Notas iniciais
N/A: Olá, amores! Bom... Aqui está o quarto capítulo de RM, cheio de fortes emoções e alguns momentos de descontração! Espero que aprovem Ah, e um obrigada super especial à carh1 pela primeira recomendação da fic! Muito obrigada, flor... E gostaria de agradecer também à Bia Felix pela segunda recomendação! Bom, sem mais delongas... Curtam o cap! 17 usuários acompanham esta história e foram notificados por e-mail: LoaEstivallet, Agatha21, Tataii, naro26, LEEHFIC, catiaeu, Raaymms, NessCullenBlack, renandrade, carh1, tkc, jessicastewart, Carol_Cullen, shannayia, Ana Paula Souza, Bia_Felix, Bellsmarti

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O cheiro de Charlize estava diferente naquela tarde, eu podia sentir desde a garagem. Terminei de estacionar o Volvo, entrando em nossa grande casa em seguida.

Passei pela grande sala de estar, e pude ouvir Wendy em seu quarto, assistindo televisão, enquanto minha esposa estava no closet. Subi as escadas, rumo ao segundo andar, sentindo o aroma de Charlize ainda mais forte. E eu conhecia aquele cheiro... Era frésias e lavanda, e continha um delicado perfume artificial de morangos.

Não pude evitar o sobressalto em meu coração morto ao me lembrar dela... A dona desse inconfundível aroma. Entretanto, seria impossível, não seria? Bella hoje estaria com 33 anos, e morando nos Estados Unidos, não aqui na Itália. E se esse fosse realmente seu delicado perfume, eu teria notado o arrebatador cheiro de seu sangue... Convidativo e entorpecente.

– Já chegou do hospital, amor? – perguntou minha mulher; só então percebi que acabara de entrar em nosso quarto.

– Oh, sim, querida – respondi, jogando minha maleta em um canto qualquer do ambiente e deitando na cama – O movimento era pouco e assim resolvi voltar mais cedo, para descansar para a festa de logo mais, à noite.

– Sim – ouvi seus lábios se movimentarem num sorriso. – E o que acha desse vestido? – questionou, parando no batente das portas duplas que davam para o grande cômodo abarrotado de roupas.

Engasguei ao vê-la. Ela estava surpreendentemente mais linda do que nunca! O longo vestido dourado escuro repleto de pedras brilhantes realçava sua pele levemente bronzeada, assim como suas curvas perfeitas.

– E então? – perguntou outra vez, dando uma giro de 360° graus. – Aprovado?

– Aprovadíssimo – sorri maliciosamente, levantando-me e indo a sua direção.

– Edward, eu já estou pronta... – sorriu, afastando-se de mim com as mãos no ar. – Você vai amassar meu vestido e borrar a maquiagem...

– Quem liga pra isso? Você é linda de qualquer jeito... – sussurrei ao me aproximar, colando nossos corpos ao prensá-la na parede.

Não dei chances de desculpas serem proferidas por seus avermelhados lábios, capturando-os em um beijo quente e sedutor. Meus dedos se enroscaram nos nós de seus cabelos da nuca enquanto minha mão livre firmava-a pela cintura, trazendo-a de encontro ao meu corpo.

Ela sorriu durante o beijo, mordendo meu lábio inferior ao passo em que espalmava suas pequenas mãos em meu peito. Olhei profundamente em seus famintos olhos verdes, e senti minhas costas irem de encontro à parede do lado oposto ao que estávamos no momento em que um sorriso lascivo brincou em seus lábios.

– Brincou com fogo, Dr. Cullen – sussurrou, maneando a cabeça, falsamente decepcionada.

– Oh, não... Deixei minha esposa brava! – arregalei os olhos, fingindo estar com medo. Ela riu alto, seus curtos cachos loiros movendo-se conforme sua encantadora risada.

– E agora tem que pagar – piscou, e logo sua boca quente trilhava um caminho que ia desde a base de meu pescoço até meus lábios.

Suas mãos adentraram minha camisa branca, arranhando meu dorso de uma forma dolorosamente prazerosa. Gemi, descendo meus beijos para seu pescoço. Suguei a pele da região, sentindo o lóbulo de minha orelha receber uma leve mordida para, em seguida, Charlize dar um leve sopro.

