Restless Hearts

15 Meus segredos


Notas iniciais
Aloha, guys! Nos vemos nas NOTAS FINAIS, boa leitura!

Ficamos em silêncio por um bom tempo. Nos levantamos, fomos para o banho juntos, nos secamos e voltamos para a cama. Me deitei, com Felicity ao meu lado, apoiando a cabeça e uma das mãos em meu peito. Ficamos ali, abraçados e em silêncio por vários minutos. Então ela passou a acariciar meu peito com as pontas dos dedos e eu passei a espelhar o gesto, acariciando suas costas com as pontas dos meus dedos.

— Você tá bem? – Felicity perguntou em tom baixo, erguendo um pouco o rosto para olhar para mim. Sorri e abaixei o rosto para dar um selinho demorado na loira.

— Agora eu tô. – Ela riu baixinho e se esticou para me dar mais um beijinho rápido nos lábios.

— Prazer em ajudar. – Ela brincou e continuou com suas carícias. – Mas parece preocupado.

— Pra ser sincero, estou. – Suspirei e confessei: — Tive uma conversa com Diggle e com Sara, e depois esse Chuck aparecendo aqui.

— Hm... – Felicity se encolheu um pouco em meu abraço e a vi fechar os olhos por um instante antes de respirar fundo e dizer. – Vou te contar tudo.

[...]

[POV Felicity Smoak]

Não seria uma conversa fácil para mim. Nunca sentira necessidade de falar sobre o que aconteceu comigo, até Oliver. Eu sentia necessidade de contar tudo a ele, de não ter segredos com ele. Não só por conta do meu “envolvimento” no assassinato da nossa amiga, mas também porque eu me sentia bem com ele. No começo, quando ele me provocava, eu achava que seria assim sempre que nos víssemos, que ele iria provocar, eu iria debater e que ficaríamos nas discussões idiotas, mas então algo mudou. Não sei dizer ao certo em que momento isso aconteceu, só sei que vi algo nele que me atraiu, e nitidamente ele passara pela mesma coisa. Funcionávamos bem trabalhando juntos e, bom, as provocações levaram as coisas a um outro caminho e eu estava feliz por isso. Oliver fazia com que eu desejasse fazer funcionar, que eu desejasse estar com ele. Por isso eu queria contar tudo a ele. Sabia, porém, que havia uma pequena chance de ele se assustar com tudo que eu tinha a dizer. Talvez ele achasse que eu sou problemática demais, que não valia a pena o esforço. Talvez ele absorvesse as informações que nos ajudaria a resolver o caso de Beth e se afaste de mim depois disso. Pessimista? Talvez. Mas era com isso que eu estava acostumada: as pessoas se afastando de mim. Não podia evitar de pensar que talvez Oliver fosse se afastar também. Não só por meu passado, mas também porque sabia uma coisa ou outra de Oliver, e “namorada” não entrava tão fácil em seu vocabulário. E, olha só, era exatamente isso que eu desejava ser, sua namorada.

Quando contei tudo a Sara e Beth, eu não tive medo. As duas eram minhas melhores amigas há muito tempo e eu sabia que elas iam me entender e que tentariam me ajudar, não importava o que eu tinha feito, não importava o que eu tinha passado. Eu sabia que elas ainda me veriam da mesma forma e que sempre estariam ali comigo. Já com Oliver, eu tinha medo. Muito medo. Medo de ter meu coração partido mais uma vez. Mas se era isso que custaria para solucionar o caso e prender o filho da puta que matara minha amiga, eu pagaria o preço. Iria me machucar muito, eu iria sofrer ainda mais quando me permitisse chorar, mas valeria o sacrifício.

Oliver e eu teríamos que estar confortáveis e concentrados para essa conversa. Por isso, sugeri que abríssemos uma garrafa de vinho e nos sentássemos na sala. Assim eu poderia falar, sem me distrair. Vesti apenas a camiseta de Oliver e ele vestiu apenas sua calça de moletom. Então fomos para a sala e nos sentamos no sofá. Um de frente para o outro. Oliver havia colocado sobre a mesa de centro, uma garrafa de vinho e duas taças.

