Restless Hearts

14 Descarregar as energias


Notas iniciais
Aloha, guys! Nos vemos nas NOTAS FINAIS, boa leitura! OBS.: SPOILER ALERT: Vocês se lembram da classificação da fic né? Os hots voltaram, e preciso avisar vocês que daqui para frente, não só os hots serão pesados, como também teremos algumas cenas pesadas!

Com o coração disparado, minha mente começou a trabalhar a todo vapor. Olhava para cada detalhe da vítima, da mesa, do aparelho que ele usara para gravar sua voz. Olhei mais uma vez para a pasta de arquivos, e li atentamente todas as informações escritas ali.

Quando voltei a olhar para John, ele me encarava atento.

— Temos que protege-la. E temos que pegar esse cara. De novo.

— Maldito! – Disse, voltando a olhar para o aparelho que Diggle voltara a colocar na mesa. – Ele não vai nem ao menos chegar perto de Felicity.

— A polícia vai disponibilizar alguns recursos para manter ela segura, mas, Oliver, sua família tem a melhor equipe de segurança da cidade.

— Vou mexer alguns pauzinhos.

[...]

[POV Oliver Queen]

Há anos atrás, em um dos meus primeiros casos como consultor, ajudei a prender o Artesão de Bonecas.

Ele já havia matado 8 garotas quando eu entrei para o caso com John Diggle e Quentin Lance.

Ainda era novato, então eu não tinha acesso a maiores informações, apenas ao que me diziam nas cenas de crime e o que eu conseguia tirar extraoficialmente de Diggle e Lance, fora o que eu andava “pesquisando” por aí.

Ele matou mais 2 garotas antes de conseguirmos prendê-lo. Eu acreditava que ele estava preso, até o assassinato de Beth.

A princípio, eu acreditava ser um imitador, mas então Felicity me aparece com o nome Barton Mathis. Tive de verificar e infelizmente o desgraçado havia conseguido fugir da prisão.

No caso de assassinato de Beth, Mathis havia sido uma ferramenta, contratado por alguém. Isso era novidade. Mathis geralmente escolhia suas vítimas de acordo com suas preferencias, mas agora estava agindo por um contrato. Matara Beth por um contrato. Alguém o contratara para aquele serviço e eu tinha certeza que alguém o contratara para seu último trabalho. Alguém o contratara para mandar um recado para Felicity.

Mas esses desgraçados estavam enganados se achavam que seria fácil chegar até Felicity. Agora não só a polícia, como minha equipe de segurança e, é claro, eu, estávamos envolvidos. Para chegar a Felicity, teriam que passar por cima de mim e da melhor equipe de segurança da cidade. Ao me envolver assim, sabia que mais pessoas correriam risco, então eu me encarregaria de colocar toda minha família e a família de Felicity em segurança.

Antes de planejar nossa segurança, eu precisava descarregar minhas energias. Puto como estava, faria alguma merda com certeza.

Geralmente, haviam várias maneiras para que eu descarregasse minhas energias e minha raiva, mas dessa vez, só uma seria eficaz. Felicity. Mais cedo, eu pensava em fazer qualquer coisa para não descontar minha raiva nela, mas agora, não tinha para onde correr.

[...]

Assim que cheguei no prédio, fui diretamente ao apartamento de Felicity. Entrei e tranquei a porta. Não a vi na sala, nem na cozinha, então segui em direção ao seu quarto. Quando entrei, ouvi o som do chuveiro ligado. Perfeito. Parei por um instante, perto de sua cama, e comecei a tirar minha roupa, jogando todas as peças, assim como minha carteira e celular que estavam em meu bolso, de qualquer jeito, no chão. Uma vez que me livrei de minhas roupas, fui diretamente para o banheiro, onde minha loira tomava banho.

— Oliver... – Chamou meu nome em tom baixo assim que me viu. Adorava o jeito que ela dizia meu nome. Notei quando seu olhar de desviou de meu rosto e desceu por meu corpo. Também não pude deixar de notar quando ela mordeu o lábio inferior ao encarar meu pau, já duro, ereto. Rompi o restante da distancia entre nós e entrei no box. Sem demora, levei uma das mãos a sua cintura e a outra a lateral de seu pescoço e a empurrei contra a parede, a prendendo entre a mesma e meu corpo. Confesso que o fiz com uma brusquidão desnecessária, mas no momento não estava me importando. Colei meus lábios nos dela e dei uma mordida forte em seu lábio inferior, antes de iniciar um beijo rude, intenso.

