Notas iniciais
N/A: Hey, people! Como vocês estão?
Perdão pela imensa demora, mas vocês já sabem que ando corrida por causa da escola e aquela mesma balela de sempre... Quem acompanha o blog estava ciente e ainda curtiu os spoilers que postei! HASUHSAUHSAUHASUASHUAS
Anyway, como prometido, aqui está o cap 16, saído do forno... Eu queria ter postado mais cedo, mas ele foi realmente difícil de ser escrito. Gosh, estou exausta!
Para as Team Edward, aproveitem e degustem do capítulo que tanto imploraram desde que essa fic começou! Hahahaha'
E para as Team Damon, acalmem os coraçõezinhos porque aqui tudo tem motivo e solução. Como sempre, tudo a seu tempo.
Ahh, e uma SUPER NOTÍCIA! Muitos de vocês devem ter visto no blog, mas RM irá virar um livro! Siiiim... Uma editora entrou em contato comigo há alguns meses a fim de publicar a história numa versão original e em on-book! Eu pirei, óbvio e estou tentando articular o pouco tempo com a adaptação... Mas a trajetória da fic não será afetada, não se preocupem!
HSAUHASUHASUSHAUSAHUSA
Quem quiser saber mais, eu postei direitinho lá no blog (:
Well... Espero que curtam o cap e boa leitura!

Frenesia


Minha mente estava atribulada. Parecia que nos últimos dias aquela antiga Bella que existia em mim havia retornado, e aquilo me deixava insana. O dia no hospital havia sido cansativo, por isso decidi ir embora antes mesmo de o sol se pôr. Minha cabeça estava pesada... Tudo o que eu precisava naquele instante era de uma cama pra me deitar e não levantar nunca mais. E foi esse o meu pensamento até estacionar o meu carro na garagem de casa e adentrar a porta da frente.

– Amor, cheguei... – Falei inutilmente, sabendo que Damon me ouvira chegando.

Coloquei minha bolsa em uma mesinha no hall de entrada, tirando meus sapatos de salto enquanto encontrava meu marido na sala, de costas, em frente à enorme lareira. Ainda era dia e nem fazia frio, então não entendi a necessidade daquilo... Mas a sala estava escura, e as cortinas fechadas, iluminada apenas pelas chamas.

– Por que acendeu a lareira, amor? – perguntei curiosa, aproximando-me com um leve sorriso brincando em meus lábios.

No entanto, não obtive qualquer resposta. Damon continuava estático, embora eu pudesse notar sua respiração ofegante... E, abaixando o olhar, pude vislumbrar um copo de uísque em sua mão esquerda enquanto na direita havia o que parecia ser um papel desgastado...

– Damon, amor, o que houve?

– O que houve, Bella? – perguntou, a voz cínica, ainda sem se mover – Por que você nunca me falou sobre isso?

E, então, ele ergueu levemente a mão que segurava o papel. E a minha dúvida era ainda maior.

– O que é isso? – questionei, sem entender onde ele queria chegar.

– Isso é a porra de uma carta que o Edward deixou pra você antes de partir, há quinze anos! – esbravejou, jogando o copo de uísque na lareira, fazendo-a chamuscar e enraivecer as chamas.

Eu fiquei estática. Aquele momento jamais havia se passado em minha mente... Eu me sentia um soldado inexperiente pisando em minas ocultas; e um sentimento de angústia começou a preencher o meu peito de uma forma tão agonizante a ponto de me fez esquecer como se respirava. Era um misto de raiva, culpa e remorso que talvez apenas Judas entendesse.

– Isso não é nada... – sussurrei sem conseguir encarar Damon, fechando os olhos e sentindo uma lágrima traiçoeira deslizar pelo meu rosto. E eu continuava a mentir para mim mesma...

– Nada? – ele abafou um riso irônico – Então você decidiu guardar esse nada só pra mostrar ao Papai Noel o quanto você sofreu e pra ele trazer o seu Edward de volta?

– Por favor, não me julgue... – Minha voz saiu em um fio, ainda sem conseguir fitá-lo.

– Aja como uma adulta e admita que você ainda ama esse infeliz! – Damon gritou, insano, fazendo-me abrir os olhos para olhar sua expressão desesperada. E eu não perdi a chance de revidar.

– Você ainda a ama? – questionei sem hesitar, secando o meu rosto com as mãos, bruscamente, trazendo à tona um assunto antes esquecido.

– Como? – Ele me olhou confuso, provavelmente julgando minha sanidade.

– Assim como você ama... Rose? – Aproximei-me a passos ardilosos, avaliando sua reação. – A sua primeira namorada que fora prometida a outro homem?

O escárnio em minha voz provocou Damon, eu sabia. E por mais que eu também soubesse que a canalha na história era eu, foi impossível ficar calada. Aquilo cutucava o meu peito há um bom tempo e apenas alimentava as feridas não cicatrizadas.

– Bella, me poupe! – Ele riu, sarcástico, seus olhos azuis faiscando tanto quanto as chamas. – Você não acha que quem deveria sentir ciúmes aqui sou eu?

