Restless Hearts

16 Mais uma vítima


Notas iniciais
Aloha, guys! Assunto IMPORTANTE nas NOTAS FINAIS. Boa leitura!

Não me atrevi a interromper Felicity nem sequer uma vez. Prestei atenção em tudo que ela me contava e sentia meu coração pesar. Minha Felicity era mais forte do que eu imaginava. Passar por tudo aquilo e ainda ser capaz de ser a loirinha alegre que eu conhecia, ser capaz de guardar o luto para depois para resolver o caso de assassinato de sua melhor amiga... Era simplesmente inacreditável. Quando por fim terminou de falar, fechou os olhos por um instante, respirou fundo, para só então olhar em meus olhos. Sustentei seu olhar. Seus olhos encheram-se de lágrimas que escorriam por seu rosto sem parar. Sorri levemente, sem humor, com o coração partido por vê-la assim. A puxei com cuidado e a acomodei em meu colo, a abraçando apertado, tentando acalmá-la. Se dependesse de mim, nunca mais Felicity passaria por algo assim, muito menos sozinha. Agora ela tinha a mim, e eu a protegeria.

[...]

[POV Oliver Queen]

Mantive Felicity em meu colo, a abraçando apertado, até que por fim ela se acalmou. Afrouxou seu abraço, levou uma das mãos ao seu rosto e limpou as lágrimas.

Ouvir sua história, me fazia entender melhor sobre sua suspeita de ter algum tipo de envolvimento no assassinato de Elizabeth Smith, mas eu tinha certeza de que ela contara tudo de forma “vaga”. Não de propósito, mas para evitar a dor. A forma com que contara passava as informações necessárias para entender o que aconteceu, como se envolveu, mas ela poupara os detalhes. Sabia que ainda havia mais em sua história. Ainda assim, fui capaz de capitar algumas informações que me deixariam com muita raiva. O tal Nate a fizera passar por sua namorada. Não só ele como outros caras a agrediram. O ele, mencionado no Hell Night Club, agora tinha um nome: Nate.

Era muita informação para digerir.

Primeiro, Beth sendo assassinada. Depois esse meu envolvimento com Felicity. Agora, tudo que ela passou somado ao fato de Barton Mathis estar de volta na parada. Eu precisava muito bater em alguém.

— Sei que é muita coisa... – Felicity voltou a falar, enquanto saía do meu colo e se sentava ao meu lado. – Mas ainda tem mais. – Permaneci em silêncio. Ela esticou os braços e pegou o notebook que estava em cima da mesa de centro, com um pen drive plugado. Bateu o dedo indicador sobre a tecla “espaço”, tirando o aparelho do stand-by, em seguida abriu a pasta de arquivos contido no pen drive e passou a bater os dedos nas teclas, apoiando o notebook em seu colo. – Esse é o pen drive que o Chuck deixou. – Mais uma vez, ela conseguiu prender minha atenção. – Estava encriptado. Quebrei o código antes de ele aparecer aqui.

— O que tem aí? – Perguntei, ansioso.

— Informações. – Ela ainda digitava alguns comandos quando respondeu. Quando enfim parou de digitar, virou um pouco a tela para que eu pudesse ver melhor. – Tudo que eu e ele fizemos para a KM, tudo que ele fez depois, algumas informações sobre mim, outras sobre Nate.

Enquanto Felicity falava, eu corria os olhos sobre as informações na tela, tentando absorver o máximo possível. Precisava dessas informações não só para achar o mandante do assassinato da minha amiga, mas também para traçar um plano de segurança para a minha loira.

— Oliver... – Felicity chamou minha atenção. Pressionou os lábios e se esticou para voltar a depositar o notebook sobre a mesa. Virou o corpo, ficando de frente para mim. Parecia pensar a respeito do que queria me dizer a seguir. Ainda não olhava para mim, seu olhar estava direcionado para baixo.

