Restless Hearts

19 Desapareceu


Notas iniciais
Aloha, guys! Nos vemos nas NOTAS FINAIS, com AVISOS IMPORTANTES para os próximos capítulos! Capítulo 18+ . Preciso que sempre se lembrem da classificação da fic e dos avisos que dei sobre ela. Boa leitura!

[POV Oliver Queen]

Aos poucos senti a sonolência ir me deixando. Estava despertando, mas, por algum motivo, não conseguia abrir meus olhos.

Uma sensação conhecida percorria meu corpo. Prazer. Essa sensação me trouxe imediatamente lembranças da noite anterior. A confusão de Felicity, a mudança drástica nas emoções que seus olhos transmitiam e, claro, do sexo.

Uma onda maior de prazer percorreu meu corpo e eu instintivamente tentei me movimentar. Mas não conseguia mover os braços. Senti algo metálico, gelado, em meus pulsos, os mantendo para cima. Mais uma vez, tentei abrir os olhos, e só então me dei conta de que não conseguia porque havia um tecido cobrindo meus olhos.

Algemas.

Venda.

Gemi.

— Filha da puta... – Meu tom de voz era baixo, entrecortado por gemidos. Ouvi sua risada baixa.

Me entreguei a sensação, passando a prestar mais atenção no que sentia.

Ela passava a língua em volta da cabeça do meu pau. Senti o sangue circular mais depressa, deixando-o ainda mais duro. Estava excitado, sentia meu corpo se contrair e voltar a relaxar a cada onda de prazer que a boca de Felicity fazia percorrer meu corpo.

Parou de brincar com a língua. Senti sua boca cobrir a glande e soprar ar quente.

Gemi rouco.

Ela sabia exatamente o que fazer para me enlouquecer.

Aos poucos, sem pressa, foi colocando meu pau para dentro de sua boca, até que o colocou quase inteiro. Senti sua língua traçando o caminho de volta para a glande.

Desejava vê-la. Mas Felicity me privara disso ao me vendar.

Queria tocá-la. Mas ela também me privara disso ao me algemar na cabeceira da cama.

Repetiu o processo de coloca-lo na boca sem pressa, mas, dessa vez, abriu a garganta e o deixou entrar. Senti quando ela passou a abrir e fechar a garganta, como se engolisse. Mais uma vez, meu corpo todo se contraiu.

De repente, não senti mais nenhum contato com Felicity. Meu corpo todo reclamou, querendo mais. Senti um leve movimento do colchão, mas não conseguia prever o que aconteceria.

— Hmm.. – Resmunguei ao sentir a língua dela em meu peitoral, descendo devagar. Demorou um pouco mais em meu abdômen, mesclando ali beijos, leves chupadas e mordidas. Mais um movimento leve do colchão, mas agora podia imaginar Felicity ajoelhada entre minhas pernas. Senti suas mãos em minhas coxas, passando as unhas de leve em minha pele. Não demorou para que eu sentisse uma de suas mãos em meu pau, massageando-o com firmeza, para logo em seguida, sua língua brincar em movimentos circulares pela glande.

— Filha da puta... – Voltei a xinga-la. Era uma tortura não poder vê-la nesse momento. Instintivamente tentei mover as mãos, sentindo as algemas arranharem minha pele. Suas mãos voltaram para minhas coxas, apertando os dedos ali, enquanto ela voltava a me engolir. Não conseguia conter os gemidos, assim como não conseguia conter o impulso de tentar me mexer. Passei a movimentar meu quadril, investindo contra a boca dela. A ouvir engasgar e parei de me movimentar, mas ela não demorou a voltar a me chupar. – Gostosa... – Foi tudo que consegui dizer entre os gemidos roucos.

Mais uma vez, meu corpo sentiu falta dela quando ela se afastou.

Senti suas mãos em meu rosto, acariciando levemente, antes de tirar a venda.

Meu pau pulsou, dolorido, quando a vi. Felicity ajoelhada entre minhas pernas, vestindo apenas uma calcinha minúscula de renda preta. Sem dizer nada, ela montou em mim. Se acomodou, apoiando seu peso sobre os joelhos enquanto mantinha o quadril alto. Olhou fixamente em meus olhos por um momento, para então descer o olhar. Desci o meu por seu corpo e a vi afastar a calcinha para o lado antes de levar uma das mãos ao meu pau e posicionar a glande em sua entrada. Uma vez que o fez, apoiou ambas as mãos em meu abdômen antes de descer o quadril em uma lentidão torturante.