– Quer saber? Eu estou começando a achar que o nosso casamento sempre foi uma farsa. – Proferi em um tom cortante e tão intenso que eu quase acreditei em meus absurdos, mas eu estava deixando todas as minhas muralhas caírem – elas já estavam em ruínas, agora eu estava destruindo-as por completo.

– O que você quer dizer com isso? – E o teatro havia acabado.

A expressão preocupada no rosto de Damon me aturdiu, mas eu não iria recuar, por mais que doesse, por mais que o meu peito se partisse em mil pedaços de vidro e me torturasse infinitamente. E outra lágrima caiu dos meus olhos.

– Quero dizer que eu não sei mais o que há entre nós dois, Damon! As coisas andam se estreitando cada vez mais... Nada vem dando certo pra nós... – Funguei, desviando seu olhar desconcertante do meu. – Eu errei, eu escondi tanta coisa de você e tudo está desmoronando agora... Essa carta foi apenas a ponta do iceberg.

– Eu te amo. E nada pode mudar isso, muito menos uma paixonite adolescente. – Sua voz não passou de um sussurro e aquilo me atormentou... – Ao contrário de você, Bella... que ainda está acorrentada a um passado que não te proporcionou nada além de dor.

– Será que dá pra parar com isso? – Eu gritei, afastando-me bruscamente e sentindo minha visão turva. – Todos querem me crucificar e eu só me sinto cada vez pior! Não que eu não mereça...

– Mas é você quem está pedindo por isso, Bella! Você decidiu aguentar tudo isso sozinha, você não partilhou nada... Você escondeu os seus sentimentos de mim durante todos esses anos!

– Eu não quero ouvir mais nada, Damon! Eu sei que não sou a mocinha da história, mas eu não quero ouvir isso de você...

E sem enxergar um palmo diante dos meus olhos, corri pela sala e bati a porta da frente com força. A dor me consumia tanto que eu desejei desaparecer... E então senti minha pele queimar. Um fogo se acendeu no meu peito e se alastrou por todo o meu corpo que, como num truque de mágica, se transformou numa fênix. Literalmente. O animal que eu fora predestinada a metamorfosear, assim como Damon podia se transformar em um corvo e Stefan em um falcão.

O mito, o renascimento, a fênix. E naquela forma, sobrevoei a cidade em uma velocidade humanamente imperceptível, deixando as minhas asas em chamas consumirem todos os meus medos. E eu me concentrei nas estradas vazias, na brisa que lutava contra o fogo que envolvia as minhas penas, e me deixei ser levada pelo cheiro do mar e o suave som das ondas quebrando em um rochedo.

Até que alcancei um penhasco rodeado apenas por um milharal de um lado e o imenso Mar Tirreno que banhava o oeste italiano. Eu provavelmente voara por horas para chegar ali... Mas o tempo parecia ter estagnado para mim. Senti meu corpo esfriar e retornar à forma normal.

A brisa parecia querer tomar rumos mais fortes, ricocheteando meus cabelos e o vestido branco que trajava. E metamorfosear a minha forma real parecia ter trazido toda a minha angústia de volta, fazendo a dor ir e voltar mais forte, assim como a maré e seu ritmo que, a cada batida, machucava a rocha que tocava. As águas refletiam a luz tímida do crepúsculo, em um misto de cores azuis e rosadas... O cinza, no entanto, parecia não ter medo de despontar ali, indicando uma chuva que poderia cair em breve. E eu me perguntei se aquela beleza seria capaz de afogar meus problemas.

A ponta do penhasco a centímetros dos meus pés, calçados em uma delicada sapatilha, me atiçou. Uma súbita vontade de me jogar dali e esperar pela sorte do destino era estranhamente tentadora... A adrenalina, a ferocidade, a loucura talvez fariam os meus problemas irem embora. Talvez tirasse o mal pela raiz... Levaria pra longe o pivô de todo o sofrimento... Talvez levasse a minha alma.

E tirando-me vagamente de meus devaneios, o barulho do motor de um carro soou atrás de mim, e meus pêlos se arrepiaram apenas por sentir o aroma de sol, mel e lilás... Parecia que o mar me provocava a ponto de trazer até mim o que tanto me atormentava. Então abri meus braços, sentindo a vida da natureza preencher os meus poros e arrancar de mim cada pedaço morto.

– Bella, o que você está fazendo? – A suave voz de Edward exclamou, deixando exposta uma pitada de um desespero que refletia o meu.

– Eu estou cansada, Edward... – sussurrei calmamente, fechando os olhos para o horizonte submerso em águas.

– Cansada de quê, Bella? – perguntou mais de perto, seu hálito frio fazendo-me delirar. E eu apenas abri os olhos, encarando a face perfeita do homem que fazia aquela frágil menina de Forks renascer em cada célula.

– Estou cansada de tentar ignorar o que eu sinto por você.

O dourado de seus olhos se arregalou por um segundo, e eu comecei a sentir o peso das minhas costas se esvair aos poucos. Os meus pulmões pareceram encontrar o ar outra vez, e eu me senti limpa. Sem restrições, sem segredos e sem muralhas mal construídas. Não havia mais a mulher Bella, havia a garota machucada que tentava entender o porquê de sua vida sempre retornar àquele mesmo vampiro estúpido e metido pelo qual eu havia me apaixonado.