Surpreendendo-a, virei seu corpo, prensando-o novamente contra a parede, deixando-a de costas para mim, porém. Ela suspirou audivelmente, sentindo minha ereção ser pressionada em seu sinuoso quadril. Seus dedos logo massagearam meu cabelo, enquanto meus lábios se encontravam com fúria e urgência em sua clavícula desnuda. Deslizei minha mão direita para seu torso, acariciando seus seios fartos por cima do maldito vestido, entrelaçando os dedos de nossas mãos livres.

Rapidamente, senti os confortáveis lençóis tocando minhas costas e percebi que Charlize havia nos levado até a cama, em sua velocidade pseudovampírica. Neste instante, minha camisa já se encontrava no chão, e minhas mãos apertaram os deliciosos glúteos de minha esposa enquanto seus lábios desciam por meu peito.

Meu membro latejava de prazer e vontade de preencher aquela mulher tão esbelta que eu podia chamar de “minha” e eu gemi seu nome ao sentir seus ágeis dedos retirarem meu cinto e desabotoarem minha calça. Entretanto, pensamentos doces e inocentes adentraram minha mente, cada vez mais próximo.

– Wendy...

O tempo foi útil para que eu pudesse somente me sentar na cama rapidamente, levantando Charlize enquanto arrumava seu vestido e, logo, uma linda garotinha de longos e levemente ondulados cabelos cor de bronze adentrou o quarto – seus grandes olhos verde-claro derramando inocência e diversão.

– Papai! – correu, abraçando-me. – Vamos brincar de pique — pegue?

Minha esposa me fitou com aquele olhar: “Foi por pouco”, e eu sorri torto, fazendo-a corar sutilmente.

Tão linda, tão... Bella.

Suspirei frustrado. Por mais que eu quisesse, ela nunca saía de minha cabeça. Sempre ali, sempre presente, sempre viva dentro de mim. Aquilo me dilacerava... Eu sabia que a amaria pelo resto da eternidade, mas a dor de não conseguir amar minha esposa como deveria era angustiante. E eu estava fadado a viver com isso.

– E então, papai? Vamos brincar? – O sorriso contagiante de minha filha me trouxe de volta ao mundo real, e foi impossível não retribuir seu gesto tão afável.

Para ouvir: Bruno Mars – Just The Way You Are

http://www.youtube.com/watch?v=bQVi48KZfMQ

– Você sabe que não irá ganhar de mim – Exibi meu talento, fazendo uma expressão falsa de esnobismo.

– Seu bobo, eu sempre venço – ela riu, saindo à disparada rumo ao closet.

Assim que seus bronzeados cabelos desapareceram, levantei-me e corri atrás dela. Encontrei-a segurando o riso, escondida atrás de sua mãe, que retocava a maquiagem.

– Acho que vi uma gatinha... – murmurei, sorrindo enquanto me agachava e a prendia em meus braços. – Você é a pega, agora!

Sua gargalhada soou no cômodo, e logo ela desceu do meu colo, seguindo-me inutilmente. Dei algumas voltas ao redor do grande sofá que ali havia, mas minha menina, surpreendentemente, esbarrou na loira que ria de nossa brincadeira enquanto se arrumava. Ambas caíram no chão e meu riso alto não foi nem um pouco contido.

– Ops... Acho que a mamãe é a pega! – Wendy riu, levantando-se rapidamente.

Tentei correr, mas o guarda-roupa em minhas costas e minha esposa à minha frente me impossibilitaram de tal atitude.

– Você não vai ter coragem de pegar seu marido, não é? – perguntei temeroso, vendo nossa filha rir ao observar a cena.

– Por que não teria, seu convencido? – E, dito isso, suas mãos tocaram meu braço e ela e a linda menina saíram em alta velocidade do closet, fazendo um barulho nada sutil ao descerem a escada, rindo e me chamando.

– Lalalalala... O Edward não me pega... – Charlize cantarolou, porém, ao me ver no topo da escadaria, fuzilando-a com os olhos, ela gritou, correndo mais rapidamente pela casa.

Nossa pequena gritava e corria como uma louca, e minha esposa não fazia diferente. Ri, perguntando-me internamente como pessoas tão adoráveis entraram em minha vida.