Voltei a olhar seu rosto. A expressão de deleite, os lábios entre abertos e longo gemido que escapou por ali, enquanto eu a preenchia.

Parou comigo todo dentro dela e mordeu o lábio inferior.

Espelhei seu gesto, tentando em vão conter meu próprio gemido.

Rebolou.

Nossas bocas se abriram no mesmo momento, formando um perfeito “O”. A vi revirar os olhos antes de voltar a se movimentar. Ergueu o quadril, empinando a bunda, só para voltar a desce-lo contra mim.

Repetiu.

De novo.

E de novo.

Mais uma vez puxei meus braços.

Queria, desesperadamente, tocá-la. Ela por sua vez, parecia se divertir com meu desespero.

— Está fodida. – Eu disse, rouco, enquanto ela continuava a me provocar.

Manteve sua tortura.

Endireitou o corpo.

Mantendo apenas uma das mãos sobre meu abdômen.

Levou a mão livre ao seu próprio corpo, pressionando dois dedos em seu clitóris e passando a estimula-lo com movimentos circulares.

Mantinha o estimulo enquanto seguia rebolando comigo todo dentro dela. Sentia sua intimidade se contrair, me apertando.

Encarei seus movimentos por um momento, mas logo passei a olhar em seus olhos.

Queria ver sua reação, queria ver o que sentia.

Revirou os olhos quando um espasmo percorreu seu corpo.

Merda.

Eu sabia o que viria a seguir, mas nada poderia me preparar para aquela visão.

Felicity gozando em cima de mim.

O desespero por toca-la se intensificou.

Quando se recuperou do orgasmo, inclinou o corpo para o lado e estendeu a mão. Segui seu movimento com o olhar, a vendo pegar uma pequena chave. Voltou a se inclinar sobre mim, erguendo as mãos para liberar as minhas das algemas. Meu pau pulsava dentro dela, louco para se libertar também.

Assim que me senti livre das algemas, me sentei e a agarrei pela cintura, girando nossos corpos.

Me mantive dentro dela, e assim que suas costas bateram contra o colchão, movi meu quadril para trás, apenas para me dar a liberdade de me enterrar dentro dela com uma forte estocada.

— Oliver! – Exclamou meu nome entre um longo gemido e outro. Ouvi-la dizer meu nome, fez meu corpo estremecer. Droga. Queria levar isso por muito tempo, mas agora, só podia pensar em gozar dentro dela! Firmei meus joelhos no colchão e ergui meu corpo. Segurava suas pernas abertas, pressionando os dedos em sua pele, enquanto passava a castiga-la com investidas fortes, que iam fundo dentro dela.

Soltei uma de suas pernas e levei minha mão sobre seu clitóris, o esfregando sem a menor delicadeza.

A intimidade de Felicity se contraiu novamente, me apertando dentro dela. Passei a investir mais rapidamente. Meu desejo se tornou real quando eu e minha loira gozamos ao mesmo tempo.

Me inclinei sobre ela, deitando sobre seu corpo, mas sustentando meu peso em meus braços.

Saí dentro dela devagar, mas mantive nossos sexos em um leve roçar.

Cobri sua boca com a minha, apenas pressionando nossos lábios.

Olhei em seus olhos e vi amor.

Amor.

Eu a amava. Com todo o meu coração.

E podia ver o mesmo sentimento em Felicity.

Ainda assim, não havia dito as três palavras a ela.

Nesse momento, não queria dizer nada, apenas mostra-la o que sentia.

Fechei meus olhos e a beijei.

Um beijo lento e repleto de sentimento.

Suas mãos desceram por meus ombros e alcançaram minhas costas, acariciando de leve, devagar, sem nenhuma pressa.

Enquanto sustentava meu peso em um dos braços, levei uma das mãos ao seu rosto, espelhando a carícia que sentia.

Nos demoramos nesse beijo. Era como se nós dois precisássemos desesperadamente mostrar naquele beijo o quanto nos amávamos.

