Restless Hearts

17 Pegamos ele


Notas iniciais
Aloha, guys! Avisos IMPORTANTES nas NOTAS FINAIS. Boa leitura!

[POV Felicity Smoak]

— Quentin. – Ouvi Oliver dizer o nome do meu pai enquanto atendia a ligação e se afastava um pouco. Me sentei no banco com Sara e Tommy, ouvindo-os falar animados sobre o campeonato.

— Tenho certeza que Oliver vai trazer alguns títulos para nós. – Disse Tommy.

— E eu? Cadê sua fé em mim? — Questionou Sara, mas não estava ofendida, simplesmente brincava.

— Sabe que tenho fé em você. Mas aquilo ali... – Apontou para Oliver, mas assim que olhou para ele, sua expressão divertida se transformou em algo diferente, uma expressão mais fechada. Terminou a frase sem nem ao menos prestar muita atenção no que dizia: — É uma máquina.

Automaticamente meu olhar se direcionou para Oliver. A expressão dele me dizia que ele estava alarmado, preocupado. Não eram boas notícias.

— Dollmaker? – Ouvi Oliver dizer. Meu coração disparou. Mathis? O que tem Mathis? – Ok, te vejo lá. – Oliver encerrou a chamada e se aproximou de nós.

— Tudo bem? – Tommy foi o primeiro a conseguir falar. Meu coração batia forte em meu peito.

— Só uma novidade em meu outro trabalho. – Disse simplesmente, enquanto devolvia o celular a Sara.

— Tem que ir? – Perguntei em tom baixo. Ele olhou para mim e me presenteou com um sorriso. Mas eu não gostava muito desse sorriso. Era forçado, sem graça. Era o sorriso preocupado. Ele se inclinou e levou os lábios aos meus.

— Tenho. – Respondeu antes de me dar um beijo rápido. – Acho que não demoro. – Mais um beijo. Logo endireitou o corpo. – Te vejo em casa. – Acenou para nossos amigos e se virou para sair. Fiquei observando enquanto ele se afastava, até que senti a mão de Sara em minha coxa.

— Hey. – Chamou minha atenção. Olhei para minha irmã que trazia um sorriso leve em seus lábios. – Tá tudo bem. Já já ele tá de volta.

Passei os próximos 30 minutos com Sara e Tommy na sala em que eram ministradas aulas de defesa pessoal. Queria me distrair, cansar meu corpo para que não pensasse em Mathis, no caso de Beth. Já havia combinado com Oliver que eu me manteria fora disso, de certa forma.

[Flashback ON]

— Ok, ok. Você venceu. – Bufei, cruzando os braços logo abaixo dos meus seios. – Pelo menos pode me dizer, por que vou andar com uma babá colada em mim?

— Segurança, Felicity. Segurança. – Oliver sorria, se divertindo às minhas custas. – E não, primeiro quero falar com seu pai e Dig.

— Tá, tanto faz. – Fechei meus olhos por um instante, respirando fundo, para então voltar a olhar para Oliver. – Olha, eu sei que o que eu disse ainda há pouco vai contra tudo que eu disse antes. – Descruzei os braços e levei uma de minhas mãos à coxa de Oliver, que me olhava confuso, sem entender o que eu estava querendo dizer. – Eu quero ver o assassino da nossa amiga preso. Mas eu também sei que você me quer fora de perigo. Então... Por nós, eu vou ficar de fora disso, ok? Se você ou a polícia precisar das minhas habilidades com o computador, eu ajudo.

Oliver me ouvia atentamente e quando eu terminei de falar, ele abriu um enorme sorriso.

— Sei que isso deve ser difícil para você, mas eu gostei. – Suas mãos foram até minha cintura e mais uma vez ele me guiou a me sentar em seu colo. – Agora... Sobre nós... – Me ajeitei melhor em seu colo, inclinando um pouco a cabeça ao sentir seus lábios agora em meu pescoço. Sabia que ele estava encerrando nossa conversa por ali.