Edward não disse nada a não ser um sussurrado “Bella...” antes de me puxar para seus braços e me deixar esconder o rosto em seu peito aconchegante. As lágrimas não pediram permissão, caíram vagarosamente dos meus olhos e me fizeram soluçar.

– Shh... Vai ficar tudo bem, Bella... – sussurrou em meu ouvido, apertando-me mais contra o seu corpo, e fomos caindo no chão fragilmente. Sentamos e eu me deixei abraçá-lo e matar a saudade daquele cheiro inebriante. O toque suave em meus cabelos era a minha calmaria e suspirei ao ouvir de seus lábios minha antiga canção de ninar. E foi como voltar no tempo.

Deslizei meu rosto por seu pescoço, inspirando seu delicioso perfume. Sorri ao ver sua pele se arrepiar, e a ponta do meu nariz trilhou um caminho de volta a sua jugular até a base de sua orelha.

– Be... – ele se calou assim que beijei a região, arfando e enroscando seus dedos entre os meus cabelos. Eu sabia o que estava fazendo e não me arrependia. Eu queria provar dele, senti-lo, enfrentar os seus e os meus limites. Meu coração martelava por isso.

Edward puxou meus fios delicadamente, expondo meu pescoço e selando seus lábios ali. Um arquejo se instalou em minha garganta e uma necessidade se apossou de mim. Com uma das mãos, enlacei os cabelos de sua nuca, trazendo-o em minha direção e, por fim, olhando em seus olhos. Ali eu vi desejo, tristeza, frustração, ternura e paixão.

Meus dedos deslizaram pelo seu rosto com carinho, espelhando suas mãos acariciando o meu igualmente. Afastei um teimoso fio cor de bronze caía sobre seus olhos tão vivos, e me vi perdida em sua beleza impecável.

Sem quebrar um milésimo que fosse o contato visual, uma das mãos de Edward desceu pelas minhas costas de uma maneira que deveria ser considerada crime, segurando minha cintura com suavidade e precisão, aproximando nossos corpos. Arfei em surpresa, inteiramente perdida em seu toque.

E como um beija-flor hesita antes de sugar o néctar de uma petúnia, os nossos narizes se tocaram ansiosamente, devagar, desfrutando daquele pequeno prazer. Meus olhos se fecharam em reconhecimento e respirei fundo, a fim de resgatar aquela fragrância tão doce e viciante. E ao abri-los por um momento, enxerguei os olhos de Edward fitando-me com um amor jamais visto por aquele olhar tão dourado.

– Eu amo você, minha Bella – ele sussurrou, fazendo-me arrepiar ao ouvir meu antigo apelido. E a paz me inundou.

–Eu também amo você... Amo tanto...

O adorável sorriso torto me deslumbrou e, agora não mais hesitando, senti seus lábios contra os meus reconhecendo aquele velho território. Todo o fervor, força e sofreguidão encenando aquela paixão tão proibida em que Deus nos colocara.


Para ouvir: Nickelback – Far Away

http://www.youtube.com/watch?v=rg7MvAw6qqA


A textura macia e delicada daqueles lábios embriagantes me seduzia, enquanto sua língua tocava a minha com tantos sentimentos que seriam capazes de me fazer explodir. Havia mais que amor ali – a paixão unida ao carinho, à saudade, à nostalgia fazia cada pêlo do meu corpo se eriçar. Seu toque irrestrito em minha cintura não era nada comparado ao que já havia sentido ao seu lado... E aquilo me deixava insana.

– Edward... – sussurrei conta os seus lábios, sentindo sua respiração ofegante e, em seguida, beijos tão frios, mas tão quentes em meu pescoço.

Minha mente estava tão entorpecida pelos seus toques que, quando notei, estávamos em pé e minhas costas pressionadas contra o Volvo. Deslizei meus dedos por seus cabelos cor de bronze, puxando-o para mim, como se pudesse nos fundir em um só. A pele fria de Edward parecia resfriar a minha, em chamas, e aquela corrente elétrica tão antiga que ressurgia, me fez suspirar.

Afastei nossos lábios por um instante, respirando em arquejos. Seus beijos famintos deslizaram para o meu pescoço, quase me fazendo ronronar. A sensação deliciosa de sentir Edward tão perto de mim, provocando-me daquela forma era enlouquecedora. E eu estava vagamente consciente de seus atos enquanto ele, desajeitadamente, abria a porta traseira do carro e me empurrava delicadamente para dentro. Deslizei minha boca até a sua outra vez, mordendo seu lábio inferior e sugando-o com destreza, mas acho que não foi uma boa combinação enquanto ele tentava nos fazer entrar no carro, e eu ri ao sentir minha cabeça bater na porta e Edward parecer grande demais para caber em um lugar tão pequeno.

– Acho que poderia ter escolhido um lugar melhor... – ele deduziu, rindo e tentando se ajeitar no pouco espaço.

