco abaixo da virilha. Mordi com força moderada, vendo a pele se avermelhar enquanto ela se contorcia mais uma vez. Minha intenção era castigá-la por mais tempo, mas eu sabia que não aguentaria muito. Eu a queria. Queria estar dentro dela.

Deixei ambas as mãos em suas coxas, pressionando os dedos ali enquanto levava a boca à sua intimidade ainda com a calcinha entre nós. Pressionei os lábios sobre seu ponto sensível, soprando ar quente ali antes de dar uma leve mordida. Seu gemido me fez fechar os olhos por um instante. Incrível como aquele som me fazia querer apressar as coisas. Toquei a ponta da minha língua um pouco mais abaixo, pressionando-a em sua entrada para em seguida subir até seu ponto sensível mais uma vez. Repeti o gesto mais uma vez antes de dar uma leve sugada em seu clitóris. Subi uma das mãos por sua coxa até prender o tecido da calcinha entre meus dedos. Parei assim por um instante e olhei para ela. Queria observar sua reação. Puxei o tecido com força, rasgando entre o meio das pernas, em seguida levei a mão à uma das laterais e repeti o gesto, tirando completamente a calcinha da loira. O que me mais me deixava louco, eram suas reações. Eu não estava sendo cuidadoso nem ao menos carinhoso. Estava sendo mais firme do que deveria por se tratar de nossa primeira vez. Mas ela não parecia se incomodar com isso, muito pelo contrário, ela gemia, se contorcia, seus lábios convidativos ficavam entreabertos, puxando o ar com força o que fazia seus seios balançarem suavemente.

Apoiei ambas as mãos na cama, tomando o cuidado de não tocá-la. Ela pareceu se agitar assim que não sentiu mais o contato com sua pele. Me inclinei novamente sobre ela e esperei mais um instante apenas para inquietá-la ainda mais.

— Oliver... — meu nome saiu como um gemido entre seus lábios. Era todo o estímulo que eu precisava. Minha boca cobriu sua intimidade, agora sem a proteção da calcinha. Explorei toda a região. Intervalava movimentos circulares com a língua, sugadas moderadas e leves mordidas. Quanto mais ela se contorcia, mais eu queria provocá-la.

Não demorou muito para que ela tentasse fechar suas pernas. Agarrei ambas as coxas e a abri ainda mais, segurando-a naquela posição. Continuei a doce tortura até que senti seu corpo estremecer e percebi que seus gemidos se tornaram mais alto. Sorri de lado ao me afastar de sua intimidade.

— Não. Não vai gozar ainda. — Ela tombou a cabeça para o lado, mordendo o lábio inferior. Cobri seu corpo com o meu, fazendo questão de roçar o tecido grosso da calça jeans em sua intimidade já sensível ao toque. Sorri ao vê-la soltar o lábio e abrir um pouco a boca. — Só vai gozar quando eu estiver dentro de você.

Saí mais uma vez da cama e tirei minha calça junto com a cueca, deixando as peças caírem ao chão. Levei uma mão ao meu membro e o estimulei por um instante. Ele pulsava chamando por ela. Abaixei-me e peguei em meu bolso uma camisinha. Abri a embalagem, a jogando no chão após retirar a proteção dali. Desenrolei-a sobre meu membro lentamente.

Voltei a me acomodar entre suas pernas. Apoiei um braço na cama, impedindo que meu corpo pesasse sobre o dela, enquanto outra mão puxava sua coxa para minha cintura e meu pau roçava sua entrada. Sentir sua intimidade molhada contra a cabeça de meu pau me fez soltar um som rouco, animalesco. Nem eu aguentaria aquilo por mais tempo. Precisava dela. E precisava agora. Movi meu quadril de forma que a cabeça de meu pau forçasse sua entrada, parei por um instante ao sentir seu corpo se contrair. Me mantive parado naquela posição até que ela projetou o quadril em minha direção. Foi mais forte que eu, não pude conter uma forte estocada que lhe arrancou um grito agudo da loira. Fiquei dentro dela, esperando que seu corpo relaxasse. Assim que o fez, comecei a me mover lentamente. Tirava quase todo meu pau de dentro dela só para então coloca-lo todo para dentro novamente. Segui nesse ritmo, tentando manter o autocontrole, até que seu corpo começasse a anunciar o orgasmo mais uma vez.

Reunindo toda minha força de vontade, saí de dentro dela de uma vez, negando-lhe o orgasmo pela segunda vez.

— Ainda não. — Eu disse em tom rouco. Ela choramingou algo sem sentido. Lembrei-me que minha intenção era castigá-la, queria pegar pesado com ela. Mas vê-la assim, indefesa, me desarmara. Levei ambas as mãos à camiseta que a prendia com os braços para cima e a soltei, jogando a camiseta no chão. Colei os lábios aos dela. — Não tire a venda. — Me apoiei sobre os joelhos e envolvi sua cintura com meus braços, a puxando para sentar-se em meu colo. Esperei até que ela se acomodasse sobre mim para levar uma das mãos a meu membro e guia-lo novamente para dentro dela. Uma vez dentro dela, senti seu corpo estremecer mais uma vez. Era demais até para mim. — Mexa-se.