[Flashback OFF]

Logo depois daquela conversa, Oliver se encarregara em contratar segurança particular para todos. Sara, Laurel, Thea, minha mãe, a mãe dele e eu. Todas as mulheres sendo acompanhadas por “babás”. Pensei que ele ia me explicar o motivo disso depois que falasse com meu pai e com Dig, mas ele não fez isso. Indo contra tudo que eu acredito, eu simplesmente aceitei. Aceitei que Oliver tomasse a frente e cuidasse de mim. Aceitei que ele resolvesse o caso sozinho. A princípio, eu não entendia o porquê de deixar Oliver cuidar de tudo. Era confuso para mim. Mas então me dei conta de que me sentia segura com ele, me dei conta de que eu realmente queria fazer dar certo entre nós. Me dei conta de que estava me apaixonando por ele. Eu queria que meus medos e mágoas fossem curadas por Oliver. Então simplesmente me permitir abaixar a guarda. Me permitir sentir saudades de Beth e chorar por sua morte. Me permiti contar meus segredos a Oliver. Me permiti me deixar exposta e vulnerável a ele. Ainda tinha muitos segredos, é claro. O processo de mudança era longo, complicado. E eu estava gostando de como tudo estava caminhando.

[...]

Assim que cheguei em casa, tomei um belo banho quente. Ainda estava enrolada na toalha quando meu celular tocou. Me sentei na beirada da cama e peguei o aparelho sobre o criado-mudo.

— Oi, pai. – Disse ao atender.

Oi, filhota. – Sempre gostava quando ele me chamava assim. – Você pode vir até a delegacia?

— Claro. – Franzi o cenho. – Tudo bem?

Ah, sabe como é.— O ouvi suspirar. – Longa noite pela frente e eu realmente poderia usar sua ajuda.

— Te vejo em 15 minutos. – Anunciei e encerrei a chamada.

Me arrumei em tempo recorde. Em questão de minutos eu já vestia uma calça jeans, uma regata branca, botas e uma jaqueta de couro. Assim que saí pela porta, vi meu segurança parado ali.

— Jake. Não esperava você aqui. – Dizia enquanto fechava e trancava a porta. – Achei que já tivesse ido.

— Senhor Queen pediu que eu a levasse até a delegacia.

— Claro que pediu. – Balancei a cabeça. Oliver provavelmente havia saído com seu carro e pedira a Jake para me levar até ele. Que lindo. Meu babá agora era multitarefas.

Não podia reclamar. Com Jake me levando, chegaria mais rápido a delegacia e eu realmente queria chegar rápido. Meu pai nunca me pedira ajuda antes. Era de se esperar que eu ficasse preocupada. Ainda mais por Oliver estar lá. Por Mathis ter sido o assunto abordado no telefone mais cedo. Ótimo. Estava oficialmente preocupada. Mas no meio de toda aquela preocupação, me dei conta de que eu realmente gostava de trabalhar com a polícia. Tinha feito minha paz com o fato de que eu não trabalharia no caso de Beth, que não seria eu a ajudar prender Nate. Tinha feito minha paz com o fato de que eu deixara tudo isso nas mãos de Oliver. Mas eu sentia falta de trabalhar com a polícia.

Assim que cheguei a delegacia, dispensei Jake e fui diretamente para a sala do meu pai. Assim que entrei, me deparei com ele, Oliver e John Diggle.

— Uau, os homens da minha vida reunidos em uma só sala. Seria meu sonho? – Brinquei, tentando tirar a carranca que os três levavam. Funcionou. Os três me lançaram sorrisos discretos.

— Não deixe seu amigo Tommy te ouvir. – Rebateu Diggle.

— Não acredito que vivi para ver o dia em que John Diggle estaria com ciúmes de mim. – Forcei uma expressão de surpresa e o vi rir.

— Filhota... – Começou meu pai. – O papo tá bom, mas precisamos da sua ajuda.