Pedi que fosse assim, no sofá, com uma garrafa de vinho, para criar esse ambiente “familiar” entre nós. Porque se ele se afastasse de mim, era assim que eu queria me lembrar dele. Confortável, tomando um bom vinho ao conversar comigo, e – para que negar? – com pouca roupa.

Uma vez que criamos esse ambiente, não poderia mais adiar. Agora contaria a Oliver todos os meus segredos.

[...]

— Oliver, eu preciso começar dizendo que essa conversa vai ser muito difícil pra mim. – Olhei para ele e o vi assentir, estendendo sua mão e a colocando sobre minha coxa. Antes que ele pudesse dizer alguma coisa, eu completei: — Então vou pedir para que você guarde as perguntas para depois. Depois que eu contar tudo, então você pode perguntar o que quiser.

— Hey, fica tranquila. – Ele acariciava minha coxa com as pontas dos dedos – Tome seu tempo, eu tô aqui com você.

[FLASHBACK ON]

— Última chance. – Ele andava de um lado para o outro, sem tirar os olhos de mim. – Tô tentando ser legal com você, então vou perguntar pela última vez: Pra quem você trabalha?

— Pra você. – Menti, sem pensar duas vezes. Mexi um pouco minhas mãos, em vão, não havia como sair dali. Ele amarrara meus pulsos nos braços da cadeira. Meus pés, amarrados juntos, por uma corda na altura dos tornozelos. Não havia como escapar, então minha única saída seria convencer ele de que eu era leal a ele.

— Minha paciência acabou, Megan. – Ele disse, antes de fechar a mão em punho e me atingir com um belo soco no rosto. Com a força do soco, a cadeira virou, me derrubando ao chão e deslocando meu ombro no processo. Gritei de dor. Haviam mais dois homens na sala, que se apressaram em levantar minha cadeira e eu, para ficar mais uma vez em frente a ele. – Começa a falar.

[FLASHBACK OFF]

A lembrança me fez estremecer, mas respirei fundo e olhei para Oliver.

— Ok. Vou te contar como tudo aconteceu.

[POV Oliver Queen]

Eu sabia que seria difícil para Felicity contar tudo o que aconteceu com ela. Mas o que eu via agora era de cortar o coração. A loira olhou para minha coxa e com o olhar fixo ali, começou a falar. Sua fala fluía de forma apática, o que me fez pensar que ela estava contando tudo aquilo, sem realmente pensar no que estava dizendo, como se precisasse fazer isso para não ter que lidar com aquela dor de novo. Me doeu muito vê-la dessa forma. Minha Felicity, sempre tão enérgica, falando sem parar, com aquele lindo sorriso. Agora estava a minha frente, sem expressar nenhuma emoção, apenas relatando tudo aquilo como se fosse a história de alguma outra pessoa. Não me atrevi interrompê-la, não queria fazer com que ela revivesse aquela dor. Só ouvi tudo, em silêncio. Esperando pelo momento em que eu poderia fazer algo para que ela se sentisse melhor.

— Começou com o notebook que o irmão da Beth levou pra LVPD. – Seu tom de voz era baixo, seu olhar sem foco, distante, perdido, ela falava tudo de forma “automática” – Ele disse que tinha apreendido numa cena de crime e que achava que talvez eu pudesse levantar algumas informações de um grupo chamado “KM”. “Killer Machine”.