Entretanto, espertas como eram, minhas duas garotas passaram pelas portas duplas que dava para o nosso imenso jardim. O fim de tarde era anunciado pelas cores diversas que se encontravam no céu límpido e de poucas nuvens. Era primavera, e o tempo era sempre agradável nessa época do ano, mas o sol raramente brilhava.

– Vocês sabem que eu vou pegá-las, certo? – perguntei divertido, vendo-as correr ao redor da piscina.

– Nunquinha, papai! – Wendy riu, dando pulinhos de ansiedade. Oh, Deus! Eu tinha uma mini-Alice em casa!

Olhei sugestivamente para Charlize, e ela apenas disse:

– Minha filha sempre tem razão! – riu, dando de ombros.

Cerrei os olhos, correndo até a minha garota. Ela gritou e arregalou os olhos quando percebeu e, antes que pudesse correr, agarrei-a em meus braços, pulando na piscina com ela. Ela gargalhava, como eu. Olhei para minha mulher e a notei sair de fininho, segurando um riso.

Fiz um sinal de silêncio para Wendy, colocando-a sentada na beira da piscina, indo em disparada até Charlize. Ela gritou enquanto pegava-a por trás, erguendo seu corpo, dando meia volta.

– Ah, não, Edward... Ahhhh! – Ela ria, gritava e brigava comigo. – O meu vestido! Eu não posso molhar meu vestido...

Fingi não dar importância, caindo na água outra vez, agora com ela em meu colo. Emergimos, rindo um do outro.

– Edward Anthony Masen Cullen! – Fingiu estar brava.

– Sim, linda esposa... – olhei profundamente em seus olhos, beijando as costas de sua mão cordialmente.

– E-Eu... – Vi suas pupilas dilatarem e soube que ela estava deslumbrada. – Eu... Eu não tenho roupa para ir à festa agora, Cullen! – Voltou a si, brava, dando um soco na água que molhava seu vestido novo.

– Eu estou encrencado, né? – perguntei, encolhendo-me e fechando os olhos, olhando-a por uma fresta entre meus cílios.

– Muito!

Sorri torto, encarando-a outra vez e quando seus olhos se reviraram e um pequeno sorriso se formou em seus lábios eu soube que não estava realmente numa fria.

Enquanto isso, minha jovem garotinha se debruçava no chão de tanto rir daquela cena épica. Eu e Charlize a fitamos, entreolhando-nos em seguida.

– Atacar? – ela perguntou, sorrindo de maneira traquina.

– Atacar! – gritei, pegando uma Wendy de olhos arregalados no colo e afundando-a outra vez na piscina.

– Estamos prontas! – Charlize sorriu, descendo as escadas, segurando a mão de nossa filha.

– Eu falei que esse vestido ficaria bem em você – falei, sorrindo torto, entrelaçando nossos dedos e erguendo seu braço, rodando-a e olhando seu corpo perfeitamente moldado no belo e simples vestido preto.

– Depois que o cloro da piscina manchou meu vestido novo... – estreitou os olhos.

Beijei sua testa, em um pedido mudo de desculpas, enquanto concentrava minha atenção à linda garotinha de vestido florido e sapatilhas, puxando minha calça.

– Não conte pra mamãe... – sussurrei em seu ouvido, assim que me abaixei. – Mas acho que você está mais linda que ela esta noite.

Ela sorriu amplamente, abraçando-me forte em seguida.

– Eu ouvi isso! – Minha esposa alertou, colocando a mão na cintura, fingindo estar brava.

– Ninguém ganha da mamãe, papai – riu divertida.

– Ah, querida... O papai tem razão, viu? – A alta loira disse, abaixando também. – Minha filha está deslumbrante hoje!

Ela corou, envolvendo-nos em um abraço grupal ao beijar as bochechas de cada um.

– Bom... – hesitou sussurrando, mexendo seu vestido nervosamente. – Eu tenho a quem puxar.

Seu sugestivo olhar para mim e Charlize nos fez rir da mocinha de apenas seis anos de idade. Entretanto, nosso momento foi interrompido pelo estridente som do meu celular tocando.

Levantei-me, retirando-o do bolso e notando ser uma chamada do hospital. Enquanto isso, minhas duas garotas riam e sussurravam entre si, agora sentadas no sofá de nossa sala.