Enquanto a conversa fiada rolava, eu havia entrado, fechado a porta e me aproximado dos homens, que estavam sentados em volta da mesa. Parei bem ao lado de Oliver e senti sua mão na minha. Olhei para ele, lhe lançando um pequeno sorriso e então voltei minha atenção ao meu pai.

— Do que precisam?

— Das suas habilidades com o computador. – Meu pai começou.

— Mathis fez mais uma vítima essa noite, mas achamos que ele cometeu um deslize. – Emendou Diggle.

— Ele pode estar com o celular da vítima. – Completou Oliver.

— E o garoto da tecnologia não veio. – Meu pai justificou minha presença ali.

— Rastrear o celular, ok. – Pressionei os dedos nos de Oliver antes de soltar sua mão e dar a volta na mesa. Meu pai se levantou, me deixando sentar em sua cadeira. Me posicionei em frente a seu computador e comecei a bater os dedos sobre as teclas agilmente. – Número. – Pedi, enquanto abria os sistemas a minha frente. Vi pelo canto do olho quando meu pai pegou uma pasta sobre a mesa. Em seguida ele começou a me ditar o número de telefone da vítima. 15 segundos depois... – Pronto.

— Já? – Diggle demonstrou sua surpresa. – Uau.

— Sou boa, querido. – Lhe lancei um sorriso vitorioso.

— Vamos. – Anunciou meu pai depois de ver o endereço na tela. Diggle se levantou para acompanha-lo. Antes de sair, meu pai se dirigiu a Oliver ao dizer: — Talvez seja a hora daquela conversa.

Vi Oliver assenti e em seguida passar ambas as mãos pelo rosto. Ele costumava fazer isso quando estava nervoso.

— Felicity... – Começou. – Precisamos conversar.

(...)

De repente, tudo fazia sentido.

— Deixa eu entender isso direito. – Estava sentada na beirada da mesa do meu pai enquanto Oliver estava sentado na cadeira a minha frente. – Mathis agiu por contrato quando matou Beth?

— Sim. – Oliver apoiava ambas as mãos nas laterais das minhas coxas, enquanto as minhas estavam apoiadas na mesa, ao lado do meu quadril.

— Não só isso, como a outra vítima também. Pra me mandar um recado?

— Sim.

— Então eu estava mais do que certa ao pensar que estava envolvida nisso?

— Sim.

— Também estava certa ao pensar que era a KM tudo de novo?

— Sim.

— Por isso que você fez questão em contratar seguranças?

— Sim.

— E escondeu isso tudo de mim?

— S-sim? – Esse último “sim” foi hesitante e saiu da boca de Oliver soando como uma pergunta.

— Uau. – Eu não sabia como reagir a todas essas informações.

— Felicity, eu sei que não dev...

— Ainda não acabei. – O interrompi. Oliver pressionou levemente os dedos em minhas coxas. – O mais chocante de tudo.... Meu pai sabe o que aconteceu comigo?

— Sim. De forma vaga, como Diggle. — Durante minha chuva de perguntas, eu havia mantido o olhar fixo na parede atrás de Oliver, mas agora, meu olhar se fixou em seus olhos. Azuis. Ansiosos.

— Eu deveria estar muito brava com você.

— Mas...? – Me incentivou.

— Mas, surpreendentemente, não estou. – Vi seus ombros abaixarem um pouco, mostrando que estava tenso até então. – Eu achei que tinha que encarar isso tudo sozinha.

— Fica mais fácil dividindo comigo, não fica? – Oliver se levantou, deixando suas mãos correrem pelas laterais de minhas coxas para então alcançar minha cintura. – Eu disse que cuidaria disso.

— E eu agradeço. – Suspirei, tirando minhas mãos da mesa as levando ao rosto de Oliver. – Mas, por favor, não esconda as coisas de mim. Não são mais as minhas ou as suas lutas. São nossas, lembra?

[Flashback ON]

— Acho que posso me acostumar com isso. – Disse Oliver, enquanto eu subia beijos por seu pescoço. – Ter você pertinho, todos os dias. – Sua fala era mansa, seu tom baixo.