“Eles se chamavam assim por um motivo óbvio: Matavam sem pensar duas vezes quando achavam preciso. Logan estava certo. Aquele notebook me rendeu muitas informações sobre aquele grupo, incluindo uma lista com alguns dos membros. Mas Logan, como detetive, não poderia ir para as ruas e sair perguntando sobre KM. Seria morto antes de conseguir obter alguma resposta. Então ele pediu que eu o fizesse. O que ele não sabia, é que eu conhecia algumas pessoas que estavam naquela lista. Chuck, era um deles. Fui para as ruas, principalmente para os cassinos clandestinos, para levantar mais informações para ajudar Logan a resolver seu caso. Não era para eu saber nada sobre o caso a princípio, mas quando me pediu para colher informações, Logan passou por cima das ordens do Capitão da LVPD e me disse que eles estavam investigando uma série de assassinatos, que no começo parecia aleatório, mas depois eles chegaram a conclusão de que se tratava de um grupo. KM. Eu consegui o nome do grupo para eles, na primeira noite em que trabalhei no caso. Bom, na verdade, eu já conhecia o grupo, então apenas informei Logan sobre o nome. Na terceira noite, Chuck me procurou. Disse que tinha um trabalho importante e que não estava conseguindo resolver o problema sozinho. Nas ruas, como Megan, tudo o que sabiam de mim, era que eu era Hacker. Naquela noite, Chuck me levou para uma casa, que não ficava muito distante do centro da cidade, e me apresentou para seu empregador. Nate. Ninguém sabia nada sobre ele, nem ao menos seu nome completo. Chuck disse a ele que não tinha conseguido localizar o “item” e que eu era a melhor hacker que ele conhecia. Foi o primeiro trabalho que fiz para Nate. Ou assim ele pensava. Durante algum tempo, antes de entrar em meu primeiro trabalho para LVPD, eu passei por um período de sufoco, precisava trabalhar de qualquer jeito, e foi aí que fiquei conhecida como Megan Hacker. Fiz algumas coisas das quais não me orgulho e teria sido presa se não fosse pela ajuda que recebi na época. Depois do susto, entrei para LVPD, com a ajuda de Diggle, que não faz ideia do que eu fazia antes. Naquela época, eu já tinha feito alguns trabalhos para Nate, mesmo sem saber, e era por isso que era tão difícil encontrar ele. Eu quem fiz o sistema de segurança dele. O que queriam ali, era encontrar o notebook confiscado por um detetive. Logan. E saber o que a polícia conseguira de informação através dele. 3 dias depois, apareci com o notebook lá, dizendo que tinha roubado do armazém de evidências da polícia e que tinha hackeado o sistema deles e não havia nenhuma informação sobre o conteúdo do notebook lá. Foi o suficiente para ganhar a confiança de Nate, que me queria em seu time, e o suficiente para despertar a desconfiança de Chuck. Passei a trabalhar infiltrada, tentando levar Nate e o grupo todo para uma armadilha, para que pudessem ser presos. Mas fui estúpida ao pensar que conseguiria fazer isso sozinha. Porque uma das pessoas que eu conhecia, uma das pessoas que estavam naquela lista em que entreguei para Logan, era Cooper Seldon. Meu namorado. Eu me deixei enganar por ele, quando o perguntei sobre o grupo, ele disse que não tinha escolha, que entrou para fazer um trabalho e havia ficado preso naquele grupo. Falei que ia ajuda-lo, que ia fazer de tudo para que ele ficasse livre. Mas ele não estava brincando. Uma vez que fizesse um trabalho para eles, estava preso a eles. Eu não conseguia me livrar do grupo nem ao menos para reportar a LVPD sobre o que estava acontecendo. Nate passara a me vigiar, quando não me mantinha dentro da casa dele. Eu estava conseguindo levantar muitas informações sobre ele, sobre a KM, mas não conseguia repassar para Logan, para a polícia, para ninguém. Para piorar a situação, vira e mexe eu tinha que cometer algum crime a mando de Nate, para garantir que ele não desconfiasse de mim. Mas Chuck estava cansado já. Ele era o favorito até eu chegar e ele não confiava em mim. Nate não sabia sobre meu relacionamento com Cooper. Mantínhamos em segredo. Até que um dia, ele nos viu juntos, tenho quase certeza de que Chuck foi quem nos entregou. Foi quando eu percebi que a encrenca que eu tinha me metido era maior do que eu pensava. Nate