Ela deixou um gemido longo escapar ao começar a projetar o quadril em minha direção. Segurou-se em meus ombros para manter o equilíbrio e então passou a erguer o corpo e abaixá-lo devagar. Foi minha vez de deixar que gemidos roucos me escapassem. Apertei sua bunda com uma das mãos enquanto o outro braço permanecia em volta da sua cintura. Não demorou muito para que seu corpo voltasse a dar sinais de que o orgasmo a atingiria. Ela começou a tremer em meu colo e eu vi isso com um sinal para deixá-la se libertar. Passei a investir forte contra suas reboladas enquanto seus gemidos se tornavam mais altos e suas unhas se cravavam em meus ombros. Minhas estocadas eram fortes, rápidas e iam fundo graças à posição. Não parei de investir contra seu corpo mesmo depois que seu corpo amoleceu e a senti morder meu ombro. Demorei mais alguns instantes, sustentando seu peso em meus braços para mantê-la na posição. Quando senti meu membro pulsar dentro dela, dei mais uma forte estocada e me permiti ficar todo dentro dela enquanto gozava deliciosamente.

Me mantive dentro dela enquanto levava uma das mãos à venda e a retirava de seus olhos. Olhei fixamente em seus olhos e ela sustentou meu olhar apenas por um instante. No instante seguinte suas mãos estavam em meu rosto e seus lábios colados aos meus, em um beijo lento, calmo, o extremo oposto do que eu tinha feito com ela há instantes atrás.

Meu corpo relaxou enquanto eu suspirava entre o beijo. Sem deixar que o mesmo se quebrasse, ergui um pouco seu corpo, deixando meu membro deslizar para fora dela e a deitei com cuidado sobre a cama. Apoiei meu peso sobre um braço enquanto deslizava a outra mão por sua cintura. Nos separamos apenas quando o ar foi necessário. Olhei para seu rosto e ela sorriu para mim.

— Banho? — Ela sugeriu em tom baixo.

— Banho. — concordei.

[...]

Nosso banho fora mais calmo do que eu imaginara. Pensei que não poderia me controlar e que acabaria a estimulando para transarmos no chuveiro, mas não. Apenas a ajudei a se lavar e a beijava com calma. Era uma experiência nova para mim. Esse cuidado que estava tendo com Felicity nesse momento era algo com que eu não estava acostumado.

Assim que saímos do banho, vesti apenas uma cueca boxer preta e a observei vestir uma calcinha e uma camiseta larga demais para ela. Sentei-me na beirada da cama, observando seus gestos. Queria guardar cada detalhe. Ela havia colocado sua bolsa junto à minha mochila na poltrona e se inclinava sobre a mesa para guardar suas coisas. Ela parou por um momento e vi sua expressão se alterar. Franzi a testa enquanto me levantava da cama e me aproximava dela. Voltou a mexer na bolsa, mas apenas por um instante. Levou a mão à testa e endireitou o corpo.

— Felicity? — A chamei e ela virou o corpo para me olhar, mas assim que o fez, seus olhos perderam o foco e suas pernas bambearam. A segurei antes que ela caísse. — Felicity! — A ergui em meus braços e ela apoiou a cabeça em meu peito — O que foi?

— Estou... zonza. — Ela fechou os olhos enquanto eu a levava para a cama, onde a deitei com cuidado.

— Está tremendo. — A olhava, tentando entender o que estava acontecendo. Ela parecia fraca. — Quando foi a última vez que comeu?

— Café da manhã. — ela fez uma pausa e seu tom se tornou ainda mais baixo ao completar — Antes da academia.

— Você está a dois dias sem comer? — A raiva transparecia em minha voz. — Deveria ter te dado uns tapas.

— Menos, Oliver.

— Menos? — Me sentei na beirada da cama, apoiando uma das mãos ao lado de seu corpo. — Parece criança, Felicity, não sabe se cuidar! Vou pedir alguma coisa para você comer.

— Tudo bem. — ela levou uma mão à minha coxa e me olhou com a expressão cansada. — E depois temos que conversar.

Notas finais
E aí? Curtiram o capítulo? º Pessoal, o prometido era essa att aqui, mais uma em Always e uma one pra hoje, mas eu passei super mal entre ontem e hoje e me atrasei mais do que já estava atrasada com a escrita das att. Vou tentar postar as outras duas ainda hoje! Se eu não conseguir não me odeiem! Tá dificil mesmo. º Gostaram do hot? Acham que devo pegar mais leve no próximo ou posso continuar com o nível? º Daqui pra frente as coisas começam a pegar fogo, ok? º Eu estou com problemas com meus horários por causa do serviço e da faculdade, que estão uma correria que só. Então é possível que algumas postagens sofram atrasos. Se for preciso mudar o esquema, eu aviso. º Estou sem pacote office no pc, então estou escrevendo no wordpad. Se passar algum erro na revisão, é só avisar, ok? That's all! Love ya squad! X, @overwatch_lola ~LOLA