— Hey. – Me acomodei melhor, virando o corpo e ficando de frente para ela. Levei uma mão ao seu rosto e apoiei o polegar em seu queixo, erguendo seu rosto e a fazendo olhar para mim.

— Você é esperto... – Ela começou, hesitante. Agora olhava para mim. Pude ver seus olhos brilharem ao voltarem a se encher de lágrimas. Odiava aquele brilho. – Sei que, com essas informações... – Apontou para o notebook e então para si mesma. – Podemos enfim pensar numa forma de ajudar a polícia a resolver o caso e ainda por cima armar para tirar esses bandidos da rua. – Falou, dando a entender que falava sobre o tal grupo. – Mas...

— Mas...? – Incentivei depois de vê-la ficar em silêncio e pensativa enquanto olhava fundo em meus olhos.

— Mas isso tudo também mostra o quanto eu sou fodida e se você precisar se afastar, eu entend..

— Para. – Meu coração havia acelerado ao ouvi-la dizer aquilo. Tive de interrompê-la. – Para.

— Oliver... – Fechei meus olhos por poucos segundos e respirei fundo. Ela realmente achava que eu me afastaria dela? Voltei a olhar para a loira a minha frente e segurei uma de suas mãos entre as minhas.

— Felicity... – Desviei o olhar por um instante, apenas buscando as palavras certas. Olhei diretamente para os olhos azuis que me fitavam ansiosos. – Nem ao menos pense na possibilidade de eu me afastar de você. – Vi seus ombros relaxarem ao me ouvir. – Você pode ter passado por essa merda toda, você pode pensar que é fodida, mas eu também tenho meus segredos. Você viu como eu sou, viu o que posso fazer quando sou pressionado, quando me sinto ameaçado, ou simplesmente para conseguir o que quero. E nem por isso você correu de mim, correu? – Ela balançou suavemente a cabeça, negando. – Então por que acha que eu faria isso? – A vi abrir a boca, só para fechá-la em seguida. – Olha, eu não vou negar que meu envolvimento com você é algo completamente novo. Nunca fui o cara que teve relacionamentos sérios. Eu nunca quis isso. – Seu olhar se desviou do meu. Mantive uma das mãos segurando a dela enquanto levei a outra ao seu rosto, mais uma vez a fazendo olhar para mim – Até agora. Você é diferente. E eu não vou fugir disso. Tenho uma promessa para cumprir. – Vi um pequeno vinco se formar entre suas sobrancelhas e sorri.

— Promessa?

— Beth me fez prometer que eu não sairia correndo quando aparecesse alguém que me fizesse querer ser diferente. – E... pronto. Lá estava o sorriso que eu gostava. – Sobre tudo isso... Eu preciso conversar com Diggle. Ele e eu vamos dar um jeito de pegar esses caras.

— Uhum. – Sua expressão agora estava mais suave. – Eu imaginava que nem ao menos você ia me querer em campo, por isso aceitei a proposta de emprego de Thea. Eu vou só compilar um dossiê com todas as informações que precisa.

— Eu jurava que teria maior resistência aqui. – Ri baixo e a loira me acompanhou. – É perigoso e não quero você correndo riscos. E... Já que estamos falando disso, vamos falar sobre sua segurança.

[...]

Felicity não ficou exatamente feliz quando eu informei que ela teria seguranças particulares na sua cola, mas descobriu que discutir comigo a respeito era inútil. Mesmo desconfortável, teve de aceitar.

Não falei para ela sobre a nova vítima de Barton Mathis, não queria deixa-la assustada. Mas agora eu estava ainda mais motivado para ir atrás de Mathis e de Nate. Por causa de Felicity. Não deixaria que nada acontecesse a ela e estava ansioso em resolver isso tudo o mais rápido possível para que eu pudesse aproveitar ao máximo minha relação com Felicity.

Depois de uma bela noite de sono, liguei para meu chefe de segurança e pedi que ele me encontrasse. Discutimos sobre a segurança de Felicity, da minha família e da família dela. Uma vez que acertei todos os detalhes, resolvi fazer uma visita a SCPD.