– O lugar pouco importa – murmurei com uma risada arteira e maliciosa, puxando seus lábios de volta aos meus e fechando a porta traseira, sem prestar muita atenção.

Edward riu entre o beijo, deitando o corpo sobre o meu e deslizando uma mão boba rumo aos meus quadris. Gemi contra os seus lábios, o que o fez me apertar mais e descer a carícia até minha coxa. Ele suspirou, puxando minha perna e encaixando-a em sua cintura, pressionando sua ereção em meu baixo ventre e fazendo-nos gemer juntos. Meus dedos, antes enroscados em sua nuca, passaram por suas costas, amassando a camisa de botões e tocando a pele macia de seu dorso por baixo dela. A temperatura fria me excitou, fazendo-me morder o lóbulo de sua orelha e arrancar um alto gemido de seus lábios.

– Bella... – sussurrou, olhando-me com uma intensidade de derrubar calcinhas, encostando seu nariz ao meu – Você não sabe o poder que tem sobre mim.

Mordi o lábio com a declaração, sentindo meu rosto esquentar. Ele riu como uma criança travessa, acariciando as maçãs do meu rosto ao sussurrar algo como "sempre tentadora..." e me puxar para outro beijo ardente. Suas mãos, no entanto, passaram a vagar rumo ao sul mais uma vez, minha pele se arrepiando conforme o suave toque de suas mãos astutas em minhas curvas e sua língua delirante se enroscando a minha.

A ponta de seus longos dedos de pianista deslizou com calma e destreza por minhas pernas, apertando a panturrilha e subindo tão lentamente que quase considerei uma tortura. Seus lábios, agora descendo por meu pescoço, começavam a alcançar minha jugular, e suas mãos perpassavam pela minha coxa, levando meu vestido junto com uma maestria invejável.

Meu estômago se revirou em expectativa, acompanhando o olhar de Edward cheio de cobiça pelo meu corpo, o qual ele revelava aos poucos enquanto subia o tecido branco que o cobria. Degustei deliciosamente cada reação desejosa que nos envolvia, lambendo os lábios de sede ao ver seus olhos perderem o tom dourado e ficarem tão negros quanto os meus com certeza estavam.

Ele retirou o meu vestido suavemente pela minha cabeça e jogou-o em um canto qualquer do carro. Seus olhos tocaram cada pedaço do meu corpo, coberto apenas por uma lingerie de renda branca, passando pelas minhas coxas, quadris, barriga e, por fim, demorando em meus seios, que subiam e desciam completamente descompassados, denunciando minha respiração ofegante. Eu parecia uma adolescente inexperiente, mas era impossível não me sentir daquela forma, principalmente quando Edward me encarou com furor, deslizando a ponta de seus dedos pela minha barriga, fazendo-a contrair deliciosamente.

– Tão linda... – sussurrou ao passo em que eu fechava os olhos e sentia sua carícia tão inocente no vale entre os meus seios. Eu poderia morrer ali que nada mais me importava. – Tão perfeita, tão minha...

Deste modo, seus beijos foram para o meu queixo, descendo pela garganta e chegando ao meu colo. Gemi alguma palavra desconexa, absorta demais em seu toque pra perceber sequer o que eu pronunciava, mas, como uma menina travessa recuperando os sentidos, decidi provocá-lo um pouco mais. Entrelaçando meus dedos com força nos fios de sua nuca, puxei-o para baixo de mim em uma velocidade vampiresca, sorrindo com malícia ao ver sua expressão surpresa.

– Você está muito vestido, Sr. Provocante – sussurrei em seu ouvido, sentindo sua mão apertando meu quadril.

– E você adora brincar com fogo... – rebateu, gemendo assim que me sentei estrategicamente sobre ereção, rebolando suavemente e fazendo meu baixo ventre pulsar.

Seu rosto contorcido em prazer me fez morder o lábio enquanto desabotoava sua camisa e, em seguida, deslizava os dedos por seu abdômen deliciosamente perfeito e delineado. Os músculos inundavam meus olhos e eu senti água na boca. Mas fui pega em guarda baixa com suas mãos precisas e firmes tocando minha cintura... E suspirei audivelmente assim que meios seios as preencheram perfeitamente, como se fossem feitos exatamente para caber ali entre seus dedos. Joguei a cabeça para trás e Edward não perdeu tempo, sentando-se e me encaixando entre suas pernas, beijando e mordendo meu pescoço de um jeito extremamente criminoso.

Grudei minhas mãos em seus cabelos, puxando-os e maltratando-os como se fosse meu passatempo preferido, deliciando-me com seus lábios ousados e molhados deslizando agora para meus seios envolvidos pelo delicado sutiã. Suas mãos, no entanto, começaram a caminhar pelas minhas costas, ansiosas, e eu soltei uma risadinha ao ouvi-lo grunhir de insatisfação.

– Está aqui, sabichão... – murmurei suavemente, pegando suas mãos nas minhas e levando-as para os meus seios, onde o fecho frontal se encontrava.