— Gosto disso...- Comecei, pressionando meus lábios em seu pescoço mais uma vez. – De ter você aqui comigo. – Me afastei um pouco, só para poder me mover e montar em Oliver. Estávamos na minha cama, com muita pouca roupa. Uma vez que me sentei sobre seu corpo, apoiei as mãos em seu abdômen. Pretendia falar mais alguma coisa, mas as palavras simplesmente não me vinham a cabeça. Queria dizer a ele que o queria só para mim. Como se pudesse ler meus pensamentos, ele o disse por mim:

— Sabe... – Suas mãos subiam distraidamente por minhas coxas numa lentidão absurda – Não imaginei que seria assim entre nós. – Fez uma pausa. – E agora eu me vejo querendo gritar pro mundo que você é minha e eu sou seu.

— Só meu? – Meu sorriso se alargava cada vez mais.

— Só seu. – O sorriso dele espelhava o meu. – E como seu namorado eu espero que você entenda que suas lutas agora também são as minhas.

— Nossas lutas, nossa vida. – Emendei, sentindo meu coração bater forte, acelerado.

Não foi necessário um pedido. Não foi necessário expressar com mais palavras. Eu sabia que a partir dali, tanto eu como Oliver nos víamos na necessidade de fazer nosso relacionamento funcionar. Ali, eu tive a certeza de que nosso relacionamento era para valer. Aqueles pronomes, “seu” e “minha”, somados a palavrinha mágica que ele deixou escapar, “namorado”, tiveram o efeito de me fazer refém do sentimento que eu tinha por ele.

[Flashback OFF]

— Tão linda. – Oliver disse antes de romper o restante da distância entre nós. Senti seus lábios nos meus, apenas pressionando-os à princípio. Logo sua língua traçou a linha do meu lábio inferior, para então pedir passagem entre meus lábios. O beijo era lento, suave. E teve o poder de me fazer esquecer tudo a minha volta por um momento. Simplesmente me permiti a me concentrar apenas naquela sensação. O corpo de Oliver encostado no meu, sua boca investindo suavemente na minha, sua língua passando sobre a minha, tocando o céu da minha boca. Gostaria que aquele momento durasse mais, mas Oliver interrompeu o beijo quando a porta da sala do meu pai se abriu.

— Eu vou fingir por um momento que não vi nada. – Disse meu pai. Seu tom era brincalhão – Venham, pegamos ele.

(...)

Barton Mathis estava algemado, com as mãos sobre a mesa da sala de interrogatório. Podia vê-lo através do vidro. Na sala adjacente à de interrogatório, estávamos eu, Oliver e meu pai. John Diggle seria o responsável por conduzir o interrogatório e tirar algumas respostas do famoso Artesão de Bonecas.

Diggle entrou na sala e começou a falar, obedecendo o protocolo padrão ao dizer o nome do suspeito, a data e o motivo da prisão. Não prestei muita atenção nessa parte.

Oliver estava parado bem ao meu lado e mantinha uma mão em minhas costas, bem à base de minha coluna. Um gesto simples, mas que me passava uma segurança enorme.

— Só me traga uma folha e uma caneta, vou escrever e assinar minha confissão. – Disse Mathis, com a voz arrastada. – Isso facilita seu trabalho, não?

— Com certeza. – A voz de Diggle saía firme, segura. – Mas não se trata apenas dos assassinatos dessa vez.

— Ah sim... – O sorriso que Barton Mathis abriu, fez com que um arrepio percorresse minha espinha. Mesmo através do vidro, mesmo que ele não pudesse me ver, eu sentia medo dele. E raiva. Estava bem a minha frente, o assassino de Beth. Minha mente estava uma bagunça, mas eu precisava me manter focada. – A garota. As garotas.

— Você sabe o que quero. – Diggle abriu a pasta de arquivos sobre a mesa. – Elizabeth Smith. Você a matou decorrente de um contrato?