Como sempre, Felicity seguia meu comando. Assim que a prensei entre a parede e meu corpo, ela levou as mãos as minhas costas, pressionando as pontas dos dedos ali. Quando sentiu a mordida, cravou as unhas em minha pele e esperou por meu beijo. Gemeu. Nem ao menos tinha começado e ela já estava gemendo. Ótimo. Não seria nada delicado então.

Sem romper o beijo rude, levei minhas mãos aos seus braços e a guiei a envolver seus braços em meu pescoço, uma vez que o fez, deslizei minhas mãos pelas laterais de seu corpo até alcançar suas pernas, onde apertei as mãos e a puxei para meu colo, envolvendo suas pernas em minha cintura. Assim que a coloquei na posição que queria, coloquei meu pau em seu ponto sensível e o deixei deslizar até encontrar sua entrada, para então meter meu pau todo dentro dela, de uma só vez, em uma forte estocada. Senti o corpo da loira se contrair e ela rompeu o beijo, soltando um gritinho agudo e encostando sua cabeça na parede. Apertei os dedos em sua bunda e esperei até que seu corpo relaxasse, para então voltar a me mexer. Passei a dar estocadas fortes, indo fundo dentro dela. Mantive um ritmo constante. Por sua vez, ela se mantinha na posição, segurando-se em meus ombros, cravando suas unhas em minha pele quando sentia necessidade. Segui com as investidas até que senti seu corpo estremecer. Não. Ainda não. Saí de dentro dela com brusquidão e a ouvi sufocar um grito, mordendo seu lábio inferior e deixando escapar apenas um resmungo. Levei uma das mãos ao registro e fechei o mesmo, desligando o chuveiro. Mantive Felicity em meu colo e, sem me importar por estar molhando o chão todo, saí do box e a levei até sua cama. A coloquei sobre a cama e a observei se ajeitar sobre a mesma. Me afastei por um momento, indo até minhas roupas no chão, onde me abaixei apenas para pegar minha camiseta. Voltei para a minha loira.

— De bruços. – Mandei, em tom firme, autoritário. Ela imediatamente se acomodou. Colocou um travesseiro embaixo de seu quadril e outro mais acima, onde apoiou a cabeça. – Mãos para trás. – Mais uma vez, ela não pensou duas vezes e me obedeceu. Ela colocou as mãos atrás de suas costas e assim que o fez, usei minha camiseta para amarrar seus pulsos. Ajudei-a a se acomodar melhor, ajeitando o travesseiro, onde apoiou seu rosto, em seguida ajeitei o travesseiro embaixo do seu quadril. Subi na cama, me ajoelhando na mesma, de forma que suas pernas ficaram entre as minhas. Levei ambas as mãos ao seu quadril e o puxei para cima, fazendo-a ficar apoiada em seu rosto e joelhos. Parei para observar a cena por um instante. Felicity ali, empinada para mim, com as mãos amarradas as suas costas, completamente vulnerável e à mercê de minhas vontades. Era assim que tinha que ser. Esse era o único momento em que ela deveria estar vulnerável. No sexo. Comigo. Que jamais faria algo para machucá-la. Só nesse momento ela deveria estar à mercê da vontade de alguém. Só assim. O pensamento me fez lembrar da cena de crime por um instante, então para me desfazer daquela tensão, ergui a mão e a desci sobre a bunda da minha loira, quase sem moderar a força do tapa. Ela virou o rosto em direção ao travesseiro, abafando um grito. Observei sua pele ficando vermelha e em seguida fechei os olhos. Respirei fundo várias vezes antes de voltar a olhar para Felicity, quando o fiz, levei uma das mãos ao meu pau e passei a massageá-lo, antes de leva-lo mais uma vez ao ponto sensível de Felicity. Repeti o que havia feito com ela no banheiro: deixei que a cabeça do meu pau deslizasse de seu ponto mais sensível até sua entrada e o meti todo, de uma vez só, indo fundo dentro dela em uma forte investida. Mais uma vez, a ouvi gemer alto e senti seu corpo todo se contrair. Quando ela por fim relaxou, me mantive parado até que ela contraiu apenas sua buceta, apertando meu pau dentro dela. Esperei ela relaxar novamente e só então passei a me movimentar, quase tirando meu pau de dentro dela só para voltar a investir forte contra ela. Levei uma mão até seus pulsos amarrados e deixei a outra sobre sua bunda. Voltei a manter o ritmo e a intensidade, agora iria permitir que ela gozasse. Não demorou muito para isso acontecer. Quando senti que apertava meu pau, se contorcendo levemente e passando a gemer ainda mais alto, passei a investir ainda mais forte. Seu corpo voltou a relaxar e a vi amolecer, mantendo a posição somente porque eu a segurava. Saí de dentro dela e deixei que abaixasse o quadril. Levei ambas as mãos aos seus pulsos e os soltei, jogando minha camiseta no chão em seguida. Com cuidado, a guiei para que se virasse, tirando o travesseiro que estava embaixo de seu quadril. Esperei que ela se deitasse, acomodando sua cabeça no travesseiro e então, me deitei sobre ela.