— Oliver. – John estendeu sua mão que eu prontamente apertei. – Não pensei que o veria hoje.

— Temos que conversar. – Disse, simplesmente. – Eu, você e Quentin.

A expressão de Diggle transpareceu preocupação, como se soubesse que eu tinha vindo falar de Felicity. Mas não me questionou de imediato. Simplesmente tomou a frente e nos direcionou à sala de Quentin Lance.

— Oliver. – Quentin me cumprimentou. – O que o traz aqui?

— Felicity. Beth. Mathis. – Listei, enquanto John e eu nos sentávamos a frente da mesa de Quentin. – Pode escolher.

— Diz que colocou algum juízo na minha filha. – Quentin suspirou enquanto se acomodava melhor na cadeira.

— Felizmente, sim. – Olhei de Quentin para Diggle e ambos pareceram aliviados ao me ouvir. – Felicity não será mais uma consultora. Vai trabalhar com Thea.

— Fico mais tranquilo. – John olhava para Quentin.

— Muito mais tranquilo. – Quentin apoiou os braços nos braços da cadeira, mas juntou as mãos em frente ao corpo, entrelaçando seus dedos. – Oliver, minha filha não faz ideia de que eu sei o que aconteceu com ela. Optei por não a pressionar, mas mexi alguns pauzinhos para que ela não tivesse como trabalhar nas ruas. – Me remexi na cadeira e percebi que Diggle fazia o mesmo – É, eu sei. – Quentin riu sem humor. – Você fez um ótimo trabalho ao coloca-la para trabalhar com a LVPD, mas não foi tão bom em esconder de mim o que houve. Ver o nome da minha filha em meio a uma investigação também não ajudou a manter tudo em segredo. – Lance falava com John. Mas logo sua atenção voltou para mim – Eu sei que muitas vezes discutimos, que muitas vezes discordamos e convenhamos que sua fama de mulherengo me faz querer você bem longe da minha filha. – Abri a boca para argumentar, mas ele emendou: — Mas você parece se importar com ela e conseguiu colocar juízo naquela teimosa, então... – Uma breve pausa. – Acho que posso confiar em você para manter minha filha longe de problemas.

— Com certeza. – Diggle me surpreendeu ao concordar com Quentin. – Tenho certeza que Oliver pode proteger Felicity.

— A segurança de Felicity é minha prioridade. – Garanti, observando as expressões dos dois homens se suavizarem. – Quanto ao caso... – Fiz uma breve pausa antes de continuar. – Consegui algumas informações que podem nos ajudar. Pedi que Felicity organizasse, porque ela realmente é boa com computadores. Assim que ela terminar, trago para vocês. Vão perceber que o assassinato de Beth, o reaparecimento de Mathis... tudo está interligado, e posso ter informações sobre o mandante.

Passei a hora seguinte passando informações para Diggle e Lance, ambos agora demostravam confiança em mim para lidar com Felicity. Descobrir que Quentin sabia, por cima, o que acontecera com a filha, facilitava as coisas. Nós três estávamos motivados a fazer nosso trabalho. Não só discutimos as informações que tínhamos até agora, como também tratamos da segurança de todos, falei sobre a equipe de segurança da minha família, que agora estava instruída a cuidar das mulheres e ligar para Quentin, Diggle ou para mim caso alguma coisa acontecesse.

Não era a primeira vez que Quentin, John e eu trabalhávamos juntos, mas dessa vez, algo estava diferente. Não apenas porque se tratava de um assunto pessoal para nós, mas a dinâmica entre nós estava melhor do que nunca. Ótimo. Mais fácil trabalhar assim.

[...]

Os dias seguintes se passaram muito rápido. E uma nova rotina foi estabelecida.