– Dr. Cullen? – a suave voz de Clarissa, a recepcionista, soou do outro lado da linha.

– Sim?

– O paciente da ala de oncologia pediátrica, Pietro Fontana, teve uma piora no quadro e, como o senhor é o chefe da equipe médica na área de oncologia, necessitamos de sua presença para avaliar o garoto.

– Mas e a nova médica, a Dra. Salvatore? Ela não é oncologista pediatra? – perguntei confuso.

– Sim, doutor, mas ela será apresentada hoje no jantar beneficente e...

– Telefone para ela, Clarissa, e diga pra ela começar a examiná-lo. Daqui a alguns minutos estarei aí.

– Sim, Dr. Cullen.

Desliguei o celular sentindo algo estranho em meu peito... Eu ainda não havia tido a chance de conhecer essa nova doutora, mas segundo informações, ela era muito boa. De qualquer forma, não era isso o que me preocupava e, sim, o fato de finalmente conhecê-la – Era como se eu soubesse que já a conhecia.

Respirei fundo – tentando inutilmente apartar tal sentimento –, olhando para minha esposa e filha, e avisando-lhes para irem à festa sem mim, pois chegaria atrasado por conta de uma emergência do trabalho.

Peguei meu carro e acelerei pelas ruas envoltas de paralelepípedos da pequena cidade italiana – absolutamente distante de Volterra. Praguejei alto ao me deparar com engarrafamento quilométrico no caminho.

Malditos pensamentos estranhamente confusos os meus, que me impediram de ter atenção o suficiente de perceber o engarrafamento e mudar a rota. Agora era tarde demais, e teria que esperar impacientemente.

Cerca de meia hora depois, finalmente pude sair daquele inferno de buzinas e xingamentos por toda parte. Suspirei com alívio ao estacionar meu carro e entrar no grande e conceituado hospital da região.

Cumprimentei Clarissa rapidamente, recebendo sua indicação de onde era a sala em que a Dr. Salvatore atendia o jovem garoto de apenas quatro anos de idade, destinado a um maligno câncer no cérebro.

Amaldiçoei-me, enquanto subia as escadas, por não ler a mente da recepcionista e saber como era a doutora, mas estaquei no imenso corredor branco e vazio ao sentir aquele aroma. Meus olhos fitaram o nada ao passo em que eu, literalmente, paralisava onde estava.

Para ouvir: Ben Jelen – Come On

http://www.youtube.com/watch?v=LT1AS9SNJOo

O delicado perfume de frésias, lavanda e morango me preencheram assustadoramente... Era o mesmo que havia sentido em Charlize ao chegar em casa, porém ele vinha com uma força e intensidade abrasadora naquele instante, fazendo-me perder todos os sentidos.

A nostalgia invadiu meu peito, causando sua dor dilacerante. Os pedaços do meu coração – arrancados no dia em que a deixei, mas que foram remontados quando conheci minha atual esposa – estavam sendo espelhados outra vez, como se alguém estivesse arrancando-os um a um. E aquilo realmente doía. Fazia-me perder o ar, sempre desnecessário para mim, e que agora me era insuportavelmente preciso.

Eu estaria tendo uma espécie de alucinação olfativa? O que era aquilo, afinal de contas? Por que o cheiro de Bella me perseguia? Por que motivo, meu Deus?

As perguntas sem respostas me deixaram ainda mais frustrado e angustiado, e, embora eu pudesse sentir minhas pernas outra vez, foi necessário mais um minuto para que minha consciência fosse totalmente recobrada. E então corri. Corri em minha velocidade vampírica em direção àquele aroma alucinante.

Quando notei, estava na sala escura sala onde os medicamentos eram estocados, e o cheiro era tão entorpecente quanto a presença de outra pessoa que eu sentia no ambiente. Forcei minha mente de todos os modos possíveis para que algum pensamento fosse detectado, mas nenhum sinal. E aquilo me deixava ainda mais apreensivo.

De repente, ouvi um barulho vindo do armário de analgésicos enquanto um baixo e suave palpitar de coração preenchia, aos poucos, o silêncio. E era o palpitar do coração de Bella, eu sabia. Mas como aquilo era possível? Onde ela estava? Por que aquela sala tinha que ser tão grande e confusa? Entretanto, o cheiro de sangue não era como o dela... Não era tão irresistível e tentador como tal. Era sutil, leve e suportável, de algum modo.