­– Seria bem mais fácil se tivesse um botão nessas coisas e, clic, aberto – ele comentou com ironia, aproximando nossos rostos e tocando meu nariz no seu enquanto acompanhava meu riso.

– Aí não teria graça, amor – sussurrei com um sorriso, acariciando seus cabelos acobreados.

– Não... Não teria, meu amor – concordou, sorrindo torto e selando nossos lábios doce e sutilmente.

E seus dedos voltaram a trabalhar em meu sutiã, abrindo-o e deslizando as alças calmamente pelos meus braços. Senti meu rosto enrubescer enquanto ele se afastava minimamente, mas, antes de qualquer coisa, Edward me surpreendeu ao girar nossos corpos, ficando por cima outra vez. E, então, seus olhos se focaram em meus seios, e meus pêlos se eriçaram no mesmo instante ao me ver totalmente a sua mercê e aprovação.

Sua respiração se tornou ainda mais descompassada enquanto me observava, e eu sorri ao identificar admiração em seu olhar. Os dedos gelados se moveram para a região, e gememos em sincronia assim que eles tocaram meu colo sem qualquer barreira. Meus mamilos se intumesceram ao sentirem as mãos de Edward e pensei que iria desfalecer assim que seus lábios os tocaram.

– Oh meu Deus, Edward... – arfei, descendo minhas mãos de seus cabelos e apertando suas costas. Arranhei-as e ouvi seu gemido abafado no momento que sua língua rodeou meus mamilos, sugando-os lentamente e beijando-os a ponto de me fazer soltar um pequeno gritinho de prazer.

Suas mãos e sua boca trabalhavam em conjunto para me levarem aos poucos à loucura, e quase perdi a sanidade ao sentir sua crescente ereção contra a minha intimidade novamente. Nossos gemidos se misturavam, mas aquela disputa ainda estava desigual demais...

Desloquei minhas mãos até seus quadris e tratei de encontrar o zíper de sua calça jeans após desabotoá-la, deslizando-a por suas pernas torneadas e, com a ajuda das minhas, arrancando-a e chutando para algum lugar, revelando uma deliciosa boxer também de cor branca. Então, seus lábios entorpecentes passaram a descer pela minha barriga, e aquelas estranhas borboletas ganharam vida e me fizeram estremecer por dentro.

– Não me torture, Edward... – choraminguei, sentindo minha calcinha em um estado deploravelmente molhado com seus beijos cada vez mais quentes e baixos, subindo e descendo pelo meu umbigo até a barra da minúscula peça de lingerie que ainda me cobria.

– Sem pressa, amor, nós temos todo o tempo do mundo... – O filho da mãe sorriu debochado, fazendo-me querer estapeá-lo e, em seguida, beijá-lo. E foi o que eu fiz. Após um tapa em seu braço que apenas o fez rir, puxei-o para um beijo sedento e faminto.

Logo, suas mãos deslizaram pelas minhas pernas e subiram até meu baixo ventre, e proferi um alto e longo gemido ao sentir seus dedos tocando-me sobre o tecido. Aquele vampiro provocador...

E em uma perfeita revanche, minhas mãos seguiram pelo corpo de Edward, acariciando seu abdômen e – enquanto sugava seu lábio inferior ­– deixei meus dedos acariciarem sua ereção. Um gemido extremamente sensual escapou de sua boca, fazendo-o esconder o rosto contra o meu somente para desfrutar a sensação, suspirando meu nome.

– Quem está torturando quem agora? – perguntou retoricamente, sorrindo e movendo a cabeça para poder beijar e sugar o lóbulo da minha orelha, roubando um gemido dos meus lábios.

– Ainda não tenho certeza... – sussurrei, sorrindo de canto e apertando seu membro em minhas mãos – Podemos considerar empate?

– Com todo prazer – respondeu com um misto de desejo e divertimento na voz, levantando o olhar rapidamente para mim e beijando-me suavemente. – Disputando com você, eu aceito até perder...

– Hm-hum... – ronronei uma resposta, entorpecida no movimentar de suas mãos no meu quadril. Deslizei as minhas para suas costas e arranhei-as, sem nem pensar duas vezes, ao vê-lo acompanhar suas mãos com os lábios, selando-os numa trilha tentadoramente decrescente em meu corpo.

Com a destreza de um caçador, Edward deslizou a calcinha por minhas pernas vagarosamente, enroscando-a em meu tornozelo e tirando-a por completo. E no instante em que seus olhos retornaram ao meu corpo, permiti-me arfar, vendo-o prender a respiração por um segundo antes de me fitar com aquele dourado encantador de sempre.

– Você é tão linda... – sussurrou, escorregando suas mãos de veludo por minhas pernas, subindo de volta com seus beijos enquanto deslizava seus dedos em minha feminilidade, fazendo-me delirar em prazer e soltar um palavrão. – Pronta pra mim, amor... – constatou, pressionando meu clitóris e deslizando pela minha entrada.

– Oh, Edward... – murmurei em um fio de voz, completamente arrepiada e extasiada com cada toque.