Assim que sentiu meu corpo sobre o seu, Felicity ergueu uma das pernas e a deixou a altura de minha cintura, assim como levou ambas as mãos as minhas costas. Sentia suas carícias delicadas, com as pontas dos dedos em minha pele. Aproximei meu rosto do dela, mas lhe neguei o prazer de me beijar. Ela buscava por meus lábios e eu desviava. Mais uma vez, busquei sua entrada com meu pau, mas dessa vez, o meti devagar, sem pressa. Quando ela revirou os olhos e gemeu, cobri sua boca com a minha, absorvendo seu gemido com um beijo, lento, mas intenso. Passei a me movimentar devagar, apenas sentindo sua intimidade de contrair cada vez que eu chegava ao fundo. Mantive o ritmo lento e segui a beijando até que senti meu corpo se contrair. Apoiei-me em um braço e com a mão livre, guiei minha loira para que colocasse uma das mãos para cima, ao lado de sua cabeça no travesseiro, assim que o fez, entrelacei nossos dedos e apertei levemente, enquanto passava a me movimentar um pouco mais rápido. Seus gemidos se misturavam com os meus, ambos sendo abafados por um beijo descoordenado. Mordi de leve seu lábio inferior quando finalmente explodi dentro dela.

[...]

Ficamos em silêncio por um bom tempo. Nos levantamos, fomos para o banho juntos, nos secamos e voltamos para a cama. Me deitei, com Felicity ao meu lado, apoiando a cabeça e uma das mãos em meu peito. Ficamos ali, abraçados e em silêncio por vários minutos. Então ela passou a acariciar meu peito com as pontas dos dedos e eu passei a espelhar o gesto, acariciando suas costas com as pontas dos meus dedos.

— Você tá bem? – Felicity perguntou em tom baixo, erguendo um pouco o rosto para olhar para mim. Sorri e abaixei o rosto para dar um selinho demorado na loira.

— Agora eu tô. – Ela riu baixinho e se esticou para me dar mais um beijinho rápido nos lábios.

— Prazer em ajudar. – Ela brincou e continuou com suas carícias. – Mas parece preocupado.

— Pra ser sincero, estou. – Suspirei e confessei: — Tive uma conversa com Diggle e com Sara, e depois esse Chuck aparecendo aqui.

— Hm... – Felicity se encolheu um pouco em meu abraço e a vi fechar os olhos por um instante antes de respirar fundo e dizer. – Vou te contar tudo.

Notas finais
E aí, pessoal? O que acharam? Reforçando... As três fic estão sendo publicadas também no Spirit! E estou atendendo os pedidos. Recebi alguns pedidos referentes a The Ugly Truth, que já começaram a ser atendidos no último capítulo. Algumas leitoras falaram comigo pelo insta e eu fiquei muito feliz! Então, é o seguinte... A melhor forma de atender vocês, é conversando. Conversem comigo, me contem o que gostariam de ver nas fics em andamento e nas que ainda estão por vir. Se tiverem algum pedido de one-shot, também estarei a disposição. Eu tinha uma conta no twitter para falar com vocês, e por conta de outros projetos, estou abrindo uma conta nova: @raissaofficial_ Quem puder seguir lá, agradeço. Seguirei de volta. Tenho duas contas no instagram: @_rairod e @raissarodriguesofficial Pelo insta e pelo twitter, acho que é a melhor forma de conversar com vocês. Tem muito mais vindo por aí, e quero saber o que vocês gostariam de receber dos projetos!! That's all for now! Luv ya, squad! ♥