Porém, o barulho da porta se abrindo, em seguida, foi tão rápido que, quando me virei, apenas pude vislumbrar o movimentar de longos cabelos castanho avermelhado, como se a dona daqueles fios estivesse correndo. Segui até a porta, saindo daquele cômodo, mas me deparei apenas com um corredor vazio e levemente escuro, impregnado com o perfume daquela desconhecida.

Comecei a andar novamente, mas um som modesto do que me lembrava ser algum tipo de ferro, soou embaixo dos meus sapatos. Retirei meu pé do objeto, envolvendo-os em minhas mãos, vendo do que se tratava. Aquilo era nada mais nada menos que um broche prateado, onde havia escrito em delicadas letras deitadas: “Dra. Salvatore”.

Corri rapidamente de volta à recepção, ansioso por encontrar Clarissa e ver em seus pensamentos como era essa médica. Portanto, chegando lá outra recepcionista atendia, então decidi arrancar informações de quem podia.

– Giulia – chamei a garota do turno da noite. – A Dra. Salvatore passou por aqui?

– Não, Dr. Cullen – respondeu deslumbrada. – Clarissa apenas me disse assim que meu turno começou que a nova médica havia saído rapidamente após atender um paciente e diagnosticá-lo.

– Obrigado – agradeci levemente impaciente, entrando no Volvo e acelerando em direção ao salão onde ocorreria a festa. E, pelo visto, teria que esperar mais alguns minutos para finalmente conhecer essa doutora.

A música clássica alternada por jazz e um suave rock dava um aspecto animador ao local, assim como as luzes vibrantes e aconchegantes que dali irradiavam. Adentrei o grande salão – repleto de almas caridosas que doavam dinheiro para o hospital ou simplesmente pessoas falsas e ridículas da alta sociedade que só queriam aparecer.

Logo, vi minha menina correr até mim. Peguei-a no colo, rumo à mesa em que minha esposa, pais e irmãos se encontravam.

– Olha só quem chegou! – Emmett disse alto, sorrindo. – O pai da minha sobrinha preferida!

– Eu sou sua única sobrinha, titio Emm – riu inocentemente, indo para o colo de Rosalie.

Cumprimentei todos, sorrindo e esquecendo, por aquele momento, da minha frustração anterior.

– E então, filho, como andam as coisas no hospital? – Carlisle perguntou, assim que Charlize levantou da mesa, dizendo ir encontrar uma amiga.

Meu pai ainda trabalhava como médico, porém em outro hospital, um pouco mais distante.

Conversei com ele e falamos sobre alguns casos de pacientes. Meus irmãos brincavam com a pequena da família. Mas, de repente, como um déjavù, aquele aroma me dominou, fazendo-me desviar o meu olhar para o lado e me deparando com algo realmente inusitado, que fez meu coração morto ganhar vida.

Lá estava ela... Bela como sempre, ao lado de minha esposa – o terno sorriso desmanchando de seus lábios perfeitos assim que seus hipnotizantes olhos cor de chocolate capturaram os meus.

Ela estava mais linda do que nunca! Absolutamente perfeita... Maravilhosa! Mas, como num passe de mágica, um homem apareceu ao lado dela, enlaçando sua cintura enquanto beijava seus cabelos. As delicadas mãos de Bella sobrepuseram às dele, e sua grossa aliança brilhou perante meus olhos.

E, então, tudo fez sentido. O porquê de eu não conhecer a Dra. Salvatore se devia pelo fato de ela ser a minha Bella, só que, agora, não totalmente minha.

Notas finais
N/A: Yeah, eu fiz esse final excitante de propósito! HAHA*autora corre e se esconde das leitoras loucas*HSUAHASUHASUHASUHASUASHMas e aí... Gostaram do cap? Eu realmente espero que sim, pois foi um tanto difícil de ser escrito!E deixem reviews e recomendações! Eu realmente adoro eles e me sinto ainda mais motivada a escrever! Muito, mas muito obrigada! E um feliz natal à todos! Uma ceia farta e muitos presentes... HASUHASUHASUHASUA