teve um surto de ciúmes e atacou Cooper. Deixou-o muito machucado e dizia o tempo todo que era pra ficar longe do que era dele. Não vi mais Cooper Seldon depois daquela noite. Fui descobrir depois, que ele se entregou para a polícia, se declarando culpado pelos crimes que eu cometi em nome do Nate. Ele me livrou das acusações e foi preso em meu lugar. De novo. Porque ele fizera a mesma coisa antes de eu entrar para LVPD. Depois de atacar Cooper, Nate me manteve sempre ao lado dele. Não podia mais sair da casa. Tudo que eu precisava, alguém ia buscar para mim. Nate não saía do meu lado nem por um instante e me tratava como se estivéssemos juntos. Até que um dia ele forçou a barra, realmente querendo estar comigo. Tentei me desviar dele, tentei me livrar, mas não consegui. Tive de suportar ele, fingindo ser sua namorada. Não muito tempo depois, Chuck foi atrás de Nate e conseguiu fazer com que ele desconfiasse de mim. A princípio eu não sabia bem como ele tinha feito isso, mas depois de apanhar um pouco, eu descobri o porquê. Chuck havia conseguido uma gravação da câmera de segurança do armazém de evidências da polícia. Na imagem, eu aparecia mostrando um crachá para o policial presente e ele me entregava o notebook. Consegui convencer Nate de que eu tinha feito um crachá falso, com o nome de uma das funcionárias do departamento de policia e tinha engado eles, que tinha sido assim que eu roubara o notebook para ele, já que eu não tinha preparo físico para algo diferente daquilo. Ele me levou para o hospital e me deixou na porta. Foi a foto daquele dia que você viu. A foto daquele dia que Diggle tem no arquivo dele. Quando saí do hospital, consegui falar com Logan e com o capitão Bolton, passei todas as informações que eu pude levantar. Capitão Bolton estava furioso com Logan, por passar em cima das ordens dele e me colocar naquela situação. Mas ele sabia que se eu não voltasse para Nate era o mesmo que assinar minha sentença de morte. E, bom, por motivos de forças maiores, ele teve de me deixar voltar. Voltei para Nate, mas sua confiança já não era a mesma. Chuck fazia questão de me questionar sobre tudo, principalmente quando Nate estava presente. Um certo dia, Nate simplesmente me pediu para voltar a hackear o sistema da polícia, para levantar informações sobre o prédio, as entradas e saídas, sobre a segurança do local, quantos oficiais ficavam no prédio, quanto tempo demorava para chegar reforços quando alguém atacava o local. Queria saber tudo. Comecei a hackear e fingi que alguém estava tentando me bloquear. Chuck entrou na brincadeira, também tentando hackear, e eu passei a fingir que conseguia algumas informações e bloquear Chuck ao mesmo tempo. Chuck viu meu código e o reconheceu. Foi quando tudo saiu do controle. Passei dias amarrada em uma sala escura, com pouca água e comida. Quando Nate achou que era o suficiente, me amarrou em uma cadeira e me questionou sobre tudo que eu fizera até ali. Mas não consegui convencê-lo de que estava a seu lado. Ele me perguntou para quem eu trabalhava e menti, dizendo que trabalhava para ele, é claro. Os dias seguintes não foram nada fáceis. Me machucaram de formas que eu nem ao menos consigo explicar, tentando tirar a verdade de mim. Eu sabia que se dissesse a verdade, Nate me mataria. Então tentei resistir. Mas não estava aguentando mais. A dor era demais. Chuck, por incrível que pareça, descobriu uma parte da verdade. E percebeu que ele teria sido preso há muito tempo se não fosse por mim. Eu o ajudara antes de entrar na LVPD, e ele não sabia disso. Chuck trabalhava como agente duplo, por assim dizer. Era para ter sido preso, mas passou a ser informante da polícia. Voltou a cometer crimes quando precisou de dinheiro. Mas quem conseguira evitar que fora preso e passara seu contato para se tornar um informante, era eu. Quando descobriu. Me ajudou a escapar. Era como se sentisse que me devia algo. Quando consegui saí, fui até Logan. Passei o máximo de informações que pude e fui para o hospital. Depois descobri que a polícia havia conseguido prender muitos membros da KM. Chuck escapara. Nate escapara. Não havia mais como manter a investigação, porque os demais membros simplesmente desapareceram.