Quando por fim interrompemos o beijo, olhei fixamente em seus olhos.

Senti uma de suas pernas encostar na minha, na altura da coxa, enquanto a outra encostou meu corpo na altura da cintura. Sem dizer uma palavra, sustentando meu olhar, Felicity ondulou o corpo sob o meu, erguendo o quadril em minha direção.

Tirei a mão de seu rosto e a levei ao meu pau, acomodando, mais uma vez, a glande na entrada da minha loira.

Voltei a tocar seu rosto antes de me mover lentamente.

Entrei lentamente, forçando um pouco o quadril para frente ao alcançar o fundo.

A vi revirar os olhos, gemendo meu nome.

Passei a me movimentar.

Entrando.

Saindo.

Entrando.

Saindo.

Numa lentidão absurda.

Era excitante. Era prazeroso.

Mas tinha algo diferente do que as outras vezes em que transamos.

Dessa vez, não se tratava apenas de sexo.

Se tratava de amor.

Felicity e eu estávamos fazendo amor.

Não invertemos a posição, não havia provocação, não havia necessidade de dizer uma palavra sequer.

Apenas seguimos nos amando.

Meu corpo encaixando no dela com facilidade.

Nossos gemidos e respiração se misturando, sendo absorvidos por beijos apaixonados.

Tirei minha mão do rosto de Felicity e a levei ao seu braço, a guiando lentamente a tirar uma das mãos das minhas costas. Segurei a mão da loira e a coloquei para o alto, entrelaçando nossos dedos e os apertando levemente.

A senti apertar minha mão com mais força e gemer um pouco mais alto. Aquilo foi demais para mim.

Passei a me movimentar com mais velocidade e mais força, voltando a olhar em seus olhos, para mais uma vez, gozar junto com minha namorada.

Seu corpo tremia sob o meu, sua respiração encontrava a minha. Mas o que era realmente lindo de se ver, era o sorriso leve que trazia nos lábios. Não pude evitar de sorrir também.

Saí de dentro dela e me deitei ao seu lado. Felicity, imediatamente, rolou em minha direção e apoiou sua cabeça em meu peitoral, uma das mãos em meu abdômen e sua perna sobre a minha. A abracei apertado, como se não quisesse que ela se afastasse. E realmente não queria.

Não sei quanto tempo ficamos ali, abraçados e em silêncio.

— Isso foi... – Minha loira tinha o tom de voz baixo. Sorri ao ouvi-la completar a sentença. – Uau.

— Eu sei. – Soprei beijos em seus cabelos e apertei um pouco mais o abraço.

— Por mim, ficaríamos nessa cama o dia todo. – Senti seu corpo sacudir levemente em meio a sua risada.

— E por que não ficamos? – Deslizei minha mão por suas costas nuas, a sentindo estremecer sob meu toque.

— Porque, senhor Queen... – Ergueu o rosto e beijou meu queixo antes de continuar. – Temos trabalho a fazer. – Se esticou um pouco e beijou meu rosto. – Mas... – Abaixei meu rosto ao vê-la tentar alcançar minha boca. – Nada impede o senhor de me levar para jantar essa noite. – Beijou meus lábios e eu suspirei.

— Temos um encontro então. – Sorri antes de beijá-la novamente.

Indo contra toda a minha vontade, finalmente saímos da cama.

Tomamos um banho juntos, rindo e conversando sobre coisas aleatórias. Queria arrastá-la comigo de volta para a cama, mas não o fiz.

Ao invés disso, nos vestimos, ainda trocando piadas e risadas. Até que o som do meu celular preencheu o quarto.

— Queen. – Atendi, sem nem ao menos olhar quem me ligava.

Senhor Queen, desculpe incomodá-lo...— Reconheci a voz do meu chefe de segurança, mas o seu tom de voz me deixou alarmado. – Mas temos um problema.

— O que aconteceu? – Disparei. Meu coração batia acelerado, alarmado.

Sua irmã, senhor, ela desapareceu.

Notas finais
Yaaaaay... Vamos lá? º Classificação: https://twitter.com/_rairod/status/1049094529519947777 As outras fics também foram atualizadas. Com exceção da segunda temporada de Always, porque ainda estou acertando os ponteiros . That's all for now Luv ya squad ♥