Com Quentin e John a par das informações, passei a trabalhar mais centrado na academia. Sempre que surgia uma nova informação, uma nova pista, nós três nos reuníamos e discutíamos a respeito do que seria feito. Meu foco era a segurança de Felicity.

Felicity não perguntava muito sobre o caso. As vezes ela perguntava se tinha algo que ela poderia fazer, mas não parecia se incomodar quando eu respondia dizendo que tinha tudo sob controle. Ela estava animada em trabalhar com Thea. Eu não sabia exatamente sobre o que se tratava esse emprego, mas vê-la animada, era o suficiente para mim.

Eu simplesmente não conseguia ficar longe de Felicity. Passei a dormir em seu apartamento todas as noites. Usava o meu apenas como se fosse um grande closet.

Todos os dias, eu a levava até a Queen Consolidated, então ia para a academia. À noite, Felicity ia até a academia, onde ela passara a treinar com frequência. Tommy parecia animado com o fato de eu estar com Felicity e não perdia a chance de fazer suas piadinhas infames.

— Felicity Smoak! Você é um colírio para meus olhos. – Ouvi meu melhor amigo dizer e segui seu olhar. Felicity estava entrando na academia, vestindo uma calça tipo “bailarina”, um top esportivo e um blusão por cima. Adorava como ela se vestia para treinar. Ela ria ao olhar para Tommy, que logo se aproximou e a abraçou, a erguendo do chão.

— Oi, Tommy. – Ela respondeu, retribuindo seu abraço.

Finalizei o exercício e depositei os halteres no suporte, os guardando. Me aproximei dos dois e falei:

— Hey, Thomas, tira as patas da minha namorada. – Ambos riam. Me juntei a eles.

— Possessivo. Oliver Queen é extremamente possessivo. – Tommy ria. Afrouxou o abraço, mas em seguida se posicionou de forma que pudesse passar um dos braços pelas pernas de Felicity enquanto apoiava o outro braço em suas costas, a erguendo em seu colo sem maiores dificuldades. – Toma aqui. Receba a sua namorada. – Me aproximei. Felicity estendeu os braços, para envolve-los em meu pescoço, enquanto eu colocava meus braços no lugar dos de Tommy, trazendo-a para meu colo. Uma vez que estava em meus braços, ela sorriu para mim antes de colar nossos lábios em um beijo casto. – Ah, sem exibicionismo, por favor! – Tommy falava alto, fazendo com que nós três caíssemos na gargalhada em seguida. – Ok, agora é sério. Temos um treino pela frente.

Me abaixei um pouco, soltando as pernas de Felicity e a colocando no chão.

— Vamos fazer aquilo mesmo, Tommy? – Felicity perguntou, olhando para meu amigo/treinador de araque.

— Fazer o que? – Questionei, olhando de um para o outro.

— Um treino especial! – Tommy anunciou.

Um treino especial, ele dissera. Um treino especial. E não é que foi mesmo? Tommy me surpreendeu. Felicity me surpreendeu ainda mais. Em poucos dias, ela melhorara muito sua resistência física e executava os exercícios com perfeição. Tivera algumas aulas de defesa pessoal com Sara também, que sempre elogiava o desempenho da irmã.

O treino especial que tanto falaram, era um treino conjunto entre Felicity e eu. Continha alguns exercícios, como flexão, por exemplo. Onde eu apoiei meus pés em uma espécie de elástico, para complicar um pouco, e minhas mãos no chão. Felicity, por sua vez, tinha os pés sobre uma bola e suas mãos em minhas costas. Ambos mantínhamos a posição. Eu executava o exercício, abaixando meu corpo até quase tocar o chão e o erguendo em seguida, voltando a esticar os braços, uma vez que eu o fazia, Felicity flexionava os braços, executando o exercício e voltando a estica-los em seguida. Fizemos vários exercícios assim, juntos. Até que veio a brilhante ideia do meu técnico de bosta.