— Sim. – Nem ao menos pensou antes de confirmar. – Queriam a garota morta, para mandar um recado.

— Que recado? – John o pressionou.

— O recado que veio com a garota seguinte. – Aquele maldito sorriso não abandonava seus lábios. – Ele a quer.

— Ele quem? Quer a quem? – John tentava manter o tom firme. Mas eu podia ver que estava nervoso.

— Ele quer a tal Smoak. – Ouvir Mathis falar meu nome, me fizera estremecer. Oliver pareceu perceber e se apressou em me abraçar.

— Quem é o mandante, Mathis? – A voz de Diggle se elevou um pouco.

— Eu o conheço como Nate. – Assim que ouvi, meu coração pareceu falhar uma batida.

— Quem é esse Nate? – Meu pai perguntou. Me fazendo lembrar que ele sabia pouco, assim como Diggle. Pelo que Oliver havia me contado, tanto meu pai quanto Diggle sabiam apenas que eu tinha me envolvido na investigação de um grupo, KM, mas não tinham maiores informações. Mesmo o dossiê que Chuck me dera, não estava completo.

— Nathaniel O’brien.

— Nathaniel O’brien. – Percebi que uma voz masculina falara ao mesmo tempo que eu.

Tanto eu quanto Oliver e meu pai nos viramos em direção a porta, por onde entrara um homem alto, de olhos verdes, pele clara contrastando com seu cabelo preto.

— Quem é você? – Questionou Oliver. Ao seu lado, meu pai havia adotado uma postura firme, profissional.

— Agente especial...

— Nicholas Spencer. – Interrompi, completando por ele. Ganhando olhares surpresos de Oliver e de meu pai.

— FBI. – Nick continuou.

— O que faz aqui, senhor Spencer? – Questionou meu pai enquanto apertava a mão que Nick havia lhe estendido. Antes de responder, estendeu a mão a Oliver, que hesitou antes de apertá-la de volta.

— Quando o nome da sua hacker favorita aparece em uma investigação... – Começou, olhando de Oliver para meu pai e por fim para mim. – A gente resolve verificar.

— Hacker? – Meu pai demorou 10 segundos para digerir a informação. – Hacker, Felicity?

— Nick, Nick... – Balancei a cabeça. – Sempre arruinando minha vida.

— Até onde me lembro, eu salvei sua vida. – Ele me lançou um sorriso de lado.

— Idiota! – Rebati, antes me aproximar dele e abraça-lo. Não precisei me virar, podia sentir o olhar de Oliver queimando em minhas costas. Não demorei a soltar o abraço e dar um tapa do braço de Nick. – Você não liga, você não escreve!

— O que tá acontecendo? – O tom do meu pai era sério. Depois de olhar para ele, me atrevi a olhar para Oliver. Ele estava em silêncio a tempo demais, sua postura ereta, firme, seus braços cruzados, sua expressão fechada.

— Também quero saber. – Disse ele por fim.

— Termine o interrogatório, capitão, e então conversaremos sobre o caso em questão. Vou explicar tudo. – Disse Nick.

Notas finais
Yaaaaay! Estamos avançando na história!! Pessoal! Vamos aos avisos? Primeiro, sobre o que ficou decidido sobre as postagens: https://twitter.com/_rairod/status/1044207539477516291 https://twitter.com/_rairod/status/1044209334551531520 https://twitter.com/_rairod/status/1044209660419551234 Reforçando... Vou continuar soltando os avisos através do twitter. E também através da nova conta do instagram: raissarodriguesofficial Então, quem puder seguir, vai receber os avisos e ficar a par de tudo que vai acontecer. Vou avisar quando atrasar as postagens, vou avisar quando as postagens forem feitas, avisar sobre os bônus que vou lançar... enfim, todos os avisos serão feitos por twitter e instagram! Vejo vocês nos avisos, nos comentários e nas próximas atualizações! That's all for now Luv ya squad ♥