Eu já tinha me machucado antes, foi por isso que Diggle me ajudou a entrar no trabalho para a LVPD, mas em meu primeiro trabalho em campo, me machuquei ainda mais. Diggle acha que depois daquela foto, fiquei atrás da mesa. Ele não sabe que voltei para o grupo. Capitão Bolton teve que manter em segredo também, porque no papel, depois de ter me machucado, eu tiraria férias. O que importa é que, além de me machucar, eu fiz coisas horríveis. Ajudei a prender alguns deles, mas também consegui muita coisa para eles. Tive de cometer crimes para manter a credibilidade. Capitão Bolton aceitou a confissão assinada de Cooper Seldon para limpar meu nome, já que tinha sido culpa de um dos seus detetives que eu me metera nessa confusão, e bem, recebeu ordens para que fosse assim. Me deixou permanecer como analista de T.I. e consultora, desde que eu ficasse atrás da tela do computador o tempo todo. Para garantir que fosse assim, começou a espalhar a notícia de que a consultora dele, ajudava outras cidades a colher informações. Era assim que eu ajudava Diggle também. Ele me mandava algum caso e pedia por informações digitais. Estava muito ocupada no computador para ter tempo de ir a campo.

Na época, usava o cabelo escuro. Mas para evitar que alguém me reconhecesse, pintei o cabelo de loiro, tirei as lentes de contato e passei a usar óculos, mudei a forma como me vestia. Mudei tudo sobre mim. Passei a vir para Starling City com mais frequência. E agora, estou aqui. Com o peso de ter algum envolvimento no assassinato da minha melhor amiga. Me chamaram de Megan, Chuck me achou. Tudo me faz pensar que é KM mais uma vez. “

Não me atrevi a interromper Felicity nem sequer uma vez. Prestei atenção em tudo que ela me contava e sentia meu coração pesar. Minha Felicity era mais forte do que eu imaginava. Passar por tudo aquilo e ainda ser capaz de ser a loirinha alegre que eu conhecia, ser capaz de guardar o luto para depois para resolver o caso de assassinato de sua melhor amiga... Era simplesmente inacreditável. Quando por fim terminou de falar, fechou os olhos por um instante, respirou fundo, para só então olhar em meus olhos. Sustentei seu olhar. Seus olhos encheram-se de lágrimas que escorriam por seu rosto sem parar. Sorri levemente, sem humor, com o coração partido por vê-la assim. A puxei com cuidado e a acomodei em meu colo, a abraçando apertado, tentando acalmá-la. Se dependesse de mim, nunca mais Felicity passaria por algo assim, muito menos sozinha. Agora ela tinha a mim, e eu a protegeria.

Notas finais
O que acharam?? Começamos a desvendar alguns segredos de Felicity! Ai que emoção! Gostaria que vocês preparassem seus corações, porque teremos alguns capítulos mais....hm... Recheados de informação. Mas não vai demorar muito para que eu leve a classificação 18+ a outro nível! A questão do dia fixo de postagem ainda não foi resolvida, então volto a conversar com vocês quando tiver pensado um pouquinho mais a respeito. Vou começar a usar o twitter como meio de enviar avisos! Logo passo o primeiro para vocês. Estou elaborando algo que acho que vão gostar. Enfim... That's all for now! Luv ya, squad ♥