— Tive uma ideia brilhante! – Anunciou Tommy, enquanto Felicity enxugava o rosto com uma toalha e eu tomava água. – Como lutador, você tem que aguentar umas pancadas, certo? – Assenti, erguendo uma sobrancelha enquanto fechava a garrafa de água e a depositava no banco que estava ao meu lado. – Que tal se você ficar aí, paradinho, enquanto Felicity aqui, te usa como saco de pancadas.

— Que? – Felicity parecia ter se divertido com a ideia, porque assim que questionou, começou a rir. Instantes depois, ela endireitou o corpo, levou as mãos a cintura e me encarou. – O que acha?

— Acho que minha namorada está arrumando desculpas para sentar a mão em mim. – Brinquei, acompanhando os dois na risada.

— Qual a piada? – A voz de Sara se fez presente. – Quero rir também.

— Vou usar meu namorado como saco de pancadas. – Felicity anunciou, achando graça. Namorado. Adorava isso. Nem ao menos sabia dizer quando foi que tudo mudou, quando foi que Felicity passou do “status: encrenca” para minha namorada. Só sabia que eu gostava muito disso.

— Adorei! – Sara bateu palmas. – Vem cá, Lis. Vamos te preparar.

Instantes depois, eu estava parado, com as mãos para trás, esperando o golpe de Felicity.

— Não esquece de manter o pulso firme, para não se machucar. – Sara passava as instruções para a irmã. – Gire o quadril, é de onde vem sua força. Não precisa ficar com dó. Ele aguenta.

Observei Felicity se posicionar a minha frente e desferir o primeiro soco em meu abdômen. A ideia de Tommy não era de todo mal. Era um bom treino. Tudo que eu tinha de fazer era contrair os músculos e absorver o impacto. O primeiro golpe de Felicity saíra fraco, hesitante.

— Tá brincando né? – Sara ria. – Qual é, Lis?! Te ensinei a fazer melhor que isso.

— Felicity, minha linda. – Tommy, apoiara uma mão no ombro de Felicity. – Seu namorado é uma muralha, puro músculo. Te garanto que você pode bater sem dó, que ele aguenta. – Fez uma pausa, fazendo uma careta divertida – Até porque, se ele não aguentar, podemos ir perdendo as esperanças de ganhar algumas medalhas no campeonato.

— Hey... – Chamei a atenção da minha loira. – Pode bater. – Incentivei. – Sem medo.

A partir daí os socos de Felicity passaram a ser mais fortes, precisos. Contraía meu abdômen, absorvendo o impacto, o relaxando em seguida.

— Isso, garota! – Sara batia palmas, acompanhada por Tommy, que por sua vez, me incentivava a absorber os golpes.

Estávamos nos divertindo com a brincadeira, quando o celular de Sara tocou e ela o tirou do bolso, atendendo em seguida.

— Alô? Oi, pai. – Uma pausa. – Sim, ele está aqui. – Tirou o celular da orelha e estendeu a mão, me oferecendo o aparelho. – Meu pai quer falar com você.

— Quentin. – Atendi, após levar o aparelho a minha orelha. Felicity se sentou no banco, acompanhada de Sara e Tommy se juntou a elas. Pareciam conversar animados.

Oliver. – Quentin suspirou antes de continuar. – Temos mais uma vítima.

— Dollmaker? – Questionei, apenas para confirmar, mas meu coração já estava disparado naquele momento.

Notas finais
Yaaaaay, Vamos lá pessoal! Vamos aos ASSUNTOS IMPORTANTES: Sobre os dias de postagem: https://twitter.com/_rairod/status/1042856721134309376 NOVO projeto: https://twitter.com/_rairod/status/1042857304528437249 ALWAYS: https://twitter.com/_rairod/status/1042857842108186624 Pedidos em TUT: https://twitter.com/_rairod/status/1042858206136020995 É isso. Reforçando... Vou usar o twitter para mandar os avisos então, quem tiver twitter e quiser seguir.... É só avisar, que eu sigo de volta. That's all for now! Luv ya squad! ♥