Puxei seu rosto em minha direção, beijando e sugando a deliciosa pele de seu pescoço, ouvindo-o suspirar e movimentar seus dedos mais rapidamente. Aquilo me deixou à beira da loucura – os estímulos faziam minha mente ficar em órbita e todos os meus sentidos se anuviarem. Mas Edward parou no meio do caminho, beijando-me com um sorrindo matreiro que me provocava como ninguém.

Rosnei baixinho contra seus lábios, fazendo-o rir e distribuir pequenos beijinhos pela minha pele em chamas, porém decidi brincar mais um pouquinho, empurrando-o mais uma vez e trocando nossas posições. Ele arqueou uma sobrancelha em dúvida, mas apenas balancei a cabeça negativamente.

– Você não deveria ter me provocado assim, Edward... – sorri, mordendo seu queixo e deslizando beijos por seu pescoço.

– Deveria pedir perdão? – brincou, gemendo, em seguida, ao receber uma leve mordida em seu abdômen. Meus dedos trilhavam um caminho sedutoramente devagar até sua pélvis, o que o fez enroscar uma das mãos em meus cabelos enquanto a outra rumava para algum lugar abaixo do meu quadril.

– Acho que não será preciso – surpreendi-o com um rápido beijo nos lábios, bem como um sutil olhar que poderia dizer muito mais que palavras. E, então, esbarrei-me com sua boxer e um volume que fez meu baixo ventre se contrair. Calmamente, deslizei a última peça pelas coxas grossas e torneadas de Edward, deixando-a cair no banco do carro e me desfrutando de seu corpo de tirar o fôlego. De verdade.

A pele alva, definida, provavelmente esculpida com o maior cuidado possível... O peitoral rude, a barriga engomada, o quadril com aquela pequena curvatura do oblíquo... Céus, ele era um verdadeiro Adônis.

– Bella...

Foi praticamente nula minha chance de sair ilesa e não suspirar, movendo minhas mãos até seu membro e tocando-o com firmeza, sentindo-o pulsante. Edward apenas soltou um gemido sedutoramente torturante, apertando mais meus cabelos em seus dedos ao passo em que eu beijava seu peito e me demorava em seu pescoço. Tão logo, capturei seus lábios em um beijo astuto e cheio de mimos, sentindo sua língua dançar carinhosamente com a minha.

Edward, no entanto, prendeu-me contra si, invertendo nossas posições e ficando por cima novamente. Nosso beijo se interrompeu com um delicado suspiro saindo dos meus lábios e pude senti-lo se arrepiar. Ele me encarou carinhosamente, seus olhos transmitindo um nível de amor e paixão que excedia os limites... Parecia transcender as barreiras físicas, parecia enxergar minha alma. E meus pêlos se eriçaram com essa possibilidade.

Sua ereção tocou meu baixo ventre, pulsando e me enchendo de um calor quase desconhecido. Fechamos os olhos em sincronia, desfrutando daquele pequeno prazer... E, ao voltarmos a nos fitar, senti a antiga hesitação presente.

– Bella, você tem certeza? – murmurou, acariciando uma das maçãs de meu rosto e me fazendo suspirar com o dourado de seu olhar.

– É claro que tenho... – sorri, escorregando meus dedos em sua nuca – Não tenha medo. Nós pertencemos um ao outro.

Ele sorriu, beijando meus lábios com a mesma suavidade de uma pétala de rosa, e deslizando seu membro contra minha intimidade, penetrando dolorosamente devagar e pincelando minha entrada de uma maneira que quase nos fez arfar. E, então, Edward me penetrou, e gememos em uníssono, por pouco perdendo o fio da razão. Encarávamo-nos ofegantes, e ele estocou carinhosamente, devotando-se, nunca desviando seu olhar do meu.

A forma deliciosa que nossos corpos se encaixaram parecia uma predestinação, quiçá uma profecia. Era como se estivéssemos esperado nossas vidas inteiras para aquele momento, aquele encaixe, aquela união perfeita que parecia ter sido feita sob medida.

E em um timing perfeito, a natureza pareceu estar a favor de nós dois e o céu se abriu, iluminando o pôr do sol como nunca havia presenciado. A luz dourada refletiu em nossos corpos, fazendo Edward brilhar lindamente e causar meu completo deslumbre. Com nossos olhos conectados e cheios de significados mudos, sorrimos um para o outro e ele estocou levemente, fazendo-nos fechar os olhos e gemer mais uma vez.

– Bella, amor... – sussurrou, escondendo o rosto em meu pescoço e arfando, movendo-se com suavidade sobre mim – Tão... apertada...

Minha respiração saiu em um único arquejo. Seu corpo sobre o meu, nossos peitos descompassados se tocando, nossos cheiros misturados e seu olhar tão apaixonadamente desconcertante... Eu havia encontrado meu paraíso secreto. E era ali.

– Edward... – suspirei, sentindo-o deslizando por mim com um prazer delirante. A cor âmbar era de puro deleite e eu me derramava nas sensações de seu membro dentro de mim, em um ritmo que parecia acompanhar cada encaixe, cada detalhe e cada curva entre nós dois.

Seus dedos correram do meu rosto para minha que torcia os fios de sua nuca, entrelaçando-as e levando para o alto de minha cabeça, contra o banco do carro. O aperto frio de sua pele contra a minha efervescente fez-nos gemer e aumentar a sincronia que nos envolvia.

Meus olhos se fecharam quando Edward atingiu um ponto que me fez delirar, ouvindo-o rasgar o peito em um baixo rosnar prazeroso. Mordi os lábios e apertei seus dedos contra os meus, sentindo sua mão livre contornar meus quadris e subir pelo vão dos meus seios, retomando o caminho sedutoramente e apertando meu bumbum. Nosso contato pareceu aumentar e ele estocava fundo enquanto beijava minha mandíbula.

– Bella, amor, olhe pra mim... – sussurrou contra os meus lábios, a pontinha de seu nariz tocando o meu assim que o olhei novamente.

Os orbes fascinantes ora tinham um tom dourado ora um negro entorpecente, mas naquele instante as íris pareciam disputar pelas cores enquanto sustentávamos nossos olhares, perdidos demais um no outro pra notar qualquer coisa além daquilo. E, então, Edward me puxou delicadamente, espalmando uma de suas grandes mãos pelas minhas costas e sentando-nos – nosso encaixe jamais se desfez, muito pelo contrário. Um pequeno grito saiu dos meus lábios ao senti-lo ainda mais fundo.

Encarei-o, aproximando nossos rostos, sentindo-o descer ambas as suas mãos pelos meus quadris e me ajudando a ditar o ritmo deliciosamente torturante. Toquei seu rosto com cuidado, por meio de arfares e grunhidos de prazer, retirando uma rebelde mecha acobreada que caía sobre seus olhos e acariciando a região de sua orelha, decodificando o amor em seu olhar tão cheio de sedução.

– Você está querendo me matar, Bella, só pode... – Sua voz não passou de um sussurro seguido de um gemido enlouquecedor, colando nossas testas e me fazendo sorrir entre um movimentar e outro.

Nosso ritmo habilidoso e repleto de luxúria se tornou rápido e intenso. Eu sentia aquela pontada no baixo ventre se tornar crescente e vagar lentamente por minhas terminações nervosas, aquele formigamento delicioso querer se espalhar e minha mente começar a desfalecer lentamente. O auge estava tão perto que me fez morder os lábios e soltar um longo gemido.

– Edward, eu não vou aguentar mais... – sussurrei, fechando os olhos e cavalgando sobre ele. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, se embromavam em meus cabelos e desciam novamente até meus quadris... Eu estava delirando.

– Então vem comigo, amor... – respondeu em um suspiro que me fez arrepiar, enrolando seus dedos nos fios de minha nuca e me fazendo gemer.

E atingimos o ápice. Juntos. Com uma força avassaladora.

Meu corpo se entregou àquela sensação de prazer capaz de extasiar qualquer um, sendo invadido por sentimentos inenarráveis e que me fizeram perder o fôlego. Aquela pequena corrente elétrica se espalhou por cada poro, unida ao formigamento que se iniciava em todas as partes de mim e se multiplicavam simultaneamente. E, de repente, tocar o céu não pareceu uma possibilidade tão remota.

E eu me deixei desfrutar do longo gemido que escapou dos lábios de Edward, seus olhos fechados, o cenho franzido, a boca entreaberta e o suor do meu corpo banhando o seu. O líquido quente me invadiu e eu o senti pulsar.

La petit mort.

Seus olhos se abriram e encontraram os meus, completamente apaixonados, deslumbrados e encantados. A respiração forte, descompassada, fazia nossos peitos subirem e descerem de forma rápida, barulhenta, com o ar escasso ali dentro – os vidros embaçados, com as marcas de nossas mãos. E não hesitamos em desfazer aquela minuciosa distância entre nossos lábios, beijando-nos com todo amor, devoção e desejo que estiveram enjaulados naqueles quinze anos. Nossas línguas serenas e ternas se encontraram deliciosamente, deslizando uma sobre a outra, contra a outra, pela outra, gemendo ao sentir-nos desconectando vagarosa e deliciosamente.

E ao nos separamos ofegantes em busca de ar, Edward, como um menino indefeso, aconchegou seu rosto em meu pescoço. Suspirei de satisfação, acariciando seus revoltosos cabelos cor de bronze e apertando-o em meu peito. E ficamos assim por incontáveis segundos, apenas nos sentindo antes de ele levantar a cabeça e olhar fundo em meus olhos, transparecendo tanto significado naquele mar de ouro que me entorpeceu.

– Eu te amo – ele sussurrou com seriedade, e meus olhos se encherem de teimosas lágrimas.

– Eu te amo – respondi com toda a minha alma, fechando os olhos ao sentir seu delicado beijo em minha testa.

E foi a minha vez de esconder o rosto em seu pescoço, abraçando-o e me deixando ser embalada por seus braços tão fortes e protetores, sentindo as batidas do meu peito se regularem calmamente... Havia satisfação ali. O amor, o carinho e a devoção nos preenchiam. E fechamos os olhos, entregando-nos àquele momento de paz. E me fez bem.

Mas uma pequena ideia se formulara em minha mente, e eu encarei Edward com um sorriso sapeca no rosto, que o fez cerrar os olhos.

– O que você está planejando fazer? – perguntou, tentando me decifrar ao sorrir feliz, e eu apenas ri, entregando-me.

– Somente ser eu mesma. – sussurrei no pé de seu ouvido, pegando sua camisa, jogada no banco da frente, e vestindo-a com agilidade. Edward me encarava divertido, embora confuso enquanto eu abria a porta do carro e me voltava para ele com um sorriso nos lábios. – O que você está esperando? Vem logo!


Para ouvir: Aerosmith – Crazy

http://www.youtube.com/watch?v=yKEYwXdfAIc


Ele vestiu sua calça rapidamente, e eu não perdi tempo ao pegar sua mão e nos levar para fora. Assustei-me de repente ao notar que já era noite e os vestígios de tempestade terem partido antes de chegar. Mas apenas puxei Edward, nossos dedos entrelaçados, ouvindo seu riso divertido espelhar o meu.

Provocante, soltei nossas mãos e saí correndo em velocidade humana. Sua risada alta preencheu o imenso e vazio penhasco, iluminado pela forte luz das estrelas que enchiam o céu e destacavam a lua. Ouvi Edward correr atrás de mim, ainda longe de me alcançar, até chegarmos a um milharal.

– Bella! – ele me chamou, rindo, fazendo-me soltar uma gostosa gargalhada.

– Venha me pegar! – gritei de volta, olhando para trás e tomando um pequeno susto ao ver que ele estava mais próximo do que imaginava.

Como uma garota levada que fugia da mãe, apertei o passo e segui uma descida em meio à plantação de milho, sentindo o cheiro e a brisa do mar se aproximando. E, então, parei, chegando a uma praia deserta e embrulhando meus pés na areia, ouvindo as ondas baterem nos rochedos ao longe. Fechei os olhos, feliz com o momento, notando Edward chegar logo atrás de mim e contemplar a vista do belo mar que, ao longe, a imensa lua tocava.

Abracei meu corpo, olhando e sorrindo para o lindo vampiro. Ele andou tranquilamente em minha direção, abraçando-me por trás e apoiando a cabeça em meu ombro, aspirando o doce perfume em meu pescoço.

– Não é lindo? – sussurrei, fitando o horizonte outra vez.

– Sim, mas não tanto quanto você, sua vampira absurda! – Brincou, mordendo minha bochecha e apertando nossos corpos um pouco mais ao ver meus pêlos se eriçarem pela brisa que nos tocava.

E ficamos um tempo assim, encarando o tempo, até que a suave voz de Edward sussurrou suavemente em meu ouvido.

– Bella...

­– Hm... – respondi, acariciando seus braços em minha cintura.

– Eu não quero que isso termine...

– Eu também não – Fechei os olhos com força, suspirando e sentindo-o virar meu corpo, fazendo-me olhar em seus olhos vibrantes.

– Vamos esquecer de tudo por um dia... Vamos voltar no tempo e ser apenas nós dois por algumas horas. Sem problemas, sem interrupções... Apenas nós dois.

Eu apenas o encarei surpresa, mordendo o lábio inferior e perdendo-me em seu olhar suplicante e incerto. E deixei-me levar, deixei-me ser insana e agir por ele, mesmo que por mais alguns instantes. Por um único dia.

Notas finais
N/A: *autora cora e se protege atrás da cadeira*
Super lemon essa, hein? Meu id fez a festa nesse capítulo e o meu lado safadjenha soltou fogos de artifício!
HAUHASUHASUSAHUSAHUAS
Primeiramente, que briga entre a Bella e o Damon, hein? E como sempre, os dois saíram machucados... *pega o menino Salvatore no colo e nina*
E como diz minha baby girl Tuany, tivemos SECSO!
HASUHASUHSAUHASUSAHUA
O que acharam do lemon Beward? Sinceramente estou louca pela opinião de vocês, porque eu estou completamente sem rumo aqui! Hahahaha'
Esses dois finalmente se amaram e tiraram esse caroço da garganta. ISSO TUDO ERA TENSÃO SEXUAL, MEU POVO!
HUSAHSAUHSUSAHAHUSAHUSA
Tá, vou me acalmar --'
Ahhh, e o que acharam da Bella se transformando numa fênix? *O*
Comentem e quero saber o que acharam desses safadinhos... E o que esperam. Algumas coisas continuaram em aberto, mas as dúvidas de vocês serão sanadas ao longo dos próximos capítulos...
E, para lembrar, a fic já está na reta final (teremos mais uns 3 ou 4 caps), mas, como costumo dizer, SÓ SABERÃO SE O FINAL É BEWARD OU BEMON, NO PENÚLTIMO CAP! Então, não se desesperem!
Vou agora mesmo responder os reviews queridíssimos do cap anterior e aguardo os desse!
Um beijo grande pra cada um e fiquem com Deus *-*
Toodles honey
http://raphaella-paiva.blogspot.com